Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Growth Hacking é o novo marketing, eles disseram

Impulsionar/potencializar resultados com o mínimo possível de gastos e esforços. O profissional que trabalha com estratégias de growth hacking seria o super-herói das empresas? Por que se relaciona tanto o termo growth hacking com o mundo das startups? Quais as principais ferramentas que esse profissional utiliza? É mesmo o tal novo marketing? Kotler morreu?

Kotler não morreu!

Olá pessoal, mais um artigo do RP e PP com uma ferramenta nova e que venho utilizando no atendimento de algumas startups. O Growth Hacking! Nesse texto quero passar minhas percepções sobre o tema em diversos aspetos: financeiro, competitivo, inovação e se é, realmente, o novo marketing. Vamos lá?

Ações de Growth Hacking para startups é o supra sumo, porém, algumas coisas precisam ser levantadas! Quando falo que é uma metodologia ótima para startups, quero dizer que, em um mundo, onde essas empresas não contam com os grandes capitais para realizarem a tração/alavancagem dos seus negócios, utilizar estratégias de GH é uma forma de ganhar crescimento com um investimento, cerca de 60% menor (por isso está tão ligada ao mundo das startups). Falar que o GH é o super-herói das empresas pode soar como exagero, uma vez que, aqueles cuidados que citei estão ligados aos próprios produtos e serviços oferecidos, ou seja, de nada adianta ter uma belíssima estratégia de crescimento e o produto não fazer sentido para o público-alvo.

Growth Hacking é uma metodologia que se sustenta nos pilares de engajamento e viralização de ideias, sempre com o objetivo de tornar algo mais acessado, compartilhado, baixado, comentado, por fim, comprado! Usamos uma ferramenta chamada Bulls Eye (Olho de Touro - uma analogia com a mira do touro em uma tourada, onde o objetivo é acertar um alvo, no caso, o toureiro). Essa ferramenta permite que o profissional de GH mapeie as principais canais de comunicação e engajamento, tornando possível o mapeamento dos principais pontos de contato dos clientes de determinada empresa, logo, um planejamento nunca será igual ao outro tendo em vista o tipo de mercado/setor de atuação. (anexei o bulls eye pra você ilustrar). Outras ferramentas estão ligadas às mídias utilizadas, o respeito aos cronogramas e, principalmente, ao conhecimento profundo dos mecanismos de busca. 

Framework Bullseye: copy Ferreira Studios e Inspire Diálogos

O profissional que trabalha com GH precisa ter total balanço entre criatividade e potencial analítico. Quem não estiver preparado para analisar gráficos e tornar todos os dados em inteligência, não pode considerar-se um "Growth Hacker". A busca por profissionais que atuam nesse campo está crescendo, mas, também vejo muitas ações isoladas em várias ações de comunicação e lançamento de produtos que utilizam alguns preceitos de GH, o que é muito bom! Hoje, o carinha da TI, sozinho, não conseguiria ser um GH. Um carinha de comunicação não conseguiria, sozinho, ser um GH. Um carinha de marketing, sozinho, não conseguiria ser um GH, ou um carinha de mídia, Relações Públicas, um engenheiro... mas sim, todos esses caras juntos, com todos os conhecimentos voltados à tecnologia, comunicação e, principalmente, conhecimento pesado em pessoas! É preciso ter equipe sincronizada.

Sobre ferramental, o GH trabalha com várias ferramentas ligadas ao Digital, uma delas, o próprio Facebook, para citar algo mais simples. Muitas métricas são dadas em analytics como, por exemplo: Número de pessoas que visitaram o site, baixaram o aplicativo, quantas pessoas abriram e-mails e quantas clicaram na promoção, ou ainda, falando em ações off-line (GH é All Line - veja nesse artigo o que é e como fazer), quantas pessoas participaram de uma palestra sobre Google AdWords e assinaram um formulário de LEAD e estão dispostas a investir em Ads nos próximos meses. O importante aqui é traçar as estratégias, partir para a ação, mas, ter sempre em mente, o que se quer como resultado e construir os meios para coletar estes resultados.

Vejo muitos artigos citando GH como o Novo Marketing, mas, é pura conversa de vendedor de e-book. Se esse profissional precisa estar ligado com o desenvolvimento do produto e os seus diferenciais, nós estamos falando de 4Ps e isso não é nada novo. Se o profissional de Growth precisa traçar estratégias que atinjam seu público-alvo, nós estamos falando de dimensionamento de demanda, segmentação de públicos-alvo, target e, por fim, se estamos falando de grana curta, também estamos falando de budget e análise de preço do produto (alguns chamam essa relação de CAC - Custo de Aquisição de Clientes). 

Customers Users Color Wheel

Pra finalizar, ainda vejo uma discussão grande entre marketing e desenvolvimento. Muitas vezes os prazos não batem. O marketing quer lançar, os DEVs se desdobram e a queda de braço começa. 

Growth Hacking está ligado com aquele velho composto de marketing, os 4P's. Sim! O desenvolvimento das estratégias precisam acontecer sincronizadas com o desenvolvimento do produto! Preço é algo que chama a atenção do público e é um "P" que as pessoas fazem juízo de valor - "se é mais caro deve ser melhor" - e nós precisamos ter a área de marketing e produtos alinhadas com as estratégias de GH. Praça/Mercado, esse "P", nem se fala! Entender o mercado é o mínimo para iniciar estratégias de GH, sem isso, nada feito! Por último, o "P" de Promoção, que é onde está a "ponta do iceberg" quando falamos de Growth Hacking. Logo, as áreas de produção, desenvolvimento e marketing devem estar alinhadas para o sucesso das estratégias!

Espero ter ajudado você com esse artigo. Dúvidas, por favor, vamos conversar! Deixe seu comentário e vamos trocar aquela ideia sobre novas ferramentas!

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Relações Públicas no Brasil: Estamos pavimentando!

Perto de completar mais um ano de existência no Brasil, as Relações Públicas passam por mudanças ferramentais, de metodologias, nomenclaturas (que aparecem quase que diariamente) e de ensino nas faculdades, tudo isso, acompanhado com o crescimento do mercado de comunicação, com foco em ações e planejamento de RP.

Vivo no meio de muitas discussões, algumas saturadas sobre o papel do relações-públicas em relação à assessoria de imprensa e, mais recentemente, em relação às rede sociais e a famigerada disputa por espaço no mercado de trabalho/valorização da profissão em relação à essas atividades serem exercidas por jornalistas e publicitários. Inclusive, muitos amigos reclamam das ofertas de emprego e por outras profissões estarem tomando conta do "lugar" de Relações Públicas, mas, a pergunta é: Você está preparado? As vagas oferecidas são convergentes às suas habilidades? Como você se apresenta para o mercado? Se existe algum gap em relação à qualquer uma dessas perguntas, você precisa mudar sua postura!


