Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Ele aumentou os salários dos funcionários e, acredite, se deu mal!

E não é que toda ação possui uma reação? Sim, claro! Newton já dizia isso há muito tempo e essa lei da física cabe em qualquer lugar, seja na física, na química, na engenharia, ou até mesmo no mundo corporativo. Essa lei parece ter sido ignorada por Dan Price, CEO da Gravity Payments – uma pequena empresa de processamento de pagamentos por cartão de crédito.

Em uma tentativa de demonstrar a grandeza, Dan Price está pagando um preço alto (trocadilho infame) por ter feito uma ação inesperada. Ele só queria diminuir as diferenças, mas, infelizmente colocou o carro na frente dos bois! A revista eletrônica Exame.com, por meio do seu colunista Daniel Castello, perguntou aos leitores: Dan Price é um anjo, um gênio, um idealista, um jogador ou apenas um irresponsável?

Dan Price rp e pp

Bom! Se colocarmos na mesa aquela velha frase dita pelos nossos avós "Faça o bem, sem olhar a quem!", certamente a resposta seria: Price é um anjo, um gênio e um idealista! Mas, infelizmente ele foi, apenas, um irresponsável! O CEO não levou em consideração, o fato de existir uma reação. Simplesmente fez "o bem". 

Dan Price aumentou os salários dos seus funcionários para 70.000/ano. Mas aí você me pergunta o motivo de tanta frustração nessa ação: isso não deveria ser algo bom, afinal de contas ele está aumentando salários e diminuindo as diferenças entre o topo e a base!?!? E eu nem citei o fato que Price diminuiu o próprio salário que era de 1 milhão por ano e também passou para os mesmos 70.000. Oh, Good!!!

A grande discussão aqui é o mapeamento do terreno, a visualização dos cenários e as reações que isso poderia trazer no médio e longo prazo. Em um primeiro momento, Price foi considerado um visionário, um líder nato, um Deus (com dê maiúsculo)! Mas, de acordo com o New York Times, os clientes ficaram com medo da medida e deixaram a empresa, uma vez que o aumento foi visto como uma “declaração política” e “socialista”, em meio a um debate nos Estados Unidos sobre a desigualdade de salários entre diretores e funcionários. 

A pressão era muito grande e alguns dos principais funcionários pediram demissão, pelo fato de terem os seus salários publicados (para o mundo todo saber) e outros se demitiram por achar "essa tal igualdade" injusta, pois isso colocou em pé de igualdade TODOS os funcionários, desde os mais "sêniors", até os mais "juniors"! 

Dan Price rp e pp

A revista Entrepreneur publicou agora a pouco uma matéria sobre o caso e também aproveitou para dar algumas dicas pro grande Price. Clique aqui e veja! Nessa matéria podemos ver algumas ações que o CEO poderia ter tomado antes de anunciar o aumento, mas, o que queremos saber é: O que fazer agora? 

Uma grande crise se formou e o que você faria como profissional de RP? 




*Agradecimento ao amigo Antonio Juan que nos enviou esta sugestão de pauta! Mande a sua sugestão também: mauritycaza@gmail.com

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Que tal ficar hospedado em uma cadeia? Veja como nessa ação do Airbnb!

Quando vi fiquei confuso. Mas, como? Uma cadeia? No Airbnb? Eu só queria um apartamento! Mas, calma, não é isso que você está pensando. A ação do Airbnb, em conjunto com a Fundação Rahab (ONG que luta contra o turismo sexual) te oferece uma cadeia como opção de hospedagem, na verdade, é uma grande sacada que pretende conscientizar as pessoas sobre o turismo sexual, mais especificamente, com menores.
Ação de guerrilha

No texto do vídeo produzido pela Leo Burnett Costa Rica fica bem claro o destino certeiro para quem ousa procurar "diversão" com menores de idade. Essa ação de guerrilha que se chama "O lugar que você nunca vai querer se hospedar" utiliza o próprio site do Airbnb como fonte de procura de uma hospedagem e é genial do ponto de vista de informação, engajamento, mas, principalmente, está de parabéns pelo ato de criminalização de um fato deplorável que acontece no mundo todo. #Jailbnb


Quantas curtidas merece essa ação? (brincadeira)

terça-feira, 4 de agosto de 2015

A importância de se apaixonar!

Esse artigo não é uma poesia, mas, bem que poderia ser, já que sou adepto da rima, porém, tenho que me conter (rimou). Com essa rima rica e com esse "jogo de palavras jogadas" é que eu inicio o post de hoje do RP e PP, que vai falar sobre paixão, alegria, estilo e muita vontade de fazer acontecer um sonho que começou em 2010. O sonho de ser reconhecido pelo meu trabalho!

Tudo começa em 2009, quando passo no ENEM e consigo bolsa para o curso de Propaganda e Marketing, em Uberlândia. Logo de cara, vi que comunicação era a minha praia! Em 2010, quando eu estava no terceiro período do curso de Propaganda e Marketing, na ESAMC Uberlândia, eu, influenciado por uma amiga, entrei em uma matéria de RP - Comunicação Interna! Influenciado, mais uma vez, por gente boa, dessa vez, pela professora e minha guru, Adriana Sousa, eu abri esse canal de comunicação que você está lendo, o RP e PP, e aí eu não parei mais! 

Congresso Mega BrasilEm 2010 eu ganhei um concurso do site Mundo RP, do grande RP, Rodrigo Cogo. Esse concurso me levou para cobrir o maior evento de comunicação da América Latina, em São Paulo, o Congresso Mega Brasil. Nesse evento conheci gente do país inteiro (e de fora também), fiz amizades e guardo tudo que fiz com muito carinho.


Por quatro anos consecutivos o RP e PP foi eleito, por pessoas do país inteiro, um dos 100 melhores blogs pessoais de comunicação do Brasil, pelo site Top Blog e indicado por outros blogs como um canal de referência no assunto e isso me deixava ainda mais apaixonado pela escrita, pela comunicação e pelas pessoas. Por causa do RP e PP eu viajei, dei palestras, ministrei oficina em uma semana internacional de comunicação, trabalhei em uma grande empresa, estou empreendendo, conheci pessoas e consegui o reconhecimento de profissionais que eu sempre admirei. Uma vez, entrevistando o professor Paulo Nassar, Diteror-presidente da Aberje, pela rádio Mega Brasil, ele disse que conhecia meu trabalho e isso foi motivo pra eu guardar aquele momento para sempre. 

