Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

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terça-feira, 8 de novembro de 2016

Branded Content: Hackearam a fanpage da Seara!!!

Já imaginou um gato se apossar sua página no facebook? E se esse gatinho for um famoso personagem de desenho animado? Você aceitaria as exigências do bichano para devolver sua conta? 

Parece coisa de maluco o que estou falando, mas tudo isso foi pra te contar de uma ação de engajamento muito bacana desenvolvida pelo pessoal da Seara no facebook. O bichinho meliante, ladrão de perfil só podia mesmo ser alguém como Garfield, isso mesmo, segundo as postagens na página ele sequestrou o perfil da Seara e só irá devolver após “mandarem”, veja, só, 10 mil lasanhas pra ele.

Branded Content!

Branded Content é do a criação de conteúdo de qualidade que esteja relacionado ao dia a dia da organização e que seja relevante para o seu público-alvo. Unindo lasanha (produto Seara) + Garfield (Personagem conhecido por milhares de pessoas por amar lasanha) temos = nostalgia, conteúdo relevante e engajamento. A grande sacada é parar de interromper o consumidor com anúncios e mensagens forçadas e entregar informações que são de interesse, no momento em que ele achar mais conveniente.

É claro que tudo não passa de uma brincadeira e uma ação muito bem bolada da equipe da marca para engajar o público e que tem dado muito retorno a ela, visto a quantidade de interações (curtidas, comentários e compartilhamentos) das postagens relacionadas ao viciado em lasanha. Essa foi uma maneira de divulgar um dos produtos da marca, a lasanha congelada e quem melhor para ser o embaixador da ação do que o admirador mais famoso desse prato?

Além de um vídeo com diversas postagens feitas pelo personagem, destaca-se a interação nos comentários, em que o gato atrevido dá respostas francas, diretas e claro sempre com um bom tom de ironia, clássico do personagem. A página que está sobre o controle de Garfield desde o dia 07/11, conta com um vídeo em que o felino faz sua grande exigência, 10 mil lasanhas ou a página continuará com ele, vídeo esse já visto por 2,7 mil pessoas, com mais de 53 mil reações e 3.373 compartilhamentos até o momento.


De acordo com os números que só se multiplicam, podemos considerar que a ação é um sucesso, talvez nem tanto para o Garfield que ainda espera impacientemente suas lasanhas, mas sim para a marca Seara, pois o buzz criado, com certeza atingiu seu propósito e conseguiu comunicar o produto de uma maneira diferente e, principalmente, engajando seus clientes.

Confira como está a fanpage da Seara e veja toda construção da ação AQUI!

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Relações Públicas e Jornalismo: O Conselho "Fantástico" de Max Gehringer!

Depois de passar a semana toda postergando a minha curiosidade em assistir a matéria do Fantástico, onde o consultor de carreiras Max Gehringer dá os seus pitacos sapientes, eu, Maurity Cazarotti tomei coragem e fiz isso hoje. Assisti, meus jovens!

O post de hoje foi feito com quatro mãos. Eu e a Paola Danyelle escrevemos juntos, tão juntos, que não sei qual parte é de quem aqui, mas, vale a pena continuar para as próximas linhas!

O mercado tem espaço para muitos profissionais e de diferentes campos de estudo, mas e quando uma profissão tem tanto em comum com outra que os profissionais acabam se confundindo com suas atribuições e ocupam o espaço de outro? Parece que isso acontece muito com RP e Jornalismo, não é?

Para quem atua na área de comunicação social, a sensação pode ser exatamente essa, por serem cursos debaixo do mesmo "guarda-chuva", ou seja, com disciplinas comuns. Muitos profissionais acabam entendendo que podem atuar em outras áreas que não é a de sua formação, o que não é necessariamente verdade, pois cada graduação tem um propósito e mesmo que sejam semelhantes não são iguais. Mesmo!

Podemos citar como exemplo, um jornalista ocupando cargo de Relações Públicas. Veja bem, nada contra os jornalistas, mas, sua atribuição é diferente de um relações-públicas. Cada um foi treinado na academia para executar tarefas diferentes. Se esse argumento não te convenceu, veja pelo lado legal, cada curso está relacionado a um conselho diferente com regras diferentes e que regem cada profissão, logo não tem como um jornalista atuar como Relações Públicas perante a legislação e se chamar como tal. Não existe a possibilidade de você ter um médico pediatra fazendo cirurgia plástica!

Max Gehringer
Imagem Reprodução

Infelizmente essa confusão não é só entre os profissionais, o próprio mercado entende que um jornalista ou publicitário pode exercer a profissão de Relações Públicas e, em alguns casos, há vagas que selecionam como pré-requisito qualquer formação superior. Prova disso são as diversas polêmicas sobre o assunto que permeiam grupos de discussão sobre a profissão no Facebook a mais recente envolvendo o consultor de carreiras Max Gehringer que no último domingo dia 11/10 ao dar um conselho no programa Fantástico, cometeu o equívoco de orientar a uma jovem recém formada em jornalismo a buscar atuar como Relações Públicas. Veja na matéria http://glo.bo/1RBxrCH.

O erro é tão boçal, pela falta de conhecimento do Dr. Gehringer que fica difícil acreditar que a emissora possui um RP, e mais, é difícil acreditar que a matéria passou no Fantástico. É fantástico mesmo!

A realidade é que a profissão de Relações Públicas, mesmo centenária, ainda é pouco conhecida pelo mercado e a falta de conhecimento induz aos equívocos que mencionamos, portanto, é crucial que os profissionais se engajem para mostrar o valor da profissão e sua importância, participando dos conselhos, atuando na academia, mostrando e valorizando as funções de um relações-públicas na sociedade.

O que você achou do caso?

terça-feira, 28 de julho de 2015

RP: Características do profissional do futuro!

Gosto muito de ler e acompanhar canais que falam sobre comunicação. Tenho muitos que são meus favoritos (é incomum ter tanta coisa boa). Graças ao bom Deus, nós temos muitos bons blogs e sites especialistas no assunto: Versátil RP, Blog Mídia 8, Blog Relações, Camisa Nova, RP da Depressão (pra divertir a gente), RP Manaus (e como tem gente boa pelo lado norte e nordeste do mapa!) e também temos os grandes veículos - Meio e Mensagem, Mundo do MarketingExame, ProXXIma, entre várias outras publicações importantes que vale a pena você pesquisar.
Relações Públicas
Em meio a tantas coisas que venho lendo e anotando por esses dias, vi um vídeo feito pelo site Meio e Mensagem, muito bom por sinal, que fala sobre as características necessárias para o RP do Futuro. Grandes nomes do PR Brasileiro: Ricardo Cesar e Eduardo Vieira Sócios-Diretores na Agência Ideal, especialista em RP e Kiki Moretti, Presidente do Grupo Inpress, uma das maiores agências de RP do mundo, falaram sobre as suas percepções em um vídeo curto, mas com grande conteúdo. Hoje, uma amiga que já é formada em RP me mandou esse vídeo novamente e aí eu resolvi compartilhar com você que acompanha o RP e PP. Veja só!

