Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

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sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Universidade de São Paulo promove evento sobre Comunicações e Artes

O Ciclorama, evento promovido anualmente pela Agência de Comunicações ECA Jr. da Universidade de São Paulo, é um ciclo de conhecimento com workshops, rodas de conversa, mini-talks, bate-papo e palestras. O evento ocorre nos dias 24, 25 e 26 de outubro, na Escola de Comunicação e Artes da USP, localizada na Cidade Universitária.

Imagem: Divulgação

A edição deste ano tem como tema  "Sentidos: formas de comunicar-te". Seu objetivo é juntar as Comunicações e as Artes para uma reflexão de como essas duas áreas se conectam através dos sentidos, promovendo também o debate sobre inclusão social. O evento trará pessoas com deficiência que atuam nas áreas de Comunicações e Artes, como os Youtubers Ana Kelly do blog “Ana K.” e Pedro do canal “Mais Uma Rodada”, contando também com nomes como Nath Araújo, criadora das séries artísticas “Quem é Você no Instagram?” e “Zodíaco da Nanaths”; Ana Paula,  fundadora do site “Lado M’; representantes do site “Valkírias”; Alexandre Ache, do canal “Supercinema” e integrantes da “Aiesec” - um movimento de liderança jovem.

O Coffee do evento conta com o apoio de marcas como Itubaína, Mr. Cheney e Mariko. Além disso, serão realizados sorteios de produtos, como kits de papelaria oferecidos pela Molin, livros renomados da Editora Paulus, vouchers para uma deliciosa refeição no Outback, ingressos de cinema da Itaú Cinemas, além de convites para uma aventura inesquecível no Escape 60. O Banco Itaú também tem sua presença confirmada no nosso evento: nosso patrocinador oficial deste ano, ele estará incluso na programação do Ciclorama.

Os pacotes que permitem participar dos três dias de evento custam R$15,00 e os períodos (tarde ou noite) apenas R$5,00. As vendas acontecem presencialmente na sede da ECA Jr. - sala 2 do prédio CRP na ECA - e online pela Blacktag. Para mais informações, acesse o evento oficial no facebook.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

7 coisas que aprendi sobre empreendedorismo? A 3 vai te surpreender!

Estou sem tempo. Estou com medo. Tenho prioridades. Preciso vender. Muita coisa pra estudar. Lista de livros e artigos pra ler. Pessoas para atender. Qual é o meu propósito? Bateram no meu carro. Contas para pagar. Faturamento. Lucro. Despesa! Bom, se a gente for fazer a verdadeira nuvem de tags do empreendedorismo, teríamos mais problemas do que glamour. E eu não falo isso só sobre o empreendedor que possui o seu próprio negócio, mas sim, aquele que se comporta como empreendedor na sua CLT.

Sou um Relações Públicas que atua com projetos de inovação, jornada do usuário, experiência do cliente, consultorias e comunicação para empresas que querem ser vistas e reconhecidas. Faço relacionamento, alguns colocam no cartão de visita que isso se chama "Rain Maker" ou "Faz Chover", mas, eu sou mesmo, empreendedor.

Rain Maker. Ah Tá!

Ao longo da minha jornada, que está completando 7 anos aprendi muitas coisas de duas formas muito simples: A certa e a errada. Quando você consegue colocar no espectro o que é certo e o que é errado, a lógica do "depende" se torna impossível, até para os marketeiros mais experientes. Ou seja, ou você faz, ou você não faz!

Primeira coisa que aprendi: Faturamento não é pró-labore

"Cerbasimente" falando, o dinheiro possui sempre dois caminhos: ida e volta. Não tem outro jeito! Faturamento é aquilo que sua empresa recebe e dele é retirado impostos, custos fixos, possíveis investimentos e isso é ida. O que você vai retirar é uma parcela do seu faturamento que deixe a possibilidade da sua empresa sempre ter uma reserva para possíveis imprevistos e isso é volta. O caixa da empresa não é o seu parque de diversões, resumindo.

Segunda coisa que aprendi: Confie no seu sócio, sempre desconfiando

Busque sempre ter momentos em que você e seu (s) sócio (s) possam contar ideias e falar sobre dificuldades. A parte de desconfiar é importante para gerar cobrança. A cobrança entre sócios deve existir sempre. Quando um puxa o outro a coisa anda e o resultado fica com mais chances de ser positivo. 

Terceira coisa que aprendi: Sua família e seus amigos não vão comprar de você

É ilusão. Nunca faça pesquisa para abrir um novo negócio tendo como público de pesquisa a sua família e os seus amigos. Eles sempre "esquecem a carteira em casa". Em 3 anos que tenho o meu escritório, nunca fiz um serviço sequer para um parente ou amigo. E o pior... eles fazem sozinhos, fazem sem qualidade, se ferram e depois querem a sua opinião. Liberdade é uma m#%$¨#.

Quarta coisa que aprendi: Você sempre tem tempo, pare com essa desculpa!

Estou no sal! Não tenho tempo pra nada! Muita correria... ok! Tudo bem! Isso é sinal de prosperidade, certo? Não! A gestão do tempo é tão importante que já se tornou clichê falar desse negócio. Tem gente que se envolve em tanta coisa que não consegue fazer o que dá lucro ou o que dá mais prazer. Conheço gente que faz storyes o tempo todo, inclusive aos domingos e feriados com a hashtag "#HojeTambémÉDia" achando que isso é lindo, maravilhoso. Se toca! Lindo é ter tempo e qualidade de vida. _ "Mas eu preciso aproveitar enquanto estou novo pra trabalhar pra caramba". Muito legal! E quando ficar mais velho você vai precisar de quê? 

Isso não foi num domingo: Desenvolvimento de Jornada de Experiência do Cliente

Quinta coisa que aprendi: Fuja dos gurus. Procure pessoas!

Existe um boom gigantesco de gurus na internet. Contei na semana passada 30 perfis novos começaram a me seguir no Instagram com o título de Coach. Juro que nunca vi na vida tanta gente falando sobre desenvolvimento pessoal com tão pouco conteúdo. Pessoas que dão Control C + Control V em perfis de auto-ajuda não merecem o seu respeito. Eles não produzem nada, não criam nada e querem ajudar você a alcançar o sucesso que nunca tiveram. Procure por pessoas de verdade que produzam coisas originais. 

Sexta coisa que aprendi: Não deixe ninguém colocar preço no seu serviço

Tá caro! Você já ouviu isso sobre o seu trabalho? Ou pior... Eu vi com outra pessoa e ele faz pela metade do preço. Sinceramente, quero que essas pessoas sejam felizes cobrando R$300,00 (sim, isso é real) por um planejamento de comunicação. Isso não paga nem a gasolina. Veja bem... não estou dizendo pra você não negociar. Negociar é muito normal. Anormal é vender a alma para o diabo e fazer do seu preço uma parcela da Casas Bahia.

Sétima coisa que aprendi, mas não é a última: Pare de usar tanto termo em inglês

Empreendendo com startups, inovação, projetos de comunicação, o mais comum é você conviver com gente que sempre manda aquele vocábulo americanizado pra mostrar que sabe das coisas. O marketing é cheio dessas coisas e com o advento da tecnologia e das mídias digitais, os Xoxial Mídias, os Startapeiros, os aprendizes de publicitários, ou melhor, todo mundo que anda envolvido com business (perdão, com esse mercado!) adoram terminologias gringas. 