Semana Internacional de Comunicação


Nesses anos, entre indicações, entrevistas para outros blogs que admiro tanto e as andanças do dia a dia, eu não parei! No começo desse ano eu comecei a dar aulas para o curso de Relações Públicas, na faculdade que me formou, a ESAMC. O semestre vai começar e eu já estou ansioso para a primeira aula. Tudo isso me movimenta! A ansiedade de colocar o próximo artigo no ar, dar a próxima palestra, a próxima aula e toda a sensação de missão cumprida que isso promove dentro de mim é sensacional. 

Adeus Golfinho Feio - Guilherme Alf
Nessa semana, ao ler o livro do Guilherme Alf, Adeus Golfinho Feio, lançado neste ano, eu fiquei muito feliz e surpreso ao mesmo tempo. Na verdade, quase caí da cadeira! Vi que, este blog que você está lendo foi citado. O RP e PP está em um livro, cheio de gente boa, fazedora, engajada e apaixonada pela profissão. Só tenho a agradecer! 

A paixão pelo que fazemos é o termômetro que indica o tamanho do nosso sucesso. Não se apaixone e a chance de vencer diminui para níveis catastróficos. Ame, faça, se relacione, compartilhe o que sabe e, acima de tudo, nunca deixe de acreditar.   

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Como fazer propaganda no Brasil? Um artigo rasteiro sobre a propaganda feita no seu país.

Venho notando uma fórmula parecida na maioria dos comerciais feitos na terra do samba. O nosso Brasil varonil! Pensei comigo, após vários comerciais assistidos: Tem espaço pra um tutorial aí! Bom, sem querer ser chato, mas, existem três elementos que, se utilizados com nexo, fazem qualquer propaganda. Veja só!


Problema!

Geralmente, quando você precisa de um produto ou serviço é porque você está com algum problema (necessidade ou desejo). Na propaganda atual, todo problema é mostrado de maneira intrínseca, ou seja, sem mencionar ao certo o que o produto ou serviço faz pelo consumidor. Trocando em miúdos, o problema necessariamente é mostrado junto com a solução, de maneira imperceptível para os olhos do consumidor. *Guarde essa informação para os exemplos que virão a seguir!

Piadinha!

Esse é o ponto que eu queria chegar há tempos! Nós sabemos que o brasileiro é um povo de extremo bom humor e que leva este elemento como curva de valor para escolher esta ou aquela marca. Traduzindo: quem conta uma boa piada é lembrado! Porém, nem sempre se lembrarão da sua marca, mas, a piada, com certeza será contada naquela roda de amigos (Você viu aquela propaganda nova com aquela mulher, a Verão, que os caras fazem ela ir e voltar pegando cerveja???? Todo mundo sabe! E a marca???).

Assinatura!

Esse é um elemento superimportante em qualquer propaganda que se preze. A assinatura é a marca patrocinadora da ideia. A dona do espaço. O que realmente deve ser lembrado. Porém, temos uma briga imensa nos dois primeiros quesitos acima e um mar azul a ser desbravado quanto à concorrência neste último item. O motivo? Bem! Talvez as premiações não sejam dadas para quem tem a melhor assinatura.

Veja alguns exemplos onde temos os três passos: problema, piadinha e assinatura. Vou citar casos recentes.

Seara. Com um belo trocadilho feito utilizando as letras S e A. O objetivo foi provocar o concorrente. Venda e necessidade do consumidor em segundo plano. Meu Deus! Milhões gastos pra isso.


Perdigão. Evite surpresa, vá na certeza! Poxa. Uma briga de egos comprada em rede nacional para vender presunto. Mais uma piada. Esta, sem nexo algum, onde Luciano Huck e sua amada Angélica (que não come presunto) aparecem nos filmes falando com vozes de criança. Provocativo, não!? Quase me mato de tanto rir, ou melhor, não sei se racho o meu bico ou se vou correndo comprar presunto.


Itaipava. Essa já virou um clássico que envolve o mal gosto de piadinhas machistas. Realmente o produto é deixado, mais uma vez, em segundo plano.


Ainda tenho muitos exemplos de piadocas mal contadas, porém, quero deixar claro que esse tutorial pode dar certo se tudo for equilibrado. Veja alguns exemplos de boas piadas que possuem ligação com suas respectivas marcas.

Posto Ipiranga. O problema é citado a todo momento pelo viajante (nesse filme, os viajantes foram Fernando e Sorocaba) e o homem hospitaleiro responde a todas as perguntas com a mesma resposta: Posto Ipiranga! Neste filme a dupla procura Diesel pro caminhão, lugar para tomar banho, descansar e, ainda, procuram um plus: desconto em cinema, futebol. Magistralmente, a piadinha vem. Rápida e ligeira como um foguete e a assinatura no fim do filme.

 

Vivo. A outra boa sequência de piadas e venda de serviços é da operadora Vivo. Nos roteiros, esses três elementos aparecem ainda mais latentes. O problema é vivido na pele pelo famoso (neste filme, o cantor e casamenteiro, Fábio Jr.) que reclamado sinal do seu celular. O ruivo vem com a solução: "Vivo Tudo - Internet, SMS e a internet é 4G" - que é a fala universal para todos os filmes. No final, um reforço da oferta e a assinatura.



Você tem mais alguma propaganda nesses moldes para compartilhar com a gente? Você pode fazer isso colocando o link ou comentando aqui em baixo. Lembrando que esse foi um artigo rasteiro! Ou seja, tínhamos muito mais para colocar por aqui: Tigre, Amanco, Skol, Nova Skin, Volkswagen, Fiat, Bauducco, OLX, Bom Negócio... e por aí vai! 