Podemos concluir que o profissional de RP é o cara do presente. Estamos construindo um futuro junto com os nossos públicos, seja pela maneira que os estudamos e entendemos como eles estão mudando ou pelo jeito que tratamos a nossa profissão, sempre de maneira séria, com muito estudo e acompanhamento das tendências. E para você: Quais as características são necessárias para ser um RP fodão?

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Relações Públicas. Arte ou ciência? A resposta é: Trabalho!

Esses dias eu estava pensando sobre a profissão de Relações Públicas e também sobre o meu papel enquanto profissional. Misturei tudo! A minha vida, que levo no dia a dia, em uma agência de comunicação, e também, as noites que estudei e preparei as aulas no curso de RP da faculdade Esamc, em Uberlândia. Pra te falar a verdade, o post de hoje é sobre uma visão pessoal de uma profissão que cresce, porém, se vê na escassez de profissionais em diversas regiões do país e luta para ganhar espaço no mercado. 


Hoje, eu trabalho como Relações Públicas e vejo que as pessoas pagam pela execução. Este é o primeiro ponto. Muitos clientes pagam pelo resultado. Na verdade, pagam para ver acontecer! Relações Públicas não é uma arte ou uma ciência, mas sim, trabalho! Já falamos muito aqui no blog sobre a venda dos serviços de comunicação e o quanto é árduo o trabalho de evangelização do mercado quanto ao que realizamos. Entendo que a grande questão é entender o perfil de cada cliente e oferecer, de maneira honesta, o que é necessário.

Neste ano tive a honra de começar a dar aulas e, como professor, tento orientar meus alunos a não desistirem da área de RP. Sou o primeiro professor de RP que eles vêem na graduação e eu sinto que a responsabilidade é muito grande, então, tento ser entusiasta, ou melhor, tento formar entusiastas. Mais uma vez eu digo: RP não pode ser arte ou ciência.

Utilizando os autores e personagens importantes da profissão, eu tirei um fragmento do texto "De Lee a Bernays, de Lobo a Andrade: A arte e a ciência das Relações Públicas em seu primeiro centenário", que diz: "Os pesquisadores constataram que, por muitas décadas, profissionais e acadêmicos se concentraram, sobretudo, no que-fazer e no como-fazer de relações públicas, sem maiores preocupações com a formulação de uma teoria. Grunig e Hunt (1984, p. 4) dizem que a atividade, na forma em que a descreveu, por exemplo, Edward Bernays, pode representar uma carreira desafiadora, excitante e socialmente útil."

Quando falamos de aliar teoria e prática, lê-se também: Executar! Você pode se preocupar com a teoria, mas, procure fazer. 

Para fechar o raciocínio e agradecer também a sua leitura de hoje, eu gostaria de te fazer um convite, pra você que é profissional, estudante ou simpatizante da área de Relações Públicas: Forme entusiastas! Conte para as pessoas o quanto é bom trabalhar e fazer comunicação. Eu sei que existem dificuldades, mas, em qual área do conhecimento não existe dificuldade? Fale da sua experiência! Participe de eventos (RP Week está aí - infelizmente não conseguirei ir, por conta do trabalho), faça grupos de estudos, monte um blog, escreva, apareça! O motivo é simples... Relações Públicas não é nem arte e nem ciência, amigo... é trabalho!

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Quem é Zeca Camargo? Uma crítica sobre a infelicidade de um apequenado jornalista que nunca coloriu livros

Zeca Camargo. Quem é? Bem... Zeca Camargo é jornalista, ex-apresentador do Fantástico, ex-apresentador do Vídeo Show, ex-apresentador do No Limite, ex-gordo, e agora, ex-magro.
Com tanto "ex" em seu currículo atual, Zeca, que não possui grandes reportagens em seu currículo e que se mostra cada vez mais polêmico em suas declarações, fez, no último dia 26, um lindo texto sobre a atual cultura brasileira. Mas, #QuemÉZecaCamargo?



Camargo, que é um bom sobrenome de artista sertanejo, escreveu e narrou fatos sobre a cultura nacional fazendo críticas desprovidas de qualquer pesquisa, utilizando um personagem que acabara de falecer, o sertanejo Cristiano Araújo. Bom, já seria ruim fazer um texto falando mal sobre o gênero musical que faz o maior sucesso no país e já seria de horrível atacar, de maneira gratuita, alguém que acabou de partir para outro plano, porém, o que mais me chama a atenção é a falta do senso em utilizar o artista, músico, compositor e pai de família como prato principal de um banquete medíocre e de péssimo gosto.

A comoção nacional acerca da morte de um homem jovem, de 29 anos, que acabara de sair de um show realizado no interior do país é normal se enxergarmos o simples prisma do fato. Fato que não foi trabalhado de maneira respeitosa na narração do senhor, Zeca. E o quesito "FATO", para quem é jornalista, é o principal fator a ser trabalhado por um profissional de jornalismo em uma matéria. Quem faz poesia é poeta. Quem faz fábula é escritor. Quem faz matéria é jornalista! O que você fez?

O fato é que muita gente se sensibilizou com o que o "jornalista" (entre aspas mesmo) Zeca Camargo escreveu sobre o Cristiano, sobre a cultura brasileira, sobre a música sertaneja e sobre as pessoas que consomem todos esses produtos que, em comparação com o jornalismo, nós podemos pensar o seguinte, nobre Zeca:


Pense que o senhor acabara de sair de uma reportagem, com a idade que você teria nessa foto. Sem poder provar que é um grande jornalista... uma revelação, apenas. Agora pense que você está com a sua equipe dentro do carro da emissora. Agora, pense, por um segundo, que você morreu na viagem de volta. Por último, pense que um jornalista, prego, fútil, sem personalidade e desprovido de "tutano mental" fez uma reportagem abordando o atual momento do jornalismo e utilizou a sua imagem. Agora sim. Esse é o ponto que eu queria chegar. Você faz parte de uma categoria de jornalistas totalmente desprezível e que não vale mais a pena acompanhar. O artista que faleceu estava no auge, era um homem novo e que deixou uma multidão que gostava dele, sem falar da família e sem falar que ainda tinha uma vida inteira para seguir provando que ele seria um grande artista.

Para encerrar, nobre Zeca, eu gostaria de te perguntar: O senhor já coloriu algum livro? Pergunto isso, pois, as pessoas colorem para espantar o estresse, para passar o tempo e até para não presenciar fatos como o que você proporcionou. Os livros (de colorir ou não) também são remédios para solitários.

