Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

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quarta-feira, 15 de julho de 2015

4 razões para apostar em marketing digital em época de crise

A crise econômica é debatida diariamente, nos noticiários. Recentemente o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgou que o comércio apresentou um resultado negativo pelo quarto mês consecutivo. O recuo foi de 0,9% em maio, em comparação com abril. 

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Diante dessa nova realidade muitas empresas decidem cortar custos e o marketing digital é o primeiro a ser sacrificado. Porém, especialistas defendem que o atual cenário é uma grande oportunidade para investir na área, uma vez que a maioria das companhias recuam, abrindo uma lacuna na cabeça do consumidor. 

O momento exige um planejamento mais detalhado e um entendimento maior do contexto. Afinal, as pessoas mudaram a sua forma de consumir e as corporações precisam acompanhar essas transformações se quiserem que a sua marca seja consolidada e reconhecida no mercado. 

Planejamento, inbound, marketing, relações públicas, blog rpepp

Por isso, separamos 4 razões para investir no marketing digital em momentos de adversidade. Confira: 

1. Análise de métricas

Uma das principais vantagens do marketing digital é a velocidade de resposta e a mensuração dos índices. Uma boa consultoria de marketing digital tem como premissa básica uma estratégia detalhada de suas ações. Dessa forma é possível calcular o ROI (Retorno Sobre o Investimento) e planejar os passos futuros. 

2. Engajamento com público-alvo

As mídias sociais são umas das armas do marketing digital. Essas plataformas são ideais para criar vínculo, interagir e analisar o seu público-alvo. Por meio desses canais é possível descobrir a opinião de cada indivíduo sobre a sua indústria, uma vez que os internautas têm o hábito de compartilhar o seu ponto de vista sobre alguns produtos, serviços e empresas.

Além de apresentar vantagem no processo de comunicação, as mídias sociais não exigem um investimento alto. Inclusive, os recursos pagos permitem um controle de gastos e segmentação de campanhas, o que interfere positivamente na eficácia do resultado.

3. Observação da Concorrência

Uma empresa conceituada procura estar sempre um passo adiante. Porém para oferecer inovação é preciso um estudo detalhado do seu ramo de negócios e também da concorrência. A partir desse acompanhamento de estratégias e interpretação das tendências do mercado é possível apresentar soluções inovadoras aos consumidores e clientes potenciais.

4. Baixo investimento

Calcular o ROI de uma propaganda é um passo fundamental no processo mercadológico, mas quando se trata de outras mídias como a impressa, TV ou busdoor, fica difícil garantir a efetividade do resultado. Esse tipo de ação impacta muitas pessoas, mas não necessariamente o seu público alvo, o que torna complicado o processo de conversão. No marketing digital é possível segmentar campanhas e controlar custos, uma vez que os anúncios são pagos por cliques e não por visualizações, como a maioria das publicidades. 

Redes sociais e planejamento

As corporações devem perceber a mudança de comportamento dos usuários e focar na resolução dos seus problemas. O inbound marketing, conceito lançado no mercado pela empresa Hubspot, incentiva a construção de confiança e diálogo entre a marca e o consumidor, para que assim os clientes virem divulgadores da marca e não apenas simples consumidores. Uma organização visionária é aquela que encontra uma oportunidade nos momentos mais complicados. Ouse!

Post Colaborativo por WSI Consultores

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Ei doutor, qual é o meu diagnóstico? Um artigo sobre a importância do diagnóstico para tomadas de decisão.

Em qualquer segmento fazer uma análise criteriosa antes de tomar uma decisão é fundamental. É importante, acima de tudo saber o que analisar, quais dados são essenciais, um parecer claro de qual é a real situação e em qual cenário você ou a empresa se encontram. Não é verdade? 

Já pensou em ir a uma consulta médica e o doutor não fazer nenhum exame e dizer: “Olha eu acho que você está com dengue, tome esse remédio”. Você não se espantaria? “Como assim doutor? Você acha que eu tenho dengue, e não tem certeza, então como posso confiar que esse medicamento vai resolver os meus sintomas?”

É, caro leitor, o que faltou nesse exemplo é o diagnóstico e ele não serve só para consultas médicas. Hoje vamos falar do diagnóstico empresarial e como ele pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de um negócio. 
Assim como o médico tem vários exames para saber o que está causando algum sintoma, os profissionais de gestão, incluindo marketing e comunicação, possuem ferramentas para examinar uma empresa e assim verificar o seu real estado, e só assim receitar as medidas mais assertivas para aquela organização. Vamos falar um pouco delas?! 

Uma ferramenta bem interessante e que mapeia tanto as variáveis que a empresa controla como o que ela não controla são as análises de ambiente, sendo análise de ambiente externo ou macro ambiente, e o ambiente interno ou micro ambiente. Essas ferramentas consistem basicamente no levantamento de informações sobre a economia, os aspectos políticos, demográficos, culturais, naturais, tecnológicos, fornecedores, clientes, concorrentes e os pontos fortes e fracos da própria empresa. 

Com esse levantamento é possível fazer um cruzamento dos dados mais relevantes e traçar então um diagnóstico completo. A esse cruzamento de informações nós chamamos de Matriz SWOT. Pense assim... é como se o ambiente externo fosse uma tomografia e o ambiente interno um exame de sangue. Olhando os resultados dos dois, o médico chega a um diagnóstico “Seu problema é esse”. E o mesmo ocorre com a empresa, porém, a diferença é que nesse caso serão encontradas várias situações, cruzamentos, positivos e negativos.

Como nosso objetivo é apenas mostrar a importância de fazer um diagnóstico antes de sair por aí tomando decisões e tomando qualquer remédio, trazemos uma indicação de leitura com um guia rápido de como montar sua SWOT elaborada pela Luz Consultoria.

