Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

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quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Coluna Canto do Galo | 09/11

HAPPY HOUR APP

É nesta 4ª feira, dia 9 de novembro o 1º Happy Hour da APP de fim de ano.

Vamos nos encontrar no Recanto dos Mineiros da Granja Marileusa, um espaço super bacana no novo bairro planejado de Uberlândia. Fica na Av. Maria Silva Garcia, 286 loja 33.

Tudo Open, comida de buteco, cerveja, refrigerante e água. Favor confirmar presença pelo email: app@appudi.com.br

Mais informações: 34 3237-4470.

Contamos com a presença de todos.


Boas-Vindas

A associação deseja boas-vindas ao Junior Malta, estudante da UFU.

Yellow Monkey cria ação sobre diversidade, para o On Motel, na XV Parada do Orgulho LGBT de Uberlândia.

Com o conceito “Para Todos”, criado pela agência Yellow Monkey, o On Motel esteve presente na XV Parada do Orgulho LGBT, que aconteceu no dia 23 de outubro, com uma ação reforçando seu conceito de apoio à diversidade. A marca é uma das primeiras do segmento moteleiro da cidade a abordar o tema e firmar seu respeito a todos os gêneros. Com um mural de recados, placas com quotes representativos e um ponto de apoio com distribuição de água e filtros especiais na rede social Snapchat, a ação levou um pouco da essência do On Motel e teve um contato mais próximo com o seu público.

TV Vitoriosa patrocina CEO Fórum 2016 em Uberlândia
Evento reuniu empresários e influenciadores


A TV Vitoriosa foi uma das patrocinadoras do CEO Fórum 2016, que ocorreu no dia 19 de Outubro, no Center Convention. O evento foi organizado pela AMCHAM (Câmara Americana de Comércio), que elencou como tema a liderança sustentável.

O fórum contou com quatro palestras e o encerramento foi feito com a presença da Orquestra Nacional. Foram realizadas entrevistas com empresários e participantes do evento, que foram exibidas entre os dias 24 à 28 de outubro, no programa Chumbo Grosso.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Branded Content: Hackearam a fanpage da Seara!!!

Já imaginou um gato se apossar sua página no facebook? E se esse gatinho for um famoso personagem de desenho animado? Você aceitaria as exigências do bichano para devolver sua conta? 

Parece coisa de maluco o que estou falando, mas tudo isso foi pra te contar de uma ação de engajamento muito bacana desenvolvida pelo pessoal da Seara no facebook. O bichinho meliante, ladrão de perfil só podia mesmo ser alguém como Garfield, isso mesmo, segundo as postagens na página ele sequestrou o perfil da Seara e só irá devolver após “mandarem”, veja, só, 10 mil lasanhas pra ele.

Branded Content!

Branded Content é do a criação de conteúdo de qualidade que esteja relacionado ao dia a dia da organização e que seja relevante para o seu público-alvo. Unindo lasanha (produto Seara) + Garfield (Personagem conhecido por milhares de pessoas por amar lasanha) temos = nostalgia, conteúdo relevante e engajamento. A grande sacada é parar de interromper o consumidor com anúncios e mensagens forçadas e entregar informações que são de interesse, no momento em que ele achar mais conveniente.

É claro que tudo não passa de uma brincadeira e uma ação muito bem bolada da equipe da marca para engajar o público e que tem dado muito retorno a ela, visto a quantidade de interações (curtidas, comentários e compartilhamentos) das postagens relacionadas ao viciado em lasanha. Essa foi uma maneira de divulgar um dos produtos da marca, a lasanha congelada e quem melhor para ser o embaixador da ação do que o admirador mais famoso desse prato?

Além de um vídeo com diversas postagens feitas pelo personagem, destaca-se a interação nos comentários, em que o gato atrevido dá respostas francas, diretas e claro sempre com um bom tom de ironia, clássico do personagem. A página que está sobre o controle de Garfield desde o dia 07/11, conta com um vídeo em que o felino faz sua grande exigência, 10 mil lasanhas ou a página continuará com ele, vídeo esse já visto por 2,7 mil pessoas, com mais de 53 mil reações e 3.373 compartilhamentos até o momento.


De acordo com os números que só se multiplicam, podemos considerar que a ação é um sucesso, talvez nem tanto para o Garfield que ainda espera impacientemente suas lasanhas, mas sim para a marca Seara, pois o buzz criado, com certeza atingiu seu propósito e conseguiu comunicar o produto de uma maneira diferente e, principalmente, engajando seus clientes.

Confira como está a fanpage da Seara e veja toda construção da ação AQUI!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Merchandising! Será que isso está realmente errado?

Não é de hoje que o RP e PP fala sobre o que dá errado na comunicação, não por pirraça, nem por gostar de ver as marcas se estabacando, mas, para ajudar você, comunicador ou futuro profissional de comunicação a não cometerem os mesmos erros. Hoje, vamos falar de um problema (mais um, mais um, mais um!!!) que aconteceu com a marca Reserva. Poxa, mais essa!

A grande questão é: Será que isso está realmente errado? 

Após colocar em exposição os seus famosos manequins pretos (sempre foram utilizados nessa cor pela marca), de cabeça para baixo, a marca pendurou os seus manequins de ponta cabeça em suas lojas. Veja só!

Liquidação Mini Reserva

A foma de exposição dos manequins gerou uma revolta gigante nas redes sociais. Não vamos entrar aqui no mérito de perguntar: E se fossem manequins brancos? Realmente não é essa a questão! Existe uma coisa em comunicação que se chama "Distorção Seletiva". O que é isso?

