Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

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quinta-feira, 23 de março de 2017

A fórmula do sucesso nos negócios, desde uma perspectiva das Relações Públicas

As Relações Públicas, além de uma extraordinária tática BTL (Below The Line) de comunicação não convencional e a vinculação com diferentes Públicos – e relativamente com um orçamento baixo e de alto impacto reputacional -, são uma Estratégia de Comunicação Integrada; e como tal, define os parâmetros entre os quais se moverão as diferentes peças ou elementos de comunicação que vão operar áreas específicas, em virtude de metas comerciais e/ou institucionais.


Esta visão holística das Relações Públicas vem da natureza do seu objeto de estudo: a Imagem Institucional. A imagem de que uma empresa ou instituição possuem Públicos e que está articulada em suas mentes, depende em boa medida da fortaleza dos seus atributos de identidade e Personalidade; ou seja, dos valores que evidencia, da claridade e qualidade dos conceitos e promessas que as instituições exteriorizam e, acima de tudo sobre como operam realmente.

Estes três campos, o de Ser, o Pensar e o Fazer, impactam no campo de percepção sensorial do Público-Alvo e essa apreciação da Entidade a uma instituição, em algumas ocasiões é concreta, e em outras abstratas; por momentos de um alcance particular, e por momentos universais.

Identidade (Substancia), Personalidade (Imagem Projetada) e Entidade (Imagem Percebida), conformam os vértices do triângulo sobre os que operam as Relações Públicas.

A perspectiva das Relações Públicas.

Identidade, Personalidade e Entidade conformam um verdadeiro capital simbólico estratégico de máxima importância. Sua análise e tratamento são correspondidos com um exercício estratégico das Relações Públicas, entendida como uma “Usina de Idéias” ou “Think Tank”, desde que investigamos e aperfeiçoamos tudo aquilo que afete de uma ou outra forma. Uma função que vai do extremo do Entreprenuership ou Empreendedorismo ao de Coaching Empresarial e Organizacional.

É aqui onde se analisam os objetivos e conquistas da Empresa (campo do Ter), os processos que se programam ou as ações que são voltadas para a obtenção de resultados (campo do Fazer) e a maneira em que a Empresa se analisa e visualiza a si mesma e aos demais (campo do Ser) 

Primeiro o primeiro, diria Stephen Covey. 

Os negócios têm que ser rentáveis e sólidos. É impossível construir algo como R.P se não contamos com uma base comercial e com uma organização sólida.

Marcus Lemonis, propõe estas 3 chaves para avaliar e otimizar o rendimento de uma empresa e, dessa forma, ela seja levada ao sucesso:

1) Pessoas

É fundamental que os empresários se assegurem de contar com a melhor equipe possível, onde cada integrante explore melhor as suas capacidades. Mesmo assim, é essencial criar um ambiente positivo que ajude os colaboradores a melhorar seu rendimento e potencializar suas habilidades.

2) Produto

Se trata de selecionar os produtos e/ou serviços adequados, ter em conta sua funcionalidade e características de marketing (preço, packaging, público, objetivo, etc.). Detectar possíveis falhas que detém seu sucesso e facilitar seu comércio.

3) Processo

O último, porém não menos importante ingrediente é o processo. Para que uma empresa seja produtiva deve vigiar com atenção suas operações. Isto implica os processos em diversas áreas, como produção e finanças.

Ao mesmo tempo enumerei os 4 erros que devemos evitar para sustentar o sucesso: 

1) Não entender a importância dos recursos humanos. 

2) Não ter total conhecimento das finanças do negócio. 

3) O orgulho ou negação por parte dos empreendedores ou irritação na hora de receber consultoria externa. 

4) Não selecionar os produtos ou serviços adequados. Incluindo não ter um bom e apropriado nome ou marca. 

A fórmula do sucesso, desde uma perspectiva das Relações Públicas

Sobre esta base geral de como ter sucesso nos negócios é que podemos projetar esta fórmula complementária, tendo em conta o olhar da comunicação e dos relacionamentos.


S= Sucesso

C= Conhecimento / Capacitação / Aprendizagem.

M= Metas.

R= Relacionamento / Interação.

C= Consolidação das relações.

N= Negação.

O sucesso levando em consideração essa perspectiva implica:

O tratamento e melhora de cada elemento do trinômio CMR atua sinergicamente em todo o resto. Toda melhoria em qualquer dos elementos de trinômio potencializa e enriquece aos demais. E temos que somar a este tríade de gestão os factores constância, coerência y relevância relacional. As relações com maior potencial produtivo devem ser consolidadas ao longo do tempo, com ele conseguimos credibilidade e confiança. Por último para termos sucesso sustentável no tempo é necessária uma atitude madura e reflexiva na qual não deixemos de ouvir nenhum sinal de insatisfação do público interno ou externo. Negar ou ser indiferente às deficiências e conflitos é como se quiséssemos tampar o sol com as mãos.

Vejamos cuidadosamente cada um dos elementos que compõem a Fórmula.

Conhecimento:

Promover o conhecimento, capacitação de equipe e capacitá-los também com informação de qualidade.