Depois dessas dicas você já fez seu diagnóstico, certo? E agora? Com certeza, meu amigo, você já encontrou alguns probleminhas e oportunidades que você pode aproveitar no seu negócio certo? Então, agora é hora de escolher o melhor medicamento, algumas vitaminas para dar energia e fazer com que o seu negócio seja um sucesso, mas calma, não é qualquer remédio não, você terá que fazer a receita para o seu paciente, que neste caso é a sua empresa. 

Trace um plano de ação! Quando o médico te indica um medicamento ele te explica como usar, qual a dosagem, o tempo de tratamento, quantos comprimidos por dia e por aí vai. Você vai precisar definir quais serão as tarefas, os responsáveis, o prazo para executá-las e assim por diante. Entendeu?
Lembre-se! Você é o doutor na sua empresa, a saúde dela depende de você fazer o diagnóstico corretamente e receitar o melhor medicamento. Cuide de seu paciente e ele terá uma vida saudável, longa e lhe dará bons frutos.

terça-feira, 3 de março de 2015

Silvio Santos em: É NetFlix ou não é???

Por Paola Danyelle

Muita gente sabe o quanto a propaganda boca-boca é eficaz, pois, que melhor referência da reputação de uma marca se não um cliente satisfeito não é mesmo? E se essa indicação vier de uma personalidade famosa com muitos seguidores e com alto grau de influência, melhor ainda, não? Pois foi exatamente isso que aconteceu com a NetFlix, uma plataforma que oferece serviço de TV pela internet. Nela você pode assistir séries, filmes, shows, novelas e muito mais (não eu não estou fazendo propaganda). 

O caso aconteceu quando ninguém mais ninguém menos que o maior comunicador da televisão brasileira, Silvio Santos, resolveu mencionar o serviço em seu programa no domingo dia 22/02 contando sua própria experiência com a marca. Silvio contou que não assiste televisão e que acompanha a série “A Biblía” pela plataforma. Em um tom descontraído o apresentador disse que pela propaganda grátis ele deveria ser recompensando com um mês de assinatura grátis. Veja o vídeo do programa:



Até aí tudo bem, esperava-se da marca no mínimo o tal mês de graça, mas, a empresa resolveu encantar ainda mais o cliente oferecendo uma assinatura vitalícia grátis e ainda sugeriu em um vídeo gravado pelo proprietário do serviço uma outra série para Silvio acompanhar.

Olha a resposta do Reed Hastings, proprietário do NetFlix:



Bom, entendido o caso, o que podemos tirar de lição desse case é o encantamento do cliente com o serviço ou produto prestado. As empresas devem se esforçar para elevar o nível de satisfação dos seus consumidores, como dizia Kotler, ao falar dos níveis de produto, em que o último nível é o potencial, em que a organização deve expandir a oferta, oferecendo algo que nem mesmo o cliente sabe que precisa, mas que irá conquistá-lo e encantá-lo.

A figura do relações-públicas é de suma importância para que qualquer marca consiga levar sua oferta, não só aos consumidores comuns, mas aos formadores de opinião que tem um grande poder de influência, e assim, compor sua estratégia de marketing somando os benefícios do produto ou serviço à recomendação de personalidades que gerem credibilidade.

Não saberia dizer se a Netflix utiliza essa estratégia, mas, quando há integração entre os departamentos de comunicação é possível gerar relevância, ganho de imagem, fazer uma boa publicidade, e o melhor, sem gastar quase nada.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

10 coisas sobre posts de características, passos, atitudes

Vira e mexe, todo dia, toda hora, nascem artigos e mais artigos do tipo: "Cinco atitudes de um bom comunicador", "Dez passos para se tornar um ótimo publicitário" ou "52 atitudes de um bom RP" (títulos fictícios, mas, vocês entenderam o que eu estou falando).

Sou adepto do ceticismo quando vejo esse tipo de coisa estampada em letras garrafais no Facebook, de páginas consideradas importantes, mas, que na verdade, estão atrás do seu clique! A publicidade de conteúdo chegou para ficar, porém, como tudo (ou quase tudo) que é inventado, melhorado e disseminado, chega uma hora que fica tudo pasteurizado, blocado e na onda do industrializado. Sim! O conteúdo está cada vez mais industrializado!

Vocês não sabem o quanto é difícil escrever todos os dias e nutrir, de bom conteúdo claro, você, que é leitor assíduo e que sempre busca por coisas diferentes. Creio que neste momento que o autor precisa escrever sobre algo e nada vem à cabeça, que surge os tais "5, 10, 15 Alguma Coisa". Andei até comparando alguns, inclusive, de diferentes áreas, fora da comunicação e cheguei a conclusão que o horóscopo pode ser melhor do que você entrar nessa.

Alguns posts sobre o mesmo assunto trazem quantidades de passos diferentes, pontos de vista variados e, até mesmo, os mesmos passos, características e blá blá blá, possuem abordagens diferentes. Loucura! Ainda mais para um Relações Públicas, como eu que preza pelo discurso organizado.

Aí vai alguns exemplos: "Saiba 5 qualidades que um bom profissional precisa ter", "7 características de profissionais indispensáveis", "As 16 qualidades mais valorizadas em qualquer empresa".

Os títulos são os mais chamativos possíveis e os passos/qualidades/características possuem quantidades diferentes. O título desse post foi para chamar a sua atenção. Eu não ia te encher os "pacová"!

Mas, quero que você siga um passo!

Aí vai um passo pra você ser feliz em qualquer departamento, fazendo qualquer coisa, tendo qualquer formação e em qualquer lugar. Ame o que você faz! Com isso, você vai ser feliz e bem sucedido. É batata! Pode parecer utópico, como diria o grupo de pagode "Só pra contrariar", "essa tal felicidade", mas, é o que realmente importa quando o assunto é "Como se dar bem" ou "Como ser o melhor". Essas coisas que lemos e engolimos falando de passos genéricos como "Proatividade", "Enxergar Soluções", "Ser Pontual", me desculpe a sinceridade, mas, isso não cola no mundo de hoje.

