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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

O perigo de comunicar

A frase que causou toda essa revolta "Esqueci o Não em Casa", da campanha de carnaval "Viva Redondo", acendeu nas mulheres um alerta. Ontem falamos sobre o case Skol e a discussão foi muito quente (Clique na imagem e veja). Muito se falou no erro da marca ao fazer uma comunicação que incitou a violência, o uso de drogas, o consumo desenfreado e tudo de ruim que acontece no carnaval. 


A comunicação, em geral, é uma ferramenta maravilhosa, com ela, conseguimos encontrar lugares, despertar emoções, fazer rir, chorar, trazer lembranças e, até mesmo irritar, ofender, machucar e causar guerras. Dentro das empresas, a comunicação pode engajar, motivar e melhorar processos. A comunicação das empresas para públicos externos pode trazer resultados, aumento de vendas e melhoria da imagem. 


Comunicar é um perigo! (Mas não é missão impossível)

Em um anúncio publicitário ou comunicado simples, para qualquer público que seja, o processo de criação, briefing, redação, alinhamentos e aprovações é algo que precisa ser muito bem pensado. As preocupações são múltiplas e vão desde o cuidado com os regulamentos, ou seja, a parte judicial e legislação do setor que a empresa está inserida, até a própria intenção de entrega dessa mensagem: venda, melhoria de imagem, recall, etc..

A Vono, marca de sopas, entrou na lista de marcas que tentaram uma comunicação "diferente" e "a sopa azedou". Com aqueles memes que já se tornaram comuns na rede mundial de computadores, a Vono fez algumas piadas com as mulheres. Veja só.

Print da FanPage Sopas Vono

Analisando friamente, uma pergunta me vem à cabeça. Qual o objetivo dessa comunicação? Ao contrário do anúncio da cerveja Skol, que mesmo errando, tinha um objetivo claro, este anúncio parece ter a finalidade de interagir com as mulheres, somente! O grande problema é a maneira. Fica claro que a marca passou a mensagem que as mulheres são indecisas e, ao mesmo tempo imediatistas, ou seja, não sabem o que querem e, mesmo assim, precisam disso muito rápido.

O jornal francês Charlie Habdo causou polêmica com charges falando sobre o islã e seus simbolos. Leia - não estamos falando de religião. O exemplo é extremo, não publicitário, mas, serve para medirmos até onde uma mensagem pode nos levar. 


Ontem, em uma discussão aberta por mim no Facebook, a Eliane Christina da Silva, blogueira do Versátil RP (um abraço aos amigos do Versátil), disse algo simples, porém, que possui 100% de verdade. Ela dizia que "a sociedade está ficando cada vez mais consciente de seus deveres e, sobretudo, de seus DIREITOS". 

Estamos falando de um mundo onde os públicos-alvo já não existem como antigamente. Não se pode mais falar em classes A, B, C, traçar perfis por localização ou renda, idade, entre outras formas de segmentação demográfica. A massa está se tornando público! As personas possuem formas diferentes de pensar, pertencem a grupos diferentes (religiosos, ativistas, feministas, LGBT, etc..). O grande desafio é fazer com que a comunicação não abra precedentes, que tenha objetivos claros e, acima de tudo, que não se perca e não se torne uma bomba prestes a explodir.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Facebook. Uma rede cheia de "redes"


 Texto de Paola Danyelle.
Uma das redes sociais mais famosas do mundo, o Facebook transformou a forma como as pessoas vêem os websites de relacionamentos. Essa ferramenta criada em 2004 e aberta ao público em 2006 tornou-se uma vitrine mundial para que as empresas pudessem expor suas marcas, além de criar um marketing de relacionamento efetivo com os consumidores.
            São várias as companhias presentes na rede de relacionamentos buscando por exposição e uma forma de se aproximar de seus clientes, desde as grandes multinacionais até empresas locais que vêem na ferramenta uma boa oportunidade de negócio.
            No entanto a forma como a rede social é vista pelos usuários pode afetar a imagem das empresas? Se a plataforma tornar-se desinteressante qual o risco e o impacto que as empresas que usam essa ferramenta para divulgar e se aproximar do seu público irão sofrer?
            Atualmente o Facebook busca inovar e incrementar sua interface com o usuário buscando sempre melhorias para entreter os usuários, no entanto algumas ações da companhia podem não ter o resultado esperado. Um exemplo, são duas ações recentes em que em uma primeira situação os usuários viram seu direito de escolha ser cerceado, quando foram obrigados a adotar a nova página de perfil sob a denominação de Linha do Tempo que até tempos atrás, era um item opcional.

Além disso, a introdução de links patrocinados, na visão de alguns usuários, polui o layout do site. Essas ações são exemplos que a satisfação dos integrantes da rede pode levá-los ao desinteresse dos mesmos pelo website e desta forma distanciar o público das empresas que se utilizam desta ferramenta como forma de relacionar-se com seus clientes. Desta forma é preciso que as companhias, tanto as grandes empresas como as pequenas pensem em estratégias diferenciadas para manter o relacionamento com seus clientes conquistado pelo uso do facebook, até porque ligar a imagem da marca com a de uma rede social é útil, mas arriscado visto que a insatisfação na plataforma pode estender-se a empresa.

 

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O Publicitário


O blog RP e PP traz orgulhosamente a série que ninguém leu porque não entendeu. "O Publicitário" é um oferecimento de Empresa Nenhuma e Ninguém.com, uma sociedade perfeita!

Hoje é 30 de junho, dia das mídias sociais, mas como estamos na série, O Publicitário, hoje é o Social Media Day, pois como já dissemos em postagem anterior nesta mesma coluna, este profissional diversifica seu português com palavras e expressões em inglês.
O grande boom das redes transformou esse e outros profissionais, uma vez que falamos de mídias, círculo de relacionamento, economia de tempo e principalmente rentabilidade. Rede, é a palavra da vez, que dá sinônimo ao tipo de relação que todos nós temos quando tuítamos, quando lemos um blog, visitamos perfis no facebook e etc. Mas rede não é somente isso, podemos encarar como rede o nosso círculo físico de amizade, nossa família, pessoas que trabalham junto conosco e por aí vai.

Falando de publicitário estamos falando de oportunidade de mercado, já que a cada nova "rede" criada, uma nova oportunidade de negócios também se abre, e o que antes era centímetro por coluna, múltiplos de 15, as famosas inserções, entre outras formas de medição, agora temos os banners e suas milhares de medidas, e já que o twitter não suporta os tais banners temos, os "tuítes" pagos e assim por diante.

O que podemos conferir neste infográfico abaixo.









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