Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

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quarta-feira, 15 de março de 2017

#Eventos: Terceira edição de palestra sobre Redes Sociais ocorre em março

Objetivando incentivar a compreensão sobre a importância das redes sociais para as empresas, a terceira edição da palestra ”Redes sociais: impacto e diferenciais nas empresas” ocorre no dia 22 de março, das 14h às 16h no Farol Coworking. O encontro destina-se, principalmente, a estudantes de comunicação e profissionais que queiram aprofundar seus conhecimentos. 

A palestra visa mostrar a importância das mídias sociais como diferencial em meio a um mercado competitivo, bem como explicar algumas técnicas para gestão dessas plataformas. A partir de aula expositiva, discussão de cases e interação entre os inscritos, a ministrante Francielle Falavigna aborda a conceituação, planejamento e estratégia das principais redes sociais, bem como a importância dessas plataformas para empresas iniciantes.

Interessados podem fazer a inscrição mediante doação espontânea de valor escolhido pelo próprio participante pelo site www.farolcoworking.com.br/eventos. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail contato@farolcoworking.com.br ou pelo fone (51) 3024-0048. As vagas são limitadas!

Serviço:

O que: Redes sociais: impacto e diferenciais nas empresas;

Quando: 22 de março;

Horário: das 14h às 16h;

Local: Farol Coworking - Rua Coronel Bordini, 487 - 3º andar, Porto Alegre;

Inscrições: pelo site www.farolcoworking.com.br/eventos, com doação espontânea de valor escolhido pelo próprio participante.


Foto: Visual Hunt

Sobre a ministrante: Francielle Falavigna

Graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas (2015) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), é atualmente, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da mesma instituição sob orientação da Prof.ª Dr.ª Cleusa Maria Andrade Scroferneker e estudante do curso de bacharelado em Gestão em Saúde pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). Durante a primeira graduação atuou como Bolsista de Iniciação Científica BPA/PUCRS/2014-2015 no projeto coordenado pela Prof.ª Dr. Cleusa Maria Andrade Scroferneker, As Mídias Sociais e a (re) significação das Ouvidorias Virtuais nos Hospitais Universitários Brasileiros. Integrou, ainda, o Grupo de Estudos Avançados em Comunicação Organizacional (GEACOR), da PUCRS, e foi responsável pela assessoria de Comunicação e Relacionamento na agência de Comunicação Integrada, Comunicative.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Evento da USP reúne comunicadores para discutir as transformações da comunicação

Você conhece o Ciclorama? Dá uma olhada nesse evento!

O Ciclorama é um evento realizado anualmente pela Agência de Comunicações ECA Jr. da Universidade de São Paulo. Este ano, o evento oferece palestras, mesas de conversa, mini talks e workshops, e busca também tratar a comunicação de forma mais dinâmica.

O tema da 13ª edição,“A comunicação (se) transforma”, aborda como a comunicação é capaz de transformar as pessoas, gerando impactos positivos na sociedade; e, ademais, é passível de transformação, em razão da utilização de novos meios de comunicação e de novas linguagens.

Nas mesas de conversa e nos mini talks, destacam-se a participação dos cineastas Marina Person e Daniel Ribeiro, de representantes do coletivo feminista Think Olga e do núcleo de inteligência Think Eva, do canal do youtube Canal das Bee e das páginas de facebook SP Invisível e Humans Of São Paulo. Ocorrerá também um workshop idealizado pela Fundação Estudar.

O coffee do evento conta com apoio de marcas como Mr. Cheney, Ana Maria e Pipocas Clac. Além disso, serão realizados sorteios de produtos. Livros serão oferecidos pelas editoras Summus Editorial, Companhia das Letras, Paulus, Edicon e Boitempo Editorial. Ingressos para peças de teatro foram concedidos pela Reserva Cultural, pelo Teatro Gazeta e pelo Teatro Ressureição. A Molin oferece kits de papelaria e a Yes Brasil pastas. A Natura além de marcar presença na programação, disponibilizou, ainda, kits da linha Sou.

Tudo isso ocorre nos dias 25, 26 e 27 de outubro, na Escola de Comunicação e Artes da USP, na Cidade Universitária. Para mais informações, basta acessar o evento no facebook.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Conteúdo + Criatividade + Dados = Relações Públicas Digitais. Workshop com Amanda Takassiki e Florilson Santana #RPWeek

A tarde do quarto dia de atividades da RP Week, na Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, foi, mais uma vez, repleta de informações e disseminação dos conceitos de Relações Públicas e o Workshop "Relações Públicas Digitais", com os RPs Florilson Santana, criador da página RP Depressão e Amanda Takassiki, criadora da maior fanpage sobre RP do Brasil, a RP Brasil. Com tantos cases pessoais na área de digital, a Amanda e o Floris (como todos o conhecem), encheram a plateia de informações e dicas relevantes.

Muitas discussões aconteceram e a apresentação se transformou em um grande bate-papo. Segundo os palestrantes, em consenso, não exite uma receita de bolo para fazer sucesso nas redes sociais, ou seja "não fique preso em ter que postar em horários estipulados por e-books ou publicações e estude o seu público-alvo", disse Amanda, sobre o fato de muitos social medias ou produtores de conteúdo ficarem presos às regras e se esquecerem de quem consome, de verdade, o que é produzido.

Várias dúvidas surgiram sobre impulsionamento de publicações, a utilização do humor para a produção do conteúdo, monitoramento e, até mesmo, como cobrar pelo serviço. A questão dos impulsionamentos foi abordada com uma dica que vai de encontro ao monitoramento do comportamento das pessoas em relação ao conteúdo - se o conteúdo obteve bom engajamento, sem um investimento, talvez valha a pena investir neste conteúdo para aumentar, ainda mais, o engajamento e o retorno da ação. A cobrança do serviço é algo ainda muito dolorido para o comunicador e isso ficou muito claro na exposição da Amanda e do Floris. "Algumas pessoas cobram pelas horas trabalhadas, outras, querem participar dos lucros das ações", disse Amanda.

