Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Versátil RP e FAPCOM promovem atividades gratuitas em setembro

Nos dias 26 e 27 de setembro, das 08h às 12h e das 19h às 22h, o Versátil RP realizará, sob coordenação de Tico Marcondes, em parceria com a FAPCOM – Faculdade Paulus de Comunicação, atividades gratuitas sobre Relações Públicas no Fórum de Comunicação FAPCOM.

Palestras e Bate-Papos:

No dia 26 de setembro, acontecerá a “Mesa RP – RP e o movimentos que fortalecem a profissão” nos períodos manhã e noite, com a presença dos coletivos Versátil RP, Todo Mundo Precisa de um RP, Fantástico Mundo de RP, Relacione-se, RP e PP, RP Manaus, RP Depressão, RP Salvadore e Observatório da Comunicação Institucional com a mediação do Presidente do CONRERP 2ª Região, Claudio Andrade.

Foto Reprodução FAPCOM

Nesse dia, também serão realizadas as palestras “Empregabilidade em RP” com Pedro Prochno (Uber/Todo Mundo Precisa de um RP), “Tô na facul, mas tô perdido. Me ajuda?” com Taís Oliveira (co-fundadora VRP) e “Empreendedorismo em RP” com Juliana Motta (VRP).

No dia 27 de setembro, também nos dois períodos, acontecerá a “Mesa RP – Comunicação no Terceiro Setor”, com Instituto da Oportunidade Social, Hospital Albert Einsten, Escoteiros do Brasil, Federação de Bandeirantes, Usina dos Atos, TETO Brasil e Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo com a mediação do Presidente do CONRERP 2ª Região, Claudio Andrade.

As palestras “Conteúdo para Blog Institucional” com Lais Rodrigues (VRP), “RP no processo de Branding” com Tânia D’Ávila (VRP) e “Comunicação de Causa: estratégias da campanha de doação de órgãos” com Mirtes Bogéa (Hosp. Albert Einstein) e Tiago Lara (Leo Burnett Brasil).

Serviço

Datas: 26 e 27 de setembro de 2016
Horário: das 08h às 12h e das 19h às 22h
Local: FAPCOM – Faculdade Paulus de Comunicação
Rua Major Maragliano, 191 - Vila Mariana – SP.
Inscrições: goo.gl/PSu7Fz
Entrada franca!

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Indústria da mineração desafia universitários a ressignificarem o setor

A Aberje - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, em parceria com a Agência de Comunicação ECA Jr. e a Maxpress, realiza a sexta edição do Prêmio Universitário Aberje/PUA, que tem o intuito de incentivar universitários de todo o Brasil a aplicarem seus conhecimentos acadêmicos na resolução de um problema real do mercado. 

O tema deste ano é “Atividade essencial para o desenvolvimento da sociedade. A indústria da mineração é mais do que o que você vê”, que desafia os jovens a ressignificarem a indústria da mineração, mostrando o quanto a sua atividade está presente em nosso dia a dia e é essencial para vivermos em sociedade. A ação tem patrocínio da Vale e apoio da Anglo American, AngloGold Ashanti, Gerdau, Hydro, Ibram, Kinross e Usiminas.
As inscrições já estão abertas e vão até o dia 19 de setembro. O valor para participar é de R$ 70,00 a R$ 100,00 por grupo de 2 a 5 integrantes. Os grupos podem ser composto por estudantes de cursos e/ou faculdades distintas, mas recomendamos que ao menos um integrante seja da área de Comunicação Social. Além da possibilidade de resolver o case, a inscrição garante a oportunidade de conhecer as instalações de uma das empresas apoiadoras por meio de uma visita técnica.

Os envios das soluções devem ser feitas até o dia 19 de setembro e serão avaliados por grandes profissionais de comunicação do mercado. As 20 melhores equipes irão apresentar suas propostas em uma audiência pública, presencial, em São Paulo/SP, e os cinco finalistas farão sua defesa final dentro do maior congresso de mineração do mundo, o World Mining Congress 2016, no Rio de Janeiro/RJ. Os três primeiros colocados ganham prêmios de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil respectivamente, além de uma viagem para Carajás, no Pará, com passagem, hospedagem e alimentação inclusos.