Bom. "Distorção Seletiva" é a tendência de informações serem interpretadas de acordo com desejos, experiências, preconceitos e repertórios particulares. Dessa forma, o indivíduo reforça os seus preconceitos em vez de contrariá-los. Neste caso, ao passar por manequins pretos, as pessoas fazem alusão aos maus tratos, escravidão, preconceito racial, ou seja, tudo que existe de ruim em torno do assunto. 

A mensagem é clara!

Por mais que você diga que é errado fazer isto, que a marca errou por colocar algo tão "desapropriado" em exposição, a grande sacada é que não existe um ataque por parte da grife (não desta vez!). Talvez por já ter sido alvo de outras trapalhadas, o capital reputacional foi gasto e toda ação será encarada como uma forma de preconceito ou então, por ter como dono o apresentador Luciano Huck isso dê mais "IBOPE". Mas, uma marca preconceituosa? Como assim? 

Já parou pra pensar que a Reserva precisa vender? A mensagem "Liquidação Mini Reserva" é clara, também está de cabeça para baixo, até a aplicação da marca em alguns locais também se faz dessa maneira e os manequins são pretos desde sempre.

Poxa! Será que estamos vivendo numa era de chatices, moralismos, busca pelo politicamente correto e "Distorção Seletiva"?

Talvez tenhamos que rever o nosso jeito de olhar para as coisas e, definitivamente, sermos menos preconceituosos. Muitas vezes o preconceito não está na comunicação. Que tal pensar nisso?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

O perigo de comunicar

A frase que causou toda essa revolta "Esqueci o Não em Casa", da campanha de carnaval "Viva Redondo", acendeu nas mulheres um alerta. Ontem falamos sobre o case Skol e a discussão foi muito quente (Clique na imagem e veja). Muito se falou no erro da marca ao fazer uma comunicação que incitou a violência, o uso de drogas, o consumo desenfreado e tudo de ruim que acontece no carnaval. 


A comunicação, em geral, é uma ferramenta maravilhosa, com ela, conseguimos encontrar lugares, despertar emoções, fazer rir, chorar, trazer lembranças e, até mesmo irritar, ofender, machucar e causar guerras. Dentro das empresas, a comunicação pode engajar, motivar e melhorar processos. A comunicação das empresas para públicos externos pode trazer resultados, aumento de vendas e melhoria da imagem. 


Comunicar é um perigo! (Mas não é missão impossível)

Em um anúncio publicitário ou comunicado simples, para qualquer público que seja, o processo de criação, briefing, redação, alinhamentos e aprovações é algo que precisa ser muito bem pensado. As preocupações são múltiplas e vão desde o cuidado com os regulamentos, ou seja, a parte judicial e legislação do setor que a empresa está inserida, até a própria intenção de entrega dessa mensagem: venda, melhoria de imagem, recall, etc..

A Vono, marca de sopas, entrou na lista de marcas que tentaram uma comunicação "diferente" e "a sopa azedou". Com aqueles memes que já se tornaram comuns na rede mundial de computadores, a Vono fez algumas piadas com as mulheres. Veja só.

Print da FanPage Sopas Vono

Analisando friamente, uma pergunta me vem à cabeça. Qual o objetivo dessa comunicação? Ao contrário do anúncio da cerveja Skol, que mesmo errando, tinha um objetivo claro, este anúncio parece ter a finalidade de interagir com as mulheres, somente! O grande problema é a maneira. Fica claro que a marca passou a mensagem que as mulheres são indecisas e, ao mesmo tempo imediatistas, ou seja, não sabem o que querem e, mesmo assim, precisam disso muito rápido.

O jornal francês Charlie Habdo causou polêmica com charges falando sobre o islã e seus simbolos. Leia - não estamos falando de religião. O exemplo é extremo, não publicitário, mas, serve para medirmos até onde uma mensagem pode nos levar. 


Ontem, em uma discussão aberta por mim no Facebook, a Eliane Christina da Silva, blogueira do Versátil RP (um abraço aos amigos do Versátil), disse algo simples, porém, que possui 100% de verdade. Ela dizia que "a sociedade está ficando cada vez mais consciente de seus deveres e, sobretudo, de seus DIREITOS". 

Estamos falando de um mundo onde os públicos-alvo já não existem como antigamente. Não se pode mais falar em classes A, B, C, traçar perfis por localização ou renda, idade, entre outras formas de segmentação demográfica. A massa está se tornando público! As personas possuem formas diferentes de pensar, pertencem a grupos diferentes (religiosos, ativistas, feministas, LGBT, etc..). O grande desafio é fazer com que a comunicação não abra precedentes, que tenha objetivos claros e, acima de tudo, que não se perca e não se torne uma bomba prestes a explodir.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Eu voltei! E aí?

O blog RP e PP está de volta. Eu também! Depois de mais de 1 ano sem atualização alguma, este espaço está na ativa novamente. O motivo? Bem, uma vez que este blog está na ativa, eu também estou!
Volto a escrever por ser libertador, por gostar de despertar nas pessoas um pensamento diferente à luz dos meus pontos de vista, por alguns pedidos de pessoas importantes pra mim e também por pedidos de pessoas que colocaram este blog em sua "Barra de Favoritos".

Case! (Comunicador adora um case)
Dia desses eu estava conversando com uma colega RP e ela não sabia que o RP e PP era meu. Em um dado momento eu falei que tinha um blog e contei sobre a vontade de voltar, logo, ela me perguntou o nome blog que eu tinha e eu respondi... em segundos ela me mandou um print da sua barra de favoritos e desde aquela conversa com essa colega eu venho pensando muito nessa volta.
O RP e PP me possibilitou participar de eventos importantes, conhecer gente do país inteiro e também me deu uma visibilidade importante, e eu estou dizendo isso para encorajar você a iniciar projetos novos. Fazer o que a gente gosta, não tem preço!