Aqui mesmo no RP e PP já falamos, por vezes, sobre a valorização da profissão e chegamos à conclusão de que somos uma profissão que muitos desconhecem e que precisamos realizar ações de conscientização e conhecimento das RP nas escolas e no mercado, mas, antes de tudo precisamos ser RPs dentro das nossas casas, com os nossos pais e parentes.

Uma profissão nova!

Em 1914, no Brasil, Eduardo Pinheiro Lobo dava início a uma área de Relações Públicas. Tratava-se de um engenheiro trabalhando como RP. Depois disso, temos trinta anos sem uma atuação relevante ou qualquer pesquisa importante sobre a área no Brasil, que teria só mais tarde com Cândido Teobaldo de S. Andrade, o primeiro RP, de fato, do Brasil. Estamos falando de uma profissão que está em construção, ou melhor, em pavimentação!

O caminho para Relações Públicas buscar sua valorização ainda é grande e isso passa pela participação do profissional em eventos, realizando bons projetos, sabendo vender e executar ideias. 


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Live Marketing é foco no terceiro dia de RP Week!

A vida é algo de grande movimentação e cor. As pessoas são agentes da história, seja esta história um sucesso ou um fracasso. Essa foi a temática principal do Workshop de Live Marketing do publicitário Alexandre Godoy, que foi enfático ao explicar conceitos, práticas, ações e, algo que chamou muito a atenção: a relação entre Live Marketing e Relações Públicas.

Segundo Godoy, Live Marketing é a saída de um local comum e totalmente controlável e a entrada em um cenário onde tudo pode acontecer. "No mundo da propaganda, o cenário é totalmente controlável. O ator decora falas de um roteiro, a filmagem acontece, se existir erro existe a possibilidade de voltar atrás, no LM não". Alexandre disse ainda que o mercado de promo é impiedoso, detalhista, extremamente técnico e difícil de administrar financeiramente, com o agravante de que, nem toda ideia possui um fornecedor - Alexandre citou uma ação feita com a Coca-Cola, onde o principal insumo era um copo feito de gelo. "Não existem fornecedores de copos feitos de gelo" - e as ações, geralmente, precisam ser executadas pela própria agência com remuneração justa.

Alexandre Godoy é sócio do Vallen Bar e sócio-fundador da Mazah Live Marketing

Após as explicações sobre o tema, apresentações de cases e até mesmo a apresentação de um briefing para os participantes, para o desenvolvimento de uma ação de lançamento de um condomínio, onde os grupos puderam sugerir ações de Live Marketing, perguntei ao Alexandre sobre a relação entre RP e LM e a resposta foi muito boa!

RP e PP: O que você acha que o Live Marketing pode contribuir para as ações de RP?

Alexandre: Fundamentalmente as ações de LM podem contribuir para o mindset de criação para os RPs. Grande parte das ações de Live que acontecem no mercado são ações de RP, que não estão sendo feitas, em sua maioria por RPs. O que diferencia um profissional que cria ações de LM para um profissional que cria ações de RP é a ciência e a consciência de que o RP pode criar também. Já o publicitário ou o "promocitário" que trabalha com Live Marketing já entendeu isso.

RP e PP: O Live Marketing acontece em um cenário totalmente incerto, onde tudo pode acontecer. Como o RP pode fazer parte desse cenário?

Alexandre: Isso influencia muito a vinda ou não de um RP para a área de Live. Essa mudança de mindset é difícil por conta do medo, ou melhor, toda mudança é precedida de medos! Nessa mudança o profissional de RP tradicional precisa entender que nesse mercado ele não vai ter controle dos cenários e que algumas coisas podem dar errado. Para isso, é importante criar parâmetros, pois, nem tudo que dá errado influencia no resultado final. Às vezes uma parte deu errado, mas, o todo foi ótimo! É preciso perder esse perfeccionismo e adotar métricas para saber até onde os erros modificaram ou fizeram com que o resultado ficasse negativo.

A RP Week vai até sábado e você acompanha as nossas atualizações do evento pelos nossos canais! 
@blogrpepp, no Twitter!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Acabou Jéssica? Os principais tópicos de 2015 para o RP e PP

De primeira, gostaria de avisar que 2015 foi um ano confuso, porém, cheio de aprendizados. No blog RP e PP falamos sobre muitas coisas em torno da comunicação e municiamos os nossos leitores com materiais relevantes, provocativos e, acima de tudo, sem fugir da essência principal deste canal, que é ter textos leves, rápidos e de alto valor. Não sou eu quem estou falando, foram os leitores que disseram! 

Este ano foi o reinício de uma jornada que começou em 2011 e que eu me propus a fazer algo diferente pelo blog, pelos leitores. Voltei após uma conversa com uma leitora que me pediu para voltar e me senti na obrigação de fazer isto depois de ver o RP e PP na barra de favoritos de algumas pessoas. Voltei, principalmente por precisar exercitar com mais afinco, a minha condição de Relações Públicas. Juntar pessoas!


Em 2015 tivemos grandes matérias sobre comunicação, sobre conscientização da importância de fazer planejamento, matérias sobre erros de cálculo de grandes empresas, cobertura e participação em eventos por esse Brasil (coberturas pelo Twitter do RP e PP também) e grandes entrevistas com profissionais renomadíssimos, verdadeiros gênios da comunicação, e isso foi maravilhoso.

Como não se lembrar da matéria que fizemos com o Cristiano Santos, Social Media da Editora Globo! Em uma matéria linda sobre o LinkedIn. Ou então, sobre o Snapchat, uma rede social que ganhou força este ano e que ficou mais fácil de ser entendida na entrevista feita com a especialista Amanda Oliveira. Não paramos por aí e ficamos muito curiosos para saber como uma das startups de maior sucesso no Brasil faz para surpreender os seus clientes, para isso, falamos com o Rodrigo Stoqui, da Sambatech. Batemos um papo muito produtivo, sobre propaganda, com os publicitários premiadíssimos em Minas Gerais, Daniel Labanca e Beto Gussoni. E para fechar este tópico com chave de ouro, falamos com Washington Olivetto, não acredita? Veja aqui!

Poxa! Esse ano foi bem conturbado também...

Tivemos confusões enormes! Quem não se lembra da treta com Zeca Camargo? E a grande repercussão sobre o caso de discriminação na Me Gusta? Entrevistamos o Luís H. Deutsch, responsável pela comunicação da Me Gusta Picolés Artesanais. Outra que entrou para a história e será estudada em Harvard, é a jogada de marketing mirabolante do Burger King. O RP e PP fez uma análise sobre o case! Bom, foram tantos os momentos, que selecionamos apensas os mais repercutidos por aqui.

E não é que também demos muitas dicas por aqui?