Floris é exemplo de humor nas redes sociais. Ele atua de maneira super criativa à frente da fanpage RP Depressão. Ele explicou que o humor é uma estratégia valiosa e que já vem sendo utilizada com maestria por algumas páginas, como: Prefeitura de Curitiba, Giraffas, Esporte Interativo, entre outras. Ser criativo é uma somatória de fatores que passa pelo fato da pessoa ser curiosa, observadora, que opte pelos caminhos incomuns, que se inspiram nos acontecimentos atuais para fazer conteúdos sensacionais e, acima de tudo, de que façam das suas ideias uma realidade!

O conteúdo em redes sociais é algo maior do que só informar. É uma forma de fazer relacionamento e criar relevância. Ficou claro no workshop que a personalização dos conteúdos, de acordo com personas, que a constância e que a criatividade fazem parte das boas práticas de Relações Públicas Digitais. Floris e Amanda são exemplos vivos do sucesso de ações digitais e passaram, sem medo, conhecimentos e atalhos para quem participou da atividade.

Florilson Santana e Amanda Takassiki no Workshop "Relações Públicas Digitais"

No fim, a mão na massa!

Grupos foram montados para pensarem em ações de lançamento para a segunda temporada de Narcos. Muitas ideias loucas (no bom sentido) apareceram e, de uma vez por todas, confirmamos que o profissional de Relações Públicas é extremamente criativo. 

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Ser diferente é ser alvo! Um texto sobre desrespeito e redes sociais.

Logicamente que falta esperança e muito de senso do ridículo para quem ataca pessoas em redes sociais. O insulto nunca foi tão utilizado, ou melhor, nunca foi tão mal utilizado, como é nos dias de hoje. Mas, como assim, mal utilizado? Bem! Em um tempo não tão distante, os homens (lê-se "espécie humana") se ofendiam por ideais, objetivos e, por mais errado que isso seja, ao menos, existia um objetivo. Hoje, se insulta, denigre, maltrata e achincalha qualquer um, por coisa nenhuma, seja essa pessoa, um negro, uma mulher, um deficiente, alguém com uma religião diferente da sua, alguém com time de futebol ou partido político diferente do seu.

O fato é que as pessoas possuem um medo gigante de perder o seu espaço, seja para um negro, uma mulher, um deficiente ou qualquer outro chamado diferente e, infelizmente, isso sempre vai acontecer. O sentimento de medo sempre vai existir. O sentimento de pertencimento sempre vai existir. As diferenças sempre existirão! Talvez o que eu esteja escrevendo seja duro e você discorde, mas, felizmente, no meu caso, eu vou te respeitar, seja quem você seja. 

Foto Reprodução

Há pouco aconteceu o caso com a Taís Araújo, atriz e estrela de vários sucessos em novelas, filmes, seriados e no teatro também. Já são muitos anos fazendo sucesso! Muitos anos atuando e sendo uma figura pública notável. Aí eu te pergunto: Como, só agora, tivemos uma onda de insultos e ataques preconceituosos contra ela? (pergunta retórica) A gratuidade das palavras dirigidas à Taís é o retrato do que é ser diferente nas redes sociais. Ser diferente é ser alvo! Pergunte para um dos insultadores o que é preconceito e o que significa ser diferente e eu garanto para você que um discurso digno de ONU e Prêmio Nobel sairá da boca dessa pessoa. (citei a Taís Araújo que é o caso mais recente, mas, temos muitos outros, infelizmente).

O fato é que todos sabem os seus papéis (ou deveriam saber). As redes sociais funcionam como um véu protetor e geram mais factoides que incitam mais e mais atos como esses. É necessário punição! Enquanto o respeito às diferenças for assunto para feministas, religiosos, movimentos negros, políticos e quaisquer outros movimentos, nunca teremos paz de verdade. Respeitar o outro e a sua diferença não é movimento ou ativismo. É só obrigação!

No mais, vou ficando por aqui com o sentimento de decepção com os acontecimentos, porém, convicto de que, por meio deste blog e através do meu esforço nas aulas que dou na faculdade e nas conversas com pessoas do bem, estou informando e, por consequência, dando subsídios para as pessoas se tornarem melhores (e me tornando alguém melhor também). Não compartilhe ódio gratuito, muito menos remunerado, nas redes sociais. Torne esta ferramenta valorosa em um campo aberto para trocar ideias sadias. Não desperdice sua energia insultando o outro. Seja humano e se comunique com verdade!


segunda-feira, 22 de junho de 2015

Entenda como um RP atua nas agências de marketing

Os profissionais de Relações Públicas, assim como de outras áreas da comunicação, estão cada vez mais presentes nas áreas de marketing digital, com funções mais variadas e que auxiliam no desenvolvimento de áreas como SEO e mídias sociais. Já se tornou indispensável a presença desses profissionais em consultorias em SEO e as possibilidades de atuação são diversas.


O profissional de relações públicas é indicado pela sua capacidade de transpor para o universo digital diversas características necessárias para o desenvolvimento das empresas, como visão de futuro, alinhamento de estratégias, branding e conhecimento do universo do cliente. Esses elementos fazem com que os profissionais de RP se destaquem na área de marketing digital e sejam cada vez mais promissores dentro das consultorias em SEO.