Be Happy!



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O que mudou no principal congresso de comunicação corporativa da América Latina?

Antes de começar o assunto... sim! O RP e PP está voltando. As novidades começaram já no endereço do blog, que agora é www.rpepp.com.br. Um domínio próprio, fácil e mais profissional! Outra mudança é o layout, que agora está mais limpo e robusto. Espero que gostem!

Sobre o Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa eu tenho algo a falar. Mudou! Li uma matéria hoje no Jornal da Comunicação Corporativa, o qual já escrevi matérias sobre atividades do próprio congresso, dizendo que o evento mudou, e para melhor. Fiquei feliz demais!
O congresso que em 17 edições tinha um formato de múltiplas palestras acontecendo ao mesmo tempo e uma maratona de atividades, agora funcionará como um Festival de Comunicação, com a intenção de aumentar a relevância, aumentar o contato e o networking dos congressistas e modernizar o formato.
Quando li esse nome (Festival), fiquei empolgadíssimo, já que nunca participei de um, a não ser no ensino fundamental, mas, já nem me lembro mais!

Além da mudança no formato, o local também mudou, mas, o endereço é o mesmo. O novo e recém-inaugurado Centro de Convenções Rebouças, um dos mais modernos e confortáveis espaços de eventos do País, com auditórios modulares e inúmeras facilidades tecnológicas e de acesso receberá nos dias 26, 27 e 28 de maio profissionais e estudantes ávidos por informações novas. Outra boa notícia dada pelos organizadores é a permissão de inscrições por jornadas, de acordo com o interesse ou a disponibilidade de tempo dos participantes: apenas um dia, dois dias (1º e 2º; 2º e 3º ou 1º e 3º) e três dias, o que alivia a agenda e o bolso dos interessados!

Novo formato

Segundo o Jornal da Comunicação Corporativa, o congresso desse ano debaterá o tema central Rupturas e conexões da Comunicação Corporativa e foi estruturado da seguinte forma: no primeiro dia (26/5) haverá a Jornada de Míni Cursos, em que o objetivo será oferecer cursos inéditos e inovadores, com professores com alta especialização na matéria; serão seis mini cursos, três pela manhã e outros três à tarde (eles ocorrem simultaneamente em três auditórios, nos dois períodos). No segundo dia (27/5), acontece a Jornada de Debates e Reflexões, reunindo temas contemporâneos e de vanguarda da atividade em mesas-redondas com a participação de grandes profissionais do mercado; serão oito mesas-redondas, realizadas duas a duas, simultaneamente, sendo quatro pela manhã e quatro à tarde – todas terão, ao final, dentro do próprio auditório, um café com os convidados, favorecendo o acesso direto dos congressistas aos debatedores. No último dia de evento (28/5), na parte da manhã, o destaque será o Fórum do Pensamento, reunindo líderes da sociedade civil num debate sobre o Brasil e suas potencialidades – o evento também marcará o lançamento do Anuário Brasileiro da Comunicação Corporativa. Já na parte da tarde, a Jornada das Conferências fará com que os participantes reflitam com os temas de vanguarda que serão apresentados por expoentes (nacionais e internacionais) da comunicação corporativa. O encerramento do evento (à noite), acontece a Jornada de Celebração, com a entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação e uma homenagem aos +Admirados da Comunicação Corporativa.

Programe-se. Se você ainda não participou desse evento, por favor, vá!
Este ano espero encontrar os amigos novamente! 

Informações e inscrições

A programação do Congresso está em fase de elaboração, devendo ser anunciada nas próximas semanas. As inscrições ainda não foram abertas, mas interessados poderão fazer pré-inscrição ou reserva de vagas na Mega Brasil, pelo 11-5576-5600 ou eventos@megabrasil.com.br.

Veja a matéria publicada no JCC

terça-feira, 1 de outubro de 2013

RP e PP News

Amanhã, dia 02/10, na ESAMC Uberlândia, o evento Papo com o Mercado, que já é tradição na instituição, acontece às 19hs com o tema Empreendedorismo e Startup, com o palestrante Roberto da Costa Viana - Analista de Negócios e Líder do Comitê de Inovação da Algar Mídia, empresa do Grupo Algar. O RP e PP fará a cobertura pelo Twitter @blogrpepp.

Estudo da Endeavor em parceria com o IBOPE revela:

Ter o próprio negócio é o sonho de três a cada quatro brasileiros, de acordo com pesquisa realizada pela Endeavor em parceria com o IBOPE, o estudo apontou também que o Brasil perde apenas para a Turquia quando o assunto é o desejo de empreender.

                                            Gráfico - Povos X Preferência pelo próprio negócio




Acompanhe a cobertura via twitter no http://twitter.com/blogrpepp
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Concursos Culturais Proibidos nas Redes!


     Olá leitores do RP e PP, bom ter você por aqui! Hoje, vamos falar sobre a portaria 422/13 do Ministério da Fazenda que regulamenta a lei n° 5.768, de 1971. A nova regulamentação revê toda realização dos chamados concursos culturais. A medida entrou em vigor no mês passado (julho) e cerceia a atividade com algumas regras básicas. De acordo com a portaria, o concurso cultural é uma ferramenta exclusivamente artística, cultural, desportiva ou recreativa, ficando descaracterizado como concurso cultural, as seguintes práticas:

  • Datas comemorativas
Vinculação a eventos e datas comemorativas, como campeonatos esportivos, Dia das Mães, Natal, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia das Crianças, aniversário de Estado, de Município ou do Distrito Federal e demais hipóteses congêneres

  • Marca não pode aparecer 
Marca, nome, produto, serviço, atividade ou outro elemento de identificação da empresa promotora, ou de terceiros, no material a ser produzido pelo participante ou na mecânica do concurso, vedada, ainda, a identificação no nome ou chamada da promoção;
  • Outras restrições 
Adivinhação: Proibidas ações de “sorte”. O concurso cultural deve ter em seu escopo a escolha do melhor de acordo com seu talento. 