Pois é! Falamos sobre Relações Públicas e as nossas possíveis atuações em agências de marketing. Demos alguns toques sobre a crise em uma pequena lista de coisas que você precisa saber para sair dos momentos de pouco recurso! Falamos também sobre publicidade em um artigo rápido com "3 passos para se fazer propaganda no Brasil". Aproveitando esse clima de ano novo, falamos também sobre as principais características do profissional do futuro. Facilitamos as tomadas de decisões em um artigo sobre diagnóstico de marketing e desmascaramos o conceito de qualidade!

Foram tantos artigos bons, mas, acima de tudo, tantos resultados expressivos neste ano que o RP e PP voltou. Tivemos cerca de 55.000 acessos este ano, em uma média de 4.500 acessos mensais, várias citações do blog em outras plataformas, tivemos também entrevistas, palestras, coberturas. Um ano inesquecível para o RP e PP! 

Nós agradecemos, principalmente a você, leitor que confia no nosso trabalho. Nosso agradecimento também às agências de notícias que nos encaminham suas pautas sobre comunicação. Nossa profunda admiração a toda comunidade de comunicadores que se tornou uma fonte de grande valor para este movimento que fazemos, que é o de valorizar e reforçar o papel do comunicador.

Siga o RP e PP nas redes sociais. 


Ano que vem tem mais e com muita novidade por aqui e em outras plataformas! (suspense)

Continue com a gente em 2016!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

5 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Crise e Comunicação!

O post de hoje vai muito de encontro com o que eu venho presenciando nos últimos meses, seja atuando no mercado de comunicação ou vivendo em um país que respira o oxigênio contaminado pela crise. Outra coisa que me deixou mais encorajado a escrever este pequeno texto, com cinco coisas que você precisa saber sobre a crise e a comunicação foi, exatamente, o discurso cabisbaixo de muitos empreendedores, jovens e experientes.

Não é novidade que existe uma crise econômica e que isso afeta a vida de muitas pessoas, mas, a agenda settings que envolve a grande massa, entoa aos quatro ventos (e a todo momento), um discurso desencorajado, sofrível e quase sem solução. Então, hoje, eu aproveito pra fazer aqui o meu compartilhamento de boas vibrações e experiências.

O que você precisa saber 1!

Diferenciação Pede Investimento

Em meio a tanta notícia ruim que vai desde a taxa de desemprego, que saltou para 7,5%, a maior em mais de 5 anos, a retração do país em relação ao PIB e a inflação e o sucateamento de tantos setores (educação, saúde, segurança pública, estradas, etc.), a grande verdade é que não se pode desencorajar, nem o consumidor, que possui condições de comprar, e nem o empresário que precisa aumentar a produção, melhorar os seus serviços e vender os seus produtos. 

O cenário pede, por incrível que pareça, investimento! Claro que eu não estou falando de sair por aí colocando a suada verba em qualquer ação, mídia ou planejamento, mas, eu queria falar do cenário competitivo, que sempre existiu, e que agora está ainda mais seletivo. As marcas que não investirem em marketing e ações de comunicação, dificilmente terão uma performance positiva, uma vez que este tipo de investimento reforça a presença e aumenta as possibilidades de ganhos. 

O que você precisa saber 2!

Investimento Pede Planejamento

Em uma época dessas, o otimismo pode ser uma saída e uma tentativa de melhorar a situação. Porque não planejar e seguir com otimismo? 
A intenção é falar que o planejamento é importante em todos os momentos, até mesmo antes das recessões! Prever as movimentações negativas pode ser o início do sucesso na adversidade. Outro ponto importante, e que é um movimento normal em qualquer empresa, é o fato de cortar investimentos. Muitas vezes o marketing e a comunicação são os primeiros da lista do podão, mas, não faça isso! Redirecione com inteligência. Neste artigo da Harvard Business Review, existem sete saídas astutas para economizar com publicidade, por exemplo. 

O que você precisa saber 3!

Encante Clientes Atuais

Deixar os atuais clientes de queixo caído é uma boa pedida. É muito caro perder um cliente e ter que movimentar esforços para conquistar um novo. Não que você não tenha que sair e procurar novas possibilidades, mas, em um cenário negativo, incrementar receita e crescer junto com os atuais clientes é uma ação certeira para continuar vivo e vencendo o jogo!

O que você precisa saber 4!

Não Mande Clientes Embora

Talvez você esteja em um setor que as pessoas ainda não entendem bem o que você faz. Tipo, comunicação! Por mais que as pessoas te procurem pelo seu serviço e talvez se confundam com o que você faz, por favor, não mande este cliente embora. Tente entender o que ele precisa e indique caminhos para que ele resolva o problema. Se você é uma agência de comunicação e alguém te procura pra fazer consultoria, não desligue o telefone de cara. Tente entender e direcione! Talvez com essa postura, você consiga explicar o que você faz e trazer este cliente pra perto. 

O que você precisa saber 5!

A crise não existe!

A quinta coisa que você precisa saber tem um título provocador! Falamos de crise o tempo todo, não?!?! Embora muitos setores da economia estejam operando em baixa, perceba que algumas empresas conseguem se sobressair, certo? Mas, como? A crise não é pra todo mundo? Bom, talvez a crise realmente exista, porém, basta você escolher se a sua empresa vai, ou não, participar!



Gostou? Se você acha que este artigo merece ser compartilhado com mais alguém, por favor, ajude a espalhar o sentimento de otimismo para mais pessoas!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A importância de se apaixonar!

Esse artigo não é uma poesia, mas, bem que poderia ser, já que sou adepto da rima, porém, tenho que me conter (rimou). Com essa rima rica e com esse "jogo de palavras jogadas" é que eu inicio o post de hoje do RP e PP, que vai falar sobre paixão, alegria, estilo e muita vontade de fazer acontecer um sonho que começou em 2010. O sonho de ser reconhecido pelo meu trabalho!

Tudo começa em 2009, quando passo no ENEM e consigo bolsa para o curso de Propaganda e Marketing, em Uberlândia. Logo de cara, vi que comunicação era a minha praia! Em 2010, quando eu estava no terceiro período do curso de Propaganda e Marketing, na ESAMC Uberlândia, eu, influenciado por uma amiga, entrei em uma matéria de RP - Comunicação Interna! Influenciado, mais uma vez, por gente boa, dessa vez, pela professora e minha guru, Adriana Sousa, eu abri esse canal de comunicação que você está lendo, o RP e PP, e aí eu não parei mais! 

Congresso Mega BrasilEm 2010 eu ganhei um concurso do site Mundo RP, do grande RP, Rodrigo Cogo. Esse concurso me levou para cobrir o maior evento de comunicação da América Latina, em São Paulo, o Congresso Mega Brasil. Nesse evento conheci gente do país inteiro (e de fora também), fiz amizades e guardo tudo que fiz com muito carinho.