Para quem deseja ingressar na área de marketing digital, algumas características profissionais são essenciais para fazer com que o profissional se destaque e tenha mais oportunidades de crescer, entre elas estão:

· Adaptação constante;

· Remodelagem;

· Inovação;

· Atualização;

· Comunicação.


RP e Marketing

Os profissionais de relações públicas atuam em diversas funções dentro do marketing digital, o que permite que eles apliquem o know-how da área para propor mudanças e reformulações nas empresas em que atuam. Algumas áreas onde esses profissionais atuam são:

· Planejamento de mensagens e posicionamento;

· Estabelecimento de metas e indicadores de desempenho;

· Pesquisa de audiência;

· Criação de conteúdo;

· Execução de campanhas em mídias diversas;

· Pesquisa de canais;

· Medição dos resultados.


Mas como essas áreas são importantes para o desenvolvimento de campanhas de marketing digital? O RP pode participar de todas as fases de uma campanha, desde a pesquisa que antecede a estratégia, o desenvolvimento das ações visando atingir o público-alvo, a divulgação e posteriormente as métricas para avaliação dos resultados. O envolvimento do profissional em todas essas etapas do marketing faz com que ele esteja mais completo e tenha mais possibilidades de desenvolver-se profissionalmente, além de somar mais conhecimento para aplicar nesta e em futuras experiências.

O profissional de relações públicas é, atualmente, fundamental para as consultorias em SEO devido seu dinamismo e conhecimento em processos de comunicação, pesquisa e relacionamento, elementos todos fundamentais para a área de marketing e para as empresas em geral.



Post Colaborativo por WSI Marketing na Internet.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Uma breve reflexão sobre a tecnologia e o afastamento das pessoas, por Rafa Goudard

Antigamente as pessoas viviam mais grudadas...
...os vizinhos conversavam nas janelas, nos supermercados, padarias e entre outros lugares. 

Na época não existia nem televisão, celulares, IPads, IPhones e telefones. 

As pessoas escutavam as notícias através dos rádios que ficavam na sala de cada casa. 

Com a chegada da tecnologia na vida das pessoas começou o afastar do convívio diário fazendo com que cada um vivesse no seu mundinho de uma forma diferente. 


Raramente, hoje, se vê amigos se encontrarem em "barzinhos" para jogar conversa fora e rirem um pouco sobre a vida...
...tudo agora e através do whatsapp. 

As pessoas ficam 24 horas conectadas com a internet que até se esquecem que existe vida fora das redes sociais. Os aplicativos, ao mesmo tempo, fizeram as pessoas se afastarem e tudo ficou artificial demais.

*Rafa Goudard é Administrador, músico, pianista, escritor, poeta, cronista e compositor de Uberlândia-MG. O Rafa nos enviou este pensamento, que é fruto da experiência vivida por ele e, em uma crônica rápida e de muito bom gosto, ele compartilhou seu sentimento conosco.

Conheça mais o Rafa! Instagram.com/rafagoudard

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Para entender o Snapchat. Não! Esse post não vai sumir em 10 segundos. Entrevista com a RP e Social Media Amanda Oliveira

De tempos em tempos, uma rede social surge para modificar o jeito de comunicar, seja entre pessoas, entre empresas ou entre empresas e pessoas. Esse movimento faz com que pessoas e marcas estejam em mais de um lugar ao mesmo tempo, sem fazer mágica! A grande magia, neste caso, é saber como tratar o público, entender as ferramentas e os seus propósitos e, acima de tudo, conseguir se sobressair em meio a tanta opção, em meio a tanta funcionalidade!

Hoje, vamos falar do Snapchat, uma rede social, no mínimo, diferente e, pra ajudar nessa missão, convidamos a Amanda Oliveira que é formada em Relações Públicas pela ECA-USP e pós-graduada em Teorias e Práticas da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero. Atua na área de comunicação desde 2005, tendo passado pelas áreas de assessoria de imprensa, comunicação interna e comunicação institucional, em agências e empresas. Desde 2010, tem atuado com foco em comunicação digital. Hoje, é coordenadora de social media na VML Brasil e ministra treinamentos in-company para agências e empresas que estão em busca de melhorar suas estratégias de redes sociais.

Vamos para o nosso bate-papo!?

RP e PP - Amanda, pra você, qual a utilidade do Snapchat para pessoas comuns e qual a maior utilidade da rede para as empresas?

Amanda -  Para a população em geral, o Snapchat é uma ferramenta de comunicação com amigos, que une as funcionalidades de um aplicativo de mensagens instantâneas com as funções de uma rede social. Com ele, é possível compartilhar fotos e vídeos curtos, tanto de forma privada quanto de forma pública. 

O principal diferencial desta nova rede é seu caráter instantâneo: tudo o que é compartilhado é gravado ou fotografado diretamente no app. Ela foi pensada para que pudéssemos compartilhar a vida ao vivo e para que nada ficasse registrado. O importante no Snapchat é o momento e nada mais. Para as empresas, essa característica abre algumas possibilidades para trabalhar a comunicação de forma mais transparente. Por meio do recurso "Histórias", é possível mostrar ao público, por exemplo, os bastidores de um evento, o processo de fabricação de um produto, o dia a dia de seus executivos etc. 

Além disso, o caráter efêmero das publicações faz com que o Snapchat seja uma boa ferramenta para conceder descontos, por meio de cupons que expiram após 24h de seu lançamento ou comunicar promoções e outras ações especiais. Além disso, é possível propor aos seguidores tarefas e desafios, que farão com que a empresa receba deste público "snaps" e tenha uma visão mais humana e verdadeira sobre o tema proposto. Estas são apenas algumas entre as inúmeras possibilidades que estão se abrindo com a adoção desta nova ferramenta.