Espero que você tenha gostado. Se gostou, pode compartilhar este tutorial rasteiro com aquele seu amigo publicitário ou aspirante/estudante.


quinta-feira, 18 de junho de 2015

Vamos falar de sexo explícito!

Já faz algum tempo que venho, com uma vontade, quase visceral, de falar sobre sexo aqui no RP e PP. A grande coisa nisso tudo é que as movimentações estão me levando a dar ainda mais atenção nesse tipo de assunto e, vez em quando, vejo os mesmos erros, os mesmos parâmetros, as mesmas reclamações. Calma! Não é sobre orgasmo ou o tamanho do órgão genital, que também são tabus, mas sim, sobre sexo enquanto diferenciação de gênero.

O Brasil é um país que ainda não valoriza vários aspectos, sejam eles raciais, classe social/status, deficientes, homossexuais, mas, algo me chama muito a atenção nessa lista dos "diferentes", que na verdade são iguais perante as leis desse país, que é a mulher. O Brasil ainda possui, culturalmente, uma diferenciação entre homens e mulheres. Quando você vê uma mulher dirigindo um ônibus ou jogando futebol, por exemplo, o que passa na sua cabeça?

Aí que nasce o mi mi mi...

Falando explicitamente de sexo e mi mi mi, que é a grande chave para a relação pegar fogo, eu andei analisando rapidamente esta expressão e vi que ela serve como uma provocação, somente. Geralmente, em uma relação, nós homens fazemos coisas machistas e magoamos as nossas companheiras ou, simplesmente, não entendemos que a cólica que ela sente a cada ciclo menstrual é, de verdade, um empecilho para não sair, curtir um churras com a galera ou, até mesmo, para não ter relação sexual. Mi mi mi é a falta de respeito que o homem comete vestida e velada da mais medíocre ironia: "Pare de mi mi mi" - leia isso com uma cara de deboche.


Bom! Entendendo todo esse cenário de gênero, diferenciação, falta de valorização e mi mi mi, nós podemos abstrair para o mundo da comunicação. 

Quantas vezes, este ano principalmente, nós não presenciamos marcas cometerem erros primários e tratando como mi mi mi, as questões femininas? Será que realmente isso é visto como uma oportunidade de fazer campanhas decolarem, tendo como elemento de combustão a revolta das mulheres? Isso não é negativo? Isso pode ser positivo? Até que ponto essa postura pode ajudar ou atrapalhar uma marca? Fica a provocação!

A grande sacada (sem trocadilhos infames, por favor) é que isso vem acontecendo com frequência e a análise que eu fiz desses acontecimentos é que existe uma parcela de pessoas entendidas, que questionam e fazem barulho e uma outra parcela que se diverte e "compra" a campanha. Importante mesmo é respeitar o espaço do outro, e as marcas precisam entender que elas não serão esquecidas pelos seus atos, mas, principalmente, existe a necessidade de entender o público e a mensagem antes mesmo de jogar para o mercado.


segunda-feira, 18 de maio de 2015

RP sem PP, sou eu, assim, sem você!

O título é algo que tange o mais belo romantismo e lembra o hit de Claudinho e Buchecha, "Fico Assim Sem Você". Porém, a carga de importância em se fazer integração entre essas duas disciplinas, Publicidade e Relações Públicas, é mais do que o ato de conquistar pessoas e aumentar lucratividade com um simples abrir de portas e entregas de buquês de flores. Estamos falando, mais uma vez, do relacionamento, da medida das mensagens... do jantar a luz de velas... da presença respeitosa e não da automação/despreparo/falso relacionamento.

Toda essa introdução melódica é pra falar de um case que me deixou boquiaberto, pela noção ZERO de uma empresa que, simplesmente, perdeu a oportunidade de ficar Low Profile e não fazer feio. Estou falando do Verão. E, só pra te falar que eu nem lembrava qual cerveja era, (pesquisei no Google pra lembrar) estou falando da Itaipava, uma cerveja 100%... 100 Social Media! 100 Noção! 100 Resposta!


Muita reclamação no ar com a hashtag #FicaVerão!


E você, o que acha desse tipo de ação? O que você pensa sobre a automação da comunicação? É válido ou não tem nada a ver? Ouvi e vi alguns comentários positivos, porém, são todos com foco na moça que faz o comercial que é a Aline Riscado. Já, sobre a cerveja... 


quinta-feira, 9 de abril de 2015

Eu vou jogar na Internet: Não. Vai não!

É difícil acreditar que algo assim aconteça. Uma dupla sertaneja, Max e Mariano, que me parece ser uma cópia de uma outra dupla (sic), lançou essa semana uma música, toda errada, do início ao fim, com o tema: Eu vou jogar na internet!
Não senhores, não é Counter Strike, não é Dota e muito menos Fifa 2015, mas sim, um vídeo que mostraria uma suposta relação sexual entre um casal, onde o homem faria tal barbaridade sob desculpa de vingança.


O vídeo foi deletado na terça-feira, dia 07/04, assim como as páginas da dupla nas redes sociais. A tentativa de lançar um hit deu certo. A dupla ficou conhecida no país inteiro, porém, não do jeito que gostariam. (foto divulgação)

A dupla retirou o vídeo, mas, este abaixo ainda sobrevive. (veja para efeito de análise, antes da exclusão).



O senador pelo Rio de Janeiro e ex-jogador Romário foi dos que propuseram uma campanha de denúncia. "Isso não é brincadeira. As consequências para as vítimas são gravíssimas. A integridade física, moral e psicológica das vítimas são abaladas depois de terem a vida íntima exposta desta forma". A "pornografia de vingança" ou "revenge porn" é um crime e a música "Eu vou jogar na internet" é um apologia que incita o ato. 
Max e Mariano afirmam ter removido o vídeo, por conta da rejeição do público. “Nunca imaginávamos que isso aconteceria, nunca passou pela nossa cabeça tamanha proporção e negatividade, não somos a favor de revenge porn, não sabíamos sobre tal”.