Por quatro anos consecutivos o RP e PP foi eleito, por pessoas do país inteiro, um dos 100 melhores blogs pessoais de comunicação do Brasil, pelo site Top Blog e indicado por outros blogs como um canal de referência no assunto e isso me deixava ainda mais apaixonado pela escrita, pela comunicação e pelas pessoas. Por causa do RP e PP eu viajei, dei palestras, ministrei oficina em uma semana internacional de comunicação, trabalhei em uma grande empresa, estou empreendendo, conheci pessoas e consegui o reconhecimento de profissionais que eu sempre admirei. Uma vez, entrevistando o professor Paulo Nassar, Diteror-presidente da Aberje, pela rádio Mega Brasil, ele disse que conhecia meu trabalho e isso foi motivo pra eu guardar aquele momento para sempre. 

Semana Internacional de Comunicação


Nesses anos, entre indicações, entrevistas para outros blogs que admiro tanto e as andanças do dia a dia, eu não parei! No começo desse ano eu comecei a dar aulas para o curso de Relações Públicas, na faculdade que me formou, a ESAMC. O semestre vai começar e eu já estou ansioso para a primeira aula. Tudo isso me movimenta! A ansiedade de colocar o próximo artigo no ar, dar a próxima palestra, a próxima aula e toda a sensação de missão cumprida que isso promove dentro de mim é sensacional. 

Adeus Golfinho Feio - Guilherme Alf
Nessa semana, ao ler o livro do Guilherme Alf, Adeus Golfinho Feio, lançado neste ano, eu fiquei muito feliz e surpreso ao mesmo tempo. Na verdade, quase caí da cadeira! Vi que, este blog que você está lendo foi citado. O RP e PP está em um livro, cheio de gente boa, fazedora, engajada e apaixonada pela profissão. Só tenho a agradecer! 

A paixão pelo que fazemos é o termômetro que indica o tamanho do nosso sucesso. Não se apaixone e a chance de vencer diminui para níveis catastróficos. Ame, faça, se relacione, compartilhe o que sabe e, acima de tudo, nunca deixe de acreditar.   

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Ei doutor, qual é o meu diagnóstico? Um artigo sobre a importância do diagnóstico para tomadas de decisão.

Em qualquer segmento fazer uma análise criteriosa antes de tomar uma decisão é fundamental. É importante, acima de tudo saber o que analisar, quais dados são essenciais, um parecer claro de qual é a real situação e em qual cenário você ou a empresa se encontram. Não é verdade? 

Já pensou em ir a uma consulta médica e o doutor não fazer nenhum exame e dizer: “Olha eu acho que você está com dengue, tome esse remédio”. Você não se espantaria? “Como assim doutor? Você acha que eu tenho dengue, e não tem certeza, então como posso confiar que esse medicamento vai resolver os meus sintomas?”

É, caro leitor, o que faltou nesse exemplo é o diagnóstico e ele não serve só para consultas médicas. Hoje vamos falar do diagnóstico empresarial e como ele pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de um negócio. 
Assim como o médico tem vários exames para saber o que está causando algum sintoma, os profissionais de gestão, incluindo marketing e comunicação, possuem ferramentas para examinar uma empresa e assim verificar o seu real estado, e só assim receitar as medidas mais assertivas para aquela organização. Vamos falar um pouco delas?! 

Uma ferramenta bem interessante e que mapeia tanto as variáveis que a empresa controla como o que ela não controla são as análises de ambiente, sendo análise de ambiente externo ou macro ambiente, e o ambiente interno ou micro ambiente. Essas ferramentas consistem basicamente no levantamento de informações sobre a economia, os aspectos políticos, demográficos, culturais, naturais, tecnológicos, fornecedores, clientes, concorrentes e os pontos fortes e fracos da própria empresa. 

Com esse levantamento é possível fazer um cruzamento dos dados mais relevantes e traçar então um diagnóstico completo. A esse cruzamento de informações nós chamamos de Matriz SWOT. Pense assim... é como se o ambiente externo fosse uma tomografia e o ambiente interno um exame de sangue. Olhando os resultados dos dois, o médico chega a um diagnóstico “Seu problema é esse”. E o mesmo ocorre com a empresa, porém, a diferença é que nesse caso serão encontradas várias situações, cruzamentos, positivos e negativos.

Como nosso objetivo é apenas mostrar a importância de fazer um diagnóstico antes de sair por aí tomando decisões e tomando qualquer remédio, trazemos uma indicação de leitura com um guia rápido de como montar sua SWOT elaborada pela Luz Consultoria.

Depois dessas dicas você já fez seu diagnóstico, certo? E agora? Com certeza, meu amigo, você já encontrou alguns probleminhas e oportunidades que você pode aproveitar no seu negócio certo? Então, agora é hora de escolher o melhor medicamento, algumas vitaminas para dar energia e fazer com que o seu negócio seja um sucesso, mas calma, não é qualquer remédio não, você terá que fazer a receita para o seu paciente, que neste caso é a sua empresa. 

Trace um plano de ação! Quando o médico te indica um medicamento ele te explica como usar, qual a dosagem, o tempo de tratamento, quantos comprimidos por dia e por aí vai. Você vai precisar definir quais serão as tarefas, os responsáveis, o prazo para executá-las e assim por diante. Entendeu?
Lembre-se! Você é o doutor na sua empresa, a saúde dela depende de você fazer o diagnóstico corretamente e receitar o melhor medicamento. Cuide de seu paciente e ele terá uma vida saudável, longa e lhe dará bons frutos.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

A grande falácia chamada qualidade!

Serviço e produto de qualidade. Quantas vezes você já ouviu que uma empresa tem qualidade?Acho que, pelo menos umas dez vezes por dia! Contudo, o artigo de hoje, aqui no RP e PP vai te fazer pensar sobre Fatores Chave de Sucesso, que são pilares pra que qualquer empresa ou pessoa sobreviva em qualquer mercado. E o que a qualidade tem com isso? Tudo! E o mais legal é que você não vai fazer nada com qualidade, apenas riscar, de vez, do mapa e do discurso fraudulento e de total mal gosto da sua atividade.

Qualidade é um conceito antigo, que chega com mais força na era industrial, onde os produtos eram feitos para o consumo de uma massa que ainda não pensava sobre o verdadeiro significado da palavra QUALIDADE. Pra te fazer pensar melhor, o conceito de QUALIDADE era determinado e de propriedade dos grandes empresários e das grandes indústrias. Já dizia Henry Ford: "O cliente pode ter o carro na cor que quiser, desde que seja preto". 