Qual o motivo de escrever tanta asneira? Por qual motivação o senhor, que já tem mais de 50 anos, e ainda não provou ser grande, escreve e narra a dor das pessoas dessa maneira? Você pode não gostar de sertanejo, pode não achar o cantor lá essas coisas (que não era o caso), pode achar o que quiser, mas, colorir livros, pode ser a saída para você não fazer mais do mesmo jornalismo marrom.


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Ei doutor, qual é o meu diagnóstico? Um artigo sobre a importância do diagnóstico para tomadas de decisão.

Em qualquer segmento fazer uma análise criteriosa antes de tomar uma decisão é fundamental. É importante, acima de tudo saber o que analisar, quais dados são essenciais, um parecer claro de qual é a real situação e em qual cenário você ou a empresa se encontram. Não é verdade? 

Já pensou em ir a uma consulta médica e o doutor não fazer nenhum exame e dizer: “Olha eu acho que você está com dengue, tome esse remédio”. Você não se espantaria? “Como assim doutor? Você acha que eu tenho dengue, e não tem certeza, então como posso confiar que esse medicamento vai resolver os meus sintomas?”

É, caro leitor, o que faltou nesse exemplo é o diagnóstico e ele não serve só para consultas médicas. Hoje vamos falar do diagnóstico empresarial e como ele pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de um negócio. 
Assim como o médico tem vários exames para saber o que está causando algum sintoma, os profissionais de gestão, incluindo marketing e comunicação, possuem ferramentas para examinar uma empresa e assim verificar o seu real estado, e só assim receitar as medidas mais assertivas para aquela organização. Vamos falar um pouco delas?! 

Uma ferramenta bem interessante e que mapeia tanto as variáveis que a empresa controla como o que ela não controla são as análises de ambiente, sendo análise de ambiente externo ou macro ambiente, e o ambiente interno ou micro ambiente. Essas ferramentas consistem basicamente no levantamento de informações sobre a economia, os aspectos políticos, demográficos, culturais, naturais, tecnológicos, fornecedores, clientes, concorrentes e os pontos fortes e fracos da própria empresa. 

Com esse levantamento é possível fazer um cruzamento dos dados mais relevantes e traçar então um diagnóstico completo. A esse cruzamento de informações nós chamamos de Matriz SWOT. Pense assim... é como se o ambiente externo fosse uma tomografia e o ambiente interno um exame de sangue. Olhando os resultados dos dois, o médico chega a um diagnóstico “Seu problema é esse”. E o mesmo ocorre com a empresa, porém, a diferença é que nesse caso serão encontradas várias situações, cruzamentos, positivos e negativos.

Como nosso objetivo é apenas mostrar a importância de fazer um diagnóstico antes de sair por aí tomando decisões e tomando qualquer remédio, trazemos uma indicação de leitura com um guia rápido de como montar sua SWOT elaborada pela Luz Consultoria.

Depois dessas dicas você já fez seu diagnóstico, certo? E agora? Com certeza, meu amigo, você já encontrou alguns probleminhas e oportunidades que você pode aproveitar no seu negócio certo? Então, agora é hora de escolher o melhor medicamento, algumas vitaminas para dar energia e fazer com que o seu negócio seja um sucesso, mas calma, não é qualquer remédio não, você terá que fazer a receita para o seu paciente, que neste caso é a sua empresa. 

Trace um plano de ação! Quando o médico te indica um medicamento ele te explica como usar, qual a dosagem, o tempo de tratamento, quantos comprimidos por dia e por aí vai. Você vai precisar definir quais serão as tarefas, os responsáveis, o prazo para executá-las e assim por diante. Entendeu?
Lembre-se! Você é o doutor na sua empresa, a saúde dela depende de você fazer o diagnóstico corretamente e receitar o melhor medicamento. Cuide de seu paciente e ele terá uma vida saudável, longa e lhe dará bons frutos.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

A grande falácia chamada qualidade!

Serviço e produto de qualidade. Quantas vezes você já ouviu que uma empresa tem qualidade?Acho que, pelo menos umas dez vezes por dia! Contudo, o artigo de hoje, aqui no RP e PP vai te fazer pensar sobre Fatores Chave de Sucesso, que são pilares pra que qualquer empresa ou pessoa sobreviva em qualquer mercado. E o que a qualidade tem com isso? Tudo! E o mais legal é que você não vai fazer nada com qualidade, apenas riscar, de vez, do mapa e do discurso fraudulento e de total mal gosto da sua atividade.

Qualidade é um conceito antigo, que chega com mais força na era industrial, onde os produtos eram feitos para o consumo de uma massa que ainda não pensava sobre o verdadeiro significado da palavra QUALIDADE. Pra te fazer pensar melhor, o conceito de QUALIDADE era determinado e de propriedade dos grandes empresários e das grandes indústrias. Já dizia Henry Ford: "O cliente pode ter o carro na cor que quiser, desde que seja preto". 


Hoje, a determinação de qualidade fica a cargo de quem consome! Por isso utilizar o termo é de um mal gosto tremendo. Então, troque essa palavra, que já virou peça de museu por algo que o cliente realmente dá valor. A dica é: MAPEIE! Pesquise na sua indústria/setor de atuação, o que é valorizado pelo seu cliente e utilize esses valores como entregas reais, por exemplo: Tenho uma agência de comunicação e mapeei que os Fatores Chave de Sucesso são - Atendimento, Planejamento, Rapidez na Entrega, Criatividade e Comprometimento com Resultados.

Percebeu? A grande sacada é que todo esse composto mapeado, junto, torna-se a verdadeira ideia de QUALIDADE, pelo simples motivo de que a sua empresa está entregando o que o cliente necessita e com os valores que ele valoriza. Muita gente tenta conceituar qualidade sob vários aspectos, sejam eles pelo prisma do processo interno utilizado pela empresa, pela engenharia dos materiais utilizados (produto), pelas pessoas envolvidas nos processos (serviços), porém, tentar conceituar algo que está na cabeça e no coração de cada um, não dá!

Qualidade, pra mim, aqui no blog RP e PP é poder escrever pra você, um texto leve, sem muita enrolação, porque eu sei que você não tem muito tempo pra ficar lendo (e nós também concorremos com vários ótimos canais que também trazem muita coisa boa) e, acima de tudo, bom conteúdo! E pra você, o que é valor? 

Qualidade???? Conta outra bichão!

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Vamos falar de sexo explícito!

Já faz algum tempo que venho, com uma vontade, quase visceral, de falar sobre sexo aqui no RP e PP. A grande coisa nisso tudo é que as movimentações estão me levando a dar ainda mais atenção nesse tipo de assunto e, vez em quando, vejo os mesmos erros, os mesmos parâmetros, as mesmas reclamações. Calma! Não é sobre orgasmo ou o tamanho do órgão genital, que também são tabus, mas sim, sobre sexo enquanto diferenciação de gênero.