Inscrições no site: http://www.premiouniversitarioaberje.com.br/

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Comunicação no universo da moda: um mercado promissor e pouco explorado

Por Ronnaldy Silva e Vyllena Albuquerque

O Brasil possui um dos maiores mercados consumidores de moda. Isso pode ser percebido ao vermos o número de lojas de vestuário e a crescente onda de shoppings em todo o país. Com um potencial tão grande de mercado, há espaço para profissionais de diversos segmentos. Com as Relações Públicas não é diferente. Então por que não adentrar esse mercado em crescimento constante?

A primeira relação entre moda e Relações Públicas é inerente aos dois segmentos: ambos comunicam. Moda é, antes de tudo, comunicação. A moda comunica um conceito, uma identidade. Ela deixou de ser um mero produto tátil para se tornar um mercado subjetivo. Entretanto, essa troca só acontece por meio de uma comunicação eficaz e bem planejada; tarefa para o profissional de relações públicas.


Frame do Filme: O Diabo Veste Prada

Segundo Rafaela Albuquerque, idealizadora do maior evento de moda de São Luís, o SLZ Fashion, dentro do universo da moda, o Relações Públicas pode exercer inúmeras atividades. “Delimitar as melhores estratégias de difusão e marketing de marcas e produtos, prestar assessoria de comunicação e imprensa, planejar eventos como desfiles e lançamentos de marcas de moda, trabalhar com a imagem e planejar toda a estratégia comunicacional para lançar uma marca ou produto no mercado. Isso, para citar somente algumas possibilidades”. 

Mesmo com tantas possibilidades de atuação no mercado o RP, muitas vezes, ainda não percebe o potencial que o mercado de moda oferece. Na indústria da moda, uma ideia, produto ou conceito precisa, primeiro, chegar ao público para ser conhecida para então vender. Isso só é possível graças a uma boa estratégia de comunicação. 

O jornalista de moda e membro do Setorial de Moda do Conselho Nacional de Política Cultural do Ministério da Cultura, Manoel Mougeot, sintetiza muito bem essa realidade quando diz: “Uma marca de moda sem profissional de comunicação, não é marca de moda. O passo seguinte de criar uma coleção é buscar comunicação. Você tem que investir no marketing, na publicidade, nas Relações Públicas, na assessoria de comunicação e na assessoria de imprensa para que você tenha uma construção de marca e consiga vender aquele produto”. 

Essa construção da imagem e do conceito da marca é de extrema necessidade porque a moda é, essencialmente, uma indústria visual e também sensorial, na medida em que estimula o imaginário. Segundo Mougeot, o segmento de moda não vende mais um produto, vende uma ideia, um conceito. A moda vende um estilo de vida e as Relações Públicas é que dão vida a esse ideal na mente do público.

O potencial de mercado dos blogs de moda

Mesmo com o constante aparecimento de novas redes sociais na atual era digital, os blogs ainda são a principal fonte de difusão e informação acerca da indústria de moda no Brasil e mundo. Atualmente, São Luís vem experimentando a popularização de diversos blogs de moda locais, algo incomum no cenário de moda da capital. Hoje, os blogs configuram um campo em plena ascensão na capital maranhense e caracterizam uma grande possibilidade de comunicação dentro do mercado de moda.

Manoel Mougeot, autor do blog “Sem Qualiragem”, voltado para a moda masculina, afirma que quando se cria uma marca, é preciso falar sobre essa marca. O jornalista faz uma comparação ao dizer que os blogs estão para a moda da mesma forma em que as revistas e sites de variedades estão para o mundo televisivo; é lá que as celebridades que tanto mexem com o imaginário do público são criadas. “Dentro da moda, é por meio dos blogs que se instiga o imaginário e estimula o consumo”, defende.