Hoje, a determinação de qualidade fica a cargo de quem consome! Por isso utilizar o termo é de um mal gosto tremendo. Então, troque essa palavra, que já virou peça de museu por algo que o cliente realmente dá valor. A dica é: MAPEIE! Pesquise na sua indústria/setor de atuação, o que é valorizado pelo seu cliente e utilize esses valores como entregas reais, por exemplo: Tenho uma agência de comunicação e mapeei que os Fatores Chave de Sucesso são - Atendimento, Planejamento, Rapidez na Entrega, Criatividade e Comprometimento com Resultados.

Percebeu? A grande sacada é que todo esse composto mapeado, junto, torna-se a verdadeira ideia de QUALIDADE, pelo simples motivo de que a sua empresa está entregando o que o cliente necessita e com os valores que ele valoriza. Muita gente tenta conceituar qualidade sob vários aspectos, sejam eles pelo prisma do processo interno utilizado pela empresa, pela engenharia dos materiais utilizados (produto), pelas pessoas envolvidas nos processos (serviços), porém, tentar conceituar algo que está na cabeça e no coração de cada um, não dá!

Qualidade, pra mim, aqui no blog RP e PP é poder escrever pra você, um texto leve, sem muita enrolação, porque eu sei que você não tem muito tempo pra ficar lendo (e nós também concorremos com vários ótimos canais que também trazem muita coisa boa) e, acima de tudo, bom conteúdo! E pra você, o que é valor? 

Qualidade???? Conta outra bichão!

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Entenda como um RP atua nas agências de marketing

Os profissionais de Relações Públicas, assim como de outras áreas da comunicação, estão cada vez mais presentes nas áreas de marketing digital, com funções mais variadas e que auxiliam no desenvolvimento de áreas como SEO e mídias sociais. Já se tornou indispensável a presença desses profissionais em consultorias em SEO e as possibilidades de atuação são diversas.


O profissional de relações públicas é indicado pela sua capacidade de transpor para o universo digital diversas características necessárias para o desenvolvimento das empresas, como visão de futuro, alinhamento de estratégias, branding e conhecimento do universo do cliente. Esses elementos fazem com que os profissionais de RP se destaquem na área de marketing digital e sejam cada vez mais promissores dentro das consultorias em SEO.

Para quem deseja ingressar na área de marketing digital, algumas características profissionais são essenciais para fazer com que o profissional se destaque e tenha mais oportunidades de crescer, entre elas estão:

· Adaptação constante;

· Remodelagem;

· Inovação;

· Atualização;

· Comunicação.


RP e Marketing

Os profissionais de relações públicas atuam em diversas funções dentro do marketing digital, o que permite que eles apliquem o know-how da área para propor mudanças e reformulações nas empresas em que atuam. Algumas áreas onde esses profissionais atuam são:

· Planejamento de mensagens e posicionamento;

· Estabelecimento de metas e indicadores de desempenho;

· Pesquisa de audiência;

· Criação de conteúdo;

· Execução de campanhas em mídias diversas;

· Pesquisa de canais;

· Medição dos resultados.


Mas como essas áreas são importantes para o desenvolvimento de campanhas de marketing digital? O RP pode participar de todas as fases de uma campanha, desde a pesquisa que antecede a estratégia, o desenvolvimento das ações visando atingir o público-alvo, a divulgação e posteriormente as métricas para avaliação dos resultados. O envolvimento do profissional em todas essas etapas do marketing faz com que ele esteja mais completo e tenha mais possibilidades de desenvolver-se profissionalmente, além de somar mais conhecimento para aplicar nesta e em futuras experiências.

O profissional de relações públicas é, atualmente, fundamental para as consultorias em SEO devido seu dinamismo e conhecimento em processos de comunicação, pesquisa e relacionamento, elementos todos fundamentais para a área de marketing e para as empresas em geral.



Post Colaborativo por WSI Marketing na Internet.

terça-feira, 17 de março de 2015

Luciano Huck e o conflito entre marca x imagem pessoal - por Paola Danyelle

Você é a marca de si mesmo. Parece estranho, mas é isso mesmo nós somos. Nossa própria marca! E a maneira como nos portamos pode fazer dela um sucesso ou um fracasso. Para melhor ilustrar, vamos pegar, por exemplo, pessoas famosas. Elas utilizam seu nome e imagem para lançar e divulgar diversos produtos, certo? Mas a maneira como elas se portam pode afetar a imagem e percepção do produto e vice versa, ou seja, a recepção do produto pode afetar positiva ou negativamente a imagem daquela pessoa.

Um bom exemplo disso são as polêmicas acumuladas pela grife de roupas do apresentador Luciano Huck, a Use Huck, que em 2014, foi alvo de críticas por internautas, quando foi acusada de aproveitar do caso de racismo contra o jogador Daniel Alves, do Barcelona, para lucrar utilizando a expressão #somostodosmacacos. Recentemente o uso de modelos infantis com camisetas com frases como: “vem ni mim que eu to facin”, para o carnaval gerou repúdio do público que voltou a criticar o bom senso da marca.


O fato é que com essa repercussão negativa dos produtos da marca de Huck é inevitável que a reputação do apresentador seja prejudicada e, nesse caso, o trabalho de Relações Públicas para minimizar os danos, corrigir os problemas na gestão de imagem da marca e fortalecer os aspectos positivos do apresentador é algo necessário, buscando assim, fortalecer a imagem da pessoa, bem como a imagem da marca. 

Carta de retratação da marca sobre o caso.

“Por erro nosso, todas as artes de Carnaval (inclusive e infelizmente, esta arte) foram aplicadas sobre a coleção infantil e disponibilizadas no site sem a devida revisão. Assim que percebemos esse lamentável erro, imediatamente retiramos a imagem do ar e decidimos escrever essa carta para explicar tecnicamente o problema conjuntamente com um pedido de desculpa pela falta de bom-senso e pelo descuido. Obviamente, não fosse o erro, nem a USEHUCK, nem qualquer outra marca, teria a intenção de usar uma imagem como essa para vender camisetas ou para qualquer outro fim.”, Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva.

Opinião!


No meio virtual onde o público expressa sua admiração ou repúdio as marcas, a gestão da imagem torna-se essencial, em especial quando a marca carrega consigo a imagem e/ou o nome de uma pessoa. Sua gestão deve ser criteriosa e a escolha da associação deve ser calculada, pois se trata de uma faca de dois gumes e que pode trazer benefícios ou prejuízos para um ou ambos os lados, afinal já dizia o ditado: “Uma imagem vale mais que mil palavras”.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Uberlândia recebe evento internacional. Global Service JAM!

 
Na próxima semana, Uberlândia estará em um grupo seleto entre as 100 cidades de mais de 40 países em todo o mundo, a receber o “Global Service JAM”, um evento internacional e simultâneo, com o objetivo de criar soluções inovadoras e desenvolver redes de network entre profisisonais de diversas atividades.