Como relações-públicas eu vejo o fato como algo lastimável. A dupla se diz desinformada sobre um fato que faz parte do cotidiano e que afeta, não só as vítimas, mas também, famílias inteiras que vão conviver com esse fato. Algo lastimável é a falta de bom senso. Não digo que a dupla errou também em não ter um profissional de comunicação, mas, afirmo que foi um erro gritante por ser um assunto tão atual.

Pensei comigo depois de ver essa barbaridade: se o Chico Buarque estivesse no início de carreira, hoje, e lançasse a música, Geni e o Zepelim, que tem como refrão: "Joga pedra na Geni! Joga bosta na Geni! Ela é feita pra apanhar! Ela é boa de cuspir! Ela dá pra qualquer um! Maldita Geni!". 

Realmente, os tempos são outros!

quinta-feira, 12 de março de 2015

Sensacionalismo. Entenda porque o post de hoje não terá imagens

A comunicação é maravilhosa e a velocidade das informações já ultrapassou a velocidade da luz. Os olhos e os ouvidos ficaram mais atentos e a máxima que persistia no mundo da mágica, onde "a mão é mais rápida do que o olho" já não funciona mais. Temos inúmeros canais, mídias, formatos e um deles sempre me chama a atenção por ser rasteiro, baixo, sujo, mal feito e, mesmo assim, o mais acessado, assistido, comentado e aplaudido. O Sensacionalismo!

O post de hoje não terá imagens pelo fato de ser um simples parecer sobre o que vi nesta semana. 

Em Uberlândia, cidade do triângulo mineiro e onde resido, um fato chamou a atenção da mídia pela gravidade. Em um dos terminais de ônibus da cidade, uma senhora correu para tentar parar um ônibus que estava saindo da plataforma e, neste esforço, acabou caindo. Infelizmente, na queda, a senhora foi atingida nas pernas pela roda traseira do ônibus. 

Somente a descrição do fato já assusta. Sobre o fato, basta!

O que mais me assustou foi a postura da empresa de ônibus e também da administradora dos Terminais, que foi... mentir!

Em notas dadas por portais respeitados e que mostram o fato como tem que ser, como o G1, NESTE LINK, a empresa de transporte coletivo, Sorriso de Minas, deu nota falando que procuraria a família para prestar apoio. Conversei com uma das sobrinhas da vítima, inclusive, pedi permissão para fazer este post, e ela me relatou que nada foi feito até então. "Inclusive, uma das coisas que mais assustou foi o fato das pessoas não prestarem socorro e tirarem fotos, demostrando uma total inversão de valores", contou Hanny Angele, que é relações-públicas e sobrinha da dona Eurípedes Gonçalves de 76 anos.

Como relações-públicas eu penso que todo sensacionalismo, seja para falar de celebridades ou para estes casos mais sérios é uma falta de respeito. Infelizmente o "IBOPE" dessas publicações é imenso e altamente vendável. O outro lado da moeda é o comportamento das pessoas e da empresa diante o fato. O acontecimento se deu no dia 07/03 e até o momento nada foi feito, ou melhor, uma nota mentirosa de apoio foi veiculada na mídia, enquanto o correto seria apoiar no momento do acontecido, sinalizar apoio para quem realmente precisava, no caso, a família e à vítima.

Contei este caso hoje, porém, muitos outros acontecem a todo momento e o que mais marca esses fatos é o comportamento da sociedade, que é exatamente o contrário ao que se espera. Talvez tenhamos que falar de cidadania antes de discutir Relações Públicas. Talvez tenhamos que pensar sobre o nosso papel enquanto cidadão antes de falar de comunicação e crise de imagem. Talvez tudo isso tenha deixado você ciente sobre o motivo real deste post não ter imagem alguma.



*desejamos melhoras à dona Euripedes e que a família consiga passar por este acontecimento com fé em Deus e força. 

https://www.facebook.com/events/816768011729029/ - Link do protesto que acontecerá em Uberlândia, MG, no Terminal Central de Ônibus.

terça-feira, 10 de março de 2015

50 Tons de Relações Públicas

A área de Relações Públicas é sedutora! Uma vez que você entra em contato com essa profissão, a paixão pode ser avassaladora. Muitos ainda acreditam que é uma atividade pouco reconhecida, pouco disseminada, mas, uma coisa é certa, temos muita paixão, muitos tons de RP e muitas nomenclaturas para deixar a relação ainda mais interessante.

Relações Públicas, comunicação organizacional, institucional, comunicação interna, externa, ufa! São tantos nomes e definições que às vezes nos perdemos. No âmbito geral, alguns defendem o nome Relações Públicas como nomenclatura oficial, com o argumento de que este nome exprime o verdadeiro sentido da atividade, outros preferem Comunicação Organizacional, afirmando ser mais fácil entender (para leigos).

Outra questão é a divisão da comunicação em interna e externa. Li um artigo muito bem escrito pela Lidiane Amorim, que é Doutoranda e Mestre em Comunicação pela Pontifícia Universidade Católica do RS (PUCRS) e atualmente é Gerente de Comunicação Corporativa da Rede Marista e docente na área de Comunicação Organizacional. Neste artigo, que foi publicado no portal da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), a Lidiane aponta que essa “abordagem geográfica” - interna e externa – se tornou vazia.

Em seu texto, a comunicóloga, afirma que “num contexto de fronteiras diluídas, já não é possível “encerrar” nessa aparente dualidade geográfica dimensões como públicos e comunicação”, ou seja, em um ambiente, onde os indivíduos viraram “multivíduos” e estão cada vez mais conectado, a noção de espaço e separação que ocorria no passado, já não vale como nomenclatura.

Opinião!

São tantos tons, nomes e posicionamentos possíveis, mas, uma só essência. Compartilho da ideia de que a comunicação não pode ser tachada ou rotulada. Comunicar é um esforço de engajamento e deixou de ser produto de apenas um departamento. Todos nós produzimos e todos nós consumimos comunicação! Em Relações Públicas isso é mais evidente, já que trabalhamos com o radar ligado em públicos de interesse e relacionamento que vamos planejar, com isso, cheguei à conclusão de que o melhor seria falarmos em Relacionamento com Clientes, Relacionamento com Público Interno, Relacionamento com a Imprensa/Governo/Comunidade e, por aí vai. O que acham?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

#Série - Insights sobre o tema! HSBC e Mídia low profile?

