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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Veja como o humor pode fazer a comunicação dar certo!

No meio da crise, das notícias ruins, dos maus exemplos e das mais diversas narrativas que acontecem ao mesmo tempo, uma coisa surge para deixar os dias mais leves e, claro, com total intenção de chamar a nossa atenção. Hoje o RP e PP vai falar sobre humor! Mas, não vamos falar de piadinhas enfadonhas, do duplo sentido da comunicação que deixa uma mensagem ambígua e faz distorcer na mente do consumidor, aquilo que não se pode distorcer, que é a mensagem central!

A grande sacada é que o ambiente digital proporciona uma rapidez de informações e um número de interrupções muito grande quando se trata de anúncios, call to actions e pessoas físicas tentando vender algo também (grande tendência). O humor é a saída! Públicos diferentes que consomem de maneiras diferentes possuem algo em comum: o gosto pelo riso! 

Ser humorado, então, é um jeito de se aproximar e tornar a comunicação humanizada, deixando de lado aquele discurso frio da venda pela venda. Afinal de contas, se tem algo que aprendi nesses anos foi que a venda não existe, o que existe é a compra! Vender é algo subliminar, não se pode tocar, logo, não se pode vender sem antes, comprar (se colocar no lugar do público, personalizar).

Deadpool - Foto Divulgação

Essa semana, muito se falou sobre o filme do anti-herói Deadpool que, ao contrário dos heróis comuns, possui um jeito de ser um tanto peculiar. Essa postura se refletiu em toda comunicação do filme, desde os pré-testes com o ator Ryan Reynolds, onde um suposto vídeo teria "vazado" com o ator interpretando o personagem. O desenrolar de toda comunicação digital do filme foi pautado no humor ácido e inteligente que faz parte do jeitão Deadpool de ser, o que cativou o público, deixando uma expectativa enorme para a sua estreia. Veja a matéria aqui!

Isso não acontece somente na comunicação online, mas, também está presente em outros meios, os ditos mais tradicionais. A grande massa que assiste TV, compra jornais, revistas e ouve o bom e velho rádio também é mais sensível as comunicações bem humoradas. Por outro lado, alguns estudos, teses de mestrado e alguns especialistas (Shimp e Wolf) afirmam que em alguns casos o humor não é tão bem vindo, como, por exemplo, para a comunicação de riscos (combate ao fumo, mobilizações para combate ao mosquito da dengue, drogas, etc.). 

"O humor é um importante método para atrair a atenção e aumentar o gosto pela marca anunciada, mas não se consegue grandes vantagens para aumento da persuasão (fato que é notoriamente preocupante do ponto de vista da comunicação de riscos, na qual a persuasão é o principal objetivo da mensagem transmitida). 

Veja o material completo sobre o uso do humor na publicidade como estratégia na comunicação de riscos, aqui

Reprodução Fanpage Curitiba Prefs.

Esses indícios são claros e nos dizem também que o humor não pode funcionar para tudo. Aliás, nada funciona para tudo - o mundo não teria a mesma graça. Do mesmo jeito que não se pode dizer que outra prefeitura, de outra cidade, fazendo o que Curitiba faz, conseguiria sucesso em sua estratégia. Tudo precisa ser medido. Tudo é questão de estudar o público, alinhar estratégias e propósitos ou, toda comunicação, poderá virar apenas, uma piada.
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