Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Universidade de São Paulo promove evento sobre Comunicações e Artes

O Ciclorama, evento promovido anualmente pela Agência de Comunicações ECA Jr. da Universidade de São Paulo, é um ciclo de conhecimento com workshops, rodas de conversa, mini-talks, bate-papo e palestras. O evento ocorre nos dias 24, 25 e 26 de outubro, na Escola de Comunicação e Artes da USP, localizada na Cidade Universitária.

Imagem: Divulgação

A edição deste ano tem como tema  "Sentidos: formas de comunicar-te". Seu objetivo é juntar as Comunicações e as Artes para uma reflexão de como essas duas áreas se conectam através dos sentidos, promovendo também o debate sobre inclusão social. O evento trará pessoas com deficiência que atuam nas áreas de Comunicações e Artes, como os Youtubers Ana Kelly do blog “Ana K.” e Pedro do canal “Mais Uma Rodada”, contando também com nomes como Nath Araújo, criadora das séries artísticas “Quem é Você no Instagram?” e “Zodíaco da Nanaths”; Ana Paula,  fundadora do site “Lado M’; representantes do site “Valkírias”; Alexandre Ache, do canal “Supercinema” e integrantes da “Aiesec” - um movimento de liderança jovem.

O Coffee do evento conta com o apoio de marcas como Itubaína, Mr. Cheney e Mariko. Além disso, serão realizados sorteios de produtos, como kits de papelaria oferecidos pela Molin, livros renomados da Editora Paulus, vouchers para uma deliciosa refeição no Outback, ingressos de cinema da Itaú Cinemas, além de convites para uma aventura inesquecível no Escape 60. O Banco Itaú também tem sua presença confirmada no nosso evento: nosso patrocinador oficial deste ano, ele estará incluso na programação do Ciclorama.

Os pacotes que permitem participar dos três dias de evento custam R$15,00 e os períodos (tarde ou noite) apenas R$5,00. As vendas acontecem presencialmente na sede da ECA Jr. - sala 2 do prédio CRP na ECA - e online pela Blacktag. Para mais informações, acesse o evento oficial no facebook.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

7 coisas que aprendi sobre empreendedorismo? A 3 vai te surpreender!

Estou sem tempo. Estou com medo. Tenho prioridades. Preciso vender. Muita coisa pra estudar. Lista de livros e artigos pra ler. Pessoas para atender. Qual é o meu propósito? Bateram no meu carro. Contas para pagar. Faturamento. Lucro. Despesa! Bom, se a gente for fazer a verdadeira nuvem de tags do empreendedorismo, teríamos mais problemas do que glamour. E eu não falo isso só sobre o empreendedor que possui o seu próprio negócio, mas sim, aquele que se comporta como empreendedor na sua CLT.

Sou um Relações Públicas que atua com projetos de inovação, jornada do usuário, experiência do cliente, consultorias e comunicação para empresas que querem ser vistas e reconhecidas. Faço relacionamento, alguns colocam no cartão de visita que isso se chama "Rain Maker" ou "Faz Chover", mas, eu sou mesmo, empreendedor.

Rain Maker. Ah Tá!

Ao longo da minha jornada, que está completando 7 anos aprendi muitas coisas de duas formas muito simples: A certa e a errada. Quando você consegue colocar no espectro o que é certo e o que é errado, a lógica do "depende" se torna impossível, até para os marketeiros mais experientes. Ou seja, ou você faz, ou você não faz!

Primeira coisa que aprendi: Faturamento não é pró-labore

"Cerbasimente" falando, o dinheiro possui sempre dois caminhos: ida e volta. Não tem outro jeito! Faturamento é aquilo que sua empresa recebe e dele é retirado impostos, custos fixos, possíveis investimentos e isso é ida. O que você vai retirar é uma parcela do seu faturamento que deixe a possibilidade da sua empresa sempre ter uma reserva para possíveis imprevistos e isso é volta. O caixa da empresa não é o seu parque de diversões, resumindo.

Segunda coisa que aprendi: Confie no seu sócio, sempre desconfiando

Busque sempre ter momentos em que você e seu (s) sócio (s) possam contar ideias e falar sobre dificuldades. A parte de desconfiar é importante para gerar cobrança. A cobrança entre sócios deve existir sempre. Quando um puxa o outro a coisa anda e o resultado fica com mais chances de ser positivo. 