É muito comum aqueles cartões de visita com gente que nunca faturou uma nota fiscal, abriu um CNPJ e nunca soube o que é pagar aquele imposto docinho no início de cada mês com cargos escalafobéticos e super imponentes. É muito CEO pra pouca ação. Ficar rico na planilha sobe na cabeça de muita gente, mas, pra transferir o dinheiro das células do Excel para uma conta bancária temos um caminho longo. Mas, lembre-se: sua família não vai comprar! 

Também aprendi que as pessoas confiam em quem está com o microfone na mão (não seja enganado... a internet aceita tudo)

Compartilhe comigo!

Pessoal, logicamente que aprendi muito mais que sete coisas. Fiz essa lista pois aprendi que na internet o público ama listas e é um gatilho mental maravilhoso, porém, também sei que é muito bom para organizar ideias e tornar o texto menos chato. Espero que tenha gostado e, acima de tudo que você coloque algum aprendizado seu aqui nos comentários. Abraço e até a próxima!

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Oitava edição do Prêmio Universitário Aberje (PUA) incentiva estudantes a resolver desafio proposto pela SABESP

A oitava edição do PUA - Prêmio Universitário Aberje - acontecerá neste ano com o patrocínio do SABESP e Governo do Estado de São Paulo. Realizado pela Aberje, Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, em parceria com a Agência de Comunicações ECA Jr. e a FEJESP, Federação de Empresas Juniores do Estado de São Paulo, o prêmio tem como objetivo incentivar universitários do país a aplicarem seus conhecimentos através da resolução de um case de uma situação real do mercado.

Com o tema “O custo da água e seu real valor para toda a Sociedade”, a oitava edição deve atrair alunos de diversas áreas, como Comunicação, Engenharia, Ciências Biológicas, entre outras, que terão a oportunidade de entrar em contato com profissionais atuantes das entidades envolvidas na premiação. As equipes participantes devem ter de 2 a 5 integrantes, recomendando-se que ao menos um deles seja estudante de Comunicação.

Imagem: reprodução

As inscrições estão abertas e vão até o dia 31 de agosto, mesmo dia em que o case será disponibilizado, com as taxas variando entre R$ 70,00 e R$ 100,00. As resoluções deverão ser enviadas até o dia 14 de setembro e, após uma avaliação feita por profissionais de comunicação, as vinte melhores equipes apresentarão suas propostas em uma audiência pública na cidade de São Paulo. Depois disso, as cinco equipes mais bem avaliadas passam para a última etapa, na qual entregarão e apresentarão o projeto reformulado e finalizado, sendo então concedidos os prêmios. O primeiro colocado receberá um prêmio de R$ 10 mil, enquanto o segundo e terceiro receberão, respectivamente, R$ 5 mil e R$ 3 mil reais.

Inscrição no site, aceitas até o dia 31 de agosto: http://www.premiouniversitarioaberje.com.br/oitava-edicao/

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Coluna Canto do Galo - Novos planos App!



NOVOS PLANOS ESTRATÉGICOS PARA 2017

A Associação dos Profissionais de Propaganda de Uberlândia-APP está passando por um processo de transformação, liderado pelo atual presidente, o publicitário Daniel Andreolli. O foco é no resgate e fortalecimento da entidade, por meio de ações estratégicas em dez áreas. No início de maio, foi apresentado o planejamento de cada área para 2017. O desafio é contribuir para que a APP se torne uma associação mais presente na comunidade, que defende a profissionalização do mercado e eleva o nome de Uberlândia ao patamar de polo de criatividade do interior brasileiro.

Equipe de trabalho App - reunião de planejamento

Boas-Vindas

Damos as boas-vindas a mais um novo associado da APP, Anderson Araujo Gontijo, estudante de Jornalismo da ESAMC.
Seja bem-vindo!

EVENTO DEPOIS DO DIPLOMA É REALIZADO NA UNA

A APP Jovem tem como um de seus objetivos promover maior aproximação com universidades locais. Para isso, criou o evento Depois do Diploma, em que profissionais graduados recentemente compartilham sua experiência no mercado.Em maio, foi a vez da UNA Uberlândia ser o palco do bate papo, que contou com os publicitários Larissa Bernardes (Algar Telecom) e Guilherme Medeiros (R&B Propaganda). O encontro foi organizado pelo professor Diogo Borges e pelo aluno Johnny Dutra.




segunda-feira, 8 de maio de 2017

Growth Hacking é o novo marketing, eles disseram

Impulsionar/potencializar resultados com o mínimo possível de gastos e esforços. O profissional que trabalha com estratégias de growth hacking seria o super-herói das empresas? Por que se relaciona tanto o termo growth hacking com o mundo das startups? Quais as principais ferramentas que esse profissional utiliza? É mesmo o tal novo marketing? Kotler morreu?

Kotler não morreu!

Olá pessoal, mais um artigo do RP e PP com uma ferramenta nova e que venho utilizando no atendimento de algumas startups. O Growth Hacking! Nesse texto quero passar minhas percepções sobre o tema em diversos aspetos: financeiro, competitivo, inovação e se é, realmente, o novo marketing. Vamos lá?

Ações de Growth Hacking para startups é o supra sumo, porém, algumas coisas precisam ser levantadas! Quando falo que é uma metodologia ótima para startups, quero dizer que, em um mundo, onde essas empresas não contam com os grandes capitais para realizarem a tração/alavancagem dos seus negócios, utilizar estratégias de GH é uma forma de ganhar crescimento com um investimento, cerca de 60% menor (por isso está tão ligada ao mundo das startups). Falar que o GH é o super-herói das empresas pode soar como exagero, uma vez que, aqueles cuidados que citei estão ligados aos próprios produtos e serviços oferecidos, ou seja, de nada adianta ter uma belíssima estratégia de crescimento e o produto não fazer sentido para o público-alvo.

Growth Hacking é uma metodologia que se sustenta nos pilares de engajamento e viralização de ideias, sempre com o objetivo de tornar algo mais acessado, compartilhado, baixado, comentado, por fim, comprado! Usamos uma ferramenta chamada Bulls Eye (Olho de Touro - uma analogia com a mira do touro em uma tourada, onde o objetivo é acertar um alvo, no caso, o toureiro). Essa ferramenta permite que o profissional de GH mapeie as principais canais de comunicação e engajamento, tornando possível o mapeamento dos principais pontos de contato dos clientes de determinada empresa, logo, um planejamento nunca será igual ao outro tendo em vista o tipo de mercado/setor de atuação. (anexei o bulls eye pra você ilustrar). Outras ferramentas estão ligadas às mídias utilizadas, o respeito aos cronogramas e, principalmente, ao conhecimento profundo dos mecanismos de busca. 

Framework Bullseye: copy Ferreira Studios e Inspire Diálogos

O profissional que trabalha com GH precisa ter total balanço entre criatividade e potencial analítico. Quem não estiver preparado para analisar gráficos e tornar todos os dados em inteligência, não pode considerar-se um "Growth Hacker". A busca por profissionais que atuam nesse campo está crescendo, mas, também vejo muitas ações isoladas em várias ações de comunicação e lançamento de produtos que utilizam alguns preceitos de GH, o que é muito bom! Hoje, o carinha da TI, sozinho, não conseguiria ser um GH. Um carinha de comunicação não conseguiria, sozinho, ser um GH. Um carinha de marketing, sozinho, não conseguiria ser um GH, ou um carinha de mídia, Relações Públicas, um engenheiro... mas sim, todos esses caras juntos, com todos os conhecimentos voltados à tecnologia, comunicação e, principalmente, conhecimento pesado em pessoas! É preciso ter equipe sincronizada.