RP e PP - O Snapchat é uma rede rotulada pela seu uso ser maior entre os jovens/adolescentes. Isso é verdade? Qual o verdadeiro público do Snapchat?

Amanda - As pesquisas confirmam que o Snapchat é usado, em sua maioria, por jovens de 18 a 24 anos. Mas, acredito que a adoção por outras faixas etárias é uma questão de tempo. Afinal, o aplicativo está sendo melhor compreendido agora. Até pouco tempo atrás, ele era visto apenas como uma forma de trocar fotos comprometedoras com seus amigos e isso acabou afastando potenciais usuários que hoje já estão entendendo melhor suas reais possibilidades.


RP e PP -  O Snapchat deu certo no Brasil? Existe espaço para a rede crescer em termos de conquista de usuários e, consequentemente, ser uma boa opção de mídia, como acontece com o Facebook, por exemplo?

Amanda - Acredito que, no Brasil, o Snapchat está em uma fase de pleno crescimento. Vejo que muitos profissionais que trabalham com conteúdo na internet, como blogueiros por exemplo, estão aderindo à rede e isso com certeza fará com que cada vez mais usuários se interessem por ela. Ainda há muito para crescer sim. Sobre a questão de investimentos em mídia, sinto que a ferramenta ainda tem muito a se desenvolver nesse sentido. Hoje, as métricas disponíveis sobre o consumo dos "snaps" são muito restritas, o que dificulta o convencimento na hora de propor e decidir em quais meios é mais recomendável fazer investimentos em ações especiais e anúncios. 

Mas, tenho certeza de que isso já está sendo analisado, pois com o lançamento da ferramenta Discovery, o Snapchat mostrou que não é avesso ao uso da rede por empresas. Quando esse amadurecimento acontecer, sem dúvida o Sanpchat será uma ótima opção de mídia para quem quer atingir o público jovem. E o Facebook sabe disso, tanto que já tentou comprar a rede no passado.


RP e PP - Aproveitando o gancho da pergunta anterior. Como as empresas podem aproveitar a rede para realizar negócios?

Amanda - No momento em que um usuário adiciona o perfil de sua empresa, você o adiciona de volta para que a comunicação aconteça. Isso abre um canal direto entre a empresa e seus públicos que pode ser usado para construir relacionamentos, prestar atendimento etc. Com uma comunicação planejada, contemplando ações de marketing direto, SAC 2.0, community management etc., é possível realizar negócios dentro da própria rede.

RP e PP - Sobre ações! Se você pudesse apontar um caso de sucesso, qual você apontaria?

Amanda -  Um case que ficou famoso foi o da WWF Dinamarca, que aproveitou o gancho da efemeridade das fotos da plataforma em prol de uma causa ambiental. A ação se chamava #LastSelfie e mostrava imagens de animais ameaçados de extinção, com a frase: "não deixe que esta seja minha última selfie". A história trazia também as informações para que os usuários pudessem fazer suas doações. A ação gerou um grande buzz fora do Snapchat, com cerca de 40 mil tweets em uma única semana. E a meta de doações foi batida também em sete dias. Uma combinação perfeita de: bom uso da plataforma, storytelling, conexão emocional e boa execução. (vídeo abaixo)


Informação!

Segundo o último relatório da comScore, o Instagram é a segunda rede social mais usada por pessoas entre 18 a 34 anos, com 43,1%, enquanto que o Snapchat vem em terceiro, com 32,9%, e esse número só cresce, devido ao desejo de compartilhar, de maneira rápida e simples, vídeos e fotos. A diferença é que, no Snapchat, a intenção é fazer isso com privacidade e de maneira direcionada. 

Nosso agradecimento à Amanda, que foi ligeira ao responder nossa entrevista e deu uma bela explicação sobre a rede. Desejamos muito sucesso pra você, Amanda! 

Gostou do post de hoje? Que tal contribuir com a gente e deixar seu comentário? Fale um pouco sobre a sua experiência com o Snapchat, o que acha dele... Espero que tenha gostado!

quarta-feira, 25 de março de 2015

Um cliente insatisfeito conta para 11 pessoas a sua insatisfação. Ah tá! Vai ver como é nas redes sociais... por Paola Danyelle

Melhoria do poder econômico e aquisitivo! Pessoas com maior acesso à internet e consequentemente às redes sociais! Plataformas e mais plataformas de interação caindo no gosto popular! Nesse contexto, várias marcas observaram uma oportunidade de se aproximar de seus clientes, promover interações e entrega de conteúdo. Na teoria a ideia é ótima! Estar próximo de seus clientes dialogando e interagindo com eles, mas, nem sempre as empresas conseguem fazer isso da melhor forma e o que poderia ser uma ferramenta de aproximação para as marcas, torna-se um pesadelo para a comunicação.

Recentemente temos vistos vários casos em que marcas consagradas escorregaram na sua comunicação digital e colheram espinhos ao invés de flores. Acontece que como as pessoas estão em redes sociais interagindo entre si e com as empresas, quando a comunicação gera outro significado ou ruído o fato não fica mais isolado e expande-se por todo o ambiente digital. Trata-se daquele velho conceito - Philip Kotler - de que um cliente insatisfeito conta para 11 outras pessoas a sua experiência negativa, mas, nas redes sociais essa escala se amplia, de tal maneira, que fica quase impossível mensurar a quantidade e o nível dos danos de imagem causados.

Campanha Risqué - Foto Divulgação

Poríamos citar vários casos de empresas que, simplesmente escorregaram, mas recentemente, vimos a Risqué, que foi criticada pelo nome escolhido paras os esmaltes da sua nova coleção, demonstrando como uma repercussão negativa pode, literalmente, se alastrar pelo ambiente digital e, em alguns casos gerar opiniões diversas. Outro caso recente envolve a TIM, que lançou um comercial mostrando os benefícios da sua internet em um comercial ao vivo, via 4G - tá certo que a comunicação foi off-line, mas, gerou uma repercussão negativa nas redes sociais, mostrando que os usuários do serviço não compactuam com tal qualidade demonstrada no comercial.