Pagamento: Ações em que o cliente pague, em qualquer fase do concurso, sob hipótese alguma poderá acontecer. Fazer com que o consumidor compre algo ou forneça seus dados para preenchimento de qualquer cadastro também fica proibido. 

Embalagem: Não são considerados concursos culturais os divulgados em embalagens de produtos.
Premiação: Ações com prêmios envolvendo produtos ou serviços do anunciante não são mais consideradas concursos culturais. 

Inscrições: Descaracterizam igualmente o concurso, como exclusivamente artístico, cultural, desportivo ou recreativo os casos em que haja inscrição, em quaisquer meios, ex: ligações telefônicas ou de serviço de mensagens curtas (em inglês, "Short Message Service - SMS") oferecido por operadora de telefonia denominada móvel ("celular").

 Exemplo de concurso cultural

Textos baseados na portaria do Ministério da Fazenda, conheça em:

Em publicação na revista Meio e Mensagem, a Associação de Marketing Promocional (Ampro), recebeu a portaria com bons olhos e afirmou, por meio de sua assessoria que essa regra será aplicada com maior rigor para ações de cunho informal, o que não interfere em ações realizadas para grandes empresas, ainda que o modelo existente sofra alterações. 

Fica a dica para quem quer sortear aquele Ipad no Facebook no final do ano para ganhar mais likes. As correias estão se apertando e o Ministério da Fazenda está caracterizando os antigos concursos culturais como ações promocionais, e as mesmas se enquadram como sorteios, fazendo com que para a realização de distribuição gratuita de prêmios a título de propaganda, quando efetuada mediante sorteio, vale-brinde, concurso ou modalidade assemelhada, a que se refere a Lei nº 5.768, de 20 de dezembro de 1971 (citada no primeiro parágrafo desse post), deverá ser apresentada à Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda ou à Caixa Econômica Federal, nos termos do disposto no art. 15 da Portaria MF nº 41, de 19 de fevereiro de 2008.


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terça-feira, 6 de agosto de 2013

RP e PP News

Hoje, estava eu pensando em quanta informação gostaria de buscar para entender mais sobre comunicação, marketing, empreendedorismo, negócios, etc.
 
Pensava também em um jeito de reunir, num só lugar, tanto conteúdo para que eu mesmo não me perdesse na minha bagunça habitual. Logo, estava eu "zanzando" pela web e encontrei um lugar que tem muita coisa sobre muita coisa e pode ajudar não só na teoria, mas também na prática, a entendermos sobre diversos assuntos no que tange os negócios. Vamos lá!
 
O site MBA 60 Segundos, é um compilado de assuntos sobre marketing, comunicação, recursos humanos, empreendedorismo, finanças, tecnologia, sustentabilidade, etc. Lá, você pode fazer sua inscrição gratuita e receber materiais exclusivos, além de ter toda experiência dentro do site. 
 
                                                             www.mba60.com
 
 
A proposta é passar, em 60 segundos, ensinamentos teóricos e práticos sobre diversos assuntos ligados a negócios. Seus pilares são: curadoria de conteúdos, mestres renomados (profissionais de mercado) e formato inovador. Vale a pena visitar!
 
 
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

A adolescência e suas "Relações Públicas"



Não faz muito tempo que saí da adolescência, talvez seja por isso que o assunto veio tão quente e legal de se falar na minha mente e  também creio que não exista exemplo melhor para se falar de imagem e suas vertentes. Digo isso pelo simples motivo do adolescente buscar incessantemente uma posição em algum lugar e dentro de qualquer grupo, ou seja, esse indivíduo procura ser aceito o tempo todo, não somente pelos amigos, mas, em todos os níveis de convivência.


Na escola, por exemplo, os grupos já se formam dentro da sala de aula, com os populares grupos do "fundão", os "nerds" que sentam na frente, as meninas "patricinhas",  os chamados "playboyzinhos", os "pegadores" os "matadores de aula", os "barra pesada" os "atletas da sala" (que sempre formarão o time da interclasse), e por aí vai. 
Perceberam quantas divisões nós temos quando somos adolescentes? Talvez seja por isso que encontrarmos dificuldades de nos posicionarmos e formarmos uma identidade e, por consequência, encontramos a dificuldade de passarmos uma imagem. 


O adolescente sofre com sua própria identidade ou com a falta dela, de formar uma personalidade e de se posicionar. Isso também acontece com as empresas, sejam elas novas ou antigas. Algumas tem dificuldades de se posicionar e mostrar qual o seu diferencial competitivo e assim como o adolescente, as empresas precisam encontrar qual o seu grupo e, às vezes, isso demora a amadurecer.


A adolescência, por si só, traz essa imagem de confusão, de busca de pertencimento a algum grupo, de idealismos que se modificam, de desespero em se mostrar seguro enquanto se é o mais inseguro dos seres. O adolescente trata seus stakeholders à distância, pois, deixa uma margem para seu próprio conhecimento e, seu manual de crise, contempla quartos fechados, internet, muitos xingamentos no twitter, a busca de memes que representem um estado atual, a busca de likes na vida real, alguém que os entenda em alguma parte. 