Sobre ferramental, o GH trabalha com várias ferramentas ligadas ao Digital, uma delas, o próprio Facebook, para citar algo mais simples. Muitas métricas são dadas em analytics como, por exemplo: Número de pessoas que visitaram o site, baixaram o aplicativo, quantas pessoas abriram e-mails e quantas clicaram na promoção, ou ainda, falando em ações off-line (GH é All Line - veja nesse artigo o que é e como fazer), quantas pessoas participaram de uma palestra sobre Google AdWords e assinaram um formulário de LEAD e estão dispostas a investir em Ads nos próximos meses. O importante aqui é traçar as estratégias, partir para a ação, mas, ter sempre em mente, o que se quer como resultado e construir os meios para coletar estes resultados.

Vejo muitos artigos citando GH como o Novo Marketing, mas, é pura conversa de vendedor de e-book. Se esse profissional precisa estar ligado com o desenvolvimento do produto e os seus diferenciais, nós estamos falando de 4Ps e isso não é nada novo. Se o profissional de Growth precisa traçar estratégias que atinjam seu público-alvo, nós estamos falando de dimensionamento de demanda, segmentação de públicos-alvo, target e, por fim, se estamos falando de grana curta, também estamos falando de budget e análise de preço do produto (alguns chamam essa relação de CAC - Custo de Aquisição de Clientes). 

Customers Users Color Wheel

Pra finalizar, ainda vejo uma discussão grande entre marketing e desenvolvimento. Muitas vezes os prazos não batem. O marketing quer lançar, os DEVs se desdobram e a queda de braço começa. 

Growth Hacking está ligado com aquele velho composto de marketing, os 4P's. Sim! O desenvolvimento das estratégias precisam acontecer sincronizadas com o desenvolvimento do produto! Preço é algo que chama a atenção do público e é um "P" que as pessoas fazem juízo de valor - "se é mais caro deve ser melhor" - e nós precisamos ter a área de marketing e produtos alinhadas com as estratégias de GH. Praça/Mercado, esse "P", nem se fala! Entender o mercado é o mínimo para iniciar estratégias de GH, sem isso, nada feito! Por último, o "P" de Promoção, que é onde está a "ponta do iceberg" quando falamos de Growth Hacking. Logo, as áreas de produção, desenvolvimento e marketing devem estar alinhadas para o sucesso das estratégias!

Espero ter ajudado você com esse artigo. Dúvidas, por favor, vamos conversar! Deixe seu comentário e vamos trocar aquela ideia sobre novas ferramentas!

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Afinal, qual o "job to be done" das Relações Públicas?

Convivendo o dia todo rodeado de empreendedores, começo a trazer muitas ferramentas de inovação e empreendedorismo para o campo das Relações Públicas. E vendo as movimentações da RP Week, o maior evento de Relações Públicas do Brasil, uma coisa me veio à cabeça: O Job To Be Done das Relações Públicas! Esse post é um 2 em 1. Minha intenção é compartilhar ferramentas que utilizo no meu dia a dia e que venho fazendo "tradução" para a linguagem de RP. Então, vamos abordar Job To Be Done e RP Week (Tema 2017: Habilidades que Transformam). Você vai entender o motivo!

Job To Be Done!

Job To Be Done é mais que uma ferramenta de inovação. É um movimento de busca de informações que dão base para o empreendedor encontrar a inovação da vez, ou seja, a ferramenta ajuda o empreendedor a encontrar soluções para públicos que precisam resolver problemas ou completar tarefas do dia a dia (te lembra alguma coisa, RP?). Algumas perguntas-chave são importantes para encontrar "qual é o job", como: O que o produto ou serviço realmente resolve? Pra quem eu vou fazer isso? Quem tem esse problema? Quais soluções o cliente já utiliza para resolver o que precisa? Então, descobrir o que essas perguntas podem trazer de respostas, ao meu ver é Relações Públicas e isso é Job To Be Done!!

O Relações Públicas

O RP é o cara que vai ligar pontos entre toda comunicação que existe nas organizações, seja ela administrativa, mercadológica, interna ou institucional, ou ainda, seja ela feita ou distribuída por jornalistas ou por publicitários. Relações Públicas é o grande embalador de causas e o grande catalisador  de engajamento e relacionamento, mas, ele precisa saber algumas coisas para atingir esse objetivo, certo? Sim ou claro?

RP Week

Fazendo um paralelo entre a JTBD e a RP Week, que tem a temática: "Habilidades que Transformam", temos uma ligação real com a forma de resolver problemas e entregar experiências positivas. Um RP só vai conseguir transpor barreiras se as habilidades transformadoras estiverem em dia, afinal de contas, Relações Públicas não é um meio de se fazer comunicação, RP é o que provocamos nas pessoas, então, RP é fim! Planejamento de comunicação é meio e o RP precisa ser craque nisso, além de precisar ser craque em execução ;) .

Imagem: RP Week Divulgação

Ontem, na live que rolou sobre a RP Week, na Fanpage Todo Mudo RP, em uma parte do bate papo foi levantada uma questão corriqueira que é sobre o que o profissional de RP deveria focar. Hugo Godinho, Diretor Executivo da In Press e Pedro Prochno, um dos fundadores da Todo Mundo Precisa de Um RP, frisaram que é muito importante ter essa polivalência e treinar habilidades, trabalhando com diferentes assuntos, clientes diferentes, aumentando repertório e sendo multitarefas. Ficou também a velha discussão sobre o papel do jornalista, do RP e do PP e como eles podem encontrar sinergia e, por fim, qual a diferença entre as três disciplinas, já que tudo é comunicação, mas, as áreas e os conhecimentos/focos são diferentes.

Redescobrir!

Hoje, participando de uma reunião da APP Uberlândia (Associação dos Profissionais de Propaganda) mais dessas questões ficaram no ar, como: o papel do formador de opinião, sua diferença ou sua semelhança com o trabalho do jornalista e toda a dicotomia que rola no mundo da comunicação, que só cresce quando a gente olha para as tendências de tecnologia (ligadas ou não à comunicação). E, mais uma vez, vejo que o grande Job do Relações Públicas (ou de qualquer comunicador) é desaprender um pouco os dogmas e vícios aprendidos na faculdade ou no mercado e partir para a redescoberta do mundo novo, mas, sem esquecer a essência de tudo: Fazer com que pessoas se engajem em torno das causas e das marcas que defendemos.

Espero que você tenha gostado do conteúdo e que a discussão tenha te provocado de alguma forma. Deixe um comentário pra gente discutir e tentar encontrar alguma resposta no meio desse turbilhão de coisas! #Abraço.

quinta-feira, 23 de março de 2017

A fórmula do sucesso nos negócios, desde uma perspectiva das Relações Públicas

As Relações Públicas, além de uma extraordinária tática BTL (Below The Line) de comunicação não convencional e a vinculação com diferentes Públicos – e relativamente com um orçamento baixo e de alto impacto reputacional -, são uma Estratégia de Comunicação Integrada; e como tal, define os parâmetros entre os quais se moverão as diferentes peças ou elementos de comunicação que vão operar áreas específicas, em virtude de metas comerciais e/ou institucionais.


Esta visão holística das Relações Públicas vem da natureza do seu objeto de estudo: a Imagem Institucional. A imagem de que uma empresa ou instituição possuem Públicos e que está articulada em suas mentes, depende em boa medida da fortaleza dos seus atributos de identidade e Personalidade; ou seja, dos valores que evidencia, da claridade e qualidade dos conceitos e promessas que as instituições exteriorizam e, acima de tudo sobre como operam realmente.

