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sexta-feira, 8 de maio de 2015

Relações Públicas para conquistar pessoas: Uma entrevista com Rodrigo Stoqui da startup Samba Tech

Hoje é dia de falar de relacionamento. Não! Não é pra discutir a relação. É pra gente falar sobre boas práticas, bater um papo cabeça com um Relações Públicas muito competente, novo e cheio de energia que é o Rodrigo Stoqui. Olha só!

Rodrigo Ferreira Stoqui, Relações Públicas de formação pela Universidade Metodista de São Paulo e Empreendedor em constante (re)evolução. Estudou Estratégia e Inovação para Corporações Multinacionais na FEA-USP.  Hoje está cursando o CEAG - MBA em Administração pela FGV. Atualmente é responsável pela área de Customer Success e Biz Dev. da Samba Tech, startup referência de tecnologia e inovação, integrante também do Samba Group. (http://stoqui.branded.me/)

Vamos ao nosso bate-papo!

RP e PP:  Atualmente presenciamos vários casos de crises de imagem e reputação com diversas marcas, principalmente na comunicação online. Qual sua opinião sobre marcas que foram cases negativos, como Risqué, Animale, TIM?

Rodrigo Stoqui: Acredito que qualquer rede hoje, como o próprio nome diz, além de ser totalmente social é um muro branco pronto para ser rabiscado de informações e mensagens. Quando deixamos um comentário ou mensagem estamos sujeitos a qualquer tipo de posicionamento, e com as marcas não é nada diferente. Acredito que pode ser até pior, mesmo porque vejo hoje um relacionamento muito superficial. Não sei se é falta de investimento, não sei se é só presença de marca na rede que está, não sei se não levam a sério… mas fato é, mesmo com todas as críticas, gosto que as marcas estejam presentes onde seu público está.

Detalhando um pouco mais esse ponto, o fato das marcas estarem presentes no nosso dia a dia faz com que elas nunca parem de nos ouvir. Somos nós, clientes, que temos as idéias mais relevantes, o mais imediato feedback e, acima de tudo, somos nós que pagamos a conta no final do jogo.

Resumindo, é um meio informal de relacionamento, mas que ajuda as empresas a crescerem, e crescerem mais rápido do que elas imaginavam.


RP e PP: Na sua opinião, como as empresas devem trabalhar o relacionamento com todos os stakeholders para entregar o WOW para todos e, como é possível fazer isso em uma situação de crise?

Rodrigo Stoqui: Os clientes querem soluções para seus problemas, certo? Bem, sim, mas isso é o que eles querem com o que você está vendendo. E, o que eles querem de você, pessoalmente?

Em qualquer momento de crise nunca deixo de consultar alguns mandamentos obrigatórios que aprendi com Bob Burg, autor de “Transforme adversários em aliados: Conquiste as pessoas sem manipulação ou coerção”. Se segui-los a risca, você não vai falhar!

1. Excelência
Os clientes querem que você dê-lhes o seu melhor em tudo o que fizer.
Nota: Eles querem "o seu melhor", e não "o melhor", porque o que é "o melhor" sempre depende do seu ponto de vista. O "seu melhor" é a medida do seu desempenho contra o que você é capaz de realizar.


2. Consistência
Fazer negócios, hoje, significa lidar com a mudança o tempo todo. No meio de tanta incerteza, o seu presente de consistência não é apenas dar ao seu cliente uma coisa a menos para ele se preocupar; ele faz de você um refúgio em meio à turbulência do mercado.


3. Atenção
A atenção é mais do que apenas atender o telefone. É a atenção aos detalhes, é a atenção para as necessidades futuras, é a atenção para na qual você pode ajuda-lo mais. Sua atenção informa aos clientes que eles são verdadeiramente importantes em sua vida. Não há maior elogio.


4. Empatia
Empatia significa ver o mundo do ponto de vista de outra pessoa, a compreensão de como ela pensa e sente sobre a experiência que está tendo. 


5. Valorização
Quando você realmente valoriza seus clientes, você coloca-os em primeiro lugar. Procure novas maneiras de servir, em vez de novas maneiras de vender. Lembre-se: Seus clientes são a única razão que você está no negócio. É sempre sobre eles; nunca é sobre você.