Essa última parte pode até ter cheirado poesia, mas é a pura verdade! Precisamos sempre buscar um meio termo entre duas ou mais partes, procurar nos entender com nossos públicos de uma maneira harmoniosa e direta, de maneira a aproximar nossos vínculos e isso não é nada fácil. Não estou generalizando e nem mesmo querendo dizer que toda pessoa nessa faixa etária é problemática, mas, o adolescente se fecha muito em seu mundo e na busca incansável de tentar entender o outro e acaba esquecendo que ele tem que ser participativo com ele mesmo, conhecer a si próprio, ser "Relações Públicas" dele mesmo.


E nós nem falamos das espinhas!
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A incessante busca por Luiza



Quem não viu nesses últimos dias a história de Luiza que estava no Canadá? Quem aqui não viu piadinhas sobre o assunto em suas respectivas redes sociais? Pois então! Este é o principal motivo que nos faz escrever sobre um novo movimento nas redes sociais. Você está pensando que vamos analisar o caso Luiza? Nã... não! Estamos falando da busca incessante por memes...
Depois de tanto se falar que a língua portuguesa está cada vez mais sendo deixada de lado na internet, fazendo com que o termo internetês apareça junto com suas abreviações, os memes são a bola da vez para os que procuram se expressar de maneira rápida, debochada e muitas vezes engraçada. 
A utilização dos memes na web chega para tirar um pouco do peso e da responsabilidade de se escrever, isso mesmo, esses símbolos vieram para afirmar a velha máxima de que "uma imagem vale mais do que mil palavras".
Assistindo a uma palestra sobre redes sociais, há algum tempo atrás, o palestrante disse a seguinte frase: "A internet está cada vez mais visual e menos textual". Pode-se perceber que os jornais eletrônicos já se utilizam de mais imagens para ilustrarem suas matérias, as redes sociais e os blogs também caminham para essa linguagem, pois, assim como existe uma certa preguiça de se escrever, também encontramos, infelizmente, uma aversão à leitura na web.
Aí que as imagens entram, aí que a Luiza entra! Explicando, é aí que cada vez mais as pessoas viralizam novos memes e tornam o trabalho das pessoas ainda mais fácil e preguiçoso. Claro que não estamos generalizando ao falar que todos utilizam os memes como fuga da escrita, estamos falando que eles aparecem como forma de facilitar a conversa das pessoas, assim como os primeiros memes que apareceram na história da humanidade, as chamadas pinturas rupestres, ou a pintura dos homens das cavernas. Pode até ser uma comparação estranha, mas é como se fosse uma regressão, ou quem sabe, seja uma evolução para um novo tipo de escrita, a escrita dos memes. Nos casos das imagens utilizadas para ilustrar esse post, o RP e PP fez uso dos memes acima para chamar a atenção e poder, de alguma forma, alavancar o número de visualizações do blog. Confessamos que o resultado foi bom e que nos economizou em palavras, pois, antes, utilizávamos de explicações ou colocávamos pequenos trechos de postagens. Os memes foram uma saída bem humorada e rápida para dizer que o blog estava lá e que nós nos comunicamos de acordo com a linguagem que a maioria adotou para aquele momento. 


Opinião

  • Nosso leitor e graduando em Relações Públicas, Danilo Mendes Arantes, disse que não acredita que os memes sejam uma fuga da escrita, mas sim uma forma simples de retratar o cotidiano aliado com a diversão de algumas situações.
  • Victor Seiti Yonemura, designer gráfico, disse que o meme é uma ótima representação cômica do cotidiano, sentimendo e pensamento das pessoas
  • Adriana do Amaral, jornalista, disse que todo código tem seu espaço, desde que não gere o esquecimento das formas escrita ou falada da língua corrente. 
  • Paola Danyelle, estudante de Relações Internacionais, apontou a facilidade que o meme tem de comunicar em diferentes línguas. "Muitas vezes não é preciso falar outra língua para entender o que um meme diz, suas mensagens, na maioria das vezes, são globais".
  • Marcos Masini, jornalista, brincou:  "Falar de meme, essa semana, virou um meme? =D Bom... o meme é algo bacana (ou não), descontraído (ou não) que cai no gosto das pessoas e ganha vida. É uma brincadeira. E, brincar sozinho, não tem graça. Por isso um vai passando pro outro, até encher o saco, convenhamos. Até porque sempre chega gente atrasada para brincar quando a gente está cansado e já partiu pra outra brincadeira. Crianças não são assim? O problema são os extremos. Viver de memes não leva a gente a lugar nenhum e tudo fica supérfluo. Assim como ouvir as sinfonias de Bach o dia todo, a semana toda, a vida toda. O mundo é MAIS do que isso. Mas não pode ser só MENOS do que isso."
Veja no exemplo abaixo: Campanha da Influx, escola de idiomas.






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Grande abraço pra todo mundo que gosta de RP e PP, e até pra Luiza que já voltou do Canadá!


Uiiiii!!! Luiza Chegou, bebê.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

RP e PP News


Hospital cria ponto de ônibus falso em frente a hospital para pacientes que sofrem de Alzheimer.


A ação realizada em um hospital de Dusseldorf, na Alemanha, tem como objetivo ajudar pacientes que possuem Alzheimer a se acalmarem em situações de fobia. 
Quando um paciente está perdido e não sabe onde está a primeira reação é tentar voltar para casa, disse uma enfermeira do hospital, e é aí que entra o ponto de ônibus falso, para que os pacientes, que além de terem um tempo para sentarem e se acalmarem, são, quase sempre convencidos a voltarem para o hospital, pelos enfermeiros e médicos. 
A inovação não era uma unanimidade dentro da instituição, pois acreditava-se que mentir não era o melhor remédio, porém, sua eficácia comprovou ser maior do que a utilização de medicamentos e confinamentos em salas fechadas, o que aumentava a fobia das pessoas que sofriam com a doença.