Estes três campos, o de Ser, o Pensar e o Fazer, impactam no campo de percepção sensorial do Público-Alvo e essa apreciação da Entidade a uma instituição, em algumas ocasiões é concreta, e em outras abstratas; por momentos de um alcance particular, e por momentos universais.

Identidade (Substancia), Personalidade (Imagem Projetada) e Entidade (Imagem Percebida), conformam os vértices do triângulo sobre os que operam as Relações Públicas.

A perspectiva das Relações Públicas.

Identidade, Personalidade e Entidade conformam um verdadeiro capital simbólico estratégico de máxima importância. Sua análise e tratamento são correspondidos com um exercício estratégico das Relações Públicas, entendida como uma “Usina de Idéias” ou “Think Tank”, desde que investigamos e aperfeiçoamos tudo aquilo que afete de uma ou outra forma. Uma função que vai do extremo do Entreprenuership ou Empreendedorismo ao de Coaching Empresarial e Organizacional.

É aqui onde se analisam os objetivos e conquistas da Empresa (campo do Ter), os processos que se programam ou as ações que são voltadas para a obtenção de resultados (campo do Fazer) e a maneira em que a Empresa se analisa e visualiza a si mesma e aos demais (campo do Ser) 

Primeiro o primeiro, diria Stephen Covey. 

Os negócios têm que ser rentáveis e sólidos. É impossível construir algo como R.P se não contamos com uma base comercial e com uma organização sólida.

Marcus Lemonis, propõe estas 3 chaves para avaliar e otimizar o rendimento de uma empresa e, dessa forma, ela seja levada ao sucesso:

1) Pessoas

É fundamental que os empresários se assegurem de contar com a melhor equipe possível, onde cada integrante explore melhor as suas capacidades. Mesmo assim, é essencial criar um ambiente positivo que ajude os colaboradores a melhorar seu rendimento e potencializar suas habilidades.

2) Produto

Se trata de selecionar os produtos e/ou serviços adequados, ter em conta sua funcionalidade e características de marketing (preço, packaging, público, objetivo, etc.). Detectar possíveis falhas que detém seu sucesso e facilitar seu comércio.

3) Processo

O último, porém não menos importante ingrediente é o processo. Para que uma empresa seja produtiva deve vigiar com atenção suas operações. Isto implica os processos em diversas áreas, como produção e finanças.

Ao mesmo tempo enumerei os 4 erros que devemos evitar para sustentar o sucesso: 

1) Não entender a importância dos recursos humanos. 

2) Não ter total conhecimento das finanças do negócio. 

3) O orgulho ou negação por parte dos empreendedores ou irritação na hora de receber consultoria externa. 

4) Não selecionar os produtos ou serviços adequados. Incluindo não ter um bom e apropriado nome ou marca. 

A fórmula do sucesso, desde uma perspectiva das Relações Públicas

Sobre esta base geral de como ter sucesso nos negócios é que podemos projetar esta fórmula complementária, tendo em conta o olhar da comunicação e dos relacionamentos.


S= Sucesso

C= Conhecimento / Capacitação / Aprendizagem.

M= Metas.

R= Relacionamento / Interação.

C= Consolidação das relações.

N= Negação.

O sucesso levando em consideração essa perspectiva implica:

O tratamento e melhora de cada elemento do trinômio CMR atua sinergicamente em todo o resto. Toda melhoria em qualquer dos elementos de trinômio potencializa e enriquece aos demais. E temos que somar a este tríade de gestão os factores constância, coerência y relevância relacional. As relações com maior potencial produtivo devem ser consolidadas ao longo do tempo, com ele conseguimos credibilidade e confiança. Por último para termos sucesso sustentável no tempo é necessária uma atitude madura e reflexiva na qual não deixemos de ouvir nenhum sinal de insatisfação do público interno ou externo. Negar ou ser indiferente às deficiências e conflitos é como se quiséssemos tampar o sol com as mãos.

Vejamos cuidadosamente cada um dos elementos que compõem a Fórmula.

Conhecimento:

Promover o conhecimento, capacitação de equipe e capacitá-los também com informação de qualidade.

A chave pra tomar boas decisões é a qualidade da informação com que contamos. Esse “input” é gerado mediante a promoção do conhecimento em todas as suas formas. Deve ter boa gestão e um conhecimento profundo da organização, dos seus processos, de sua equipe, de seus públicos, etc.

A capacitação da sua equipe permite ampliar seu conhecimento técnico, melhorar as habilidades e moldar as atitudes dos seus membros.

A capacitação possibilita uma tomada de decisões estratégicas, que transformam e permitem a evolução de um sistema empresarial.

A aprendizagem, em tanto a razão da capacitação, é concebida como a mudança de comportamento devido à experiência.

A aprendizagem é o processo mediante o qual se adquire uma determinada habilidade, ela assimila informações ou adota uma nova estratégia de conhecimento e ação.

Metas:

A aprendizagem nos leva a ter convicção, a partir desta nova informação ou input produto de capacitação, novas metas, mais ambiciosas e realistas.

O conhecimento deve possibilitar a mudança, o aperfeiçoamento e a evolução da Empresa.

O conhecimento adquirido deve ter uma função instrumental, por exemplo: todo conhecimento deve ser útil para podermos aceder a novos cenários, a propor novos desafios, novos horizontes, etc.

Definitivamente, o conhecimento deve ser útil na hora de nos propormos a superar as expectativas. Objetivos e metas reais, possíveis, realizáveis, sustentáveis.

Relacionamento:

Promover um relacionamento multi-direcional e de multimídia com os públicos objetivos, que gere confiança mutua e possibilite uma interação com mais proveito.

Interagir e se relacionar com os públicos de forma aberta e cooperativa é a chave.

Consolidação:

Sustentar, consolidar essas relações ao longo do tempo em base a condutas coerentes e colaborando é, absolutamente necessário. Não alcança com somente se relacionar, também devemos interagir até gerar vínculos baseados em valores compartilhados.

Reforçar os laços para consolidar essas relações e potencializar o alcance e os negócios é o propósito. Neste ponto é necessário orientar-nos a trabalhar naquelas relações mais sólidas e de maior potencial. Provavelmente só um 20% das relações terminem influenciando o 80% dos resultados desejados.

Negação:

Toda gestão exitosa de desarticular forças entrópicas que, atentem contra o alcance de metas propostas e contra a consolidação do capital simbólico que representa um bom relacionamento com os públicos internos e externos.

Em ocasiões quem tem a responsabilidade de conduzir ou liderar uma empresa, não aplica soluções eficientes e não porque não hajam tido informação oportuna sobre o assunto, mas sim porque são negadas ou desestimadas. A negação é um mecanismo de defesa que consiste em enfrentar-se aos conflitos negando sua existência, sua relação ou relevância.

Quem toma as decisões enfrenta conflitos e ameaças de origem interna e externa negando-se a reconhecer alguns aspectos críticos da realidade. Um problema organizacional clássico e lamentavelmente muito extenso no mundo dos negócios.

Identificar fatores humanos que atentem com o relacionamento produtivo e assim negar suas conseqüências disfuncionais é a tarefa.

