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quinta-feira, 10 de março de 2016

Teste de DNA Relações Públicas: Quem é o Pai?

Olá leitor do Blog RP e PP! Como vão as coisas? Parece estranho fazer esta pergunta no começo de um post, mas, como a questão é delicada, eu não quis ir tão direto ao assunto, como em outros textos.
Hoje, me lembrei de uma história e eu gostaria de compartilhar e, ao mesmo tempo, falar sobre o sentimento que envolve essa história. Nada mais é que a paternidade das Relações Públicas. Quem é o pai?


Antes de dizer quem é o pai eu gostaria de perguntar pra você: quem é a mãe? Ficou confuso pra você? Bom, a intenção é, realmente, deixar você com a pulga atrás da orelha. Por quê não ser uma mãe? A discussão pode ir longe!

Bom, falando de história, em 1906 o jornalista e publicitário Ivy Lee visualizou uma grande oportunidade de trabalhar com comunicação, vendo os erros do empresariado americano. A necessidade era a de se comunicar com a imprensa e mudar a imagem dos seus clientes frente a opinião pública. Na época, o primeiro cliente de Ivy Lee foi Jhon Rockefeller, que até então era conhecido por ser sanguinário, sem escrúpulos e por não estar nem aí com os direitos dos trabalhadores (como muitos outros empresários da época que faziam seus funcionários trabalharem mais de 12... 14h por dia).

Pouco depois surge o sobrinho de ninguém menos que Sigmund Freud (Fróid para os íntimos). Edward Bernays, começa a despontar como referencial teórico e lança, o que foi considerado como o primeiro livro de Relações Públicas, chamado de "Cristalização da Opinião Pública". A paternidade das RP passa muito pelo duelo entre Lee e Bernays, como figuras importantes no exterior, mas, também temos outros "pais" da profissão no Brasil, como o primeiro RP, Eduardo Pinheiro Lobo, engenheiro que ficou encarregado da área de Relações Públicas da Light, em São Paulo e muito sincronizado com o movimento que acontecera no exterior, surge Cândido Teobaldo de Souza Andrade, pioneiro na área de pesquisas em Relações Públicas, inclusive sendo o primeiro a escrever sobre a área no Brasil.

A grande verdade é que seria injusto também, nos perguntarmos, somente, quem é o pai. Você entenderá nas próximas linhas!

Já parou pra pensar que filho bonito tem sempre dois, ou mais, pais ou mães? Relações Públicas é esse filho bonito, pois é muito importante para o desenvolvimento de negócios e sociedades, pois tem papel mercadológico e uma veia humana fortíssima em sua essência. 

Afinal de contas: Quem é o pai?


Meu caro, a resposta é muito simples! Apesar de ter sido visualizada como uma necessidade real por um americano, no século passado, Ivy Lee não pode ser o pai, nem Bernays, tampouco Lobo ou Andrade. Pai e mãe são aqueles que criam! Você é o pai! Você é a mãe! Nós que estamos com a responsabilidade de continuar o que esses e essas grandes profissionais iniciaram lá atrás, logo, se não assumirmos a "paternidade" do que estamos fazendo, não teremos evoluções significativas, como as que Margarida Kunsch fez ao apresentar o composto de Relações Públicas e o seu planejamento, como fez Fábio França com o estudo sobre públicos, o que vem fazendo a Carol Terra na área de Mídias Digitais, os garotos e garotas do RP Manaus, Todo Mundo Precisa de um RP, RP Brasil, Versátil RP, RP Depressão. Não me canso de citar esses caras e creio que todo RP precisa conhecer, ou melhor, todo pai e toda mãe das Relações Públicas precisa conhecer!

Gostou de saber que você é pai? E você, gostou de saber que é mãe? Agora, cuide, esse filho é seu, parabéns!


quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Um samba chamado Relações Públicas! Dia Nacional das Relações Públicas

Hoje é dia das Relações Públicas. São 101 anos de história, de uma profissão que chegou ao Brasil com o engenheiro Eduardo Pinheiro Lobo. É uma história sendo construída, dia a dia, por pessoas engajadas e amantes da comunicação. São 101 anos de uma atividade muito nova e ainda pouco difundida, mas que já consideramos pacas.

Hoje também é dia do samba! Coincidência ou não, o samba e as Relações Públicas tem tudo a ver, já que comunicação é ritmo, cor, movimento, alegria, malemolência e improviso. Hoje, ao ouvir a grande intérprete da música brasileira, Alcione, tive a convicção de que RP e Samba são imortais. Ela cantava em alto e bom tom, dentro do meu carro, no caminho do trabalho: "Não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar, o morro foi feito de samba, de samba pra gente sambar". Coisa linda! 