"Os criadores do ponto de ônibus, além de terem se preocupado com as necessidades e sentimentos dos pacientes, médicos e familiares quando um surto desses acontece, ainda se preocuparam em permitir que o paciente agisse sob sua própria vontade. Ao invés de forçarem o paciente a fazer algo, preferiram posicionar as peças do tabuleiro de forma que ele tomasse as decisões desejadas pelos médicos – sem precisar passar por nenhuma violência física ou psicológica."    
http://updateordie.com  

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Fonte da notícia http://updateordie.com

terça-feira, 5 de julho de 2011

RP e PP News

25 de março ganha e-commerce

Se você pensou que já tinha vistou de tudo na vida, se enganou. A internet nos surpreende a cada dia com novidades que ultrapassam a linha da criatividade e da funcionalidade, sim, digo funcionalidade, pois, esta manobra pode desafogar o mar de gente que passa diariamente na rua mais movimentada da América Latina, quando se trata de compras.
A ideia, criada pela Ziaga Serviços e Agência de Marketing LTDA, terá início no mês de agosto, mas cadastros já podem ser realizados no site da 25 
A iniciativa é fruto de uma parceria com um shopping que será inaugurado nesta sexta-feira, dia 8.
Outros sites da 25:
http://25demarco.com.br/
http://www.guiada25.com.br/
http://www.portalda25.com.br/
http://www.vitrine25demarco.com.br/

Dados da 25 de março:
São 3 mil empresas, das quais 2,7 mil são estabelecidas em edifícios e galerias e 300 lojas de rua. A área chega a receber 400 mil pessoas diariamente e nos meses de pico (dezembro), até 1 milhão de pessoas de todo o país. (dados do site, Tudo na 25 de Março).


domingo, 3 de julho de 2011

A Era das Responsabilidades



Hoje é domingo, pé de cachimbo. Cachimbo é de ouro, bate no touro... opa! Bater no touro pode não ser correto, assim como atirar o pau no gato, ou quem sabe recolher os cacos do anel de vidro que se quebrou e coloca-los no local correto para reciclagem.
Essa brincadeira que fizemos no primeiro parágrafo, serve para visualizarmos o que a era das responsabilidades está fazendo conosco, pessoas físicas, jurídicas, governo, terceiro setor e por aí vai. Isso tudo começou com a necessidade de se poluir menos, de se tratar a cultura com maior afinco e é claro com a importância de ser correto com a sociedade em que vivemos, realizando projetos que desenvolvam as comunidades vizinhas, com geração de emprego e renda, com programas de conscientização, primeiro emprego e etc.


As pessoas estão se preocupando mais com o lixo que descartam, separando o que chamamos de lixo seco do lixo orgânico. O governo ainda precisa se aplicar mais nessa questão, mas em Uberlândia, Minas Gerais, por exemplo, a prefeitura já iniciou as atividades de coleta seletiva com caminhões preparados para recolher até o óleo de cozinha, que se jogado nos ralos ou descartado de maneira errada, pode poluir nossos rios. A lei das sacolinhas plásticas foi aprovada essa semana e visa o uso de sacolas que não degradam o meio ambiente, como as oxi biodegradáveis que se desfazem em tempo menor do que as convencionais. 
As empresas também fazem seus projetos de sustentabilidade com o advento dos descontos no imposto de renda e algumas tornam essa atividade um negócio com a venda de créditos de carbono.






A Era das Responsabilidades também é a era da oportunidade, ou do fracasso, é a era dos slogans, das missões, visões e valores voltados aos novos costumes, essa é a era do cliente com percepção cognitiva aumentada, o que torna a escolha do público pautada na responsabilidade, é revolução da economia criativa e colaborativa, mas é também a era do cumprimento dessas responsabilidades, pois não adianta propagar isso para todo mundo, se não fizer por onde.


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sábado, 2 de julho de 2011

Estagiário - Como fazer diferença?


Para se fazer a diferença em qualquer profissão ou em qualquer posição ocupada, o estagiário deve se portar de maneira pró-ativa. Essa postura, além de facilitar a vida do estagiário no meio profissional, facilita no processo de conhecimento da profissão, da cultura organizacional e se abre um leque de oportunidades.
O estagiário deve ser um ponto de apoio, deve sempre associar seus conhecimentos acadêmicos às práticas desenvolvidas no dia a dia nas empresas, precisa saber a diferença entre aparecer e se destacar, e o mais importante de tudo, é buscar motivação tendo em mente o conhecimento que se pode adquirir e não no que pode ganhar no final do mês ou vislumbrando uma contratação, isso é consequência do trabalho realizado.

Depois dessas pequenas dicas do RP e PP, veja agora esse vídeo que ilustra totalmente o contrário, mas que servirá de reflexão.

"Entrevista com Estagiário"

Parte 1


Parte 2


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quinta-feira, 30 de junho de 2011

O Publicitário


O blog RP e PP traz orgulhosamente a série que ninguém leu porque não entendeu. "O Publicitário" é um oferecimento de Empresa Nenhuma e Ninguém.com, uma sociedade perfeita!

Hoje é 30 de junho, dia das mídias sociais, mas como estamos na série, O Publicitário, hoje é o Social Media Day, pois como já dissemos em postagem anterior nesta mesma coluna, este profissional diversifica seu português com palavras e expressões em inglês.
O grande boom das redes transformou esse e outros profissionais, uma vez que falamos de mídias, círculo de relacionamento, economia de tempo e principalmente rentabilidade. Rede, é a palavra da vez, que dá sinônimo ao tipo de relação que todos nós temos quando tuítamos, quando lemos um blog, visitamos perfis no facebook e etc. Mas rede não é somente isso, podemos encarar como rede o nosso círculo físico de amizade, nossa família, pessoas que trabalham junto conosco e por aí vai.