O blog funciona como uma revista virtual. É lá que, através de análises, opiniões e comentários, se difunde as tendências e cria-se a necessidade no público. Além disso, o blog tem o formato que permite que uma marca seja citada várias vezes. Um bom profissional de Relações Públicas deve saber usar todo esse mecanismo em favor de uma marca.

Este artigo foi escrito por:


Ronnaldy Silva
Estudante de Relações Públicas e Publicidade e Propaganda apaixonado pelo encanto da moda. Um bailarino nas horas vagas que tenta enxergar oportunidades em todos os seus sonhos. Pretende morar em NY em um AP pequeno e sofisticado trabalhando na Vogue (sonhos).


Vyllena Albuquerque
Estudante de Relações Públicas com um pezinho (ou talvez os dois) na moda. Acredita que moda não existe sem comunicação e que é em si mesma uma forma de comunicar, de se expressar. Ama livros, estuda coreano por hobby, sonha em trabalhar com moda e é aprendiz de costureira.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Olimpíadas Rio 2016: Contradição e um grande evento para melhorar a imagem de um país ferido

É notável que o Brasil sofre com uma crise política, econômica e existencial, e já faz tempo! A imagem do país para os brasileiros já não é boa e existe uma pressão muito grande por parte da mídia nacional, da população, sobretudo, das notícias que são exportadas para outras nações. O Brasil que teve em noticiários internacionais, por conta de escândalos de corrupção, por conta dos rebaixamentos e classificações como país pouco confiável economicamente, pelo impedimento da presidente Dilma Rousseff e, por último, por conta da desorganização das contas e obras das Olimpíadas do Rio de Janeiro, hoje, está respirando um pouco melhor por conta do que está sendo visto nas próprias Olimpíadas.

Nota...

De acordo com a organização dos Jogos, mais de 11 mil atletas competem na primeira edição dos Jogos Olímpicos da América do Sul e ainda, mais de 1 milhão de pessoas podem circular pela cidade do Rio de Janeiro durante as Olimpíadas. Um número gigante, tendo em vista o terror que se pintava em relação a violência e ao caos na segurança pública. 

Um país com dimensões continentais chamado Brasil!

Com tantos problemas institucionais, o Brasil encontrou redenção em um momento único. A abertura das Olimpíadas no Rio de Janeiro, que foi um evento a altura das proporções do nosso país e que não ficou devendo para outras memoráveis aberturas de Jogos Olímpicos. Alguns podem dizer: a política e as áreas essenciais (saúde, educação, transporte, segurança e afins) ainda estão na UTI. Concordo! 

O que eu gostaria de deixar bem claro é que este post não é uma defesa para a política do país ou uma cortina de fumaça sobre os problemas que vivemos diariamente, mas sim, um olhar voltado para a imagem do país após a abertura dos Jogos (alinhando olhares e expectativas). Se você quiser ler algo sobre política e contradições sobre a Olimpíada, leia o este artigo do Sakamoto - concordo com tudo que está lá (desta vez).

O vôo do 14 Bis foi ovacionado pelos brasileiros e contestado pelos americanos

Escolhas e Simbologia

Falar de simbologia é tocar nas escolhas que foram feitas para simbolizar cada elemento da história contada na abertura. Muitas escolhas felizes foram feitas! Iniciar pelo surgimento da vida, passando pelos primeiros habitantes do mundo, até chegar ao Brasil indígena e suas primeiras moradias, foi um belo pano de fundo para tudo que foi contado. 