Uma coisa é certa! 

Vou continuar falando de comunicação; vou misturar fatos do cotidiano com as disciplinas, mostrando erros e acertos e vou falar de experiências minhas, agora como profissional de Relações Públicas, mas, mantendo o intuito de ajudar, não só os profissionais, mas também, as pessoas que estão começando, já que este é um canal aberto, livre e inspirador!

Não deixe de nos visitar de vez em quando. As portas estão abertas! Agora temos um domínio próprio, mais profissional, temos um design mais agradável e rápido de carregar e temos também um conteúdo muito legal pra ser passado pra você.

domingo, 9 de setembro de 2012

O Publicitário


Numa terra onde tudo ficou fast, ninguém investe, não existe teste e o cliente é cafajeste, o publicitário, glamouroso de outrora, trabalha até às 3:00 e apresenta sua nova campanha. Mais uma com orçamento base zero! (Traduzindo: Cliente sem grana).
Com mais de oito layouts em baixo do braço, barba na cara (logicamente) e com a esperança de que a refação não acontecerá. Mera ilusão!
Os defeitos sempre aparecem. A marca do cliente é verde, seguimos a lógica normal das cores em toda a campanha, utilizamos as cores complementares, mas, quem disse que o freguês segue a psicologia das cores?  E voltamos para a agência, onde o diretor de arte está com tanta raiva, que compara o job com um parto de jumento (duro, difícil, barulhento, irritante, que não sai nunca). Definitivamente, o publicitário sofre.

Creio que o motivo, pelo qual, nossos pais, irmãos, avós e amigos (que não são publicitários), não saberem o que fazemos é justamente esse! Não temos tempo de explicar. Ficamos até altas horas debruçados nos nossos MacBooks, comendo nossos Mc lanches, cercados pelos nossos quadros em Pop Art, ao som de muita música difícil e desconhecida, logicamente tocando em nossos Ipods, Ipads, Iphones... Ai ai... mas que inspiram a gente madrugada a fora

Veja como se sair bem na apresentação de um job (Isso nunca acontece)!!!!
Imagens meramente fictícias...

Filme: O Mercador de Ilusões (filme que publicitário gosta de ver, poque é Vintage)
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O publicitário, na verdade, é um vendedor. Um mercador de ilusões, uma pessoa que vende mudanças de hábitos, vontades, mas, que as pessoas acham ser os diretores dos comerciais de TV, os desenhistas dos anúncios da revista Veja, os animadores que falam de coisas boas (TekPix, Top Term, Cogumelo do Sol...) e que simplesmente são aqueles misteriosos seres que amam o que fazem, mas gaguejam sempre quando vão explicar o seu próprio core business. São pessoas dóceis, nascidas no planeta terra, diurnos, noturnos, sem hora, sem eira nem beira... 
Premiados ou não, adoram o sorriso de aprovação de um cliente e o ROI positivo, amam abrir seus PowerPoints com a marca de suas empresas e  idolatram a ideia de ganhar prêmios para continuarem sendo glamourosos, mesmo sem nenhum glamour real.
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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Facebook. Uma rede cheia de "redes"


 Texto de Paola Danyelle.
Uma das redes sociais mais famosas do mundo, o Facebook transformou a forma como as pessoas vêem os websites de relacionamentos. Essa ferramenta criada em 2004 e aberta ao público em 2006 tornou-se uma vitrine mundial para que as empresas pudessem expor suas marcas, além de criar um marketing de relacionamento efetivo com os consumidores.
            São várias as companhias presentes na rede de relacionamentos buscando por exposição e uma forma de se aproximar de seus clientes, desde as grandes multinacionais até empresas locais que vêem na ferramenta uma boa oportunidade de negócio.
            No entanto a forma como a rede social é vista pelos usuários pode afetar a imagem das empresas? Se a plataforma tornar-se desinteressante qual o risco e o impacto que as empresas que usam essa ferramenta para divulgar e se aproximar do seu público irão sofrer?
            Atualmente o Facebook busca inovar e incrementar sua interface com o usuário buscando sempre melhorias para entreter os usuários, no entanto algumas ações da companhia podem não ter o resultado esperado. Um exemplo, são duas ações recentes em que em uma primeira situação os usuários viram seu direito de escolha ser cerceado, quando foram obrigados a adotar a nova página de perfil sob a denominação de Linha do Tempo que até tempos atrás, era um item opcional.

Além disso, a introdução de links patrocinados, na visão de alguns usuários, polui o layout do site. Essas ações são exemplos que a satisfação dos integrantes da rede pode levá-los ao desinteresse dos mesmos pelo website e desta forma distanciar o público das empresas que se utilizam desta ferramenta como forma de relacionar-se com seus clientes. Desta forma é preciso que as companhias, tanto as grandes empresas como as pequenas pensem em estratégias diferenciadas para manter o relacionamento com seus clientes conquistado pelo uso do facebook, até porque ligar a imagem da marca com a de uma rede social é útil, mas arriscado visto que a insatisfação na plataforma pode estender-se a empresa.

 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

RP e PP deseja: Um feliz ano novo!