A chave pra tomar boas decisões é a qualidade da informação com que contamos. Esse “input” é gerado mediante a promoção do conhecimento em todas as suas formas. Deve ter boa gestão e um conhecimento profundo da organização, dos seus processos, de sua equipe, de seus públicos, etc.

A capacitação da sua equipe permite ampliar seu conhecimento técnico, melhorar as habilidades e moldar as atitudes dos seus membros.

A capacitação possibilita uma tomada de decisões estratégicas, que transformam e permitem a evolução de um sistema empresarial.

A aprendizagem, em tanto a razão da capacitação, é concebida como a mudança de comportamento devido à experiência.

A aprendizagem é o processo mediante o qual se adquire uma determinada habilidade, ela assimila informações ou adota uma nova estratégia de conhecimento e ação.

Metas:

A aprendizagem nos leva a ter convicção, a partir desta nova informação ou input produto de capacitação, novas metas, mais ambiciosas e realistas.

O conhecimento deve possibilitar a mudança, o aperfeiçoamento e a evolução da Empresa.

O conhecimento adquirido deve ter uma função instrumental, por exemplo: todo conhecimento deve ser útil para podermos aceder a novos cenários, a propor novos desafios, novos horizontes, etc.

Definitivamente, o conhecimento deve ser útil na hora de nos propormos a superar as expectativas. Objetivos e metas reais, possíveis, realizáveis, sustentáveis.

Relacionamento:

Promover um relacionamento multi-direcional e de multimídia com os públicos objetivos, que gere confiança mutua e possibilite uma interação com mais proveito.

Interagir e se relacionar com os públicos de forma aberta e cooperativa é a chave.

Consolidação:

Sustentar, consolidar essas relações ao longo do tempo em base a condutas coerentes e colaborando é, absolutamente necessário. Não alcança com somente se relacionar, também devemos interagir até gerar vínculos baseados em valores compartilhados.

Reforçar os laços para consolidar essas relações e potencializar o alcance e os negócios é o propósito. Neste ponto é necessário orientar-nos a trabalhar naquelas relações mais sólidas e de maior potencial. Provavelmente só um 20% das relações terminem influenciando o 80% dos resultados desejados.

Negação:

Toda gestão exitosa de desarticular forças entrópicas que, atentem contra o alcance de metas propostas e contra a consolidação do capital simbólico que representa um bom relacionamento com os públicos internos e externos.

Em ocasiões quem tem a responsabilidade de conduzir ou liderar uma empresa, não aplica soluções eficientes e não porque não hajam tido informação oportuna sobre o assunto, mas sim porque são negadas ou desestimadas. A negação é um mecanismo de defesa que consiste em enfrentar-se aos conflitos negando sua existência, sua relação ou relevância.

Quem toma as decisões enfrenta conflitos e ameaças de origem interna e externa negando-se a reconhecer alguns aspectos críticos da realidade. Um problema organizacional clássico e lamentavelmente muito extenso no mundo dos negócios.

Identificar fatores humanos que atentem com o relacionamento produtivo e assim negar suas conseqüências disfuncionais é a tarefa.

Una boa forma de destravar esta negação é através da função de Coaching Empresarial que um RP experiente pode cumprir perfeitamente

Autor:

Antonio Ezequiel Di Génova
@antoniodigenova

Presidente da REDIRP www.redirp.org

Editor do Portal de R.P. www.redrrpp.com.ar

Diretor Geral de e-PR Consultores - www.e-publicrelations.com.ar

Tradução ao português.

Emanuel N. Bazán García

Diretor Geral de ABC Group Consultora - www.abcgroupconsultora.com - Parceiro da Resultados Digitais na Argentina

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Tendência: Emoção gera engajamento! Adeus ao velho mapa de mídia

Mais que mapas de mídia bem feitos, as agências estão migrando seus esforços para uma tendência importante para o alcance dos objetivos dos clientes, o engajamento! Não é segredo que em tempos atrás as propagandas eram feitas 100% para venda de produtos, tanto que suas estruturas eram, quase sempre a mostra do produto, um endossante, uma frase de efeito e a assinatura da marca ao final do comercial.

*O título é uma provocação. Os mapas de mídia não morreram (ainda)...

Hoje, com a internet e com um nível de exigência maior do público pela audiência múltipla, o engajamento se torna a parte crucial do sucesso de campanhas pelo mundo todo. A disputa pelos olhares não é mais ditada pelos mapas de mídia, mas sim pela capacidade criativa de usar gatilhos emocionais que despertem desejo pela marca/produto/serviço.



Em uma matéria feita na revista Meio e Mensagem, publicada essa semana, mostrou um estudo da Forebrain, feito em dezembro do ano passado, analisando 39 filmes publicitários. O estudo identificou as marcas que mais chamaram a atenção e emocionaram os consumidores. Segundo a Forebrain, o objetivo do estudo foi avaliar campanhas publicitárias de grandes marcas e agências e suas estratégias para a criação de campanhas engajadoras.