Terceira coisa que aprendi: Sua família e seus amigos não vão comprar de você

É ilusão. Nunca faça pesquisa para abrir um novo negócio tendo como público de pesquisa a sua família e os seus amigos. Eles sempre "esquecem a carteira em casa". Em 3 anos que tenho o meu escritório, nunca fiz um serviço sequer para um parente ou amigo. E o pior... eles fazem sozinhos, fazem sem qualidade, se ferram e depois querem a sua opinião. Liberdade é uma m#%$¨#.

Quarta coisa que aprendi: Você sempre tem tempo, pare com essa desculpa!

Estou no sal! Não tenho tempo pra nada! Muita correria... ok! Tudo bem! Isso é sinal de prosperidade, certo? Não! A gestão do tempo é tão importante que já se tornou clichê falar desse negócio. Tem gente que se envolve em tanta coisa que não consegue fazer o que dá lucro ou o que dá mais prazer. Conheço gente que faz storyes o tempo todo, inclusive aos domingos e feriados com a hashtag "#HojeTambémÉDia" achando que isso é lindo, maravilhoso. Se toca! Lindo é ter tempo e qualidade de vida. _ "Mas eu preciso aproveitar enquanto estou novo pra trabalhar pra caramba". Muito legal! E quando ficar mais velho você vai precisar de quê? 

Isso não foi num domingo: Desenvolvimento de Jornada de Experiência do Cliente

Quinta coisa que aprendi: Fuja dos gurus. Procure pessoas!

Existe um boom gigantesco de gurus na internet. Contei na semana passada 30 perfis novos começaram a me seguir no Instagram com o título de Coach. Juro que nunca vi na vida tanta gente falando sobre desenvolvimento pessoal com tão pouco conteúdo. Pessoas que dão Control C + Control V em perfis de auto-ajuda não merecem o seu respeito. Eles não produzem nada, não criam nada e querem ajudar você a alcançar o sucesso que nunca tiveram. Procure por pessoas de verdade que produzam coisas originais. 

Sexta coisa que aprendi: Não deixe ninguém colocar preço no seu serviço

Tá caro! Você já ouviu isso sobre o seu trabalho? Ou pior... Eu vi com outra pessoa e ele faz pela metade do preço. Sinceramente, quero que essas pessoas sejam felizes cobrando R$300,00 (sim, isso é real) por um planejamento de comunicação. Isso não paga nem a gasolina. Veja bem... não estou dizendo pra você não negociar. Negociar é muito normal. Anormal é vender a alma para o diabo e fazer do seu preço uma parcela da Casas Bahia.

Sétima coisa que aprendi, mas não é a última: Pare de usar tanto termo em inglês

Empreendendo com startups, inovação, projetos de comunicação, o mais comum é você conviver com gente que sempre manda aquele vocábulo americanizado pra mostrar que sabe das coisas. O marketing é cheio dessas coisas e com o advento da tecnologia e das mídias digitais, os Xoxial Mídias, os Startapeiros, os aprendizes de publicitários, ou melhor, todo mundo que anda envolvido com business (perdão, com esse mercado!) adoram terminologias gringas. 

É muito comum aqueles cartões de visita com gente que nunca faturou uma nota fiscal, abriu um CNPJ e nunca soube o que é pagar aquele imposto docinho no início de cada mês com cargos escalafobéticos e super imponentes. É muito CEO pra pouca ação. Ficar rico na planilha sobe na cabeça de muita gente, mas, pra transferir o dinheiro das células do Excel para uma conta bancária temos um caminho longo. Mas, lembre-se: sua família não vai comprar! 

Também aprendi que as pessoas confiam em quem está com o microfone na mão (não seja enganado... a internet aceita tudo)

Compartilhe comigo!

Pessoal, logicamente que aprendi muito mais que sete coisas. Fiz essa lista pois aprendi que na internet o público ama listas e é um gatilho mental maravilhoso, porém, também sei que é muito bom para organizar ideias e tornar o texto menos chato. Espero que tenha gostado e, acima de tudo que você coloque algum aprendizado seu aqui nos comentários. Abraço e até a próxima!