Chegou, enfim, a data que mobiliza todo o povo brasileiro e não é a copa do mundo. Chegou a hora de escolhermos as cores que vamos passar a virada, cores, que estão presentes no imaginário de quem deseja e de quem vende. Porém deixando esse espírito publicitário e de mercado de lado, o RP e PP está dando uma quebrada nas "férias" para desejar aos seus fiéis leitores, um 2012 cheio de cor, pois não precisamos escolher uma só, não é verdade?
Os desejos serão realizados, independente da ingestão de lentilhas ou até mesmo da não ingestão da carne de aves que ciscam para trás (traz má sorte). Os desejos serão realizados independente da sorte que tivermos, acredite nisso. Acredite também que o tal do cavalo selado está passando novamente e que dessa vez estamos enxergando ele de longe, prontos para pularmos e seguirmos nossa própria sorte.


Aos que acreditam que o mundo irá acabar em 2012, um feliz fim de mundo, e aos que acreditam que 2012 é o fim de um velho paradigma e o começo de uma nova era, venham conosco, pois vamos viver o início de uma revolução, com estudos mais aprofundados em redes sociais, utilização de mídias convencionais, comportamento do consumidor, dos diversos públicos que regem a maneira das pessoas jurídicas se darem com esses públicos. 


Essa nova era irá nos mostrar que a propaganda não é mais a alma do negócio, agora, o cliente é a alma do negócio e é aí que temos que ter cuidado e acima de tudo saber utilizar RP e PP juntos para fazer com que o foco, que antes era no cliente, se transforme no foco do cliente, os PDVs (Pontos de Venda) se transformem em PDR's (Pontos de Relacionamento) e a comunicação nos ajude a ser pessoas melhores, gerando valor para todas as partes e 2012 será um ano para falarmos mais disso, de relacionamento, de gente e falarmos menos de números, planilhas, funções...
Que 2012 seja para você um ano cheio de glórias, amigos, saúde, cores, sabores, boas ações, que seja um ano para se lembrar, assim como foi 2011, com compartilhamento, informação, realização de sonhos... São esses os votos do RP e PP para o seu e o nosso, ano novo. 

Feliz 2012

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

HSM: Philip Kotler e o Marketing 3.0




Nessa semana, para ser mais preciso, no dia 28/09, tivemos em Uberlândia MG, o fórum HSM com as palestras de Philip Kotler e Charlene Li transmitidas via vídeo conferência. O evento foi um oferecimento do Grupo Algar por meio de suas empresas, Algar Telecom (CTBC) e Algar Mídia. Em Uberlândia, o fórum foi assistido por estudantes da área, empresários e Associados do Grupo Algar (associado é como é chamado o funcionário da empresa).

Kotler (foto) é conhecido como "Pai do Marketing", ele que já lançou diversos livros, contribuindo imensamente com a área, inclusive um deles é batizado como "A bíblia do Marketing", o livro Administração de Marketing. Ele que tem um currículo invejável como: professor S.C. Johnson & Son de Marketing Internacional na Kellogg School of Management na Universidade Northwestern. Ele obteve seu mestrado na Universidade de Chicago e seu PhD no MIT, ambos em economia. Ele fez pós-doutorado em matemática em Harvard e em ciências comportamentais na Universidade de Chicago. Foi selecionado em 2005 como o quarto maior guru de negócios pelo Financial Times (atrás de Jack Welch, Bill Gates e Peter Drucker) e foi considerado pelo Management Centre Europe "o maior dos especialistas na prática do marketing." Em 2008, o Wall Street Journal o listou como a sexta pessoa mais influente no mundo dos negócios.

Philip Kotler abriu o fórum com sua palestra "Novo papel do Marketing em uma economia conectada por redes" dizendo que fica feliz de estar no Brasil e contente pela HSM estar presente e formando novos talentos Brasil e desejando que o país se torne destaque como potência na economia e não tenha problemas de relacionamento com outros países.


Falando em mídias sociais, tema da palestra, Kotler citou a necessidade que as companhias tem de investirem nas mesmas, pois elas dão visão macro do ambiente de atuação e precisam disso pois a ferramenta permite a coloboração, palavra que foi o ponto chave da apresentação do professor que disse: "Não se pode analisar o cliente como alguém para se vender produtos, mas sim como pessoa que pode contribuir com os nossos negócios".
O lado colaborativo ficou em evidência em todos os pontos apresentados, creio que essa tecla será muito tocada, ainda mais com o advento da responsabilidade social. Philipinho, como eu o apelidei, disse que já aproveitamos muito do que a sociedade, a natureza e o mundo em si nos deram, agora é a nossa vez de retribuirmos os favores.

Não sei quantas vezes já ouvi dizer que o mundo está cada vez mais dinâmico e as coisas estão ainda mais rápidas, os ciclos de vida dos produtos estão ainda mais curtos, tornando-os commodities mais rapidamente. A verdade é que as empresas estão perdendo o que chamamos de CONTROLE DA SITUAÇÃO. Antes, faziam propaganda, com uma mensagem enviada ao receptor e lá mesmo essa mensagem era dissipada, ou seja, tínhamos uma via de mão única. Agora, as corporações são influenciadas, "o marketing não é feito pelas empresas e sim pelas pessoas" disse Kotler. Um acerto e dois segundos depois, pessoas vão comentar. Um erro e um segundo depois mais pessoas vão falar, pois, a marca, é mais influenciada do que influenciadora, completou Kotler.