Una boa forma de destravar esta negação é através da função de Coaching Empresarial que um RP experiente pode cumprir perfeitamente

Autor:

Antonio Ezequiel Di Génova
@antoniodigenova

Presidente da REDIRP www.redirp.org

Editor do Portal de R.P. www.redrrpp.com.ar

Diretor Geral de e-PR Consultores - www.e-publicrelations.com.ar

Tradução ao português.

Emanuel N. Bazán García

Diretor Geral de ABC Group Consultora - www.abcgroupconsultora.com - Parceiro da Resultados Digitais na Argentina

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Victor e o seu próprio Black Mirror - o poder da contradição

Digamos que você está cercado. Você está sendo metralhado. Não tem um momento sequer que não esteja sendo observado. Mesmo quando está dormindo. Bom, não estou falando de fantasmas ou espiões treinados, mas sim, de pessoas normais em um ambiente comum. OnLine!

Bom, o primeiro questionamento é: como as pessoas notam as outras e como se viram a favor ou contra uma causa ou fato? Seria muito simples buscar resposta nos mais variados livros de sociologia ou psicologia, já que estamos falando de pessoas, mas, como tudo se transforma de acordo com o ambiente e com a agenda settings, é muito mais seguro analisar cada caso friamente. E esse é o grande desafio de todo comunicador!

Na semana passada, Victor, da dupla Victor e Léo foi acusado pela mulher de tê-la agredido. Em pouquíssimo tempo um clamor se formou nas redes sociais e várias pessoas começaram a tirar suas conclusões, do tipo: "Mas, com essa cara de santinho e batendo na mulher?" e "Como pode bater numa mulher grávida" e "Já não posso confiar mais em ninguém" e mais declarações que são impossíveis reproduzir por aqui. De outro lado jornalistas ou pseudo jornalistas comentaram o caso e emplacaram manchetes no país todo apontando o cantor como culpado, logo de cara. 

A série Black Mirror, apontada por muitos especialistas como "a série da década" destaca o mundo de hoje com um olhar perturbador, onde os seres humanos são vigiados e avaliados o tempo todo. A série mostra em episódios, muitas vezes descontinuados, a maneira como a opinião pública e as relações pessoais funcionam em um ambiente não tão diferente como as redes sociais. Por isso fiz a comparação entre o caso Victor Chaves e a série.

Referência da série com o case. A repercussão do caso e o poder da contradição na opinião pública

Esse movimento de julgar tendo poucos ou nenhum fato concreto é normal em casos como esses e forçam as partes envolvidas a tomarem ações resolutivas o mais rápido possível para reverter a situação. Victor, em seu próprio Black Mirror precisou tomar uma atitude rápida que atendesse a todos os seus stakeholders: público da dupla Victor e Léo, sociedade, Rede Globo (pois participa do programa The Voice Kids), familiares e, agora, a polícia. Enquanto tudo se desenrolava na primeira publicação acusando o cantor de se envolver em ato de violência doméstica, a opinião pública se movimentava ao redor de rumores.

No primeiro episódio de Black Mirror uma princesa é raptada e o seu algoz a faz gravar um vídeo pedindo o seu resgate. A exigência do sequestrador é absurda! Ele quer que o primeiro ministro transe com uma porca em rede nacional (isso mesmo que você leu. A série é maluca!). Em pouquíssimo tempo eles precisam tomar uma decisão e o impasse é criado (obedecer ou não obedecer as exigências? Como vamos salvar a princesa?). No primeiro momento eles tentam procurar o bandido e não realizar o pedido, mas, tudo dá errado e, enquanto isso, a opinião pública fica, em sua maioria, ao lado do parlamento e não apoia a ida do primeiro ministro ao estúdio para realizar o ato. Mas, o tempo passa e o prazo vai se esgotando e, assim, as pessoas mudam de posição, uma vez que a vítima está em perigo e tudo que elas sabem é que ela pode morrer se a exigência não for cumprida.

Frame da cena de Black Mirror - pressionado, o primeiro ministro aceita a condição do sequestrador

Poxa! Mas, você está comparando o caso do cantor com um sequestro e a exigência de um sequestrador que pede para alguém transar com uma porca? Não juvena! Isso foi só pra lembrar como a opinião pública é volátil. Totalmente dependente das atitudes tomadas e da imagem refletida pelos formadores de opinião (a velha retenção seletiva).

Falando do caso Victor, em pouco tempo, uma carta aparece e Poliana, mulher de Victor, publica uma carta desfazendo o mal entendido e isso é o suficiente para outra movimentação pública aparecer. Muita gente xingando a mulher e acusando-a de querer manchar o nome do cantor. Outras pessoas ainda, em comentários nos principais veículos de comunicação pedem para que o marido a espanque de verdade por ter faltado com a verdade. Uma verdadeira contradição!

Pronto. Esse é o ponto!

Não estou aqui para falar do teor da carta ou analisar se foi ela quem a escreveu ou não. Não estou aqui para dizer qual a parte correta da situação ou se a persona que temos do cantor Victor foi desfigurada no episódio, uma vez que não sou perito e não sei o dia a dia dos envolvidos. 

A contradição aqui é (e sempre será) o público. Em algum momento a porca pode ser usada para salvar alguém e, em outro momento, nunca. "Mas, nunca mesmo que vamos usar a porca!". Ou, no caso ocorrido... mas como ele foi capaz de fazer uma coisa dessas com uma mulher grávida? E, em outro momento... "nunca, mas, nunca mesmo que o Victor seria capaz de fazer isso com a mulher!". 

O caso agora segue com olhar especial da imprensa especializada em fofoca, segue com olhar especial da polícia e da Globo que, para blindar sua imagem soltou comunicado no último domingo, por meio do seu apresentador, André Marques. A Globo ainda decidiu continuar com a atração e, em um esforço de edição não mostrou o cantor Victor Chaves no seu último programa - a ação teve o objetivo de resguardar ambos os lados, até que o caso/a contradição se resolva.

Comentário publicado no domingo, durante o programa The Voice Kids: Exaltei o profissionalismo da Rede Globo em lidar com o caso e, assim como neste artigo, não utilizei linguagem beneficiando este ou aquele. Apenas fatos. Uma verdadeira aula de comunicação! 




sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Eventos Corporativos são tema de curso no Farol Coworking

Tendo em vista que as organizações estão buscando formas criativas para se relacionar com seus públicos, o curso “Eventos Corporativos: cenários e perspectivas” ocorre nos dias 15 e 17 de fevereiro, das 9h às 18h. A atividade tem como objetivos compartilhar conceitos de planejamento e execução; apresentar a gestão de eventos corporativos como ferramenta de venda ativa e estimular a criatividade e a inovação em eventos.



O evento abordará conceitos de eventos corporativos, a contextualização deste segmento, as diferentes tipologias de eventos e áreas de atuação, além de tópicos relacionados a negociação, orçamentação, criatividade e inovação. Tem como objetivo, ainda, auxiliar os participantes a trazerem resultados financeiros para suas empresas a partir dos eventos.

Destinado a estudantes do curso de Relações Públicas, profissionais formados na área e produtores de eventos ou interessados em trabalhar com eventos corporativos, a atividade é realizada a partir de aula expositiva, diálogos em grupos e trabalhos práticos sobre reflexão de cenários e comportamentos, além de elaboração de projetos.

As inscrições podem ser realizadas pelo site www.farolcoworking.com.br/eventos. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail contato@farolcoworking.com.br ou pelo telefone (51)3024-0048, diretamente com o Farol Coworking. São poucas vagas, e coworkers e estudantes possuem valor especial.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS oferece três cursos de extensão durante o mês de janeiro

A Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS oferece três cursos de extensão durante o mês de janeiro. As atividades atendem às quatro áreas de formação: Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Produção Audiovisual.