Hoje, a nossa série, Insights sobre o tema mudou da água para o vinho, digo, mudou da água para o dinheiro! 

Sem deixar a comunicação de lado e te informando, ao mesmo tempo, sobre um tema diferente a cada semana, hoje, teremos o HSBC como pauta. Muito se falou que o banco foi criado para financiar o terrorismo e até mesmo o Nazismo, mas, nem vamos entrar nessa onda histórica, até mesmo porque, nada se comprova, de fato. O motivo da pauta entao? Pra ser bem sincero, ninguém entendeu quase nada ainda sobre o caso! 

Fachada do HSBC em Zurique, na Suíça (Foto: REUTERS/Arnd Wiegmann)


1) A comunicação é maravilhosa
Já falamos muito por aqui que, com a comunicação, podemos esclarecer, fazer com que haja movimentos positivos para resolução de problemas e crises. A postura das empresas, governo e pessoas conta muito pra que essa comunicação corra, sem ruídos. Neste caso, mais uma vez, temos muita especulação, interesses de todos os lados e uma pitada de revolta das pessoas (veja nos insights seguintes!)

2) A mídia como ferramenta (low profile no tema)
Historicamente temos a mídia como informante de grandes fatos, mas, um movimento está começando a acontecer com o caso HSBC. Enquanto alguns querem, de toda forma, buscar o entendimento sobre diversos casos de corrupção, outros, buscam uma postura, segundo especialistas, omissa frente ao ocorrido. A comparação com o esquema denominado "Lava Jato" da Petrobrás é notória. Enquanto os desvios feitos na Estatal ultrapassam os 2Bi, o esquema que está sendo investigado e tem o nome de SwissLeaks tem cifras em torno de 20Bi (somente nas contas brasileiras - não contabilizadas contas estrangeiras), ou seja, 10 vezes mais, somente no Brasil. Veja!

3) Escândalos que se misturam
Pois é! E para nos deixar ainda mais boquiabertos, os escândalos da Petrobrás e no HSBC se misturam. Gente importante e que também participou do massacre na Estatal, também possuíam contas no HSBC da Suíça. ao menos 11 pessoas ligadas ao esquema de corrupção da Petrobras mantiveram conta secreta no HSBC da Suíça. As informações são do blog do jornalista Fernando Rodrigues, no UOL

4) Desculpa aí!
Neste domingo, dia 15/02, o banco soltou uma nota pedindo desculpas. Stuart Gulliver, diretor executivo do banco HSBC disse em uma carta publicada no jornal britânico "Sunday Times": "A imprensa se centrou em fatos passados, que demonstram que as normas que aplicamos hoje não foram aplicadas em todas as partes. Temos que compreender que a sociedade à qual servimos espera mais de nós, Por isso, pedimos nossas mais sinceras desculpas". Fonte G1

5) A mídia tem o que noticiar neste caso?
Sim! Mas, como já apontamos aqui no Blog RP e PP, inclusive, no post anterior desta mesma série, a comunicação também está dificultada neste caso. Existe um jogo de interesses muito grande. Listas e mais listas de brasileiros que possuíam contas na Suíça já saíram, porém, temos poucos esclarecimentos. A mídia possui interesses proporcionais, inclusive fala-se muito em "rabo preso", mas, nada de oficial ou importante de fato apareceu (nomes, empresas, endereços, governantes). Veja mais aqui sobre "Rabo Preso".

6) Revolta nas redes sociais
No Twitter, o caso HSBC começou a pegar fogo e, em resumo, vários tuítes cobram uma postura da mídia em mostrar os fatos, da mesma forma que a Petrobrás está sendo mostrada. Muitas publicações são de fora do país, mas, temos várias tuitadas brasileiras pedindo esclarecimentos sobre o fato. Veja alguns exemplos abaixo e também acompanhe o caso HSBC no Twitter!


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Carnaval não desceu redondo

Em um mundo onde movimentos sociais crescem a cada dia, como o movimento LGBT, as feministas, os religiosos, os ativistas políticos de internet (sic), entre outros, fazer propaganda está, cada vez mais, um campo minado!
Algumas reações, em diferentes comunicações podem ocorrer, basta colocar uma palavra em local indevido. A escrita é uma ferramenta que gera múltiplas interpretações e, na hora de criar uma peça publicitária, a problematização, o popular "advogado do diabo" precisa entrar em ação!

A Skol, cerveja do grupo Ambev, soltou uma comunicação em cartazes e outdoors em várias cidades e, definitivamente, não desceu redondo! Veja abaixo.

Foto printada do perfil da publicitária Pri Ferrari, que protestou em frente ao cartaz

Certamente com a intenção de fazer uma brincadeira, comum nos carnavais, a marca de cerveja foi infeliz e não mediu as consequências que a frase poderia trazer, tendo em vista que a frase pode significar várias coisas, boas e ruins, vindas do universo carnavalesco.  

Segundo a publicitária "a Skol decidiu fazer uma campanha de carnaval espalhando frases que induzem a perda do controle. "Topo antes de saber a pergunta" "esqueci o não em casa" são alguns exemplos. Uma campanha totalmente irresponsável." Completou ainda dizendo que "além do "não" para o abuso sexual, é muito importante dizer "NÃO" para drogas, "NÃO" para dirigir bêbado, "NÃO" para sexo sem camisinha".

Em um dos posts feitos pela denunciante, ela conta que conversou com um diretor da Ambev e que o mesmo havia tentado manipular a situação, mas, que com os argumentos apresentados, disse que retiraria a comunicação das ruas, durante a noite, com uma força tarefa. 

A marca soltou um comunicado falando sobre o caso. 



A repercussão continua nas redes sociais. Você pode acompanhar pelo twitter que está bombando nos TTs Brasil. 

O que você acha do caso?
É, realmente grave e a marca errou feio?
Ou, é preciosismo e não tem nada a ver?

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O que mudou no principal congresso de comunicação corporativa da América Latina?