Falando de publicitário estamos falando de oportunidade de mercado, já que a cada nova "rede" criada, uma nova oportunidade de negócios também se abre, e o que antes era centímetro por coluna, múltiplos de 15, as famosas inserções, entre outras formas de medição, agora temos os banners e suas milhares de medidas, e já que o twitter não suporta os tais banners temos, os "tuítes" pagos e assim por diante.

O que podemos conferir neste infográfico abaixo.









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quarta-feira, 11 de maio de 2011

O Publicitário


Chega mais uma vez no blog RP e PP, a coluna que ninguém nunca leu, porque não entendeu!
O Publicitário não tem oferecimentos, pelo menos até agora!


Bem pessoal, o assunto de hoje é briefing. Ué! Briefing? Sim, aquele resuminho que todo publicitário precisa para executar seu trabalho. Nele, estão contidas, as necessidades reais do cliente, os perfis de público que a comunicação deve atingir, bem como as subjetividades que esse cliente tem, ou seja, suas vontades.


Muitas vezes, quando o job. Sim! O trabalho. Sabe como é publicitário né... 
como eu ia dizendo, muitas vezes quando o job é feito sem essa ferramenta, o que sai nem sempre, ou quase nunca é aquilo que o cliente sonhou, ou melhor, nunca é o que o cliente precisa. Então se um dia você encontrar um publicitário ou agência que trabalha sem briefing, por favor, fique longe!


Nós aqui do RP e PP gostaríamos de dar uma visão diferenciada sobre o briefing. 




Essa ferramenta não só ajuda a agência a trabalhar, mas também dá margem para que o gestor do negócio pense se é isso mesmo que ele precisa, explicando melhor, às vezes você não precisa de um VT na hora do Jornal Nacional, talvez basta fazer um trabalho melhor com parceiros, marcar presença nas redes sociais, aumentar o relacionamento com a vizinhança, são muitas possibilidades.
Pensando assim, o briefing, é, além de ferramenta indispensável para se obter um trabalho 100% satisfatório, economiza tempo e também dinheiro fazendo o tal resuminho.


Obs: O briefing não tem um tamanho padronizado, então, o trabalho pode ficar muito bom com um briefing de 2 páginas ou muito ruim com um de 80. Este deve ter o tamanho da necessidade do cliente. Obrigado!
Ass: O Publicitário




sábado, 7 de maio de 2011

Super RP


Postado por Rochel Rodrigues

Já estamos cansados de saber que o profissional de tem um papel de extrema importância dentro de uma organização.
Além de cuidar dos relacionamentos da empresa com o mercado, com a imprensa, com a sociedade, com seus colaboradores, fornecedores e com seu público interno, o cara ainda faz gestão e gerenciamento de crise! Se você já ficou sem ar com tanta função, saiba que esses são apenas alguns exemplos pra demonstrar como o RP é essencial no contexto comunicacional da atualidade.

Por essas e por outras que constatei que o RP é um super herói moderno. Um herói, às vezes esquecido, mas fundamental. O Super RP passa despercebido em muitos momentos. Mas sem ele, sem sua visão holística e sua percepção arrojada para detectar problemas antes mesmo deles acontecerem, muitas empresas hoje estariam, em vão, desesperadas a gritar socorro.
Pra alivio destas, o Super RP existe. E por se tratar de um herói, ele alia seus super poderes a um leque de ações estratégicas para utilizar nas situações de perigo iminente. E são essas ferramentas que serão nosso assunto daqui pra frente, para que você bravo profissional de comunicação incremente seu cinto de ferramentas e não fique na mão quando o dever te chamar.

Press Release

Seu cliente não tem relacionamento com a imprensa? Nunca teve uma foto postada no EGO? Jamais achou uma nota no jornal do bairro com a abreviação do nome dele ou apenas suas iniciais? A única vez que ele foi entrevistado foi em programa policial? Não tema, meu destemido amigo que é ou deseja ser assessor de imprensa! O RP e PP traz pra você um instrumento que, usado da maneira correta e na situação certa, irá te ajudar a criar laços sólidos e confiáveis entre os meios de comunicação e a organização!


O Press Release, ou apenas release, são documentos redigidos em formato jornalístico com o intuito de informar, esclarecer ou anunciar informações ou fatos que envolvam a o assessorado. De maneira factual e concisa, suas intenções principais são expor fatos que a assessoria identifica uteis que a sociedade conheça ou para a construção/manutenção de um melhor relacionamento com o órgão de imprensa.



Seja direto, escreva o texto, de maneira breve e simples, e diga o que, quem, por que, para quem, onde e como a situação aconteceu ou acontece. As informações devem ser organizadas de um jeito objetivo, para instigar o leitor-jornalista a incluir o texto como pauta, seja inteiro ou parcialmente. É também de suma importância que a mídia escolhida seja compatível com a determinada informação. Não adianta escrever um release destinado a uma revista do Greenpeace sobre o jantar onde foi servida carne de baleia, que a sua empresa patrocinou. Será tempo perdido. 

Aliás, ao invés de gerar uma imagem positiva na sua cidade, você irá comprar briga com todos os ambientalistas do mundo (e conseqüentemente irá parar nos Trending Topics do Twitter). A escolha da mídia certa é fundamental para que o objetivo de comunicação seja atingido.
Falar com os meio de comunicação é elemento essencial para se construir uma marca forte. Falar bem e sempre, proporciona um vinculo importante que pode ser um dia extremamente útil para a proteção da marca corporativa, numa situação hipotética de gerenciamento de crise.  