Tão grande foi a resposta dos internautas sob a alegação de que o comercial não retratava a realidade dos serviços que a própria empresa prometeu mostrar o making-off do comercial para demonstrar que o seu 4G, de fato funciona. Até o momento, nada foi apresentado (apenas um Making Of que não prova se a ação foi, realmente, ao vivo - veja).



Esses casos demonstram que, ainda que os profissionais de comunicação sejam os mais adequados e preparados é importante a presença de um profissional de Relações Públicas que faça o constante monitoramento das redes sociais para sondar o ambiente digital, prevenir de possíveis ataques e críticas às marcas entendendo a melhor linguagem e forma de engajamento de cada público e, principalmente, para gerenciar uma situação de crise como ocorreram nos casos citados.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Facebook. Uma rede cheia de "redes"


 Texto de Paola Danyelle.
Uma das redes sociais mais famosas do mundo, o Facebook transformou a forma como as pessoas vêem os websites de relacionamentos. Essa ferramenta criada em 2004 e aberta ao público em 2006 tornou-se uma vitrine mundial para que as empresas pudessem expor suas marcas, além de criar um marketing de relacionamento efetivo com os consumidores.
            São várias as companhias presentes na rede de relacionamentos buscando por exposição e uma forma de se aproximar de seus clientes, desde as grandes multinacionais até empresas locais que vêem na ferramenta uma boa oportunidade de negócio.
            No entanto a forma como a rede social é vista pelos usuários pode afetar a imagem das empresas? Se a plataforma tornar-se desinteressante qual o risco e o impacto que as empresas que usam essa ferramenta para divulgar e se aproximar do seu público irão sofrer?
            Atualmente o Facebook busca inovar e incrementar sua interface com o usuário buscando sempre melhorias para entreter os usuários, no entanto algumas ações da companhia podem não ter o resultado esperado. Um exemplo, são duas ações recentes em que em uma primeira situação os usuários viram seu direito de escolha ser cerceado, quando foram obrigados a adotar a nova página de perfil sob a denominação de Linha do Tempo que até tempos atrás, era um item opcional.

Além disso, a introdução de links patrocinados, na visão de alguns usuários, polui o layout do site. Essas ações são exemplos que a satisfação dos integrantes da rede pode levá-los ao desinteresse dos mesmos pelo website e desta forma distanciar o público das empresas que se utilizam desta ferramenta como forma de relacionar-se com seus clientes. Desta forma é preciso que as companhias, tanto as grandes empresas como as pequenas pensem em estratégias diferenciadas para manter o relacionamento com seus clientes conquistado pelo uso do facebook, até porque ligar a imagem da marca com a de uma rede social é útil, mas arriscado visto que a insatisfação na plataforma pode estender-se a empresa.

 

domingo, 31 de julho de 2011

Inteligência de Mercado Aplicada a Social Media



A palestra do Alfredo Passos da ESPM no #expon, sobre Inteligência de mercado aplicada a social media, clareou várias questões para quem se interessa pelo assunto. Alfredo nos disse que antes que uma empresa pense no que vai fazer nas redes, ela deve trabalhar as estratégias que irão utilizar. 


Por que inteligência? Temos muitas perguntas e poucas respostas, pois hoje, tudo está englobado nas competições, concorrência, mudanças dos clientes e consumidores, etc. 
O IC (inteligência competitiva) é um componente crucial e emergente na economia do conhecimento. Ao analisar os passos de seus concorrentes, as empresas vão conseguir antecipar futuras direções e tendências do mercado, ao invés de só produzirem para o presente.


A Inteligência de Mercado é conseguir coletar, tratar, analisar e apresentar informações sobre os concorrentes, clientes, consumidores e tendências de mercado. Quando a empresa decide entrar nas redes sociais, ela precisa fazer uma análise do que vai ser importante pra empresa nessa rede social. Não existe a necessidade de se entrar em todas as mídias digitais se em algumas ela não vai conseguir nenhum feedback. 

Ela tem que levar para o ambiente interno o que está acontecendo no ambiente externo, as novas tecnologias, onde elas podem ajudar e onde a empresa poderá desenvolver seus negócios. Por isso, na sociedade em que vivemos, não existe mais lugar para empresas que privam seus funcionários de estarem conectados às redes sociais. É praticamente perder dinheiro e limitar o capital intelectual.




Post da leitora Ana Leite, @anaceliamilk, que é Social Media da banda gospel de Miami Revelation S.E.E.D. (Seperate Entities Eternally Delivered) e faz Relações Públicas na UFMA, Universidade Federal do Maranhão.





quinta-feira, 30 de junho de 2011

O Publicitário


O blog RP e PP traz orgulhosamente a série que ninguém leu porque não entendeu. "O Publicitário" é um oferecimento de Empresa Nenhuma e Ninguém.com, uma sociedade perfeita!

Hoje é 30 de junho, dia das mídias sociais, mas como estamos na série, O Publicitário, hoje é o Social Media Day, pois como já dissemos em postagem anterior nesta mesma coluna, este profissional diversifica seu português com palavras e expressões em inglês.
O grande boom das redes transformou esse e outros profissionais, uma vez que falamos de mídias, círculo de relacionamento, economia de tempo e principalmente rentabilidade. Rede, é a palavra da vez, que dá sinônimo ao tipo de relação que todos nós temos quando tuítamos, quando lemos um blog, visitamos perfis no facebook e etc. Mas rede não é somente isso, podemos encarar como rede o nosso círculo físico de amizade, nossa família, pessoas que trabalham junto conosco e por aí vai.