Antes de começar o assunto... sim! O RP e PP está voltando. As novidades começaram já no endereço do blog, que agora é www.rpepp.com.br. Um domínio próprio, fácil e mais profissional! Outra mudança é o layout, que agora está mais limpo e robusto. Espero que gostem!

Sobre o Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa eu tenho algo a falar. Mudou! Li uma matéria hoje no Jornal da Comunicação Corporativa, o qual já escrevi matérias sobre atividades do próprio congresso, dizendo que o evento mudou, e para melhor. Fiquei feliz demais!
O congresso que em 17 edições tinha um formato de múltiplas palestras acontecendo ao mesmo tempo e uma maratona de atividades, agora funcionará como um Festival de Comunicação, com a intenção de aumentar a relevância, aumentar o contato e o networking dos congressistas e modernizar o formato.
Quando li esse nome (Festival), fiquei empolgadíssimo, já que nunca participei de um, a não ser no ensino fundamental, mas, já nem me lembro mais!

Além da mudança no formato, o local também mudou, mas, o endereço é o mesmo. O novo e recém-inaugurado Centro de Convenções Rebouças, um dos mais modernos e confortáveis espaços de eventos do País, com auditórios modulares e inúmeras facilidades tecnológicas e de acesso receberá nos dias 26, 27 e 28 de maio profissionais e estudantes ávidos por informações novas. Outra boa notícia dada pelos organizadores é a permissão de inscrições por jornadas, de acordo com o interesse ou a disponibilidade de tempo dos participantes: apenas um dia, dois dias (1º e 2º; 2º e 3º ou 1º e 3º) e três dias, o que alivia a agenda e o bolso dos interessados!

Novo formato

Segundo o Jornal da Comunicação Corporativa, o congresso desse ano debaterá o tema central Rupturas e conexões da Comunicação Corporativa e foi estruturado da seguinte forma: no primeiro dia (26/5) haverá a Jornada de Míni Cursos, em que o objetivo será oferecer cursos inéditos e inovadores, com professores com alta especialização na matéria; serão seis mini cursos, três pela manhã e outros três à tarde (eles ocorrem simultaneamente em três auditórios, nos dois períodos). No segundo dia (27/5), acontece a Jornada de Debates e Reflexões, reunindo temas contemporâneos e de vanguarda da atividade em mesas-redondas com a participação de grandes profissionais do mercado; serão oito mesas-redondas, realizadas duas a duas, simultaneamente, sendo quatro pela manhã e quatro à tarde – todas terão, ao final, dentro do próprio auditório, um café com os convidados, favorecendo o acesso direto dos congressistas aos debatedores. No último dia de evento (28/5), na parte da manhã, o destaque será o Fórum do Pensamento, reunindo líderes da sociedade civil num debate sobre o Brasil e suas potencialidades – o evento também marcará o lançamento do Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa. Já na parte da tarde, a Jornada das Conferências fará com que os participantes reflitam com os temas de vanguarda que serão apresentados por expoentes (nacionais e internacionais) da comunicação corporativa. O encerramento do evento (à noite), acontece a Jornada de Celebração, com a entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação e uma homenagem aos +Admirados da Comunicação Corporativa.

Programe-se. Se você ainda não participou desse evento, por favor, vá!
Este ano espero encontrar os amigos novamente! 

Informações e inscrições

A programação do Congresso está em fase de elaboração, devendo ser anunciada nas próximas semanas. As inscrições ainda não foram abertas, mas interessados poderão fazer pré-inscrição ou reserva de vagas na Mega Brasil, pelo 11-5576-5600 ou eventos@megabrasil.com.br.

Veja a matéria publicada no JCC

terça-feira, 6 de agosto de 2013

RP e PP News

Hoje, estava eu pensando em quanta informação gostaria de buscar para entender mais sobre comunicação, marketing, empreendedorismo, negócios, etc.
 
Pensava também em um jeito de reunir, num só lugar, tanto conteúdo para que eu mesmo não me perdesse na minha bagunça habitual. Logo, estava eu "zanzando" pela web e encontrei um lugar que tem muita coisa sobre muita coisa e pode ajudar não só na teoria, mas também na prática, a entendermos sobre diversos assuntos no que tange os negócios. Vamos lá!
 
O site MBA 60 Segundos, é um compilado de assuntos sobre marketing, comunicação, recursos humanos, empreendedorismo, finanças, tecnologia, sustentabilidade, etc. Lá, você pode fazer sua inscrição gratuita e receber materiais exclusivos, além de ter toda experiência dentro do site. 
 
                                                             www.mba60.com
 
 
A proposta é passar, em 60 segundos, ensinamentos teóricos e práticos sobre diversos assuntos ligados a negócios. Seus pilares são: curadoria de conteúdos, mestres renomados (profissionais de mercado) e formato inovador. Vale a pena visitar!
 
 
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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Governança Nas Redes Sociais



Hoje, o RP e PP trata de um assunto delicado e que gera muita discussão, pois envolve os interesses da empresa e colaborador. Segundo o advogado Marcos Alencar, as empresa tem o interesse de se resguardar quanto às informações que lhe são privilegiadas e que possam lhe prejudicar nas mídias. Esse controle não é feito somente para funcionários, mas também com fornecedores, parceiros, terceiros, prestadores de serviço, etc.
A governança nas redes sociais é necessária para evitar crises de imagem e nos últimos acontecimentos, o que mais presenciamos é a insatisfação do colaborador com a empresa, com isso, perfis são criados para propagar a chateação dos mesmos em relação aos seus trabalhos.