Os quesitos avaliados pela plataforma foram: atenção, motivação e memorização de marcas concorrentes das áreas de alimentação, automóveis, casa & decoração, telecomunicação, higiene, cosméticos, varejo e indústria farmacêutica e levou em consideração o que move a mente e o coração dos consumidores. De acordo com Billy Nascimento, co-CEO da Forebrain, a partir dos insights foi possível identificar os elementos e construções mais eficazes para mudar percepções e escolhas de diferentes públicos para construir campanhas mais assertivas.

A Renaut foi vencedora no quesito Atenção, enquanto a TIM venceu no fator Motivação e Memorização. Confira o Ranking completo na matéria da Meio e Mensagem.

Esse estudo despertou em mim um questionamento: O ROI da publicidade, além do retorno financeiro, que é o objetivo de qualquer comunicação mercadológica, chega com um olhar voltado para as imagens das marcas muito grande. Não dá pra pensar somente na venda ou somente na comunicação de venda. As empresas precisam pensar que a geração de valor está no que falam delas e não no que elas falam de si mesmas. 

Quando a TIM vence nos quesitos Motivação e Memorização, existe por trás uma vitória muito grande e isso, de quebra, influencia nas vendas. 

Outra coisa é pensar que isso não serve somente para grandes empresas. Com planejamento e entendimento do público do seu negócio, seja ele qual for, é possível engajar e conseguir bons resultados. 

É o caso do Rei do IPhone que viralizou na internet após consertar o IPhone de um cliente de graça. E não é só isso! Wissam Atie ou Rei do IPhone realiza ações simples como: uma máquina de sorvetes que distribui delícias geladas de graça, bolo de cenoura e outros mimos para os mais de 120 clientes que passam por dia em seu estabelecimento. Veja a história completa do Rei do IPhone aqui.

É totalmente possível engajar e entrar na memória das pessoas. O trabalho não é fácil e precisa combinar valor e comunicação de valor, ou seja, cada vez mais produtos e serviços devem estar alinhados às promessas que as marcas fazem.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

4 razões para apostar em marketing digital em época de crise

A crise econômica é debatida diariamente, nos noticiários. Recentemente o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgou que o comércio apresentou um resultado negativo pelo quarto mês consecutivo. O recuo foi de 0,9% em maio, em comparação com abril. 

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Diante dessa nova realidade muitas empresas decidem cortar custos e o marketing digital é o primeiro a ser sacrificado. Porém, especialistas defendem que o atual cenário é uma grande oportunidade para investir na área, uma vez que a maioria das companhias recuam, abrindo uma lacuna na cabeça do consumidor. 

O momento exige um planejamento mais detalhado e um entendimento maior do contexto. Afinal, as pessoas mudaram a sua forma de consumir e as corporações precisam acompanhar essas transformações se quiserem que a sua marca seja consolidada e reconhecida no mercado. 

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Por isso, separamos 4 razões para investir no marketing digital em momentos de adversidade. Confira: 

1. Análise de métricas

Uma das principais vantagens do marketing digital é a velocidade de resposta e a mensuração dos índices. Uma boa consultoria de marketing digital tem como premissa básica uma estratégia detalhada de suas ações. Dessa forma é possível calcular o ROI (Retorno Sobre o Investimento) e planejar os passos futuros. 

2. Engajamento com público-alvo

As mídias sociais são umas das armas do marketing digital. Essas plataformas são ideais para criar vínculo, interagir e analisar o seu público-alvo. Por meio desses canais é possível descobrir a opinião de cada indivíduo sobre a sua indústria, uma vez que os internautas têm o hábito de compartilhar o seu ponto de vista sobre alguns produtos, serviços e empresas.

Além de apresentar vantagem no processo de comunicação, as mídias sociais não exigem um investimento alto. Inclusive, os recursos pagos permitem um controle de gastos e segmentação de campanhas, o que interfere positivamente na eficácia do resultado.

3. Observação da Concorrência

Uma empresa conceituada procura estar sempre um passo adiante. Porém para oferecer inovação é preciso um estudo detalhado do seu ramo de negócios e também da concorrência. A partir desse acompanhamento de estratégias e interpretação das tendências do mercado é possível apresentar soluções inovadoras aos consumidores e clientes potenciais.

4. Baixo investimento

Calcular o ROI de uma propaganda é um passo fundamental no processo mercadológico, mas quando se trata de outras mídias como a impressa, TV ou busdoor, fica difícil garantir a efetividade do resultado. Esse tipo de ação impacta muitas pessoas, mas não necessariamente o seu público alvo, o que torna complicado o processo de conversão. No marketing digital é possível segmentar campanhas e controlar custos, uma vez que os anúncios são pagos por cliques e não por visualizações, como a maioria das publicidades. 

Redes sociais e planejamento

As corporações devem perceber a mudança de comportamento dos usuários e focar na resolução dos seus problemas. O inbound marketing, conceito lançado no mercado pela empresa Hubspot, incentiva a construção de confiança e diálogo entre a marca e o consumidor, para que assim os clientes virem divulgadores da marca e não apenas simples consumidores. Uma organização visionária é aquela que encontra uma oportunidade nos momentos mais complicados. Ouse!

Post Colaborativo por WSI Consultores

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