O Brasil é um país que ainda não valoriza vários aspectos, sejam eles raciais, classe social/status, deficientes, homossexuais, mas, algo me chama muito a atenção nessa lista dos "diferentes", que na verdade são iguais perante as leis desse país, que é a mulher. O Brasil ainda possui, culturalmente, uma diferenciação entre homens e mulheres. Quando você vê uma mulher dirigindo um ônibus ou jogando futebol, por exemplo, o que passa na sua cabeça?

Aí que nasce o mi mi mi...

Falando explicitamente de sexo e mi mi mi, que é a grande chave para a relação pegar fogo, eu andei analisando rapidamente esta expressão e vi que ela serve como uma provocação, somente. Geralmente, em uma relação, nós homens fazemos coisas machistas e magoamos as nossas companheiras ou, simplesmente, não entendemos que a cólica que ela sente a cada ciclo menstrual é, de verdade, um empecilho para não sair, curtir um churras com a galera ou, até mesmo, para não ter relação sexual. Mi mi mi é a falta de respeito que o homem comete vestida e velada da mais medíocre ironia: "Pare de mi mi mi" - leia isso com uma cara de deboche.


Bom! Entendendo todo esse cenário de gênero, diferenciação, falta de valorização e mi mi mi, nós podemos abstrair para o mundo da comunicação. 

Quantas vezes, este ano principalmente, nós não presenciamos marcas cometerem erros primários e tratando como mi mi mi, as questões femininas? Será que realmente isso é visto como uma oportunidade de fazer campanhas decolarem, tendo como elemento de combustão a revolta das mulheres? Isso não é negativo? Isso pode ser positivo? Até que ponto essa postura pode ajudar ou atrapalhar uma marca? Fica a provocação!

A grande sacada (sem trocadilhos infames, por favor) é que isso vem acontecendo com frequência e a análise que eu fiz desses acontecimentos é que existe uma parcela de pessoas entendidas, que questionam e fazem barulho e uma outra parcela que se diverte e "compra" a campanha. Importante mesmo é respeitar o espaço do outro, e as marcas precisam entender que elas não serão esquecidas pelos seus atos, mas, principalmente, existe a necessidade de entender o público e a mensagem antes mesmo de jogar para o mercado.


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Para entender o Snapchat. Não! Esse post não vai sumir em 10 segundos. Entrevista com a RP e Social Media Amanda Oliveira

De tempos em tempos, uma rede social surge para modificar o jeito de comunicar, seja entre pessoas, entre empresas ou entre empresas e pessoas. Esse movimento faz com que pessoas e marcas estejam em mais de um lugar ao mesmo tempo, sem fazer mágica! A grande magia, neste caso, é saber como tratar o público, entender as ferramentas e os seus propósitos e, acima de tudo, conseguir se sobressair em meio a tanta opção, em meio a tanta funcionalidade!

Hoje, vamos falar do Snapchat, uma rede social, no mínimo, diferente e, pra ajudar nessa missão, convidamos a Amanda Oliveira que é formada em Relações Públicas pela ECA-USP e pós-graduada em Teorias e Práticas da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero. Atua na área de comunicação desde 2005, tendo passado pelas áreas de assessoria de imprensa, comunicação interna e comunicação institucional, em agências e empresas. Desde 2010, tem atuado com foco em comunicação digital. Hoje, é coordenadora de social media na VML Brasil e ministra treinamentos in-company para agências e empresas que estão em busca de melhorar suas estratégias de redes sociais.

Vamos para o nosso bate-papo!?

RP e PP - Amanda, pra você, qual a utilidade do Snapchat para pessoas comuns e qual a maior utilidade da rede para as empresas?

Amanda -  Para a população em geral, o Snapchat é uma ferramenta de comunicação com amigos, que une as funcionalidades de um aplicativo de mensagens instantâneas com as funções de uma rede social. Com ele, é possível compartilhar fotos e vídeos curtos, tanto de forma privada quanto de forma pública. 

O principal diferencial desta nova rede é seu caráter instantâneo: tudo o que é compartilhado é gravado ou fotografado diretamente no app. Ela foi pensada para que pudéssemos compartilhar a vida ao vivo e para que nada ficasse registrado. O importante no Snapchat é o momento e nada mais. Para as empresas, essa característica abre algumas possibilidades para trabalhar a comunicação de forma mais transparente. Por meio do recurso "Histórias", é possível mostrar ao público, por exemplo, os bastidores de um evento, o processo de fabricação de um produto, o dia a dia de seus executivos etc. 

Além disso, o caráter efêmero das publicações faz com que o Snapchat seja uma boa ferramenta para conceder descontos, por meio de cupons que expiram após 24h de seu lançamento ou comunicar promoções e outras ações especiais. Além disso, é possível propor aos seguidores tarefas e desafios, que farão com que a empresa receba deste público "snaps" e tenha uma visão mais humana e verdadeira sobre o tema proposto. Estas são apenas algumas entre as inúmeras possibilidades que estão se abrindo com a adoção desta nova ferramenta.


RP e PP - O Snapchat é uma rede rotulada pela seu uso ser maior entre os jovens/adolescentes. Isso é verdade? Qual o verdadeiro público do Snapchat?

Amanda - As pesquisas confirmam que o Snapchat é usado, em sua maioria, por jovens de 18 a 24 anos. Mas, acredito que a adoção por outras faixas etárias é uma questão de tempo. Afinal, o aplicativo está sendo melhor compreendido agora. Até pouco tempo atrás, ele era visto apenas como uma forma de trocar fotos comprometedoras com seus amigos e isso acabou afastando potenciais usuários que hoje já estão entendendo melhor suas reais possibilidades.


RP e PP -  O Snapchat deu certo no Brasil? Existe espaço para a rede crescer em termos de conquista de usuários e, consequentemente, ser uma boa opção de mídia, como acontece com o Facebook, por exemplo?

Amanda - Acredito que, no Brasil, o Snapchat está em uma fase de pleno crescimento. Vejo que muitos profissionais que trabalham com conteúdo na internet, como blogueiros por exemplo, estão aderindo à rede e isso com certeza fará com que cada vez mais usuários se interessem por ela. Ainda há muito para crescer sim. Sobre a questão de investimentos em mídia, sinto que a ferramenta ainda tem muito a se desenvolver nesse sentido. Hoje, as métricas disponíveis sobre o consumo dos "snaps" são muito restritas, o que dificulta o convencimento na hora de propor e decidir em quais meios é mais recomendável fazer investimentos em ações especiais e anúncios. 

Mas, tenho certeza de que isso já está sendo analisado, pois com o lançamento da ferramenta Discovery, o Snapchat mostrou que não é avesso ao uso da rede por empresas. Quando esse amadurecimento acontecer, sem dúvida o Sanpchat será uma ótima opção de mídia para quem quer atingir o público jovem. E o Facebook sabe disso, tanto que já tentou comprar a rede no passado.