Falando de publicitário estamos falando de oportunidade de mercado, já que a cada nova "rede" criada, uma nova oportunidade de negócios também se abre, e o que antes era centímetro por coluna, múltiplos de 15, as famosas inserções, entre outras formas de medição, agora temos os banners e suas milhares de medidas, e já que o twitter não suporta os tais banners temos, os "tuítes" pagos e assim por diante.

O que podemos conferir neste infográfico abaixo.









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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Governança Nas Redes Sociais



Hoje, o RP e PP trata de um assunto delicado e que gera muita discussão, pois envolve os interesses da empresa e colaborador. Segundo o advogado Marcos Alencar, as empresa tem o interesse de se resguardar quanto às informações que lhe são privilegiadas e que possam lhe prejudicar nas mídias. Esse controle não é feito somente para funcionários, mas também com fornecedores, parceiros, terceiros, prestadores de serviço, etc.
A governança nas redes sociais é necessária para evitar crises de imagem e nos últimos acontecimentos, o que mais presenciamos é a insatisfação do colaborador com a empresa, com isso, perfis são criados para propagar a chateação dos mesmos em relação aos seus trabalhos.


Tivemos também, casos ainda de pessoas sendo desligadas de suas corporações por não terem o tato sobre o que falar nas redes. 
Gilbert Gottfried, 56, (foto)  conhecido nos Estados Unidos por fazer a voz de vários personagens de desenhos animados, foi demitido após fazer piadas envolvendo o terremoto no Japão no Twitter.
"O Japão é realmente avançado. Eles não vão à praia. A praia vem a eles". "Eu acabei de terminar com minha namorada, mas é como os japoneses dizem: 'haverá outras pessoas flutuando por aí a qualquer minuto'"



Um garçon foi mandado embora depois de ter entregado atriz que não pagou a conta.
“Foi uma refeição modesta, de US$ 13,75. Eu entreguei a conta. Ela olhou e abriu a bolsa. Seu rosto ficou vermelho. ‘Meu deus’, ela disse e revirou seus pertences. ‘Deixei minha carteira no carro.’ Acontece. Pude sentir o constrangimento dela. ‘Sinto muito.’ Parecia que estava assistindo a um personagem de seus filmes. Isso aconteceria com um de seus personagens”


Deve-se fazer um paralelo entre a liberdade de expressão e o direito de propriedade das informações das empresas. O caso do garçon citado acima é um exemplo de revelação de informação que a empresa, no caso um restaurante, acredita não ser apropriada para ser colocada nas redes, então, entra nessa história também as subjetividades das empresas.
Os vídeos também são corriqueiros na arte de prejudicar corporações e profissionais. Expor indignação, mostrar atitudes que não sejam as mais apropriadas e expor ao ridículo também pode ser fatal. Um exemplo recente aqui no Brasil, é o vídeo do policial dançando em horário de serviço e uniformizado. O resultado... demissão!



A governança deve ser pessoal, ou seja, feita pelas pelas pessoas sobre os seus conteúdos postados. As pessoas tem o direito de se expressarem, de colocarem suas opiniões sobre diversos temas nas redes sociais ou em qualquer lugar que seja, mas a pergunta que dever ser feita antes de se postar alguma coisa é: será que estou prejudicando alguém, ou até a eu mesmo, postando esse conteúdo? Se a resposta for não, siga em frente, mas se for sim, já sabe que não será boa ideia.


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Circuito 4X1


Estratégia 2.0: A revolução da informação – onde estamos, para onde vamos?


O que todos nós sabemos é que uma revolução está por vir, se é que "ela" já não chegou. O que ninguém sabe, é calcular a velocidade das informações recebidas, digamos mais, não sabemos o estrago que podemos fazer com um simples clique.
Onde estamos? Estamos no planeta, que segundo o especialista em mídias sociais 
Gil Giardelli, não precisa mais de máquinas, musculos e mecanismos, e sim de cérebros. 
E que tal reunirmos os cérebros todos num só lugar para saber aonde vamos parar? Seria uma ideia ótima! 


São tantas perguntas para respondermos sobre esse fenômeno que são as redes sociais. Nelas descobrimos tantas coisas: perfil das pessoas, gostos, circulo de amizades, porém, é assustador a evolução que essas ferramentas trazem.
A QuatroXum, produtora do Circuito 4 X 1 e Carlos Nepomuceno, Jornalista e consultor especializado em Redes Humanas, com especialização no mundo Web, desde 1995, trazem o grupo de estudo "Estratégia 2.0: A revolução da informação – onde estamos, para onde vamos?".
As inscrições estão abertas para que você participe desse encontro. Veja também a localização e a estrutura do local e se anime ainda mais para um dia inteiro de atividades, que começam as 8h30, terminando às 17h30, com direito a dois coffee-breaks e certificado ao final dos trabalhos. 