6. Estratégia
Sem estratégia, amigo(a), no way. Você já parou para pensar quantos parceiros / fornecedores seu cliente deve receber por dia? por semana? em um mês? É gente pra caramba querendo falar, apresentar, reunir, ligar, projetar… Se você realmente quer ser o porto seguro do seu cliente, tenha em mente os 5 pontos acima e este último como mantra! Plano sem ação não é nada, certo? Reunião ou visita sem estratégia é o que? Nada também.

RP e PP: Para você, qual a importância de um profissional de Relações Públicas na elaboração de campanhas? Você acredita que as empresas valorizam esse profissional?

Rodrigo Stoqui: Sou formado em RP, apaixonado pela profissão e, sem dúvida nenhuma, acredito que somos valorizados. Agora, cada um depende de si para saber o que é ser um profissional valorizado. Financeiramente? Profissionalmente? 

RP, por definição, é toda e qualquer comunicação de uma empresa com seus principais públicos (stakeholders). Só pela definição, já sabemos que estamos envolvidos na elaboração de qualquer campanha. Somos profissionais habilidosos no tato com cada público e está na hora de aparecermos mais na frente das câmeras.



RP e PP: Independente do porte da empresa ou seu segmento, qual sua dica para os profissionais que atuam na área de relacionamento? O que é essencial para obter sucesso?

Rodrigo Stoqui: Em poucas palavras, que você faça do sucesso do seu cliente o seu sucesso! Lembrem-se novamente: nunca é sobre nós, será sempre sobre eles. Além disso, sigam os 6 pontos acima como mantra que não tem erro.

Outro ponto que quero destacar para vocês é que hoje, no meu caso, a área de Sucesso do Cliente, interage com todas as áreas da empresa. Então crie uma cultura de relacionamento muito forte na empresa porque, se as pessoas não acreditarem no seu time ou área, você não passará de uma área ilhada no meio de um oceano gigante. Recomendo que vocês estudem a cultura de atendimento e relacionamento da Zappos e da Disney, são leituras obrigatórias e tenho certeza que entenderão o que é fundamental para ter sucesso no bons e nos maus momentos.

RP e PP: Para finalizarmos, mediante tudo o que falamos e levando em consideração o cenário atual em que o público, cada vez mais, interage com a comunicação das empresas, qual sua análise sobre o mercado de comunicação, o que você vê para o futuro e como os profissionais e iniciantes podem se preparar?

Rodrigo Stoqui: Sinceramente, acredito que em algum momento haverá uma convergência entre os cursos e modalidades de comunicação. E para um futuro tão incerto como o nosso, independente do mercado, recomendo que vocês nunca (NUNCA!) parem de estudar, de se reinventar, de empreender e, principalmente, de acreditar no que estão fazendo. Isso é o mais importante. Existe muita gente dizendo o que você deve ou não deve fazer, tentando dar conselhos, opiniões, etc… Acredite em você acima de tudo!

RP e PP Agradece, Rodrigo!
Agradecemos ao Rodrigo que participou e deu uma aula detalhada de como encantar e entregar ótimos resultados para os clientes, que são, a nossa razão de existir. Espero que você tenha gostado dessa entrevista!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Uberlândia recebe evento internacional. Global Service JAM!

 
Na próxima semana, Uberlândia estará em um grupo seleto entre as 100 cidades de mais de 40 países em todo o mundo, a receber o “Global Service JAM”, um evento internacional e simultâneo, com o objetivo de criar soluções inovadoras e desenvolver redes de network entre profisisonais de diversas atividades.

Neste ano, o foco está em unir novidades e ideias colaborativas para o dia a dia, que contribuam para melhorias significativa nos serviços hoje prestados para a sociedade, independente de que área seja esse serviço. Nas últimas edições, o “JAM” contou com participação de jornalistas, publicitários, designers, profissionais de tecnologia, arquitetura e engenharia, além de equipes administrativas, de vendas e estudantes de graduação de diversas áreas.
 
 
 
                                                                Veja como foi em 2013

     São 48 horas reunindo sugestões e soluções que sejam desejáveis ao mercado, aplicáveis e viáveis.São utilizadas ferramentas de inovação, como o Design Thinking e Service Design, que são muito utilizadas pelas empresas mais criativas e inovadoras do mundo como a IDEO, 3M e Apple.