Tivemos também, casos ainda de pessoas sendo desligadas de suas corporações por não terem o tato sobre o que falar nas redes. 
Gilbert Gottfried, 56, (foto)  conhecido nos Estados Unidos por fazer a voz de vários personagens de desenhos animados, foi demitido após fazer piadas envolvendo o terremoto no Japão no Twitter.
"O Japão é realmente avançado. Eles não vão à praia. A praia vem a eles". "Eu acabei de terminar com minha namorada, mas é como os japoneses dizem: 'haverá outras pessoas flutuando por aí a qualquer minuto'"



Um garçon foi mandado embora depois de ter entregado atriz que não pagou a conta.
“Foi uma refeição modesta, de US$ 13,75. Eu entreguei a conta. Ela olhou e abriu a bolsa. Seu rosto ficou vermelho. ‘Meu deus’, ela disse e revirou seus pertences. ‘Deixei minha carteira no carro.’ Acontece. Pude sentir o constrangimento dela. ‘Sinto muito.’ Parecia que estava assistindo a um personagem de seus filmes. Isso aconteceria com um de seus personagens”


Deve-se fazer um paralelo entre a liberdade de expressão e o direito de propriedade das informações das empresas. O caso do garçon citado acima é um exemplo de revelação de informação que a empresa, no caso um restaurante, acredita não ser apropriada para ser colocada nas redes, então, entra nessa história também as subjetividades das empresas.
Os vídeos também são corriqueiros na arte de prejudicar corporações e profissionais. Expor indignação, mostrar atitudes que não sejam as mais apropriadas e expor ao ridículo também pode ser fatal. Um exemplo recente aqui no Brasil, é o vídeo do policial dançando em horário de serviço e uniformizado. O resultado... demissão!



A governança deve ser pessoal, ou seja, feita pelas pelas pessoas sobre os seus conteúdos postados. As pessoas tem o direito de se expressarem, de colocarem suas opiniões sobre diversos temas nas redes sociais ou em qualquer lugar que seja, mas a pergunta que dever ser feita antes de se postar alguma coisa é: será que estou prejudicando alguém, ou até a eu mesmo, postando esse conteúdo? Se a resposta for não, siga em frente, mas se for sim, já sabe que não será boa ideia.


sábado, 14 de maio de 2011

O feitiço virou contra o feiticeiro


O título dessa postagem pode até soar como traição, ação virando reação, mas não se passa de uma trapassa, uma jogada de marketing, digamos que bem sucedida, mas com seus meios completamente discutíveis. Vamos lá!


O programa Pânico na TV é famoso pelos quadros humorísticos exagerados, marcado também pelas armações contra os próprios integrantes, merchandisings exclusivos e etc. Meses atrás, este programa dominical, começou um novo quadro, onde traziam duas "Tchecas" para o Brasil, quadro batizado como "As Tchecas do Brasil", onde o intuito seria mostrar o país para essas garotas.
Mas o que o a produção do Pânico não sabia era que essas duas mulheres eram, na verdade, garotas propaganda de uma nova marca de cerveja e estavam aproveitando da audiência do quadro para popularizar a bebida que tem o nome de Proibida, que seria de uma nova cervejaria, a CBBP.

Trecho do quadro "As Tchecas do Brasil"

O programa tem contrato de exclusividade com a Skol na veículação de bebidas. Então a lógica é que não exista mais nenhuma propaganda do gênero, quanto mais uma cerveja concorrente. Será esse o maior indício de que o programa Pânico foi enganado? Será que existe a intenção de um viral engraçado, onde na verdade, o enganado é o público?

Pânico no Lançamento da Skol 360

Não! Realmente o Pânico foi pego em uma emboscada muito bem tramada pela cervejaria CBBP (Companhia Brasileira de Bebidas Premium). A ação de guerrilha exemplar, porém com um toque de desonestidade, serviu para que a "Proibida" fosse conhecida sem pagar por nada, pelo menos por enquanto. 

A guerrilha é uma estratégia legítima e reconhecida, e esta, começou com um mistério sobre uma tatuagem que a "Tcheca" loira trás em seu ombro, mistério que seria revelado no programa em algumas semanas, mas parece que tudo foi revelado antes do prazo e com teor nada satisfatório para o programa da Rede TV. (a palavra Tcheca está entre aspas, pois as personagens não são deste país). Veja a revelação no blog das "Tchecas".

Veja também o vídeo da Revelação Proibida


Mais uma vez voltamos ao título da postagem - "O feitiço virou contra o feiticeiro" - a frase foi dita pelo diretor Alan Rap, do Pânico na TV, na reportagem postada ontem (sexta-feira 13/05) pela TV Folha. Isso seria um castigo pelo Pânico fazer coisas tão bizarras com as pessoas? Seria apenas uma peça pregada pela empresa para o primeiro programa que visse os vídeos postados pelas garotas bonitas que tinham o "sonho de conhecer o Brasil"? A verdade é que isso tudo cheira a muito mais humor de sacanagem do que o praticado pelo time de humoristas do Pânico.
TV Folha com o diretor do Pânico



As garotas conseguiram colocar a Proibida nos TTs, o perfil no twitter, @Weluvbrazil, está com mais de 120.000 seguidores, os vídeos postados por elas são estão muito bem em questão de views, obrigado e o programa Pânico é uma das maiores audiências do horário. Tendo essas evidências, a ação está aprovada em termos de visibilidade e custo benefício, porém, sob a ótica da honestidade, não podemos falar o mesmo.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Análise RP e PP




O RP e PP foi conferir como estava o andamento das compras de começo de ano num dos maiores centros de venda, tanto no atacado, quanto no varejo da região do triângulo mineiro, quiçá de Minas Gerais. 



O Atacadão faz parte do Grupo Carrefour e chegou à Uberlândia em março de 2010, com objetivo de trazer economia para o bolso do Uberlandense, atendendo também comerciantes de outras cidades. 
O blog RP e PP analisou os preços e a movimentação que se dava no Atacadão de Uberlândia e chegou a seguinte conclusão:


A entrada para as compras é bastante tranquila, o espaço para estacionamento é amplo e trás a comodidade que o cliente espera, porém não existe como em outros supermercados, o controle de entrada e saída, o popular cartão de acesso.


Tudo é em proporções gigantescas já que se trata de um local que vende por atacado, não existindo as populares gôndolas baixas e bem iluminadas.