Estratégia 2.0:

A revolução da Informação: onde estamos, para onde vamos?
  1. A relação entre aumento da população e revolução 2.0;
  2. A relação entre a revolução 2.0 e necessidade de produzir mais e melhor;
  3. A relação entre a necessidade de produzir mais e melhor com a inovação radical;
  4. A relação da inovação radical e a necessidade de mudança no modelo de gestão;
  5. A necessidade de mudança no modelo de gestão e o planejamento estratégico 2.0;
  6. O planejamento estratégico 2.0 e as novas ações, sob um novo paradigma, na Gestão, Comunicação, Marketing, Atendimento ao consumidor, Gestão do conhecimento, Gestão da Informação, RH e outros setores das organizações (discutiremos questões setoriais a partir das demandas);
  7. As ações na Gestão, Comunicação, Marketing, Atendimento ao consumidor, Gestão do conhecimento, Gestão da Informação, RH e outros setores das organizações e o aumento de competitividade (mais com menos e com os clientes e colaboradores internos ajudando);
  8. O aumento de competitividade (mais com menos e com os clientes e colaboradores internos ajudando), numa nova empresa 2.0. por fim, riscos e oportunidades.
Datas:
Grupo 11/06/2011
  Comprando ate 9/06– R$ 600,00
• Comprando 2 encontros – R$ 1.000,00

Grupo 02/07/2011
• Comprando até 02/06 – R$ 460,00
• Comprando até 17/06 – R$ 550,00
• Comprando até 30/06 – R$ 600,00
• Comprando 2 encontros – R$ 1.000,00
Mais informações clique aqui!
Disseminando conhecimento e bons eventos!


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Como Construir Uma Sala de Imprensa Social?



A palestra número 19 do Congresso Mega Brasil tratou de um tema novo e interessante. A construção de uma sala de imprensa social.
O que vem a ser uma sala de imprensa social?
Utilizar as redes sociais para respaldar o trabalho das assessorias de comunicação é um novo jeito de tratar os stakeholders, a sala de imprensa social vem a ser a tratativa via web utilizando as diversas plataformas existentes: Twitter, Facebook, Orkut, Youtube, entre outras.


As principais necessidades de se criar uma sala de imprensa social são, segundo a gestora de comunicação externa da Construtora da Camargo Correa, o comportamento da mídia, uma vez que a mesma procura suas informações nas redes socias com maior frequencia, as inovações tecnológicas, que passam pelo aparecimento das novas mídias, a conversão delas, etc e por fim a adequação a realidade.


Que realidade é essa?


Os stakeholders postam coisas sobre os fatos que julgam relevantes na mesma hora que estão em contato com esses fatos e dessa maneira é impossível tratar dos assuntos da corporação como antes. Não que a velha sala de imprensa será descartada, como citou a convidada Carolina Chagas, da Rede TV, mas a velocidade das redes demandam rapidez nas respostas e essa é a nova realidade. Velocidade!


Carolina ainda apontou alguns passos para se ter uma sala de imprensa social efetiva:
Colaboração - O monitoramento é o ponto chave de sucesso de uma sala de imprensa social, encontrar o foco das reclamações e dar o direcionamento correto é o que faz uma verdadeira sala de imprensa social.
Confiança - Tratar a audiência com verdades, contando o que realmente acontece e tentando resolver com clareza os problemas iminentes.
Agilidade - Junte todas as dicas anteriores e faça com agilidade, isso gera ainda mais colaboração, agora não somente interna, mas também das pessoas e teremos confiança das mesmas.



terça-feira, 24 de maio de 2011

Planejamento Estratégico Para Redes Sociais



O primeiro dia de Congresso Mega Brasil nos trouxe um tema que além de ser o mais discutido atualmente em termos de novos motes de comunicação, é também um desafio que pode ser encarado ou não. Estamos falando das redes sociais. O desafio é entrar nelas e saber se portar. É uma nova mídia que traz consigo, novos profissionais, novos jeitos de fazer a comunicação e novas maneiras de errar também, porque não?


Marcos Aranha, um dos palestrantes do dia, reforçou o papel da comunicação dizendo que a mesma tem o papel de contar histórias, mas para que a comunicação seja completa alguém precisa escutar, se engajar e disseminar essa história, coisa que não acontecia na era que ele denominou como broadcast, onde uma pessoa/canal falava e os demais não tinham oportunidade de se expressar ou compartilhar o conhecimento a cerca da questão.  "Não podemos nos esquecer das regras sociais", disse Aranha.


O palestrante levantou a questão: Em que momento nos esquecemos das regras sociais?
A resposta é: Quando queremos falar sem ouvir o que a outra parte tem a dizer. (Mostrou um case que da Nestlé, onde a empresa impôs regras em um fórum, não deixando o consumidor expressar sua opinião.


Para o planejamento estratégico é importante se conhecer e conhecer o local onde estamos. Conhecer também o que as pessoas sentem e pensam, não deixando de lado os objetivos e metas de comunicação.


Em que momentos podemos perder nosso todo o planejamento?
  1. Quando não se tem o objetivo estratégico claro, o planejamento pode ir por água a baixo.
  2. Quando temos um briefing ruim. 
  3. Quando não sabemos utilizar o meio correto com a linguagem adequada.
  4. Prioridade e Urgência - Tudo que chega em nossas mesas, hoje em dia, são com caráter de urgência, então tratamos como prioridade coisas que não fazem parte do planejamento, saindo totalmente do foco central.
  5. Muita opinião e pouca direção - Não devemos nos ater em palpites, informações baseadas em experiências próprias e etc.
  6. Cases de sucesso - Temos que tomar cuidado quando tornamos uma coisa que já passou em base de planejamento.
  7. Decisão - Seguir o mercado ou criar o sonhado Oceano Azul?
Com base nessas premissas, devemos então, definir um propósito para a marca.
"As pessoas podem não gostar ou até mesmo não utilizar determinada marca, mas isso não impede que elas ouçam, repitam e disseminem a história contada pela mesma."

Passos para se criar um planejamento estratégico para redes sociais.