Contar a história de um brasileiro ilustre como Santos Dumont foi, no mínimo, uma homenagem merecida e um ápice gigante para a história (que inclusive gerou indignação em alguns jornalistas americanos - mas, mil desculpas!). A escolha dos repertórios, da entrada das escolas de samba, o desfile de Gisele Bünchen, o hino nacional cantado por Paulinho da Viola e, até mesmo, a Anitta, que não fez feio ao lado de Gil e Caetano. Foram boas escolhas! Por fim, Guga, Hortência, para condução final da tocha e Vanderlei Cordeiro de Lima que acendeu os corações dos amantes de esportes e a pira Olímpica foi, sem dúvida, a melhor das escolhas, pela imagem de entrega total e superação desse esportista (a imagem do verdadeiro brasileiro)! 

O poder da imagem e suas contradições!

Fernando Meirelles, diretor artístico da abertura das Olimpíadas Rio 2016

Logicamente que a festa midiática é feita a partir da mostra de imagens positivas, regadas a música envolvente e com apelo forte ao mais popular dos repertórios. Tudo gera arrepio! Quando Fernando Meirelles escreve o que está nos tuítes acima, a imagem que se quer passar é que tudo que há de ser tratado será tratado na abertura, mas, entregando o que o público quer ver. Um espetáculo! 

Foto de Tércio Teixeira, feita do Morro da Mangueira, Rio, durante a cerimônia de abertura das Olimpíadas.

Mais uma vez, não quero falar de política, mas, gostaria de deixar claro que a mídia está com os olhares voltados para o que é notícia e nos faz esquecer, por alguns instantes, o que realmente acontece ao nosso redor. É muito normal que o espírito olímpico tenha tomado os corações de milhões de pessoas pelo Brasil, mas, é inegável que estamos vivendo uma dicotomia muito grande. A imagem que fica é a que os Jogos Olímpicos podem trazer o patriotismo e estancar, por hora, a ferida que o país deixou visível para o mundo todo. 

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Em ritmo de festa, SBT convida o público para criar novo comercial da Tele Sena

Já imaginou ver sua ideia transformada em um comercial de TV e ainda ser remunerado por isso? A emissora de Sílvio Santos divulgou essa semana um projeto inovador e, por que não dizer inusitado? A proposta é referente a criação da campanha de natal da Tele Sena. Sim, a galera já está em ritmo de festa e pensando no final de 2016. 

Silvio Santos em um dos sorteios dominicais da Telesena. Escorregou e seguiu o programa com muito humor, na ocasião!

Naquele esquema Sílvio Santos de interagir com o público (Má, Oeee) e premiá-lo pela sua participação, o homem do baú, por intermédio da equipe de marketing do SBT, lançou em um site de crowdsourcing, um projeto que procura escritores, criativos, estudantes e qualquer pessoa que tenha uma boa ideia para os comerciais que serão estrelados por uma personalidade brasileira e exibidos no final do ano.

Em parceria com o site Kaxola, os interessados poderão cadastrar gratuitamente suas ideias até o dia 7 de agosto, sendo que não há limite de ideias por participante. Você pode se inscrever em 11 categorias diferentes que variam de acordo com o tempo do comercial e a temática. As ideias serão analisadas pelo departamento de marketing e propaganda que escolherá os melhores que receberão “aviõezinhos” entre um a quatro mil reais (não, dessa vez não é em barras de ouro) e ainda irão brilhar na telinha da emissora no fim deste ano. A proposta é tão irreverente que só faltou um “Quem quer dinheiro?” para fechar o convite não é verdade?

Print do site parceiro da campanha - Kaxola.com

Esse tipo de interação é diferente do comum, principalmente se pensarmos que quando se fala em comunicação com o público, muitas marcas e profissionais lembram instantaneamente de duas palavrinhas: redes sociais! Nada contra essa ferramenta valiosa, mas vamos combinar que a proposta do SBT é diferente, pois promove um sentimento de pertencimento, ou seja, o telespectador não só interage com a marca e o produto, mas, participa ativamente do projeto e é remunerado por isso, não somente com a questão da premiação em dinheiro, mas, pelo fato de ver sua ideia sendo propagada pelo Brasil a fora.

Quer saber mais sobre o desafio? Quer tentar a sorte e participar? Clique aqui!
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