Vou dar foco na questão central da palestra que é o Marketing 3.0, mas posso falar rapidamente que foram citados cases, exemplos de planejamento de cenários, que é uma ferramenta que ajuda os gestores a desenharem seus negócios antes mesmo do plano de negócios, obrigações de um CEO e CMO (compartilho em outra postagem), recomendação de livros como: The Shift, um livro que traça o futuro da web 2.0, força das novas e velhas mídias, revelações bombásticas como o ódio pelos famosos PopUps - "Isso não é TV para que haja interrupção! - disse Kotler.
Citou exemplos de uma onda que está se tornando uma Tsunami, a onda Crowd, com o Crowdsoursing e o Crowndfunding (Case Doritos - clientes sugeriam como seria o novo comercial - "Ninguém melhor para entender de Doritos do que os amantes de Doritos".

Voltando ao tema central, Marketing 3.0, o pai do Marketing nos falou que as empresas, cada vez mais, precisam se engajar em uma boa causa, pois o que é bom pra sociedade é bom para a empresa e ressaltou a filantropia como um novo modo de se pensar o negócio e foi assim que o tio Kotler fechou sua palestra: "O marketing 3.0 se pauta na entrega de felicidade para a sociedade".




 Anotei tudo dessa postagem para escrever aqui, pois sabia que era uma oportunidade única de ouvir ensinamentos tão ricos, mas claro, nem sempre dá pra colocar tudo, então... quem sabe em outras postagens? Fique ligado no RP e PP!





quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Ataques à Concorrência - Legítimo ou Não?


Se defender, é algo legítimo em qualquer situação. Há quem diga que o melhor defesa é o ataque... como essa relação é difícil, não?
A publicidade brasileira não permite ataques à concorrência, por meio de citações de marca ou simples insinuações, podendo fazer com que o comercial veiculado seja arquivado pelo CONAR (Conselho Nacional de Alto Regulamentação Publicitária) e em alguns casos, empresas podem responder a processos na justiça comum por danos morais. 
Nos Estados Unidos essa prática é corriqueira, considerada legítima e os comerciais com conteúdo que atacam os concorrentes circulam sem problemas. Aqui no Brasil, os anunciantes utilizam de uma estratégia para "burlar" o crivo do órgão regulamentador, colocando seus anúncios para serem veiculados na sexta-feira, com mapa de mídia terminando no domingo, assim, os anúncios circulam por três dias sem riscos de serem retirados do ar, pois, o órgão, volta às atividades somente na segunda, dia que recebe as denúncias, ou então, os comerciais rodam pela internet, onde o conteúdo é livre desse tipo de regulamentação.


O CONAR possui um site com todas as resoluções de casos na aba DECISÕES E CASOS (clique aqui). Retiramos um exemplo de propaganda comparativa do site do órgão:


PROPAGANDA COMPARATIVA

“Chega de troca de chip”

Representação nº 51/11
Autora: Claro
Anunciante: Vivo
Relatora: Conselheira Daniela Gil Rios
Primeira Câmara
Decisão: Arquivamento
Fundamento: Artigo 27, nº 1, letra “a" do Rice
Foi encerrada com a recomendação de arquivamento, formulada pela relatora e acolhida por unanimidade pelo Conselho de Ética, representação iniciada por denúncia da Claro, que considerou haver comparação não comprovada, uso indevido de marcas de sua propriedade e denegrimento de imagem em spot de rádio da Vivo.
Esta defendeu-se afirmando não haver propriedade definida das expressões alegadas pela Claro, razões acolhidas pela Câmara.


Veja agora alguns comerciais que fazem esse tipo de ataque aos concorrentes.


O primeiro é um ataque da Nissan aos maiores concorrentes da Nissan Frontier, a Hilux (Toyota) e a Amarok (Volkswagen). Veja pelo nome da dupla, o texto cantado e a narração final.


A Nissan, no Brasil, pode ser considerada a maior provocadora da concorrência atualmente. Nesses dois comerciais seguintes, esbanjando criatividade, a marca compara o preço do seu automóvel com o da concorrência.







Nos EUA, esses comerciais são mais provocativos ainda, não deixando a mínima dúvida de que a intenção é rebaixar o produto alheio.
Um caso mais do que conhecido é a briga entre Coca-Cola e Pepsi, mas também temos casos entre o Mac e o PC, entre outros.








sexta-feira, 10 de junho de 2011

Eduardo e Mônica



Olá pessoal ligado no RP e PP! O blog trata de um assunto polêmico e que já está dando pano pra manga.
Está nos TT's, nos vídeos mais recomendados do youtube e na boca do povo. O vídeo "Eduardo e Mônica", é uma produção feita para o dia dos namorados com assinatura da operadora Vivo e produzida pela agência Africa.
Esse sucesso do Legião Urbana foi utilizado para dar ênfase às cenas que são perfeitamente feitas de acordo com a letra da música, então, fica até fácil fazer um roteiro, não é?

Veja o vídeo produzido pela Agência Africa para a operadora Vivo.


A qualidade desse vídeo é indiscutível, o cuidado com o texto e a forma como a marca aparece, é quase que subliminar, porém, gerou burburinho nas redes assim que uma produção muito parecida apareceu. Se tratava de uma propaganda da ATL (Algar Telecom Leste) que agora é Claro. Essa, por sua vez, é uma produção do ano  de 2002, também para o dia dos namorados, feita pela antiga Salles D'Arcy, hoje, Publicis Brasil.

Assista a propaganda da ATL feita pela Salles D'Arcy



Perguntamos para o pessoal no twitter suas opiniões sobre esse caso e fizemos também um levantamento das hashtags que falavam sobre o caso.

Infelizmente #Plagio. Apesar de um vídeo muito bem produzido, a temática do mesmo é exatamente igual ao veiculado pela ATL. Por Danilo M. Arantes @danilomarantes.

#Coincidência e na minha opinião, carona no sucesso da @VivoemRede. Por Ana Maria Coelho @AnaMariaCoelho.