Determinar o público-alvo: É imprescindível saber onde estamos pisando, saber para quem estamos contando a história, para então começarmos a acertar a mão.
Como se posicionar: Nas redes sociais, onde tudo é rápido, devemos reforçar sempre quem somos e para que viemos. Devemos buscar nas pessoas a essência real do que estamos passando.
História: Chamamos de história qualquer caso ocorrido. Pode ser uma promoção via twitter, facebook... história é tornar algo público, "contando" algo relevante!
Engajar pessoas: As redes sociais devem ser meios cada vez mais preparados para engajar pessoas e cada vez mais rápidos, como a rapidez de um RT (Retuíte).
Estratégias: Como fazer? Uma dica dada para se criar cenários é se divertir na viajem de planejar! Fazer sempre três cenários: Otimista, realista e pessimista.

Continuem acompanhando a nossa cobertura aqui no RP e PP. 


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Revolução na Rede. O que a Comunicação tem com isso?



Ao que tudo indica, o que é virtual vai tomar alguns processos que hoje são físicos, do homem, e principalmente nas áreas do conhecimento. Logo vemos, pessoas fazendo seus cursos de graduação à distância, as redes sociais aumentando o nível de interatividade entre pessoas que já se conheciam, e até, em um mundo tão "desconfiado", formamos laços fortíssimos entre humanos que nunca se viram.



Essa tal revolução social dispara a todo momento seu conteúdo, positivo ou não, traz consigo um movimento que vai além das fronteiras entre países, diminuindo a distância que existia entre  uma cultura e outra. Já dizia Clay Shirky: "A revolução não acontece quando a sociedade adota novas ferramentas. Acontece quando a sociedade adota novos comportamentos". 


A afirmação de Shirky nos faz pensar sobre como estamos utilizando a tecnologia que temos à disposição, nos faz refletir principalmente se nossas atitudes estão corretas, atitudes que segundo ele, é o que faz a verdadeira revolução acontecer. E o que a comunicação tem a ver com isso? Tudo!


Pense em duas linhas que estão em contínuo crescimento, a primeira linha é a sociedade, tente visualizar que essa linha evolui e junto com ela, paralelamente, a linha da comunicação deve, por obrigação, acompanhar essa evolução, criando normas, ferramentas, novos oceanos. Oceanos azuis! Poético? Talvez! 


Mudamos então a letra de uma das músicas de maior sucesso no Brasil, composta por Belchior e interpretada por ninguém menos que Elis Regina: "Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos... FILHOS". Essa mudança ainda pode ser explicada com um estudo feito pela Claremont Graduate University dos EUA: "Redes sociais afetam o cérebro do mesmo jeito que a paixão". 
Uma simples troca na rede, pode aumentar os índices de oxitonina, mais conhecida como "hormônio do amor". E o que a comunicação tem a ver com isso? Tudo!



Deixando o exagero da imagem de lado... comunicar é uma necessidade do ser humano e a mídia social é uma forma moderna de suprir essa necessidade. 
Por essas e por outras, empresas que se comunicam nas redes sociais conseguem respostas imediatas dos seus seguidores.


Comunicar é apaixonante!
@BlogRPePP


Grupo Ibope é a inspiração deste artigo. Siga @GrupoIbope e @Jsawaia 

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

As redes sociais e as imagens individuais



As empresas estão cada vez mais preocupadas com suas imagens na web. Essa afirmação é verdadeira! 


E você? Você se preocupa com a sua imagem? O que você anda escrevendo? Suas fotos? Quais comunidades você participa? Essas são perguntas que devem ser respondidas para melhorar sua vida na grande rede.


Como diria Fausto Silva, mais do que nunca, a imagem, o marketing pessoal é uma ferramenta que abre portas para oportunidades. Milhões de pessoas possuem perfis em redes sociais, participam de comunidades, postam fotos nos famosos álbuns dessas redes e se mostram para amigos e principalmente não amigos. 


As perguntas feitas no primeiro parágrafo são um breve questionário para que você possa se situar sobre o que é o marketing pessoal na web, logicamente que não é só, mas já é um bom começo.
Empresas de grande porte estão utilizando as redes sociais não só para se relacionar com o seu público alvo, mas sim para observar o seu perfil. Caso você participe de alguma comunidade com título estranho ou tenha fotos nada agradáveis, com certeza você é carta fora do baralho.




Alinhar os discursos da vida virtual com a vida real pode ser uma boa saída. A imagem deve ser única, sem precedentes, não precisamos mostrar mais e nem menos do que somos, precisamos mostrar a verdade que vivemos, não revelar intimidades, nem mostrar retração. 


Revele o que você tem de bom!


 Vamos discutir sobre? Deixe seu comentário!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Domingão papelão!



Pessoal, o "papelão" dessa semana esteve nos TT's (Trending Topics), logicamente que do twitter. Trata-se da atriz Fernanda Vasconcelos, mocinha das novelas globais, que literalmente perdeu o umbigo no comercial da inimitável Havaianas.




O que realmente é discutível, é a intenção desse "desaparecimento umbilical" da atriz que pode ser uma maneira de chamar a atenção, o que nós achamos bem provável, pois esse comercial já foi visto mais de um milhão de vezes e virou "hit" em várias redes sociais.



domingo, 12 de setembro de 2010

ESAMC - Semana Interdisciplinar 2010/2

Pessoal, esta é a programação da Semana Interdisciplinar ESAMC, que abordará o tema "O impacto das redes sociais".



Vale a pena conferir, o blog RP e PP estará lá!!!
Clique para melhor visualização
Quero então aproveitar o espaço e agradecer a faculdade ESAMC pelo convite, juntamente com a Agência ESAMC, os professores Sergio Labruna e Adriana Sousa que fizeram o convite. Dizer também que iremos com o desejo de somar e participar não somente no dia 13/09, mas a semana toda que será um show de informação - Maurity Cazarotti.

Não percam!!!

Procurando entender melhor o que se passa nas redes sociais!!!
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