RP e PP - Aproveitando o gancho da pergunta anterior. Como as empresas podem aproveitar a rede para realizar negócios?

Amanda - No momento em que um usuário adiciona o perfil de sua empresa, você o adiciona de volta para que a comunicação aconteça. Isso abre um canal direto entre a empresa e seus públicos que pode ser usado para construir relacionamentos, prestar atendimento etc. Com uma comunicação planejada, contemplando ações de marketing direto, SAC 2.0, community management etc., é possível realizar negócios dentro da própria rede.

RP e PP - Sobre ações! Se você pudesse apontar um caso de sucesso, qual você apontaria?

Amanda -  Um case que ficou famoso foi o da WWF Dinamarca, que aproveitou o gancho da efemeridade das fotos da plataforma em prol de uma causa ambiental. A ação se chamava #LastSelfie e mostrava imagens de animais ameaçados de extinção, com a frase: "não deixe que esta seja minha última selfie". A história trazia também as informações para que os usuários pudessem fazer suas doações. A ação gerou um grande buzz fora do Snapchat, com cerca de 40 mil tweets em uma única semana. E a meta de doações foi batida também em sete dias. Uma combinação perfeita de: bom uso da plataforma, storytelling, conexão emocional e boa execução. (vídeo abaixo)


Informação!

Segundo o último relatório da comScore, o Instagram é a segunda rede social mais usada por pessoas entre 18 a 34 anos, com 43,1%, enquanto que o Snapchat vem em terceiro, com 32,9%, e esse número só cresce, devido ao desejo de compartilhar, de maneira rápida e simples, vídeos e fotos. A diferença é que, no Snapchat, a intenção é fazer isso com privacidade e de maneira direcionada. 

Nosso agradecimento à Amanda, que foi ligeira ao responder nossa entrevista e deu uma bela explicação sobre a rede. Desejamos muito sucesso pra você, Amanda! 

Gostou do post de hoje? Que tal contribuir com a gente e deixar seu comentário? Fale um pouco sobre a sua experiência com o Snapchat, o que acha dele... Espero que tenha gostado!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Eu voltei! E aí?

O blog RP e PP está de volta. Eu também! Depois de mais de 1 ano sem atualização alguma, este espaço está na ativa novamente. O motivo? Bem, uma vez que este blog está na ativa, eu também estou!
Volto a escrever por ser libertador, por gostar de despertar nas pessoas um pensamento diferente à luz dos meus pontos de vista, por alguns pedidos de pessoas importantes pra mim e também por pedidos de pessoas que colocaram este blog em sua "Barra de Favoritos".

Case! (Comunicador adora um case)
Dia desses eu estava conversando com uma colega RP e ela não sabia que o RP e PP era meu. Em um dado momento eu falei que tinha um blog e contei sobre a vontade de voltar, logo, ela me perguntou o nome blog que eu tinha e eu respondi... em segundos ela me mandou um print da sua barra de favoritos e desde aquela conversa com essa colega eu venho pensando muito nessa volta.
O RP e PP me possibilitou participar de eventos importantes, conhecer gente do país inteiro e também me deu uma visibilidade importante, e eu estou dizendo isso para encorajar você a iniciar projetos novos. Fazer o que a gente gosta, não tem preço!

Uma coisa é certa! 

Vou continuar falando de comunicação; vou misturar fatos do cotidiano com as disciplinas, mostrando erros e acertos e vou falar de experiências minhas, agora como profissional de Relações Públicas, mas, mantendo o intuito de ajudar, não só os profissionais, mas também, as pessoas que estão começando, já que este é um canal aberto, livre e inspirador!

Não deixe de nos visitar de vez em quando. As portas estão abertas! Agora temos um domínio próprio, mais profissional, temos um design mais agradável e rápido de carregar e temos também um conteúdo muito legal pra ser passado pra você.

terça-feira, 6 de maio de 2014

Ética e Jornalismo como sócios da boa informação! #CBCC2014

Por Maurity Cazarotti

Foto William Lara (Mega Brasil Comnicação)


Censura, bloqueio de informações e os vários papéis dos jornalistas, do governo e população, no que se refere à liberdade de expressão. Estes foram os temas debatidos pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Marco Aurélio Mello, durante a Conferência Magna de Abertura da 17a. edição do Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, que a Mega Brasil Comunicação realiza de hoje (6 de maio) a quinta-feira, dia 8 de maio, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

A plateia presenciou fatos e exemplos de boas práticas do jornalismo e perceberam, com as falas do Ministro, que há nuvens extremamente pesadas no horizonte da informação, uma vez que o jornalista é peça-chave na descrição dos acontecimentos e que estes não refletem boas notícias. Entre os motivos de insatisfação da população estão os serviços essenciais como saúde, segurança pública, educação. “O Brasil cresceu 135% em número de habitantes, entre os anos de 1970 e 2013, mas os serviços essenciais deixaram a desejar ao longo de todo esse tempo”, disse Mello.

Estrangeiros podem participar de novas manifestações

Preocupado com o horizonte que o Brasil tem vivido neste 2014, Mello citou casos recentes, como o linchamento de uma mulher, suspeita de ter sequestrado crianças na cidade de Guarujá, no litoral paulista e, ainda, as manifestações ocorridas no ano passado, que podem ganhar força com a Copa do Mundo em junho, inclusive com participação de estrangeiros. Para ele,é inegável a força e responsabilidade da imprensa no momento de noticiar esses fatos, mas a distorção e o sensacionalismo são elementos que não devem aparecer nos noticiários. “A imprensa não é justiça e ser o que não é, é errado”, disse Mello. E completou: “Repórter não é juiz, não é editor e muito menos desembargador”.

Nesse cenário de preocupações, Mello clamou pela ética como sócia de um jornalismo responsável em apurar os fatos e não tornar a população refém de opiniões distorcidas e infiéis. Para ele, o ganho que se consegue com notícias corretas e não tendenciosas é uma opinião pública formada por pessoas bem informadas e atuantes. “O Brasil necessita, verdadeiramente, de um banho de ética”, falou o Ministro, citando o tema central da conferência, que terminou com um pedido de cuidado com a profissão e responsabilidade. Mello disse que a nossa passagem aqui na terra é finita e que não temos espaço para vivermos com arrependimentos.


Matéria veiculada no Jornal da Comunicação Corporativa em 06/05/14


RP e PP no #CBCC2014
Confira as matérias no JCC (Jornal da Comunicação Corporativa)
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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa 2014 #CBCC14


Fico muito feliz de poder escrever, mais uma vez, sobre aquele que é o maior congresso independente de comunicação da América Latina, o Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa. Participo desde 2011 e esse é o meu terceiro no time de cobertura, liderado pela Vany Laube, nossa chefe de redação, e também pelo Marcos Masini, que brilhantemente cuida da parte digital da comunicação. 