Neste ano, o foco está em unir novidades e ideias colaborativas para o dia a dia, que contribuam para melhorias significativa nos serviços hoje prestados para a sociedade, independente de que área seja esse serviço. Nas últimas edições, o “JAM” contou com participação de jornalistas, publicitários, designers, profissionais de tecnologia, arquitetura e engenharia, além de equipes administrativas, de vendas e estudantes de graduação de diversas áreas.
 
 
 
                                                                Veja como foi em 2013

     São 48 horas reunindo sugestões e soluções que sejam desejáveis ao mercado, aplicáveis e viáveis.São utilizadas ferramentas de inovação, como o Design Thinking e Service Design, que são muito utilizadas pelas empresas mais criativas e inovadoras do mundo como a IDEO, 3M e Apple.

      “Os Jamers, como são chamados os participantes, encontram um ambiente alegre e descontraído, porém, desafiador. Todo o aprendizado é voltado para as soluções que podem ser desenhadas e testadas durante e após o evento, estimulando a criatividade e o trabalho em equipe”. Destaca um dos organizadores do evento em Uberlândia, Cleiton Campano. Segundo os organizadores, o evento não possui fins lucrativos. Para inscrição, é necessário o pagamento de uma taxa, no valor de R$ 160,00, que inclui toda a estrutura física, ferramentas e também coffee break, nos três dias de evento.

Global Service JAM

Sexta-feira 07/03 – 18h ás 22h30
Sábado 08/03 – 08h 20h30
Domingo 09/03 – 08h às 17h
Local: Uberlândia Coworking:
Av. Segismundo Pereira, 145 Sobreloja
Em frente ao campus da UFU Santa Mônica – Uberlândia, MG – Brasil
Fone: +55 (34) 3236-5422
E-mail:
coletivo@uberlandia.co (sem o m)
Site:
www.udijam.com.br

 

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Facebook. Uma rede cheia de "redes"


 Texto de Paola Danyelle.
Uma das redes sociais mais famosas do mundo, o Facebook transformou a forma como as pessoas vêem os websites de relacionamentos. Essa ferramenta criada em 2004 e aberta ao público em 2006 tornou-se uma vitrine mundial para que as empresas pudessem expor suas marcas, além de criar um marketing de relacionamento efetivo com os consumidores.
            São várias as companhias presentes na rede de relacionamentos buscando por exposição e uma forma de se aproximar de seus clientes, desde as grandes multinacionais até empresas locais que vêem na ferramenta uma boa oportunidade de negócio.
            No entanto a forma como a rede social é vista pelos usuários pode afetar a imagem das empresas? Se a plataforma tornar-se desinteressante qual o risco e o impacto que as empresas que usam essa ferramenta para divulgar e se aproximar do seu público irão sofrer?
            Atualmente o Facebook busca inovar e incrementar sua interface com o usuário buscando sempre melhorias para entreter os usuários, no entanto algumas ações da companhia podem não ter o resultado esperado. Um exemplo, são duas ações recentes em que em uma primeira situação os usuários viram seu direito de escolha ser cerceado, quando foram obrigados a adotar a nova página de perfil sob a denominação de Linha do Tempo que até tempos atrás, era um item opcional.

Além disso, a introdução de links patrocinados, na visão de alguns usuários, polui o layout do site. Essas ações são exemplos que a satisfação dos integrantes da rede pode levá-los ao desinteresse dos mesmos pelo website e desta forma distanciar o público das empresas que se utilizam desta ferramenta como forma de relacionar-se com seus clientes. Desta forma é preciso que as companhias, tanto as grandes empresas como as pequenas pensem em estratégias diferenciadas para manter o relacionamento com seus clientes conquistado pelo uso do facebook, até porque ligar a imagem da marca com a de uma rede social é útil, mas arriscado visto que a insatisfação na plataforma pode estender-se a empresa.

 

domingo, 15 de abril de 2012

Congresso 4 em 1


Olá pessoal ligado no blog RP e PP! Com essa frase eu iniciava, ano passado, a postagem mais alegre que já fiz neste espaço. Era a satisfação de participar, pela primeira vez de um evento de comunicação com proporções continentais, já que o Congresso Mega Brasil de Comunicação é o evento de maior repercussão do setor na América Latina.
Ano passado, 2011, o Congresso Mega Brasil era 3 em 1 e já despertava uma enorme empolgação nos participantes, profissionais e estudantes, que iriam discutir temas que cercavam as atividades de comunicação, como: Comunicação Corporativa (14ª edição), Comunicação no Serviço Público (11ª edição) e Comunicação Digital (2ª edição). Esse ano, o "guarda-chuva" está completo com o Primeiro Congresso de Marketing na Comunicação Corporativa.

Clique e saiba mais.


A Comunicação é um dos P's do Marketing e ganha lugar de destaque nesse novo jeito de se fazer negócios e a oportunidade que se tem com esse encontro é muito grande. Na postagem que fizemos anteriormente, ano passado dizíamos que  "os congressos de comunicação são famosos não só por agregar soluções aos negócios de quem participa, mas também por aumentar a rede de relacionamento entre os profissionais da área, por isso a importância da participação dos players de comunicação".

Você pode de inscrever pra ficar sabendo de todas as novidades do Congresso, que em 2012 é 4 em 1, clicando aqui e também pode ficar sabendo de maiores informações no blog oficial do Congresso 4 em 1. Siga também o twitter oficial do evento @MegaBrasilO blog RP e PP também fará menções sobre o evento no @BlogRPePP, FanPage do Facebook e também neste espaço, então, fique atento!

Ouça também a Rádio Mega Brasil clicando no banner ao lado
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Entendendo os profissionais CEO e CMO.


Olá pessoal que lê o RP e PP! Hoje, vamos tratar de duas siglas que permeiam as mentes de quem busca crescimento em suas vidas profissionais dentro das empresas, o CEO e o CMO, mas o que significam?
CEO ou Chief Executive Officer, no Brasil conhecido como Diretor Executivo, é a pessoa que ocupa o cargo de maior importância dentro de uma empresa, tendo que tomar decisões estratégicas, de marketing e com isso deve ter preocupação macro, porém, existem tipos e tipos de CEO. É o que veremos nessa postagem!
O CMO, ou Chief Marketing Officer, também conhecido como Executivo de Marketing ou Diretor de Marketing, é a pessoa que deve se preocupar com a imagem da empresa, sua forma de vender...veremos os 6 papéis do CMO na postagem de hoje!