Aos interessados em pesquisas de tendências de consumo, coolhunting, co-criação, prosumer e spotters o curso Pesquisa de Tendências de Consumo e Co-criação está com as inscrições abertas até o dia 16 de janeiro. A atividade visa discutir atuais ferramentas de inspiração e insights usadas por empresas, como compra e venda de assinaturas de relatórios sobre tendências de consumo. A ministrante da atividade é a relações-públicas e professora da Famecos, Rosana Córdova. Ela é mestre em Administração de Empresa pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutora em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). As aulas ocorrem de 17 a 19 de janeiro, das 18h30min às 21h45min. O investimento é de R$ 300,00 para alunos e diplomados da PUCRS e R$341 para o público em geral.

FOTOS: Luísa Zelmanowicz

Já de 16 a 25 janeiro, das 19h às 21h25min, ocorre o curso “Quem quer ser um youtuber?” Produzindo conteúdo de qualidade. A atividade tem como objetivo trazer conhecimentos técnicos audiovisuais, com o propósito de fazer com que as produções para o YouTube tenham uma aparência mais profissional. O ministrante é o produtor e graduando em Publicidade e Propaganda pela PUCRS Pedro Breitman. Os interessados em participar da atividade têm até o dia 15 de janeiro para realizar a inscrição. O investimento é R$ 500, para o público geral, e R$ 440 para os diplomados e graduandos da Universidade.


O curso Assistência de Direção para Cinema e Televisão e Introdução à Continuidade é ministrado pela publicitária e especialista em Cinema, Janaína Daudt Fischer. A atividade é destinada a interessados em conhecer ou aprofundar seus conhecimentos na prática do cinema e audiovisual. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de janeiro e as aulas ocorrem no mesmo mês, entre 17 e 25. Para alunos e diplomados da PUCRS o investimento é de R$ 469 e para o público em geral, R$ 533.


Para mais informações, consulte o site da Educação Continuada.

Confira os vídeos linkados conheça um pouco mais sobre os cursos e seus ministrantes.


Resumo:

Quem quer ser um youtuber? Produzindo conteúdo de qualidade
Ministrante Pedro Breitman
Inscrições até 15/01/2017
Período de aulas de 16/01/2017 a 25/01/2017

Link vídeo: goo.gl/sZJqru

Assistência de direção para cinema e televisão e introdução à continuidade
Ministrante Janaína Daudt Fischer
Inscrições até 16/01/2017
Período de aulas de 17/01/2017 a 25/01/2017

Link vídeo: goo.gl/kb5rAU

Pesquisa de tendências de consumo e co-criação – 2ª edição
Ministrante Rosana Córdova
Inscrições até 16/01/2017
Período de aulas de 17/01/2017 a 19/01/2017

Link vídeo: goo.gl/32190v


AVISO: 

Durante o período de férias acadêmicas, o horário de atendimento da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) é de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h45min às 18h.


Coluna Canto do Galo | 17/01

A primeira reunião de 2017 da Associação dos Profissionais de Propaganda de Uberlândia – APP, aconteceu dia 12 de janeiro na sala de reuniões da CDL e contou com a presença de mais de 30 profissionais entre associados e convidados.

Uma ótima presença para começar o ano.

A reunião iniciou com a apresentação da Mensagem de Ano Novo com o tema: Juntos, mais fortes e Melhores em 2017 e o Balanço da Gestão 2015/2016.

O primeiro assunto da pauta foi o Projeto da APP Jovem – Banco de Talentos que consiste em criar um espaço virtual onde estudantes e novos profissionais tenham seus CVs / Portfólios disponibilizados para o mercado de trabalho (áreas de Comunicação, Publicidade, Propaganda, Marketing e Jornalismo, Relações Públicas, etc) que será conduzido por Ana Lahor, Maurity Cazarotti, José Geraldo, Adriana Sousa e Johnny Silva Dutra. Além do projeto, outras ações foram discutidas pelo grupo para alavancar a presença da entidade junto aos novos e futuros profissionais.

Em seguida abriu-se a discussão sobre o Planejamento das ações da entidade para 2017 / 2018; todos tiveram oportunidade de expor seus pontos de vista e uma das sugestões foi montar um fórum entre ex-associados, associados - não associados, profissionais de comunicação em geral - para juntos fazerem uma revisão do que pode ser mudado e aprimorado. O objetivo é reformular, renovar e estabelecer novas diretrizes para a entidade.



Todos foram unânimes na importância da entidade, da união da classe, ressaltando tudo de positivo que foi feito nestes quase 14 anos de existência; apesar das adversidades enfrentadas. 

Convocamos todos para outra reunião aberta que será realizada dia 26 de janeiro, para participarem da elaboração do Planejamento 2017/2018 e consequentemente da gestão do próximo biênio.

Contamos com sua presença!

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Relações Públicas e a necessidade de ser autodidata

Olá! Se você chegou até aqui eu prevejo que seja por dois motivos básicos. O primeiro deles é que você é relações-públicas (estudante ou profissional, não importa!). O segundo é que você ficou curioso com o título do artigo que escrevi. A grande verdade é que ser autodidata, ou melhor, o autodidatismo não serve só para Relações Públicas, mas, serve para qualquer área de trabalho. No artigo de hoje quero passar pra você algumas premissas que venho estudando e que estão valendo a pena ser seguidas, então, não saia daí.

Primeiro de tudo, o aprendizado!

Não é segredo pra ninguém que muitas pessoas buscam aprendizado por meio do convívio, seja nas faculdades, na família, com os amigos ou no mercado de trabalho. A mudança ou a necessidade de se buscar aprendizado específico (como RP) chega quando somos desafiados, muitas vezes, a fazermos coisas que não temos tanto conhecimento ou para realizarmos projetos que contam com ferramentas que já ouvimos falar na faculdade, porém, nunca nos aprofundamos.


Em Relações Públicas o contexto pode ser ainda mais duro pelo simples fato de estarmos ligados à área de administração e comunicação, com o desafio de estamos ligados a um fim quase que incerto, que é provocar relações públicas (sempre acreditei que RP não é um meio e sim, um fim. Mas, isso vamos debater em outro artigo). Com toda essa necessidade de diminuir as incertezas, nos resta fazer uma coisa. Estudar!

Aí você me pergunta? Quais os melhores cursos do país na área de Relações Públicas? Quais os melhores livros de RP? Quais os melhores autores da área ou pessoas que posso seguir no LinkedIn/Facebook/Twitter? A resposta é: Calma!

Primeiro de tudo, nas minhas descobertas, enxerguei a necessidade de procurar desenvolvimento dentro da bibliografia de Relações Públicas, mas fora dela também. Existe muita coisa boa que pode ser usada! Com uma boa experiência que tenho em projetos, vi a importância de fazer correlações com outras áreas: design, engenharia, direito, marketing e administração, por exemplo

Estilo de vida autodidata!

Quando falo de ser autodidata, estou falando de um estilo de vida. Estou falando de muita leitura? Sim! Mas, acima de tudo de anotações em papel e tentativas incansáveis de colocar conhecimento em prática. Will Durant, historiador, parafraseou Aristóteles, dizendo: “nós somos o que fazemos repetidamente. A excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito”. Isso também quer dizer que esse caminho não é fácil, porém, é um caminho sem volta para a melhoria contínua!