Esse ano, estou muito empolgado com as mudanças que estão chegando para deixar este evento ainda mais fortalecido e dinâmico, a começar pelo tema que é "Inteligência e comunicação estratégica na era da sociedade participativa". 

Muito será falado sobre comunicação em rede, colaboração das massas, inteligência digital, participação dos públicos na comunicação corporativa e seus impactos.
Referência no mercado, o Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa será marcado por convidados internacionais e de destaque nacional.

O evento conta ainda com programações especiais produzidas em parceria com: Aberje, Abracom e Conferp, a entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação – como homenageada a jornalista Miriam Leitão –, o lançamento do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa – Agências, Clientes e Fornecedores, bem como o painel final reunindo o melhor do Congresso, o Crème de la Crème.

Inscrições:

O Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa 2014 está com inscrições abertas e deve reunir cerca de 1.000 participantes de todo o País. Conta com o patrocínio master da Ambev, com patrocínios temáticos de Edelman Significa, FSB, CDN e S2Publicom, e apoio institucional da ABRH/SP, Abrp/SP, IICS, Fespesp, Instituto Vladimir Herzog, RP1, In Press e SP Turismo.
#Wi-Fi oferecimento - Furnas.
A programação completa, inscrições e outras informações podem ser conferidas no www.megabrasil.com.br/eventos, pelo e-mail eventos@megabrasil.com.br ou no telefone (11) 5576-5600. 












Confira os lances do #CBCC14 no RP e PP
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terça-feira, 1 de outubro de 2013

RP e PP News

Amanhã, dia 02/10, na ESAMC Uberlândia, o evento Papo com o Mercado, que já é tradição na instituição, acontece às 19hs com o tema Empreendedorismo e Startup, com o palestrante Roberto da Costa Viana - Analista de Negócios e Líder do Comitê de Inovação da Algar Mídia, empresa do Grupo Algar. O RP e PP fará a cobertura pelo Twitter @blogrpepp.

Estudo da Endeavor em parceria com o IBOPE revela:

Ter o próprio negócio é o sonho de três a cada quatro brasileiros, de acordo com pesquisa realizada pela Endeavor em parceria com o IBOPE, o estudo apontou também que o Brasil perde apenas para a Turquia quando o assunto é o desejo de empreender.

                                            Gráfico - Povos X Preferência pelo próprio negócio




Acompanhe a cobertura via twitter no http://twitter.com/blogrpepp
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sábado, 10 de agosto de 2013

Waze GPS. Um aplicativo social!

Vocês sabem bem que o RP e PP não é um blog especialista em tecnologia e sabem também que não vamos nos meter no que não entendemos, porém, nada nos impede de trazer para o mundo da comunicação, as novas tecnologias e as novas aplicações tecnológicas que melhoram a vida das pessoas. 

Hoje vamos falar do Waze GPS. Este aplicativo social feito por uma startup israelense, possui 28 milhões de usuários pelo mundo, no Brasil são quase 2 milhões e tem o social como ponto forte. 

A funcionalidade do Waze GPS depende do compartilhamento das pessoas. Os caminhos são registrados pelos usuários, bem como os congestionamentos, pontos de comércio, hospitais, obras, etc. O propósito do aplicativo israelense é auxiliar as pessoas a encontrarem seus itinerários com o mínimo de obstáculos possíveis.
No Brasil, o aplicativo está em crescimento e já despertou bons olhares da prefeitura do Rio de Janeiro, que fechou parceria, por meio do Centro de Operações Rio (COR).

De acordo com o site de notícias adNews, todas as ocorrências registradas pelos usuários do Waze serão repassadas aos 56 operadores de tráfego que atuam na Sala de Controle do COR, o que auxiliaria na tomada de decisões operacionais e na solução das ocorrências. “O monitoramento do COR conta com cerca de 900 câmeras e com o apoio de equipes de campo. Aliado a isso, a informação do motorista que está no trânsito servirá como importante ferramenta para a operação da cidade. O relato sobre alguma ocorrência fora do campo de visão das nossas câmeras é um grande apoio no direcionamento de esforços e numa melhora no tempo de resposta aos incidentes”, explica o chefe executivo operacional do COR, Pedro Junqueira.

Você pode baixar o Waze GPS gratuitamente no seu celular, seja ele Android, Iphone ou BlackBerry. O cadastro é fácil, rápido e a usabilidade chega a ser intuitiva. Nada mais legal do que encontrar os lugares que você precisa de um jeito novo e com a possibilidade de ajudar e ser ajudado por outras pessoas. Então, baixe o Waze GPS no seu telefone ou tablet e conte-nos o que achou!


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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Concursos Culturais Proibidos nas Redes!


     Olá leitores do RP e PP, bom ter você por aqui! Hoje, vamos falar sobre a portaria 422/13 do Ministério da Fazenda que regulamenta a lei n° 5.768, de 1971. A nova regulamentação revê toda realização dos chamados concursos culturais. A medida entrou em vigor no mês passado (julho) e cerceia a atividade com algumas regras básicas. De acordo com a portaria, o concurso cultural é uma ferramenta exclusivamente artística, cultural, desportiva ou recreativa, ficando descaracterizado como concurso cultural, as seguintes práticas:

  • Datas comemorativas
Vinculação a eventos e datas comemorativas, como campeonatos esportivos, Dia das Mães, Natal, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia das Crianças, aniversário de Estado, de Município ou do Distrito Federal e demais hipóteses congêneres

  • Marca não pode aparecer 
Marca, nome, produto, serviço, atividade ou outro elemento de identificação da empresa promotora, ou de terceiros, no material a ser produzido pelo participante ou na mecânica do concurso, vedada, ainda, a identificação no nome ou chamada da promoção;
  • Outras restrições 
Adivinhação: Proibidas ações de “sorte”. O concurso cultural deve ter em seu escopo a escolha do melhor de acordo com seu talento. 

Pagamento: Ações em que o cliente pague, em qualquer fase do concurso, sob hipótese alguma poderá acontecer. Fazer com que o consumidor compre algo ou forneça seus dados para preenchimento de qualquer cadastro também fica proibido. 

Embalagem: Não são considerados concursos culturais os divulgados em embalagens de produtos.
Premiação: Ações com prêmios envolvendo produtos ou serviços do anunciante não são mais consideradas concursos culturais. 

Inscrições: Descaracterizam igualmente o concurso, como exclusivamente artístico, cultural, desportivo ou recreativo os casos em que haja inscrição, em quaisquer meios, ex: ligações telefônicas ou de serviço de mensagens curtas (em inglês, "Short Message Service - SMS") oferecido por operadora de telefonia denominada móvel ("celular").

