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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Merchandising! Será que isso está realmente errado?

Não é de hoje que o RP e PP fala sobre o que dá errado na comunicação, não por pirraça, nem por gostar de ver as marcas se estabacando, mas, para ajudar você, comunicador ou futuro profissional de comunicação a não cometerem os mesmos erros. Hoje, vamos falar de um problema (mais um, mais um, mais um!!!) que aconteceu com a marca Reserva. Poxa, mais essa!

A grande questão é: Será que isso está realmente errado? 

Após colocar em exposição os seus famosos manequins pretos (sempre foram utilizados nessa cor pela marca), de cabeça para baixo, a marca pendurou os seus manequins de ponta cabeça em suas lojas. Veja só!

Liquidação Mini Reserva

A foma de exposição dos manequins gerou uma revolta gigante nas redes sociais. Não vamos entrar aqui no mérito de perguntar: E se fossem manequins brancos? Realmente não é essa a questão! Existe uma coisa em comunicação que se chama "Distorção Seletiva". O que é isso?

Bom. "Distorção Seletiva" é a tendência de informações serem interpretadas de acordo com desejos, experiências, preconceitos e repertórios particulares. Dessa forma, o indivíduo reforça os seus preconceitos em vez de contrariá-los. Neste caso, ao passar por manequins pretos, as pessoas fazem alusão aos maus tratos, escravidão, preconceito racial, ou seja, tudo que existe de ruim em torno do assunto. 

A mensagem é clara!

Por mais que você diga que é errado fazer isto, que a marca errou por colocar algo tão "desapropriado" em exposição, a grande sacada é que não existe um ataque por parte da grife (não desta vez!). Talvez por já ter sido alvo de outras trapalhadas, o capital reputacional foi gasto e toda ação será encarada como uma forma de preconceito ou então, por ter como dono o apresentador Luciano Huck isso dê mais "IBOPE". Mas, uma marca preconceituosa? Como assim? 

Já parou pra pensar que a Reserva precisa vender? A mensagem "Liquidação Mini Reserva" é clara, também está de cabeça para baixo, até a aplicação da marca em alguns locais também se faz dessa maneira e os manequins são pretos desde sempre.

Poxa! Será que estamos vivendo numa era de chatices, moralismos, busca pelo politicamente correto e "Distorção Seletiva"?

Talvez tenhamos que rever o nosso jeito de olhar para as coisas e, definitivamente, sermos menos preconceituosos. Muitas vezes o preconceito não está na comunicação. Que tal pensar nisso?

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Ser diferente é ser alvo! Um texto sobre desrespeito e redes sociais.

Logicamente que falta esperança e muito de senso do ridículo para quem ataca pessoas em redes sociais. O insulto nunca foi tão utilizado, ou melhor, nunca foi tão mal utilizado, como é nos dias de hoje. Mas, como assim, mal utilizado? Bem! Em um tempo não tão distante, os homens (lê-se "espécie humana") se ofendiam por ideais, objetivos e, por mais errado que isso seja, ao menos, existia um objetivo. Hoje, se insulta, denigre, maltrata e achincalha qualquer um, por coisa nenhuma, seja essa pessoa, um negro, uma mulher, um deficiente, alguém com uma religião diferente da sua, alguém com time de futebol ou partido político diferente do seu.

O fato é que as pessoas possuem um medo gigante de perder o seu espaço, seja para um negro, uma mulher, um deficiente ou qualquer outro chamado diferente e, infelizmente, isso sempre vai acontecer. O sentimento de medo sempre vai existir. O sentimento de pertencimento sempre vai existir. As diferenças sempre existirão! Talvez o que eu esteja escrevendo seja duro e você discorde, mas, felizmente, no meu caso, eu vou te respeitar, seja quem você seja. 

Foto Reprodução

Há pouco aconteceu o caso com a Taís Araújo, atriz e estrela de vários sucessos em novelas, filmes, seriados e no teatro também. Já são muitos anos fazendo sucesso! Muitos anos atuando e sendo uma figura pública notável. Aí eu te pergunto: Como, só agora, tivemos uma onda de insultos e ataques preconceituosos contra ela? (pergunta retórica) A gratuidade das palavras dirigidas à Taís é o retrato do que é ser diferente nas redes sociais. Ser diferente é ser alvo! Pergunte para um dos insultadores o que é preconceito e o que significa ser diferente e eu garanto para você que um discurso digno de ONU e Prêmio Nobel sairá da boca dessa pessoa. (citei a Taís Araújo que é o caso mais recente, mas, temos muitos outros, infelizmente).

O fato é que todos sabem os seus papéis (ou deveriam saber). As redes sociais funcionam como um véu protetor e geram mais factoides que incitam mais e mais atos como esses. É necessário punição! Enquanto o respeito às diferenças for assunto para feministas, religiosos, movimentos negros, políticos e quaisquer outros movimentos, nunca teremos paz de verdade. Respeitar o outro e a sua diferença não é movimento ou ativismo. É só obrigação!

No mais, vou ficando por aqui com o sentimento de decepção com os acontecimentos, porém, convicto de que, por meio deste blog e através do meu esforço nas aulas que dou na faculdade e nas conversas com pessoas do bem, estou informando e, por consequência, dando subsídios para as pessoas se tornarem melhores (e me tornando alguém melhor também). Não compartilhe ódio gratuito, muito menos remunerado, nas redes sociais. Torne esta ferramenta valorosa em um campo aberto para trocar ideias sadias. Não desperdice sua energia insultando o outro. Seja humano e se comunique com verdade!


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