#coincidência Campanhas usarem a mesma música famosa não é novidade, é? Já viu qtas campanhas já usaram Garota de Ipanema? Por Eremita @EremitaOnline.

As cenas são simplesmente ligadas a música! Édifícil acreditar em coincidência ainda mais no mundo publicitário! Mas é complicado porque ambas seguem a música para criar o enredo. Portanto plágio é um pouco pesado e sem falar na qualidade 100 vezes melhor! #coincidência por Cleiton R. Campano @Cleiton_Campano.

Eduardo e Mônica da Vivo não passa de uma ideia copiada!!! Por Eloy Vieira @Eloy_Vieira.

Plágio, é verdade, mas vamos combinar... muito melhor a versão "plagianda" e valeu pelo trailer do filme. Por Lucas Costa Menezes @reensga.

Pensamos que perante a lei, temos o que chamamos de plágio. Coloque-se no lugar da empresa que é copiada, mesmo que coincidentemente, fato que acreditamos não existir no meio publicitário, uma vez que temos o advento da internet, e com isso, menor margem para acasos. Você não reclamaria ou não se posicionaria? #OpiniãoRPePP

Atualização: Vimos no blog Economia e Negócios, do Jornal Estadão, um post escrito por Marili Ribeiro, dizendo que o diretor de arte Humberto Fernandez, que hoje trabalha na agência África, trabalhava na Salles D'Arcy no ano em que foi lançada a propaganda da ATL. 

Dê sua opinião!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O Publicitário


Chega mais uma vez no blog RP e PP, a coluna que ninguém nunca leu, porque não entendeu!
O Publicitário não tem oferecimentos, pelo menos até agora!


Bem pessoal, o assunto de hoje é briefing. Ué! Briefing? Sim, aquele resuminho que todo publicitário precisa para executar seu trabalho. Nele, estão contidas, as necessidades reais do cliente, os perfis de público que a comunicação deve atingir, bem como as subjetividades que esse cliente tem, ou seja, suas vontades.


Muitas vezes, quando o job. Sim! O trabalho. Sabe como é publicitário né... 
como eu ia dizendo, muitas vezes quando o job é feito sem essa ferramenta, o que sai nem sempre, ou quase nunca é aquilo que o cliente sonhou, ou melhor, nunca é o que o cliente precisa. Então se um dia você encontrar um publicitário ou agência que trabalha sem briefing, por favor, fique longe!


Nós aqui do RP e PP gostaríamos de dar uma visão diferenciada sobre o briefing. 




Essa ferramenta não só ajuda a agência a trabalhar, mas também dá margem para que o gestor do negócio pense se é isso mesmo que ele precisa, explicando melhor, às vezes você não precisa de um VT na hora do Jornal Nacional, talvez basta fazer um trabalho melhor com parceiros, marcar presença nas redes sociais, aumentar o relacionamento com a vizinhança, são muitas possibilidades.
Pensando assim, o briefing, é, além de ferramenta indispensável para se obter um trabalho 100% satisfatório, economiza tempo e também dinheiro fazendo o tal resuminho.


Obs: O briefing não tem um tamanho padronizado, então, o trabalho pode ficar muito bom com um briefing de 2 páginas ou muito ruim com um de 80. Este deve ter o tamanho da necessidade do cliente. Obrigado!
Ass: O Publicitário




domingo, 3 de abril de 2011

#NiverRPePP


Dia 04 de abril de 2010, começava a história desse blog que vos ecreve, o RP e PP.


Começamos tímidos, como todo blog de estudante, ou melhor, adotando uma postura low profile, traduzindo para a linguagem da comunicação.
Nossa intenção sempre foi ajudar o estudante de RP e PP a ter um norte do que seria sua vida profissional, ajudar os mesmos no estudo das matérias dos cursos, com textos leves e linguagem jovem. A precursora desse projeto foi a professora de Relações Públicas da faculdade ESAMC Uberlândia, Adriana Sousa, que com seu jeito de abordar os temas relacionados à matéria, fez com que tudo começasse.


"Eu, Maurity Cazarotti, comecei o RP e PP sem pensar na importância que um blog tem, contrariando as pessoas que diziam que os blogs não eram eficazes e não ofereciam interatividade como os sites, ou que os mesmos estão cada vez mais irrelevantes ou com conteúdo cada vez mais poluídos com banners de publicidade colocados a torto e a direita. 
Me baseei nessas premissas para escrever e montar um bom layout (obrigado Antônio Juan), pois acredito que devemos tratar o leitor com carinho e não atirar uma bomba recheada de marcas, números de telefone e etc. Alguns acham estranho, um blog de publicidade não ter sua parte comercial, mas acho que a parte de relações públicas que está contido nele prefere conteúdo institucional. rs (Poderemos ter essa parte um dia, mas de maneira alguma poderá atrapalhar o conteúdo principal)." 


Logo no primeiro ano conseguimos notoriedade e participamos de uma mesa redonda realizada com blogueiros na cidade de Uberlândia. Fomos eleitos em 2010, na categoria blog próprio de comunicação, como TOP 100 no Brasil pelo site TOPBLOG, graças ao seu voto. Fomos eleitos também no final do ano um dos 29 blogs que merecem ser visitados pelo portal RP-Bahia, do professor Marcello Chamusca. (Clipping RP e PP)


Fizemos parceria com o blog Stilo a Juan, do nosso amigo Antônio Juan, um aspirante a publicitário, muito talentoso na área de design de imagens e com o blog Uberlandina, da queridíssima professora Adriana Souza. Visite os nossos blogs parceiros clicando aqui!
Criamos alguns programas para que o leitor pudesse acompanhar melhor nosso blog, onde abordamos variados temas.