Relações Públicas é algo que também não pode morrer! Uma das profissões mais humanas e voltadas para o bom relacionamento entre as pessoas, empresas, fãs, celebridades, marcas. É uma profissão nova, porém, de grande valor e que vem tomando corpo, a cada dia que passa com movimentos genuínos, como os conselhos que regem a profissão e protegem os direitos deste profissional, com as faculdades que possuem o curso e difundem o nome para milhares, com os blogs e sites especializados que sempre citamos aqui, com as iniciativas verdadeiras e inovadoras de empreendedores RPs (Todo Mundo Precisa de Um RP, RP Manaus, RP Salvador, RP Brasil, RP Depressão, RP School, Versátil RP) e é claro, não posso esquecer dos professores e profissionais, RPs de verdade, que lutam por uma classe mais forte, todos os dias.

Samba é festa. RP também. Samba, nem sempre é festa. RP também. Samba é harmonia. RP, nem se fala! Samba é cordialidade, na figura do mestre sala e exuberância que transborda nos passos da porta-bandeira. RP é gentileza e beleza, também!

Agradeço a você que sempre acompanha o blog RP e PP, que é um desses movimentos que buscam dar cor e foça para a atividade no Brasil. Agradeço aos meus amigos que sempre me dão aquele empurrão, quando as coisas parecem indo na contramão e deixo o meu muito obrigado aos meus mestres e aos meus alunos que sempre me ensinam a cada encontro! 

Sem vocês, não teríamos essa grande roda de samba chamada Relações Públicas.

Parabéns RPs!

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Relações Públicas. Arte ou ciência? A resposta é: Trabalho!

Esses dias eu estava pensando sobre a profissão de Relações Públicas e também sobre o meu papel enquanto profissional. Misturei tudo! A minha vida, que levo no dia a dia, em uma agência de comunicação, e também, as noites que estudei e preparei as aulas no curso de RP da faculdade Esamc, em Uberlândia. Pra te falar a verdade, o post de hoje é sobre uma visão pessoal de uma profissão que cresce, porém, se vê na escassez de profissionais em diversas regiões do país e luta para ganhar espaço no mercado. 


Hoje, eu trabalho como Relações Públicas e vejo que as pessoas pagam pela execução. Este é o primeiro ponto. Muitos clientes pagam pelo resultado. Na verdade, pagam para ver acontecer! Relações Públicas não é uma arte ou uma ciência, mas sim, trabalho! Já falamos muito aqui no blog sobre a venda dos serviços de comunicação e o quanto é árduo o trabalho de evangelização do mercado quanto ao que realizamos. Entendo que a grande questão é entender o perfil de cada cliente e oferecer, de maneira honesta, o que é necessário.

Neste ano tive a honra de começar a dar aulas e, como professor, tento orientar meus alunos a não desistirem da área de RP. Sou o primeiro professor de RP que eles vêem na graduação e eu sinto que a responsabilidade é muito grande, então, tento ser entusiasta, ou melhor, tento formar entusiastas. Mais uma vez eu digo: RP não pode ser arte ou ciência.

Utilizando os autores e personagens importantes da profissão, eu tirei um fragmento do texto "De Lee a Bernays, de Lobo a Andrade: A arte e a ciência das Relações Públicas em seu primeiro centenário", que diz: "Os pesquisadores constataram que, por muitas décadas, profissionais e acadêmicos se concentraram, sobretudo, no que-fazer e no como-fazer de relações públicas, sem maiores preocupações com a formulação de uma teoria. Grunig e Hunt (1984, p. 4) dizem que a atividade, na forma em que a descreveu, por exemplo, Edward Bernays, pode representar uma carreira desafiadora, excitante e socialmente útil."

Quando falamos de aliar teoria e prática, lê-se também: Executar! Você pode se preocupar com a teoria, mas, procure fazer. 

Para fechar o raciocínio e agradecer também a sua leitura de hoje, eu gostaria de te fazer um convite, pra você que é profissional, estudante ou simpatizante da área de Relações Públicas: Forme entusiastas! Conte para as pessoas o quanto é bom trabalhar e fazer comunicação. Eu sei que existem dificuldades, mas, em qual área do conhecimento não existe dificuldade? Fale da sua experiência! Participe de eventos (RP Week está aí - infelizmente não conseguirei ir, por conta do trabalho), faça grupos de estudos, monte um blog, escreva, apareça! O motivo é simples... Relações Públicas não é nem arte e nem ciência, amigo... é trabalho!
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