 Exemplo de concurso cultural

Textos baseados na portaria do Ministério da Fazenda, conheça em:

Em publicação na revista Meio e Mensagem, a Associação de Marketing Promocional (Ampro), recebeu a portaria com bons olhos e afirmou, por meio de sua assessoria que essa regra será aplicada com maior rigor para ações de cunho informal, o que não interfere em ações realizadas para grandes empresas, ainda que o modelo existente sofra alterações. 

Fica a dica para quem quer sortear aquele Ipad no Facebook no final do ano para ganhar mais likes. As correias estão se apertando e o Ministério da Fazenda está caracterizando os antigos concursos culturais como ações promocionais, e as mesmas se enquadram como sorteios, fazendo com que para a realização de distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda, quando efetuada mediante sorteio, vale-brinde, concurso ou modalidade assemelhada, a que se refere a Lei nº 5.768, de 20 de dezembro de 1971 (citada no primeiro parágrafo desse post), deverá ser apresentada à Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda ou à Caixa Econômica Federal, nos termos do disposto no art. 15 da Portaria MF nº 41, de 19 de fevereiro de 2008.


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terça-feira, 6 de agosto de 2013

RP e PP News

Hoje, estava eu pensando em quanta informação gostaria de buscar para entender mais sobre comunicação, marketing, empreendedorismo, negócios, etc.
 
Pensava também em um jeito de reunir, num só lugar, tanto conteúdo para que eu mesmo não me perdesse na minha bagunça habitual. Logo, estava eu "zanzando" pela web e encontrei um lugar que tem muita coisa sobre muita coisa e pode ajudar não só na teoria, mas também na prática, a entendermos sobre diversos assuntos no que tange os negócios. Vamos lá!
 
O site MBA 60 Segundos, é um compilado de assuntos sobre marketing, comunicação, recursos humanos, empreendedorismo, finanças, tecnologia, sustentabilidade, etc. Lá, você pode fazer sua inscrição gratuita e receber materiais exclusivos, além de ter toda experiência dentro do site. 
 
                                                             www.mba60.com
 
 
A proposta é passar, em 60 segundos, ensinamentos teóricos e práticos sobre diversos assuntos ligados a negócios. Seus pilares são: curadoria de conteúdos, mestres renomados (profissionais de mercado) e formato inovador. Vale a pena visitar!
 
 
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quarta-feira, 24 de abril de 2013

#Congresso4em1 - A empresa e seu legado social, econômico e ambiental

O primeiro dia de #Congresso4em1 começou para todos os congressistas com muita animação e vontade de ver coisas novas e interessantes. Logo de cara, tivemos uma conferência com Cledorvino Belini, Presidente da Fiat/Chrysler para América Latina e Presidente da Anfavea - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, com moderação do Diretor de Redação da Revista IstoÉ Dinheiro, Milton Gamez. 
Belini não pôde comparecer pois havia uma reunião internacional com dirigentes da Crhysler, porém, enviou Marco Antônio Lage, responsável pela comunicação de sustentabilidade do Grupo, para ressaltar as políticas de desenvolvimento sustentável da região de Betim, local onde a empresa possui sua maior montadora no mundo todo.
Belini enviou um vídeo exclusivo para a Mega Brasil explicando algumas práticas que a Fiat/Chrysler realiza e como ela se comunica com seus steakholders, levando em consideração esta ótica. No vídeo, Belini ressaltou que existe uma dinâmica muito forte na forma de lidar com os públicos, já que cada um deles possuem responsabilidades e, acima de tudo reivindicam seus direitos - o acionista, o lucro; o colaborador, boas condições de trabalho e remuneração compatível e disse que o desafio da área de comunicação é o relacionamento com o entorno, a vizinhança.



Ainda na fala do presidente da Fiat/Crhysler, os congressistas perceberam que as múltiplas ações que a empresa realiza, desde a montagem de seus automóveis, até sua venda, possuem uma visão sustentável, não só ambiental, mas econômica e social - que é o tripé da sustentabilidade e chave de sucesso para qualquer negócio, concluiu Belini. Entre as inúmeras ações da Fiat/Chrysler, está o programa Árvore da vida, onde a empresa aproveita 100% das sobras de materiais de montagem dos automóveis para fabricação de brindes corporativos, melhoria de emprego e renda do entorno, educação, cultura para inclusão social da vizinhança - cidade de Betim - bairro Jardim Teresópolis. Com esse programa, já foram produzidos 190.000 produtos, 19.000 pessoas foram beneficiadas com os projetos de sustentabilidade e mais de 1.000 pessoas encaminhadas para o mercado de trabalho.
Para Belini, o país deveria investir mais na criação de valor social e aponta que o Brasil não dá o retorno suficiente para a diminuição nos gaps de inclusão.

Marco Antônio Lage, responsável pela comunicação de sustentabilidade do Grupo Fiat no Brasil ressaltou os pontos ditos por Belini, ao vivo, no grande auditório do Centro de Convenções Rebouças, dizendo que as pessoas são o principal ativo no tripé de sustentabilidade (Social + Econômico + Ambiental). Marco foi indagado pelo mediador Milton Gamez sobre a contradição entre o produto vendido pela empresa e a ideia de ser sustentável, por sua vez, Marco respondeu apontando uma série de benefícios, destacando-se: a utilização do etanol e a fabricação de carros flex pela montadora (97% dos automóveis produzidos pela Fiat são Flex), a criação de um aplicativo que possibilita mapear o modo de dirigir do condutor, onde percursos mais econômicos podem ser selecionados - e essa tecnologia, denominada EcoDrive, afirma Marco.
A Fiat é uma empresa que possibilitou desenvolvimento para uma comunidade inteira, criou e mantém um espirito sustentável que hoje faz parte do seu branding, cuida muito bem da imagem construída de empresa líder por 11 anos consecutivos na venda de automóveis e se firma por estar pelo quarto ano consecutivo no índice DowJones de sustentabilidade e por ser a primeira montadora de veículos, no Brasil, a obter a certificação ISO 14001. Isso faz com que a Fiat tenha retorno de imagem para os diferentes públicos, acabando com a desproporcionalidade que existe entre seus interesses, citados no começo do post.
Marco terminou a conferência dando conselhos para os profissionais de comunicação. "Sejam persistentes! Sigam sempre, até o fim com a ideia de que a sustentabilidade do negócio é possível ser feita e comunicada. Influencie seu público interno e principalmente, seus dirigentes, parte difícil, ressaltou".