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Oitava edição do Prêmio Universitário Aberje (PUA) incentiva estudantes a resolver desafio proposto pela SABESP

A oitava edição do PUA - Prêmio Universitário Aberje - acontecerá neste ano com o patrocínio do SABESP e Governo do Estado de São Paulo. Realizado pela Aberje, Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, em parceria com a Agência de Comunicações ECA Jr. e a FEJESP, Federação de Empresas Juniores do Estado de São Paulo, o prêmio tem como objetivo incentivar universitários do país a aplicarem seus conhecimentos através da resolução de um case de uma situação real do mercado.

Com o tema “O custo da água e seu real valor para toda a Sociedade”, a oitava edição deve atrair alunos de diversas áreas, como Comunicação, Engenharia, Ciências Biológicas, entre outras, que terão a oportunidade de entrar em contato com profissionais atuantes das entidades envolvidas na premiação. As equipes participantes devem ter de 2 a 5 integrantes, recomendando-se que ao menos um deles seja estudante de Comunicação.

Imagem: reprodução

As inscrições estão abertas e vão até o dia 31 de agosto, mesmo dia em que o case será disponibilizado, com as taxas variando entre R$ 70,00 e R$ 100,00. As resoluções deverão ser enviadas até o dia 14 de setembro e, após uma avaliação feita por profissionais de comunicação, as vinte melhores equipes apresentarão suas propostas em uma audiência pública na cidade de São Paulo. Depois disso, as cinco equipes mais bem avaliadas passam para a última etapa, na qual entregarão e apresentarão o projeto reformulado e finalizado, sendo então concedidos os prêmios. O primeiro colocado receberá um prêmio de R$ 10 mil, enquanto o segundo e terceiro receberão, respectivamente, R$ 5 mil e R$ 3 mil reais.

Inscrição no site, aceitas até o dia 31 de agosto: http://www.premiouniversitarioaberje.com.br/oitava-edicao/

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Vida de Empreendedor: Você está vivendo ou está morrendo para trabalhar?

Não há nada mais prazeroso pra um empreendedor do que o próprio trabalho. Aos que são felizes por terem escolhido a própria carreira e o que oferecer para o mercado, sobra alegria, bem estar e saúde para todos os setores da vida. Como seria bom se essas linhas fossem 100% verdade!


Eu escrevo esse artigo por ter um sócio de 27 anos que toma remédios controlados para pressão alta. Escrevo esse artigo por ter um amigo empreendedor e sócio em uma startup que está precisando balancear o dia e a noite, a mando de um médico, e detalhe, ele tem só 22 anos. Eu escrevo esse artigo por ter um cliente, empreendedor, que está afastado de fazer o que mais gosta por ter tido um problema com estresse, com apenas 30 anos.

O que eu quero com esse artigo?

A grande verdade sobre esse artigo é a minha intenção simples de te fazer pensar sobre o seu caminho para o "sucesso". Muitos gurus da área de negócios apontam caminhos para o sucesso, mas, se esquecem que os executores dessas ações são pessoas e que precisamos humanizar a abordagem, pois, o caminho precisa ser tão prazeroso quanto o atingimento das nossas metas.

Aquela pizza depois do horário comercial ou aquele sprint feito de madrugada. Aquele velho corujão no escritório ou, até mesmo, no quarto, na sua casa, acompanhado ou não, com refrigerante, energético ou aquela garrafa de café, tudo isso, é muito mais comum do que a gente pensa. E não, eu não estou dizendo pra você não ficar depois do horário um dia ou outro ou não comer uma pizza com refrigerante, uma vez ou outra, mas, se esse comportamento é recorrente, você precisa rever se o dinheiro vale tanto a pena assim, uma vez que você vai precisar gastar ele pra cuidar da sua saúde depois.

Qual é o seu propósito?