Tipos de CEO

CEO 1P - É aquele que pede para fazer um flyer, outdoor, chamada na tv e por aí vai. O CEO de 1P é o que se preocupa somente com a promoção ou comunicação, como queiram. Toma decisões que visam tapar buracos de curto prazo e que muitas vezes não estão contempladas no que chamamos de plano anual/semestral de marketing.
CEO 4Ps - Esse indivíduo se preocupa com os quatro Ps e com o plano de marketing que envolve a empresa. Este, faz comunicação sem se esquecer do preço, também se preocupa com os canais de distribuição e também está sempre de olho nos produtos/serviços que a corporação pode oferecer, bem como suas qualidades, níveis de rentabilidade e etc.
CEO Marketing-Alvo - Chegamos em um tipo de CEO quase perfeito. Este, olha para o marketing como ferramenta de segmentação do público, elaborando novas formas de venda mais efetivas, pois ele sabe onde vender, em que momento e principalmente para quem vender.
CEO Marketing é Tudo - É o CEO que tem consciência de que marketing não é um departamento ou conjunto de serviços. Marketing está unido com o cliente, marketing/vendas/força de vendas não é um centro de custos, mas sim, um centro de lucros.


Os 6 Papéis do CMO


Águia observando o próximo movimento...


"O CMO é aquele que tem a tarefa de convidar as pessoas para fazerem parte da estratégia da empresa." Kotler


Tarefa 1 - Representar a voz do cliente - Essa tarefa não é fácil de ser executada, uma vez que as pessoas pensam diferente, agem de maneira diferenciada, mas devem tratar as pessoas como fatores impactantes no negócio e agentes de mudança do mesmo.
Tarefa 2 - Coletar informações de mercado - O CMO precisa conseguir dados a ponto de entender as necessidades do cliente, antecipando os movimentos dos concorrentes. Também não é nada fácil, mas...
Tarefa 3 - O CMO como construtor da marca - Guardar e manter são as palavras-chave para essa tarefa. O profissional com esse cargo deve se movimentar de acordo com o mercado, se preocupar com resultados quantitativos, mas sem se esquecer que a marca é o bem mais importante da corporação, mesmo sendo intangível.
Tarefa 4 - Construção da tecnologia de Marketing - A ordem nessa tarefa é o que chamamos de Análise Preditiva, explicando, é necessário fazer uma análise antecipada de compra, atitudes e comportamento dos clientes, só assim o CMO pode prever se o consumidor comprará ou não determinada oferta. Esse método também é chamado de Método Analítico de Previsão de Compra.
Tarefa 5 - Administração da linha de produtos - Você conhece a matriz BCG? Então! O CMO precisa conhecer como ninguém os produtos da empresa, bem como, seus níveis de rentabilidade e margens de contribuição a ponto de saber tomar a decisão correta sobre a manutenção de determinado produto ou eliminação do mesmo dentro da linha.
Tarefa 6 - Análise do retorno sobre o investimento de Marketing - Como em muitas listas de obrigações em comunicação, marketing e afins, precisamos mensurar o retorno quem nem sempre é financeiro, uma vez que o objetivo de marketing pode estar atrelado ao aumento de participação na mente dos consumidores (Mind Share), a verdade é que o CMO precisa saber medir os esforços que fez em determinado período.


Espero que tenham gostado da postagem de feriado... As impressões anotadas acima foram extraídas da palestra de Philip Kotler, ninguém mais, nem menos que o Pai do Marketing Mundial. Obrigado e até a próxima!


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domingo, 2 de outubro de 2011

Carlsberg, vai encarar?



Postado por Rochel Rodrigues.


Dois assentos livres você e sua namorada no meio de 148 motoqueiros de mal com a vida... Confira aqui: 




A cerveja dinamarquesa Carlsberg, bebendo da fonte do João Kleber, realizou essa pegadinha/ação de branding muito criativa em um cinema na cidade de Bruxelas, com a criação da Duval Guillaume Modem. Eu, como tenho alergia a tanto homem junto, nem me aventuraria a sentar lá mesmo se a cerveja fosse de graça. Principalmente com minha namorada.
A ideia lembrou algumas ações recentes da Heineken, também usando essa plataforma. Compare:








E você... Encararia?
Vi no Brainstorm9: 


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Pessoas e Marcas: Marketing de Patrocínio Como Ferramenta de Diferenciação

Postado por Rochel Rodrigues

Marcas. Logotipos. Marcas e logotipos. Mais marcas. Mais logotipos. Mais, mais e mais. Em todo lugar, em toda parte.
Sentado aqui, em frente ao computador mesmo, perco as contas de quantas: são, no mínimo, quinze nomes tentando ocupar espaço na minha vida, na minha mente e no meu bolso. É fácil se sentir perdido nesse universo vasto de empresas que desejam aumentar o conhecimento de seus produtos/ serviços ou construir uma imagem/reputação, e com todo um arsenal de ações entram por todas as frestas de nas casas de seus potenciais consumidores.


Se diferenciar nesse meio é essencial quando se espera um resultado, principalmente em tempos de mercados globalizados e extremamente competitivos, o uso das estratégias habituais se tornou insuficiente na missão de conquistar o coração do target. Proporcionar um relacionamento mais próximo com o consumidor, gerando experimentação, proximidade e empatia com a marca é o que busca incessantemente toda organização engajada na construção do Brand Equity. E esses, não por acaso, são os benefícios principais de uma boa política de Patrocínio Empresarial.
O Marketing de Patrocínio é "o uso de investimentos em eventos ou causas com a finalidade de atingir vários objetivos corporativos, especialmente os relacionados ao aumento da consciência da marca, melhoria da imagem da marca e crescimento do volume de vendas". Essa modalidade de estratégia tem fortemente ganhado espaço nos planejamentos de comunicação, motivada pelas transformações na percepção da sociedade e pela necessidade que as empresas têm hoje de interagir com o contexto em que atuam. Adotar as formas associativas de comunicação é a melhor forma para ganhar credibilidade e confiança de seus stakeholders . 

Os três tipos comuns de marketing de patrocínio (eventos, esportivo ou relacionado a causas) permitem que a organização acrescente uma relevante opção para seu diferencial competitivo. O potencial agressivo da propaganda é deixado de lado: é possível falar diretamente com o seu público alvo de uma maneira mais branda, explorando várias oportunidades para criar ou reforçar as percepções do consumidor quanto a associações-chave com a imagem da marca.

Claro que nem tudo são rosas. O sucesso do patrocínio na maioria das vezes independe do patrocinador e os resultados, por isso fogem do seu controle. O evento pode ser um fracasso, a ação social um fiasco e o clube pode cair para a segunda divisão do campeonato. Por existir esse tipo de risco, é necessário que a empresa possua uma política de patrocínio bem determinada para se identificar e selecionar os projetos mais adequados ao reforço da imagem marca desejada.