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Veja minha primeira matéria no Jornal da Comunicação, clicando AQUI!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Congresso Mega Brasil 2013 #Participe

    
     Quando se fala em congresso, logo nos vem a cabeça uma grande quantidade de pessoas prontas para ouvir determinados temas e colocar em prática, logo após, tudo que essa experiência proporcionou, e é isso mesmo!
     Quando falamos de Congresso Mega Brasil de Comunicação ou #Congresso4em1, falamos também de abertura de possibilidades, tanto pessoais, quanto profissionais. Quando participamos de um evento dessa magnitude, temos a oportunidade de melhorarmos nossas redes de contatos e amizades também. Eu, em 2011, tive a honra de participar do Mega Brasil, naquela oportunidade #Conngresso3em1, fazendo a cobertura pela Rádio Mega Brasil, a primeira rádio web especializada em comunicação corporativa no país, e isso me deixa cheio de orgulho.
     Esse ano fui escalado pela Vany Laube, uma pessoa extraordinária e uma profissional que dispensa apresentações, para participar do congresso de uma maneira diferente, esse ano vou fazer parte da equipe que escreverá e descreverá os lances mais importantes do Mega. Ela conseguiu e consegue, ano após ano, fazer um mosaico de pessoas com culturas diferentes, sotaques e conhecimentos variados, uma fórmula de sucesso para a cobertura desse evento.
   
Venho com este post convidar você para assistir 40 atividades, seis conferências, o lançamento do Anuário Brasileiro de Comunicação Corporativa e a participação de importantes nomes nacionais e internacionais da comunicação, que são mais de 50 convidados renomados e com experiência de mercado.
     Confira como você pode participar do maior congresso de comunicação corporativa da América Latina. Você achou o texto com muitos adjetivos? Clique aqui e saiba porque!

Confira os lances do #Congresso4em1 no facebook do #BlogRPePP 
e no twitter @blogrpepp

Grande abraço aos amigos que estarão lá e farão possível a cobertura do Mega Brasil 2013:
#VanyLaube, #MarcosMasini, #AdrianaAmaral, #BrunaTorres, #ClarindaAlcatrão, #DanielaCatelli, #DouglasdosReis, #LaisSilva, #PatríciaDantas, #RaíssaLynn e a #CássiaGargantini.

domingo, 9 de setembro de 2012

O Publicitário


Numa terra onde tudo ficou fast, ninguém investe, não existe teste e o cliente é cafajeste, o publicitário, glamouroso de outrora, trabalha até às 3:00 e apresenta sua nova campanha. Mais uma com orçamento base zero! (Traduzindo: Cliente sem grana).
Com mais de oito layouts em baixo do braço, barba na cara (logicamente) e com a esperança de que a refação não acontecerá. Mera ilusão!
Os defeitos sempre aparecem. A marca do cliente é verde, seguimos a lógica normal das cores em toda a campanha, utilizamos as cores complementares, mas, quem disse que o freguês segue a psicologia das cores?  E voltamos para a agência, onde o diretor de arte está com tanta raiva, que compara o job com um parto de jumento (duro, difícil, barulhento, irritante, que não sai nunca). Definitivamente, o publicitário sofre.

Creio que o motivo, pelo qual, nossos pais, irmãos, avós e amigos (que não são publicitários), não saberem o que fazemos é justamente esse! Não temos tempo de explicar. Ficamos até altas horas debruçados nos nossos MacBooks, comendo nossos Mc lanches, cercados pelos nossos quadros em Pop Art, ao som de muita música difícil e desconhecida, logicamente tocando em nossos Ipods, Ipads, Iphones... Ai ai... mas que inspiram a gente madrugada a fora

Veja como se sair bem na apresentação de um job (Isso nunca acontece)!!!!
Imagens meramente fictícias...

Filme: O Mercador de Ilusões (filme que publicitário gosta de ver, poque é Vintage)
.
O publicitário, na verdade, é um vendedor. Um mercador de ilusões, uma pessoa que vende mudanças de hábitos, vontades, mas, que as pessoas acham ser os diretores dos comerciais de TV, os desenhistas dos anúncios da revista Veja, os animadores que falam de coisas boas (TekPix, Top Term, Cogumelo do Sol...) e que simplesmente são aqueles misteriosos seres que amam o que fazem, mas gaguejam sempre quando vão explicar o seu próprio core business. São pessoas dóceis, nascidas no planeta terra, diurnos, noturnos, sem hora, sem eira nem beira... 
Premiados ou não, adoram o sorriso de aprovação de um cliente e o ROI positivo, amam abrir seus PowerPoints com a marca de suas empresas e  idolatram a ideia de ganhar prêmios para continuarem sendo glamourosos, mesmo sem nenhum glamour real.
.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Relações Públicas e Política. Um caminho que dá certo

Texto escrito por Paola Danyelle

 O cenário político pode não parecer atraente para algumas pessoas e as vezes até complexo, porém existem cases interessantes em que podemos ver um relação interessante entre a política e as relações públicas.
Um episódio interessante em que podemos ver a conexão entre os temas refere-se ao case do ex presidente Luis Inácio Lula da Silva. Em 2002 ao assumir o seu primeiro mandado, Lula foi bastante criticado e inclusive satirizado por diversos programas humorísticos por realizar várias viagens internacionais, segundo alguns críticos o parlamentar utilizava da autoridade e dos recursos públicos para realizar viagens de lazer.

 
 
 

            Pois bem, veja como é importante realizar uma analise da conjuntura, ou seja, do momento que o país estava passando antes de realizar um julgamento precoce. O Brasil encontrava-se com sérias dificuldades financeiras no plano exterior, com altas dívidas ao Fundo Monetário Internacional (FMI), o risco Brasil, índice que mede a capacidade do país em honrar seus compromissos, estava muito alto o que indicava uma possibilidade grande do país não cumprir com suas obrigações. Dentro desse contexto o presidente Lula, por meio de suas viagens internacionais, buscou por investimentos de países parceiros e de outros com os quais o Brasil nunca havia tido contatos comerciais. Essa ação tornou o chefe de Estado momentaneamente um profissional de relações públicas que mostrou a imagem e a cara do país no plano exterior.
 

É claro que somente as viagens do presidente não resolveriam o problema do déficit orçamentário, em sua comitiva Lula “carregava” diversos empresários de vários setores que eram apresentados aos empresários dos países pelos quais o político passava.
Desta forma diversos contratos foram negociados no período 2002 a 2004, principalmente de exportação. Esse esforço foi importante, pois auxiliou o país a recuperar suas reservas de dólares, quitar suas dívidas no FMI e minimizar o risco Brasil, tornando o país ainda mais atrativo aos investidores. Veja bem, não estamos aqui defendendo um partido ou ideologia política, mas é inegável que as ações do presidente foram assertivas e transformaram as relações públicas no cenário político modificando a imagem que o país apresentava para o cenário internacional
Logo, caro leitor, percebemos a importância de uma análise estruturada e uma visão crítica dos fatos. Podemos entender ainda que mesmo quando a temática parece ser desinteressante, como pode aparentar o cenário político, existem cases que mostram a importância das relações públicas inclusive na esfera política.
 
 
 
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