      “Os Jamers, como são chamados os participantes, encontram um ambiente alegre e descontraído, porém, desafiador. Todo o aprendizado é voltado para as soluções que podem ser desenhadas e testadas durante e após o evento, estimulando a criatividade e o trabalho em equipe”. Destaca um dos organizadores do evento em Uberlândia, Cleiton Campano. Segundo os organizadores, o evento não possui fins lucrativos. Para inscrição, é necessário o pagamento de uma taxa, no valor de R$ 160,00, que inclui toda a estrutura física, ferramentas e também coffee break, nos três dias de evento.

Global Service JAM

Sexta-feira 07/03 – 18h ás 22h30
Sábado 08/03 – 08h 20h30
Domingo 09/03 – 08h às 17h
Local: Uberlândia Coworking:
Av. Segismundo Pereira, 145 Sobreloja
Em frente ao campus da UFU Santa Mônica – Uberlândia, MG – Brasil
Fone: +55 (34) 3236-5422
E-mail:
coletivo@uberlandia.co (sem o m)
Site:
www.udijam.com.br

 

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Transformar PDV em PDR


Anotar ou simplesmente tirar pedidos é passado, os consumidores aprenderam com o tempo a serem exigentes nas compras que fazem a ponto de darem valor às experiências vividas no que cerceia o mundo do consumo.

O PDV, ou Ponto de Venda, não deve ser uma arma utilizada apenas para fechar as sonhadas vendas, mas também deve possuir eficácia na construção de relacionamentos, o que o torna um PDR certo? Quase.

Para que possamos transformar o PDV, Ponto de Venda, em PDR ou Ponto de Relacionamento, precisamos mudar o foco e modificar o que antes eram números, em qualidade, para gerar mais números. Entenderam?
Precisamos então focar no cliente e não no produto, pois nossa necessidade é fazer com que esse consumidor volte para o PDV, que agora deve ser o ponto que realiza os sonhos desses consumidores.
Disney Store

A Disney é um exemplo que os sonhos são possíveis de se realizar, quando vamos ao parque, ou compramos seus produtos, coisas que são tangíveis, logo se transformam nos mais puros e abstratos sonhos realizados.

No mundo onde a variedade é imensa e as percepções cognitivas estão cada vez mais reduzidas, a necessidade de diferenciação fica cada vez maior. Se diferenciar por produto, por preço, ou por qualquer outra coisa tangível pode ser o início de um fim. 

A maior varejista americana de eletroeletrônicos, a Best Buy, realiza um trabalho exemplar com seus clientes, estreitando a relação que o próprio varejo não é acostumado a ter com seus compradores.

Vendedores Best Buy

Os vendedores são treinados para realizar um trabalho de aproximação com seus clientes utilizando as redes sociais de maneira a tirar dúvidas sobre tecnologia, realizam pesquisa sobre como cada comprador utiliza seus produtos e como eles podem melhorar o desempenho dos  aparelhos. Isso torna cada vez mais o cliente parte do negócio e o foco que antes era no cliente, se transforma em esforço para entender o foco do cliente.

Fazendo uma alusão ao livro "A estratégia do Oceano azul":

Oceanos vermelhos são aqueles onde as regras do jogo são conhecidas, o mercado é competitivo e uma empresa tenta “matar” a outra, “ensanguentando” o oceano, transformando-o em oceano vermelho.
Oceanos azuis são aqueles onde as oportunidades são grandes, os espaços para inovação também são grandes, porém imprevisíveis. O oceano azul é um lugar a ser desbravado, as regras do jogo ainda não são conhecidas, fazendo com que a inovação seja o mantra principal da estratégia.
O autor faz uma pergunta:
Como uma empresa será capaz de transpor os limites do oceano vermelho da competição sangrenta? Como poderá criar oceanos azuis?
Talvez a resposta seja dar a atenção devida para o consumidor e não canibalizar o mercado com condições de pagamento, promessas de menores preços e etc. Quem sabe esse seja o ponto de partida para a descoberta de oceanos azuis. 


Faça do cliente um oceano azul
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