Toda semana uma ferramenta nova para você, Super-Herói, incrementar seu cinto de utilidades.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Videozinho da semana


Vejam algumas comunicações recentes da Coca-Cola






Quando se fala de propaganda, a Coca-Cola é exemplo que não pode faltar em qualquer roda de discussão, com certeza é uma empresa que sabe trabalhar o conceito alinhado ao posicionamento da marca e gerar cada vez mais desejo de felicidade. Felicidade que a própria marca se candidata a ser. 



Tenha um domingo de boas companhias!

Transformar PDV em PDR


Anotar ou simplesmente tirar pedidos é passado, os consumidores aprenderam com o tempo a serem exigentes nas compras que fazem a ponto de darem valor às experiências vividas no que cerceia o mundo do consumo.

O PDV, ou Ponto de Venda, não deve ser uma arma utilizada apenas para fechar as sonhadas vendas, mas também deve possuir eficácia na construção de relacionamentos, o que o torna um PDR certo? Quase.

Para que possamos transformar o PDV, Ponto de Venda, em PDR ou Ponto de Relacionamento, precisamos mudar o foco e modificar o que antes eram números, em qualidade, para gerar mais números. Entenderam?
Precisamos então focar no cliente e não no produto, pois nossa necessidade é fazer com que esse consumidor volte para o PDV, que agora deve ser o ponto que realiza os sonhos desses consumidores.
Disney Store

A Disney é um exemplo que os sonhos são possíveis de se realizar, quando vamos ao parque, ou compramos seus produtos, coisas que são tangíveis, logo se transformam nos mais puros e abstratos sonhos realizados.

No mundo onde a variedade é imensa e as percepções cognitivas estão cada vez mais reduzidas, a necessidade de diferenciação fica cada vez maior. Se diferenciar por produto, por preço, ou por qualquer outra coisa tangível pode ser o início de um fim. 

A maior varejista americana de eletroeletrônicos, a Best Buy, realiza um trabalho exemplar com seus clientes, estreitando a relação que o próprio varejo não é acostumado a ter com seus compradores.

Vendedores Best Buy

Os vendedores são treinados para realizar um trabalho de aproximação com seus clientes utilizando as redes sociais de maneira a tirar dúvidas sobre tecnologia, realizam pesquisa sobre como cada comprador utiliza seus produtos e como eles podem melhorar o desempenho dos  aparelhos. Isso torna cada vez mais o cliente parte do negócio e o foco que antes era no cliente, se transforma em esforço para entender o foco do cliente.

Fazendo uma alusão ao livro "A estratégia do Oceano azul":

Oceanos vermelhos são aqueles onde as regras do jogo são conhecidas, o mercado é competitivo e uma empresa tenta “matar” a outra, “ensanguentando” o oceano, transformando-o em oceano vermelho.
Oceanos azuis são aqueles onde as oportunidades são grandes, os espaços para inovação também são grandes, porém imprevisíveis. O oceano azul é um lugar a ser desbravado, as regras do jogo ainda não são conhecidas, fazendo com que a inovação seja o mantra principal da estratégia.
O autor faz uma pergunta:
Como uma empresa será capaz de transpor os limites do oceano vermelho da competição sangrenta? Como poderá criar oceanos azuis?
Talvez a resposta seja dar a atenção devida para o consumidor e não canibalizar o mercado com condições de pagamento, promessas de menores preços e etc. Quem sabe esse seja o ponto de partida para a descoberta de oceanos azuis. 


Faça do cliente um oceano azul

domingo, 30 de janeiro de 2011

A moda do Currículo Criativo



As gerações mudam, os costumes mudam, funções, objetos, tudo muda. Até o velho e bom currículo está mudando. Em áreas onde o conhecimento e a criatividade dominam, o chamado currículo criativo é a bola da vez.
Esse tipo de currículo serve não só para que o candidato à vaga demonstre suas habilidades criativas, mas serve também para quebrar um pouco do gelo que existe nas entrevistas de emprego. Quando a pessoa se solta e se empenha para construir um belo currículo criativo, alguns medos podem ficar para trás, ou melhor, a ansiedade e o nervosismo podem ser minimizados.


Teremos alguns exemplos criativos de currículos, onde o candidato usou de artifícios e abordagens diferentes para tentar "abocanhar" uma vaguinha.



Vejam esse vídeo que ficou realmente espetacular do Antônio Juan. Ele utilizou a técnica de Stop Motion, combinada com uma narração muito legal, sem falar no sincronismo das imagens apresentadas, mostrando tudo que a vaga pedia.




Ainda nessa linha, temos o vídeo da Maria Angélica, que inclusive ainda está concorrendo à uma vaga na agência Wik, uma agência digital, especializada em relacionamento na web. 

Maria Angélica conta que surgiu uma vaga na @AgenciaWik de analista de mídias sociais e que deixaram bem claro que não gostariam de ver currículos convencionais. A pessoa teria que os surpreender para ter a vaga.


"Sem hesitar comecei a ter um brandstorming. Peguei uma folha de papel,mas logo a deixei de lado e fui digitar. Quando percebi já estava gravando um vídeo, mas não um vídeo qualquer e sim o do meu currículo." 



Maria Angélica completa dizendo que na hora de fazer um currículo, o contratante não esta preocupado  com os números do seu RG, CPF, ou se você saiu bem em uma fotinha 3x4 e sim o que você tem para oferecer para eles, referindo-se ao campo de dados pessoais, onde muita gente dá maior importância colocando sempre acima de todos os outros dados. 



Veja o currículo criativo da Maria Angélica e ajude-a a ganhar a vaga!



"Agora a Wik tem a  oportunidade de ver quem é a @Maria_AngelicaG e esta foi uma forma diferente de inovar. Quero muito a vaga, mas se porventura não for este o momento, quem disse que eu vou desistir? A ousadia de inovar e arriscar me fez querer ir mais longe ainda." Maria Angélica.



E você, o que fez de diferente para conseguir um emprego?
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