Nossos programas:

Temos projetos para o ano de 2011 e começamos reforçando nosso time. Trouxemos de Araguari, a capital mundial da beleza, o Rochel Rodrigues, veja na sessão "Os Autores". Estudante de Relações Públicas em Uberlândia MG, e estamos preparando mais novidades que contaremos no decorrer do ano.


Dia 04 de abril de 2011, completamos 1 ano, graças a ajuda de vocês leitores e seguidores do Twitter @blogrpepp, que sempre participaram das nossas postagens, seja comentando ou por um simples RT. Hoje, viemos agradecer a quem tanto pedimos ao longo desses 12 meses.


Obrigado



Quando estamos juntos, somos fortes!



quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Posicionamento e a subjetividade do que é qualidade.


Posicionar-se nunca foi tão difícil como nos dias de hoje. Prometer nunca foi tão complexo, ou melhor, cumprir nunca foi tão complexo. 
Quando prometem qualidade então, o que você pensa?
Se uma loja de sapatos te prometer qualidade, você pensa em atendimento, preço, qualidade dos produtos vendidos, ou o que? Difícil não é?


Simples! Qualidade é um termo genérico e muito subjetivo, pois, enquanto eu penso no preço como algo que qualifica a compra, você e o outro leitor que está junto com você (você chamou mais gente pra ler o RP e PP né?) pensa completamente diferente, então qual o motivo de prometer qualidade?


Em uma época onde a padronização imperava e os produtos eram literalmente empurrados goela abaixo, o que existia era um pedido desesperador por mais qualidade, explicando melhor, as pessoas gostariam que seus carros não quebrassem tanto, que suas cartas chegassem mais rápido, que sua comida estivesse apta para o consumo... percebeu? Tudo isso pode ser modelo de posicionamento. "Minha empresa entrega mais rápido". "A minha faz o carro mais seguro do mundo".  Lembrou de alguma organização lendo essas frases? 
Algumas empresas se posicionam de maneira diferente, onde o apelo principal é a emoção, o mexer com o ego do cliente, os  chamados arquétipos. "Abra a felicidade". "Venha para o mundo de Marlboro", onde o cowboy simbolizava a liberdade, estes também são inconfundíveis.


O posicionamento serve para que você enquanto empresa, não confunda as pessoas, e você, enquanto consumidor, não troque o famoso gato pela lebre. 


O blog que fala de Relações Públicas, Publicidade e Propaganda.

domingo, 13 de fevereiro de 2011


Ipad

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Pois então pessoal, apresentamos alguns vídeos do Ipad para que vocês possam visualizar a grandeza que é dada a esse produto nos comerciais Apple, assim como todos os produtos que a marca produz.
A Apple possui um jeito todo diferenciado de tratar seus produtos, desde seus lançamentos, Steve Jobs costuma convocar a imprensa especializada e os formadores de opinião para assistir as maravilhas que a "Maçã" pode fazer, o que pode ser arriscado, pois na maioria das vezes os produtos ainda estão em fase de teste. (Veja o que aconteceu com a apresentação do Iphone 4).


Para confirmarmos toda essa adjetivação por parte do Mr. Jobs para com seus produtos, vamos mostrar o vídeo de lançamento do Ipad. Veja e confirme.

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Maravilhoso!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O Publicitário



O que será que essa pessoa faz nas férias?


Ideia de Publicitário


Com certeza o publicitário é um ser diferente dos demais. Enquanto você pessoa normal vai à praia, aproveita para dormir até mais tarde, faz cooper, começa um regime e etc, o publicitário pesquisa os lugares novos que abriram na cidade, podendo ser: um restaurante novo, um supermercado, um shopping, um lava rápido, ou seja, uma coisa qualquer que tenha uma caixa registradora e gere lucro no final do mês.


Qual o motivo do publicitário fazer isso?


Enquanto você, pessoa normal, com pressão arterial 12 por 8, tenta descansar a cabeça e fugir dos problemas, o publicitário não para de analisar o mercado. Aquela nova loja que ele visitou ou o restaurante que ele foi servirão para que ele faça uma pesquisa pessoal de satisfação e logicamente fará também sua matriz competitiva cruzando dados como atendimento e preço para medir o custo benefício daquele lugar. Como já dissemos esse "ser" é complexo.
O publicitário faz isso inconscientemente, alguns chegam a ser tão loucos a ponto de saberem quanto um supermercado fatura por ano pelo número de checkouts que o estabelecimento possui.


Tá aí o motivo da grande maioria das pessoas serem vítimas do marketing...


Enquanto você monta sua piscina de 1000 litros, descolore os pêlos do corpo e faz aquele churrasco no quintal de casa, o publicitário leva o carro no lava rápido que acabara de abrir, enquanto lavam seu carro ele dá uma volta no shopping novo, passa no restaurante que inaugurou semana passada e depois pega o carro para fazer suas compras no supermercado de uma rede nova na região, tudo para saber o que você está consumindo. 
Na verdade ele até gosta de almoçar fora e fazer suas compras, mas gosta mesmo é de dinheiro, dinheiro que vem honestamente por meio de pesquisa de campo realizada em período de alta demanda.


E o aspirante a publicitário?


O estudante publicitário, legal falarmos sobre os de começo de curso, saem com suas namoradas em locais que viram em anúncios, comem comida saudável mesmo sem gostar.
O estudante que ainda não tem renda fixa pede dinheiro para o pai, fazem programas geralmente em grupo, mesmo sendo individualistas.
Depois eles se formam e começam a fazer o que um publicitário de verdade faz. TRABALHAR! O TEMPO TODO.