Não adianta ler os melhores autores de RP, somente. Se a sua atividade como RP está ligada com outra área, você precisa buscar mais. Como assim? Muitos RP’s atuam no mercado financeiro, moda, esportes, business, startups ou, até mesmo, na área acadêmica, para outros cursos: Publicidade, Moda, Jornalismo, entre outros. Isso força a atitude autodidata, que é a busca por conhecimento por conta própria, ou melhor, por necessidade própria.

Em uma das palestras que ministrei no ano passado, ouvi de uma pessoa que a culpa de muitos alunos não aprenderem preceitos de Relações Pública é da faculdade, e isso é uma grande mentira! 
Uma dica pra você que está na faculdade: não espere as aulas das faculdades para aprender, não espere aquele curso sair ou, não ache que você não tem capacidade de aprender sozinho. Tem sim! 

Quando você começa a estudar uma área, parece que precisa memorizar um zilhão de coisas. Não é verdade! O que você precisa é identificar os princípios essenciais – geralmente de três a doze deles – da área. Os milhões de coisas que achou que precisaria memorizar são simplesmente várias combinações de princípios essenciais, John T. Reed, autor do livro Succeeding.

Por fim, estudar por conta própria pode ser um meio de vencer em 2017. Um ano novo cheio de possibilidades. Você pode escolher ficar na zona de conforto ou então se preparar com afinco na área que você escolheu. Ou melhor, como um bom RP você pode montar um grupo de estudos ou chamar aquele seu amigo que topa qualquer parada pra ficar fo%#$ em 2017!

Nas próximas postagens, vou indicar alguns livros, esquemas, dar dicas de estudo e planejamento do tempo. Eu estou animado e creio que também posso melhorar meu desempenho. E você? Vem junto comigo?

*artigo incentivado pela leitura do livro Manual do CEO: Um verdadeiro MBA para o gestor do século XXI, de Josh Kaufman. Ainda teremos muito aprendizado acerca de várias publicações aqui no Blog RP e PP.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Relações Públicas no Brasil: Estamos pavimentando!

Perto de completar mais um ano de existência no Brasil, as Relações Públicas passam por mudanças ferramentais, de metodologias, nomenclaturas (que aparecem quase que diariamente) e de ensino nas faculdades, tudo isso, acompanhado com o crescimento do mercado de comunicação, com foco em ações e planejamento de RP.

Vivo no meio de muitas discussões, algumas saturadas sobre o papel do relações-públicas em relação à assessoria de imprensa e, mais recentemente, em relação às rede sociais e a famigerada disputa por espaço no mercado de trabalho/valorização da profissão em relação à essas atividades serem exercidas por jornalistas e publicitários. Inclusive, muitos amigos reclamam das ofertas de emprego e por outras profissões estarem tomando conta do "lugar" de Relações Públicas, mas, a pergunta é: Você está preparado? As vagas oferecidas são convergentes às suas habilidades? Como você se apresenta para o mercado? Se existe algum gap em relação à qualquer uma dessas perguntas, você precisa mudar sua postura!


Aqui mesmo no RP e PP já falamos, por vezes, sobre a valorização da profissão e chegamos à conclusão de que somos uma profissão que muitos desconhecem e que precisamos realizar ações de conscientização e conhecimento das RP nas escolas e no mercado, mas, antes de tudo precisamos ser RPs dentro das nossas casas, com os nossos pais e parentes.

Uma profissão nova!

Em 1914, no Brasil, Eduardo Pinheiro Lobo dava início a uma área de Relações Públicas. Tratava-se de um engenheiro trabalhando como RP. Depois disso, temos trinta anos sem uma atuação relevante ou qualquer pesquisa importante sobre a área no Brasil, que teria só mais tarde com Cândido Teobaldo de S. Andrade, o primeiro RP, de fato, do Brasil. Estamos falando de uma profissão que está em construção, ou melhor, em pavimentação!

O caminho para Relações Públicas buscar sua valorização ainda é grande e isso passa pela participação do profissional em eventos, realizando bons projetos, sabendo vender e executar ideias. 


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Coluna Canto do Galo | 09/11

HAPPY HOUR APP

É nesta 4ª feira, dia 9 de novembro o 1º Happy Hour da APP de fim de ano.

Vamos nos encontrar no Recanto dos Mineiros da Granja Marileusa, um espaço super bacana no novo bairro planejado de Uberlândia. Fica na Av. Maria Silva Garcia, 286 loja 33.

Tudo Open, comida de buteco, cerveja, refrigerante e água. Favor confirmar presença pelo email: app@appudi.com.br

Mais informações: 34 3237-4470.

Contamos com a presença de todos.


Boas-Vindas

A associação deseja boas-vindas ao Junior Malta, estudante da UFU.

Yellow Monkey cria ação sobre diversidade, para o On Motel, na XV Parada do Orgulho LGBT de Uberlândia.

Com o conceito “Para Todos”, criado pela agência Yellow Monkey, o On Motel esteve presente na XV Parada do Orgulho LGBT, que aconteceu no dia 23 de outubro, com uma ação reforçando seu conceito de apoio à diversidade. A marca é uma das primeiras do segmento moteleiro da cidade a abordar o tema e firmar seu respeito a todos os gêneros. Com um mural de recados, placas com quotes representativos e um ponto de apoio com distribuição de água e filtros especiais na rede social Snapchat, a ação levou um pouco da essência do On Motel e teve um contato mais próximo com o seu público.

TV Vitoriosa patrocina CEO Fórum 2016 em Uberlândia
Evento reuniu empresários e influenciadores


A TV Vitoriosa foi uma das patrocinadoras do CEO Fórum 2016, que ocorreu no dia 19 de Outubro, no Center Convention. O evento foi organizado pela AMCHAM (Câmara Americana de Comércio), que elencou como tema a liderança sustentável.

O fórum contou com quatro palestras e o encerramento foi feito com a presença da Orquestra Nacional. Foram realizadas entrevistas com empresários e participantes do evento, que foram exibidas entre os dias 24 à 28 de outubro, no programa Chumbo Grosso.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Branded Content: Hackearam a fanpage da Seara!!!

Já imaginou um gato se apossar sua página no facebook? E se esse gatinho for um famoso personagem de desenho animado? Você aceitaria as exigências do bichano para devolver sua conta? 

Parece coisa de maluco o que estou falando, mas tudo isso foi pra te contar de uma ação de engajamento muito bacana desenvolvida pelo pessoal da Seara no facebook. O bichinho meliante, ladrão de perfil só podia mesmo ser alguém como Garfield, isso mesmo, segundo as postagens na página ele sequestrou o perfil da Seara e só irá devolver após “mandarem”, veja, só, 10 mil lasanhas pra ele.

Branded Content!

Branded Content é do a criação de conteúdo de qualidade que esteja relacionado ao dia a dia da organização e que seja relevante para o seu público-alvo. Unindo lasanha (produto Seara) + Garfield (Personagem conhecido por milhares de pessoas por amar lasanha) temos = nostalgia, conteúdo relevante e engajamento. A grande sacada é parar de interromper o consumidor com anúncios e mensagens forçadas e entregar informações que são de interesse, no momento em que ele achar mais conveniente.

É claro que tudo não passa de uma brincadeira e uma ação muito bem bolada da equipe da marca para engajar o público e que tem dado muito retorno a ela, visto a quantidade de interações (curtidas, comentários e compartilhamentos) das postagens relacionadas ao viciado em lasanha. Essa foi uma maneira de divulgar um dos produtos da marca, a lasanha congelada e quem melhor para ser o embaixador da ação do que o admirador mais famoso desse prato?