Pode parecer piegas, mas, alinhar seus projetos com o propósito que você tem para a sua vida é o que dará sentido à sua caminhada. Hoje, sou professor universitário (ESAMC), tenho meu escritório de comunicação e inovação, também tenho uma startup (www.namao.me - conheça! hehe) e sou Diretor na Associação dos Profissionais de Propaganda (App Uberlândia), além de ter meus "escapes", como esse blog maravilhoso que você está lendo, há mais de 6 anos. Meu propósito de vida é provocar diálogos nas pessoas, por meio de comunicação, em qualquer meio, e eu faço isso em todos os projetos que me envolvo. Mas aí você me pergunta: Que horas você tem vida social? Que horas você dorme? Bom, eu tenho vida social e consigo dormir numa boa! Eu consigo ter tempo para as minhas atividades e uso, com ajuda da minha noiva, a agenda do Google e, com isso, eu sei das minhas obrigações e do meu tempo livre.

Quais são os seus projetos e sua disponibilidade?

Eu citei meus projetos aí em cima e gostaria que você descrevesse quais os seus projetos. Anote em um papel, cada um deles. Escreva os dias da semana e tente separar, por horas, a sua disponibilidade para cada um deles. Tendo noção do que você tem como "obrigação", fica mais fácil prever o que você vai fazer durante a sua semana. Caso aconteça algo de extraordinário, algo que fuja à regra, você terá mais fôlego pra tomar conta e, como toda regra tem sua exceção, não é problema ficar depois do horário (desde que essa exceção não se torne uma regra).

O que você tem vontade de fazer no futuro?

Convivo muito com gente da minha idade e com gente que tem uma idade mental muito jovem e sempre vejo novidades e movimentos de novos projetos nessas pessoas, e isso é muito bom! Com aquela anotação de "disponibilidade X projetos", você também conseguirá visualizar se aquele seu desejo de fazer algo novo tem espaço na sua agenda semanal. Outra coisa é o objetivo desse novo projeto! Claro que pode ser algo que não está ligado ao dinheiro em si, como por exemplo, um mestrado (que eu também quero fazer) ou algo ligado à filantropia ou à sua comunidade. Nesse contexto também entra o planejamento de tempo que você vai ter, então, antes de tudo, conecte sua agenda ao seu propósito!

Agora tá na hora do café!

Gostou das dicas? Que tal compartilhar com alguém que você tenha contato e que está cheio de ideias de projetos, mas, talvez está sobrecarregado e não sabe o que fazer? 

Espero ter ajudado com esse artigo e espero também que você tenha sucesso em tudo que fizer na vida.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

PELO DIREITO DE SER. Não só pela causa, mas pelo ser.

Sábado, 20, a RPManaus estará realizando o Pelo Direito de Ser, um debate em virtude ao Dia mundial contra a homofobia (17), evento que trará para foco os anseios da comunidade LGBT, que através de discussões podem-se compreender melhor e ir em busca de soluções. Contará com a presença de vários convidados, como: Tiana Amiles - Gerente de Diversidade e Gênero; Pepê - Idealizador do Canal @VLOGAY; Dr Eduardo Honorato - Psicólogo e Doutor em saúde da Mulher e da Criança com ênfase em Sexualidade e Gênero; João Artur Vieira - Coordenador de Novas Mídias na ACrítica , e muitos outros. 

Imagem Divulgação

O evento dará destaque a assuntos como a aceitação do LGBT no mercado de trabalho, que ainda é bastante frisado pelo preconceito. Pelo Direito de Ser, que o ocorrerá no Jogo de Nós (Rua Rio Içá, 1012 - Vieralves) a partir das 14h, com entrada gratuita, além do debate enriquecedor, contará com a presença do Dj Breno Amorim (um dos idealizadores da festa Fandom) que fechará com chave de ouro a tarde de questões. Para maiores informações, entrem em contato com a assessoria do RP MANAUS através do facebook: facebook.com/RPManaus, ou dos telefones: (92) 99444-0041/ (92) 9163-3739.

Serviço:

O quê: Pelo Direito de Ser: Não só pela causa, mas pelo ser.

Data: Sábado, 20 de maio.

Horário: Das 14h às 17h.

Local: Impact Hub, Avenida Efigênio Salles, nº 1299, Aleixo

Entrada gratuita.

Inscrições: http://bit.ly/2qGhqax

Assessoria RP Manaus: Vanessa Rocha (98101-2088) e Vitória Souto Maior (99444-0041).
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