 Foto: Maurity Cazarotti

O sistema de compras é dividido por compras em pacotes fechados (atacado) ou por unidade (varejo). Analisamos que a maioria dos produtos vendidos no varejo não possui porcentagem de preço relevante se compararmos aos preços dos supermercados, alguns ítens são até mais caros.
O Atacadão não fornece sacolas plásticas e recomenda aos clientes que utilizem as sacolas ecológicas e para quem não possui esse tipo de material, a mesma é fornecida na própria loja sendo vendida por um preço simbólico.

Conclusão: 

Para quem compra no atacado, como: donos de restaurantes, pequenos comércios de bairro, bares, entre outros, a compra pode gerar lucros futuros, mas para a compra unitária, ou compra para casa, os preços não seduzem a ponto de se trocar o Carrefour por exemplo, pelo Atacadão.




sábado, 13 de novembro de 2010

Videozinho da semana!

Estamos hoje com um "videozinho" bem legal.
O RP e PP havia preparado um vídeo de 5 minutos, sobre publicidade, explicando processos, planejamento e etc, mas trouxemos esse. Pode ser?

Veja, às vezes o Pode Ser, pode ser melhor!


Uma sacada genial da Pepsi, o que caracteriza também uma mudança em seu posicionamento, embasados em quatro anos de planejamento e pesquisa segundo a AlmapBBDO (agência autora da campanha) e a Pepsi. A campanha ainda irá aparecer nas redes sociais como o Facebook e no Twitter com a hashtag #PodeSer. Tudo isso por causa daquela perguntinha feita a você que pede Coca-Cola e só tem Pepsi: E aí pode ser?

Pode ser!

sábado, 30 de outubro de 2010

Videozinho da semana!

Pessoal, o nosso "Videozinho da semana" de hoje é especial, pois além de se tratar de um clássico da propaganda, é também um apelo ao respeito social das diferenças entre indivíduos.
É uma propaganda que além de ter um texto adequado, que prende o público pelo fato de existir o elemento do suspense. E o fechamento é simplesmente fantástico pois é quase que um tapa na cara da sociedade, como diria o nosso amigo José Luiz Datena.

Vamos ao videozinho???

Música de Radiohead


É diferente!
Não se esqueçam.
Amanhã tem Domigão Papelão!!!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Existe algum descrédito em ser RP ou PP?

Não
Já começamos respondendo a pergunta para que não haja dúvidas sobre a importância dessas profissões e acima de tudo desses profissionais.

O que nos fez escrever um post com esse título foi o caso FACAMP e alguns outros casos passados, que sempre colocam à prova a capacidade dos RP e PP.
  
A grande questão é que muitas vezes trabalhamos com a vaidade dos clientes, nossos diagnósticos são discutíveis do ponto de vista deles. Na maioria das vezes temos que provar que o nosso trabalho tem resultado, mas um resultado que viza a tranquilidade do negócio, o engajamento de uma equipe, o bom relacionamento com os públicos, a organização financeira, a satisfação do cliente... isso tudo aprendemos na nossa vida acadêmica e conseguimos tudo isso estudando muito. Médicos aparecem sempre de branco nas novelas, seriados e filmes, assim como o advogado aparece de terno e gravata. Os publicitários aparecem como "voadores" que acreditam que o mundo muda em uma peça e o RP aparece em novelas como um cara bonitão e influente, porém sem conhecimento.
O que está acontecendo é a confusão dessa nova nomenclatura criada, a dos cursos de segunda categoria, onde na verdade, repito, o que existe é profissional de segunda.

Mas voltando ao que digo de raciocínio inicial, não existe nenhum descrédito em ser RP ou PP, aliás, não existe descrédito em nenhuma profissão digna. O que existe realmente é um desconhecimento sobre o tema.


O RP e PP viu no Twitter um post mais ou menos assim: RP também deve ter seu público de interesse. "Não é possível nem necessário que toda a população do planeta saiba o que fazemos."
(por @Gilceana)

Até concordo com ela. Temos sim nossos públicos de interesse, mas será que não ter o mínimo de valor positivo para com o restante não seria importante? O restante do planeta não necessita de um advogado se não tiver feito nada de errado, logo, o público de interesse desse profissional são pessoas que fizeram algo ou querem se defender de algo na justiça, porém todos sabem o que um advogado faz e o valoriza por isso. Minha mãe adoraria ter um filho advogado.

Entrevistamos um aluno de RP. Ele disse: "Quem faz Relações Públicas geralmente não soube o que seria quando crescesse"
Essa declaração faz muito sentido.
Nenhum RP quis ser RP quando criança.
 É interessante!
Quem sabe não conseguimos fazer com que esse caminho seja desejável.


Esse dia está próximo!
Um blog que cresce junto com o que defende!
Vote RP e PP para topblog 2010!


 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

ALUNOS PROMOVEM TROTE SOLIDÁRIO COM HEMOCENTRO

Com o objetivo de aumentar o número de doadores de sangue em Uberlândia, alunos do curso de Publicidade da ESAMC promovem nesta quinta e sexta-feira uma campanha em parceria com o Hemocentro. A iniciativa faz parte do Trote Solidário, promovido há dois anos pelo professor Luciano Araújo. A meta é conseguir 140 novos doadores.


O Hemocentro irá instalar na faculdade uma unidade móvel para coleta, que irá funcionar no período da manhã. O objetivo dos organizadores é estimular os alunos a se tornarem doadores e a promover a quebra de tabus quanto à doação de sangue e ao significado do trote. Para isso, foram desenvolvidos cartazes e banners incentivando a participação. Também foram promovidas palestras. Essas atividades fazem parte de uma das disciplinas do curso.

O Trote Solidário surgiu com o propósito de mudar a percepção dos alunos e da comunidade sobre o tradicional trote, normalmente ligado a aspectos negativos. Nos anos anteriores foram feitas ações voltadas para apoio a instituições de caridade de Uberlândia. Neste semestre, além da doação de sangue, estão sendo desenvolvidas ações junto a ICASU e à Escola Bíblica Soldados da Luz.

Semana da Saúde

Dias: 7 e 8 de outubro

Horário: das 7h30 às 11h30

Local: ESAMC – Av. Vasconcelos Costa, 270

Mais informações com Maurity Cazarotti (9185-0706)


É sangue do seu sangue!!!
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