Além de um vídeo com diversas postagens feitas pelo personagem, destaca-se a interação nos comentários, em que o gato atrevido dá respostas francas, diretas e claro sempre com um bom tom de ironia, clássico do personagem. A página que está sobre o controle de Garfield desde o dia 07/11, conta com um vídeo em que o felino faz sua grande exigência, 10 mil lasanhas ou a página continuará com ele, vídeo esse já visto por 2,7 mil pessoas, com mais de 53 mil reações e 3.373 compartilhamentos até o momento.


De acordo com os números que só se multiplicam, podemos considerar que a ação é um sucesso, talvez nem tanto para o Garfield que ainda espera impacientemente suas lasanhas, mas sim para a marca Seara, pois o buzz criado, com certeza atingiu seu propósito e conseguiu comunicar o produto de uma maneira diferente e, principalmente, engajando seus clientes.

Confira como está a fanpage da Seara e veja toda construção da ação AQUI!

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Coluna Canto do Galo | 01/11

HAPPY HOUR APP

A APP Uberlândia está planejando um Happy Hour, ou mais de um.......vai depender da agenda geral, para esse fim de ano. O objetivo é confraternizar e unir os diversos segmentos do mercado da comunicação e anunciantes. Serão pequenos eventos em bares da cidade com tira gosto e cerveja gelada.

O primeiro já está pré agendado para dia 9 de novembro! Logo logo enviaremos a divulgação. Aguardem!!!



BATALHA ESAMC / ALGAR TELECOM 


Nos dias 21, 22 e 23 de outubro 80 alunos dos cursos de negócios e comunicação social da ESAMC encararam um desafio da Algar Telecom durante 72 horas ininterruptas dentro da faculdade.

O evento teve início com a pré- batalha que movimentou a faculdade e as redes sociais. Esta etapa inicial através de pequenas competições selecionou os alunos que chegaram a etapa final. Foram cerca de 400 alunos disputando pelas 80 vagas.

Foram três dias no final de semana de pura adrenalina e imersão no mundo de negócios e comunicação e ainda com a presença de mais de 30 renomados profissionais das áreas de comunicação. Os profissionais de mercado participaram como mentores e avaliadores das propostas que os 80 alunos integrantes da Batalha ESAMC apresentaram para o caso Algar Telecom.

Foto cedida pela APP (Associação dos Profissionais de Propaganda)

Os vencedores da primeira edição deste evento foram os alunos Emilia Carmo, Karina Nunes, Pamela Afonso, Marina Santos, Giuliano Antonio, Giulianna Degane, Evelyn Otoni e Leonardo Ferreira.

Além da oportunidade única de entrar em contato com profissionais de talento e reconhecido sucesso, os participantes puderam colocar em prática conceitos e teorias vistas em sala de aula e trabalharam as competências comportamentais tão exigidas pelo mercado como criatividade, liderança, flexibilidade, capacidade de trabalhar sobre pressão e em equipe. Os vencedores receberam da Algar Telecom um celular iPhone 6 Plus.

Ganhadores da Batalha ESAMC - Equipe: Druidas do 3G!

A próxima edição da Batalha ESAMC já está sendo ansiosamente esperada por todos alunos.


MERCHANDISING TARAMAR


A Taramar Ótica e Joias iniciou essa semana merchandising criado e planejado pela Quanta Propaganda no Programa Manhã Total da TV Paranaíba.

A Quanta acredita que ações do tipo merchandising se adaptam muito bem com esse estilo de programa e os produtos anunciados, no caso óculos, joias e relógios passam a fazer parte do dia a dia do telespectador pois são apresentados pela Mônica Cunha, de uma maneira que fica incorporado no programa.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Evento da USP reúne comunicadores para discutir as transformações da comunicação

Você conhece o Ciclorama? Dá uma olhada nesse evento!

O Ciclorama é um evento realizado anualmente pela Agência de Comunicações ECA Jr. da Universidade de São Paulo. Este ano, o evento oferece palestras, mesas de conversa, mini talks e workshops, e busca também tratar a comunicação de forma mais dinâmica.

O tema da 13ª edição,“A comunicação (se) transforma”, aborda como a comunicação é capaz de transformar as pessoas, gerando impactos positivos na sociedade; e, ademais, é passível de transformação, em razão da utilização de novos meios de comunicação e de novas linguagens.

Nas mesas de conversa e nos mini talks, destacam-se a participação dos cineastas Marina Person e Daniel Ribeiro, de representantes do coletivo feminista Think Olga e do núcleo de inteligência Think Eva, do canal do youtube Canal das Bee e das páginas de facebook SP Invisível e Humans Of São Paulo. Ocorrerá também um workshop idealizado pela Fundação Estudar.

O coffee do evento conta com apoio de marcas como Mr. Cheney, Ana Maria e Pipocas Clac. Além disso, serão realizados sorteios de produtos. Livros serão oferecidos pelas editoras Summus Editorial, Companhia das Letras, Paulus, Edicon e Boitempo Editorial. Ingressos para peças de teatro foram concedidos pela Reserva Cultural, pelo Teatro Gazeta e pelo Teatro Ressureição. A Molin oferece kits de papelaria e a Yes Brasil pastas. A Natura além de marcar presença na programação, disponibilizou, ainda, kits da linha Sou.

Tudo isso ocorre nos dias 25, 26 e 27 de outubro, na Escola de Comunicação e Artes da USP, na Cidade Universitária. Para mais informações, basta acessar o evento no facebook.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Indústria da mineração desafia universitários a ressignificarem o setor

A Aberje - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, em parceria com a Agência de Comunicação ECA Jr. e a Maxpress, realiza a sexta edição do Prêmio Universitário Aberje/PUA, que tem o intuito de incentivar universitários de todo o Brasil a aplicarem seus conhecimentos acadêmicos na resolução de um problema real do mercado. 

O tema deste ano é “Atividade essencial para o desenvolvimento da sociedade. A indústria da mineração é mais do que o que você vê”, que desafia os jovens a ressignificarem a indústria da mineração, mostrando o quanto a sua atividade está presente em nosso dia a dia e é essencial para vivermos em sociedade. A ação tem patrocínio da Vale e apoio da Anglo American, AngloGold Ashanti, Gerdau, Hydro, Ibram, Kinross e Usiminas.
As inscrições já estão abertas e vão até o dia 19 de setembro. O valor para participar é de R$ 70,00 a R$ 100,00 por grupo de 2 a 5 integrantes. Os grupos podem ser composto por estudantes de cursos e/ou faculdades distintas, mas recomendamos que ao menos um integrante seja da área de Comunicação Social. Além da possibilidade de resolver o case, a inscrição garante a oportunidade de conhecer as instalações de uma das empresas apoiadoras por meio de uma visita técnica.

Os envios das soluções devem ser feitas até o dia 19 de setembro e serão avaliados por grandes profissionais de comunicação do mercado. As 20 melhores equipes irão apresentar suas propostas em uma audiência pública, presencial, em São Paulo/SP, e os cinco finalistas farão sua defesa final dentro do maior congresso de mineração do mundo, o World Mining Congress 2016, no Rio de Janeiro/RJ. Os três primeiros colocados ganham prêmios de R$ 10 mil, R$ 5 mil e R$ 3 mil respectivamente, além de uma viagem para Carajás, no Pará, com passagem, hospedagem e alimentação inclusos.

Inscrições no site: http://www.premiouniversitarioaberje.com.br/
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