Logo após a estratégia acontecer, é imprescindível mensurar os resultados. As formas mais comuns de medição são o  Método do lado da oferta e o Método do lado da Demanda. O uso do Método do lado da Demanda é aconselhável, pois se identificam os efeitos do conhecimento da sua marca inerente ao patrocínio junto ao próprio consumidor, o que confere mais credibilidade e um nível de confiança bem elevado.

Na organização de um patrocínio, é fundamental que se garanta a integração da comunicação institucional e atendimento às necessidades de relacionamento da empresa. E isso se consegue, primeiramente, conhecendo a importância do marketing de patrocínio como fator de diferenciação no relacionamento com o público alvo. A partir desse reconhecimento, o caminho é buscar as formas corretas de tornar tangível esse trabalho tão necessário na relação B2C atualmente.

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http://migre.me/5jNst - Se você gostou, vai gostar desse também!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

A Comunicação e o Futebol



Em uma pirâmide de lealdade, as empresas conseguem chegar ao estado de devoção e fazer com que as pessoas se tornem advogadas da marca com muito custo, às vezes nem chegam perto desse estágio e fracassam. A comunicação, cada vez mais, é ponto de diferenciação, é fator que pesa na hora de escolhermos nossos produtos e serviços. Comunicar é uma ação que envolve rapidez, métricas, objetivos, metas, estratégias, medições, mas principalmente conhecimento sobre os públicos, adversários, cenários...


Assim como no futebol, a comunicação tem suas regras, seus atalhos e percalços. E voltando ao raciocínio de pirâmide de lealdade, esse esporte é o que mais consegue chegar ao nível mais alto. Os times perdem e os torcedores continuam lá, apoiando e defendendo seus amores. Sim! Amores! Os times são amados e idolatrados. Aproveitando essa brecha, empresas aproveitam para se associarem aos clubes e alcançarem o que chamamos de lealdade à marca.


Quem não se lembra da Parmalat com o Palmeiras no final da década de 90? Talvez seja o maior exemplo de associação de uma marca a um time de futebol, pois quando falamos de Parmalat, lembramos do alviverde paulista e quando falamos de tempos áureos de Palmeiras, lembramos de Parmalat. Logicamente que a injeção de capital por parte da empresa é grandiosa, mas o retorno em vendas e imagem é muito superior, o que torna o esforço financeiro viável.


O espetáculo da bola também nos traz uma série de mensagens subliminares aquelas que só conseguimos ver, quando estamos muito ligados, ou quando alguém nos conta. Jogadores comemorando apontando o dedo indicador para o céu. É a número 1! A cerveja que chega primeiro nos pontos de venda, não a número 1 em vendas, como todos pensavam, interessante? Sim! Se pensarmos que todos param para ver o gol do seu time naquela hora e a mídia mais cara da TV se transforma em marketing mídia de baixo custo, grande visualização e gente imitando o gesto na pelada de domingo.


Nos dias de hoje ainda encontramos esse tipo de mensagem escondida em comemorações. Veja esse vídeo da vitória recente do Palmeiras sobre o Santos e tente descobrir qual a subliminaridade da comemoração.




A orientação partiu do marketing da FIAT, patrocinadora do Palmeiras, onde, logo após o ato maior do esporte, o gol, os jogadores dirigem carros, que por "coincidência" é o negócio principal da montadora. Definitivamente a comunicação tem tudo a ver com esse esporte!



sábado, 18 de junho de 2011

Marketing de Guerrilha


O blog RP e PP traz hoje um assunto que envolve economia, inteligência, marketing e viralidade. Apresentamos o Marketing de Guerrilha.

Esse termo, Marketing de Guerrilha, surge por comparação às táticas utilizadas nas grandes guerras por pequenos exércitos que tinham como objetivo atingir os grandes exércitos. 
Trazendo para o marketing, trata-se de ações que gerem "falatório" e por consequência, aumente a percepção da marca que utiliza dessa ferramenta. 
Para esclarecer ainda mais sua ideia sobre o Marketing de Guerrilha, trouxemos um trecho do programa Vida Loka Show com Fernando Muylaert no Multi Show, que trata do assunto com muita didática e humor. 


Já presenciamos ações de guerrilha que deram super certo, como a da cerveja Proibida, que como mostrado no vídeo abaixo é caracterizada como Marketing de Emboscada, onde a marca, quase que sem verba alguma invade o espaço de outra marca para obter sucesso. Mas também já podemos ver ações de guerrilha que foram um desastre, que foi o caso das caixas espalhadas nas favelas do Rio de Janeiro pela Procter e Gamble, neste caso era uma grande marca quee também utilizou do artifício de gastar pouco, mas infelizmente não obteve êxito.



domingo, 2 de maio de 2010

Comunicação Interna X Endomarketing


Olá pessoal.
Aqui o nosso assunto de hoje é Comunicação Interna e Endomarketing.
Será que tem diferença? Posso adiantar uma coisa. É polêmico!
A Comunicação Interna ganha força mesmo, no início dos anos 90, ao meu ver que é quando existe a abertura para empresas de fora entrarem no Brasil (você pode opinar sobre isso). Tenho essa visão pois nessa época o jeito de tratar o funcionário realmente muda, existindo a necessidade de não só deixa-lo informado, mas também de fazer o que chamamos de engajar, ou seja, fazer com que este funcionário se torne colaborador de fato.
A Comunicação Interna é uma ferramenta que serve como um meio de interação entre o funcionário a e empresa, fazendo com que o mesmo entenda mais sobre o seu local de trabalho, por meio de veículos estratégicos, levando em conta também o seu público-alvo, bem como suas características (isto está cheirando a estratégia?!?!?).

O Endomarketing é uma nomenclatura que foi criada por Saul Bekin (foto) no final dos anos 80.
Seu foco principal é o Marketing dentro da empresa (ENDO-marketing).O Marketing que se conhece puro e simples - É uma ferramenta (alguns dizem que é até uma ciência) que procura saber qual é a necessidade e o desejo do público-alvo procurando atende-los.Voltando ao Endomarketing, a explicação é quase a mesma só que desta vez a "brincadeira" é para dentro das organizações, ou melhor, essa ferramenta visa o público interno das empresas só que desta vez comunica para atender as necessidades e desejos das próprias corporações, utilizando uma linguagem estratégica (mas isso não se parece com Comunicação Interna?!?!?).
Há quem diga que esses dois conceitos tem o mesmo objetivo. Há quem discorde. Há quem diga que o Endomarketing tem visão mais estratégica por se tratar de Marketing. Há quem diga que Comunicação Interna engloba tudo.
Alguns estudiosos dizem que Comunicação interna tem serventia no âmbito informativo, utilizando meios de comunicação formais.
E que Endomarketing adapta as premissas do Marketing para dentro da empresa procurando transformar o funcionário em consumidor.



Agora tire suas conclusões.
Comente e seja feliz!!!


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