Ser publicitário é bom, mas cansa!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O Publicitário

Adivinhem se o tal trabalhador disse à sua mãe se seria publicitário quando crescesse? Não mesmo!
Ninguém sonha em ser publicitário. Mamãe adoraria ter um filho médico, porém todo vestibulando indeciso vira publicitário e todo publicitário é imprevisível.
Quando pequenos, somos vítimas do marketing e suas mensagens, tudo é lindo e perfeito, pois ainda não sabemos nada sobre esse mundo.
No ensino médio, muitas vezes, compramos coisas que os colegas acham ser legais e não sabemos, ou pelo menos nem pensamos, que tudo isso é estudado.

Saímos do ensino médio, repito, indecisos, e de repente, pá! Publicidade.
Logo quando entramos, descobrimos que a sala de aula está cheia de gente sonhadora, que deseja ser de tudo, menos publicitário. Querem ser atores, montando grupos de teatro, cantores, formando duplas sertanejas e grupos de rock, mas toda a ilusão da facilidade que possa ser o caminho a percorrer cai por terra e o que era um cavalo branco, se torna um jumento barulhento que não sairá do lugar até que algum esforço seja feito.

Poucos entram conscientes do que estão fazendo, parece até que o curso é um grande cassino, onde se entra com tudo e muitas vezes se sai com nada. Quando passamos pelo período crítico de desistência iminente, começamos a ver tudo com olhos mais precisos, ou pelo menos pensamos que sabemos, uma vez que achamos uma droga, aquela propaganda que rendeu um crescimento de 30% nas vendas daquela fabricante de lã de aço e achamos um máximo toda gracinha feita pelo garoto descolado que rendeu milhares de processos por um erro de português.


O publicitário é um adolescente impolgado que se veste de maneira descolada, deixa a barba por fazer e usa ALL STAR. Dificilmente encontramos algum usando terno sem reclamar da gravata e mancando por causa da bolha que acabou de adquirir no calcanharn pelo não costume de usar tal vestimenta, mas também ajuda pessoas perdidas a acharem seu caminho. Sendo PUBLICITÁRIOS.


Publicidade. A gente vê por aqui!




Texto sem intenção nenhuma de machucar o ego de um publicitário. Mas sim com intuito de rasgar o "para-quedas" de pessoas que não sabem o que estão fazendo!









quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O Publicitário

O Publicitário...

Poder ser aquele cara que sabe tudo, mas nunca sabe explicar para os outros o que realmente faz.
Pode ser aquele homem de terno e gravata da televisão que demite todo mundo sem dó nem piedade.
Pode ser o cara que aparece nos filmes tendo ideias infalíveis mesmo sendo malucas.
Pode ser um simples ser humano, falível e disposto a acertar mesmo quando erra, um ser humano qualquer.



O publicitário carrega um glamour que não existe consigo, pergunte ao estudante de primeiro período de publicidade qual curso ele faz, com toda certeza ele irá encher o peito e dizer o nome do curso como se estivesse recitando uma poesia de Castro Alves, como se fosse algo supra-sumo.
Agora se perguntar o que um publicitário faz, aparecerá uma doença que ataca a todos que fazem parte dessa roda, o Mal de Alzheimer.
 
O caso é que não convivemos com a profissão desde pequenos. Sabemos o que um bombeiro faz, um advogado, médico, engenheiro e etc, mas publicidade não faz parte dos sonhos de quem quer crescer e ser alguma coisa. Ninguém assiste uma propaganda, se enche os olhos e diz: “é isso que quero ser quando crescer”, ainda mais com a qualidade do que anda sendo veiculado.

Desculpem a franqueza mas tirei esses dias para fazer uma avaliação do que estou fazendo e realizar um parâmetro sobre o que as pessoas ao meu redor estão fazendo.


Quando passei para publicidade confesso que achei um máximo, mas logo vi que as pessoas querem o bônus sem olhar para o ônus, querem os fins sem justificar os meios e acabam se dando mal por descobrirem que são apenas publicitários.
 
Somos apenas publicitários

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Você é sua própria liderança!

Pode parecer meio estranho, mas liderar é ter uma visão do coletivo.

?
Presenciamos todos os dias, vários artigos sobre liderança, os populares: Como ser um líder em 10 passos, O que um bom líder precisa ter...

Na verdade, acreditamos que ser líder é mais do que dez passos, ou até mesmo uma cartilha onde se segue os mandamentos e pronto, mais um líder no mercado.

Saber conviver com gente é essencial para qualquer líder, isso é inegável, mas como explicar as grandes lideranças que mesmo sem essa qualidade, são grandes líderes? Não é uma excessão à regra, pois encontrar esse tipo de líder é comum. Talvez tenham sucesso por saber delegar funções, pois a política do medo não funciona mais, a não ser que se o grupo "comandado" não conheça seus direitos (isso até mesmo na política).

O que queremos realmente é polemizar esse assunto, parar com essa receita de bolo que vemos em livros, sites, cartilhas, tutoriais... e posicionar frente a essa dádiva de liderar dizendo que isso é subjetivo. Isso mesmo, subjetivo, pessoal, vai de cada um e etc.

Para que essa discussão seja completa, não queremos perguntar pra você o que acha que deve ter um líder, pois com isso contrariaríamos a ideia, mas sim queremos perguntar o que VOCÊ tem que o torna uma liderança. Pode postar o que quiser. É livre! 

Você é sua própria liderança!

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