Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Conteúdo + Criatividade + Dados = Relações Públicas Digitais. Workshop com Amanda Takassiki e Florilson Santana #RPWeek

A tarde do quarto dia de atividades da RP Week, na Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, foi, mais uma vez, repleta de informações e disseminação dos conceitos de Relações Públicas e o Workshop "Relações Públicas Digitais", com os RPs Florilson Santana, criador da página RP Depressão e Amanda Takassiki, criadora da maior fanpage sobre RP do Brasil, a RP Brasil. Com tantos cases pessoais na área de digital, a Amanda e o Floris (como todos o conhecem), encheram a plateia de informações e dicas relevantes.

Muitas discussões aconteceram e a apresentação se transformou em um grande bate-papo. Segundo os palestrantes, em consenso, não exite uma receita de bolo para fazer sucesso nas redes sociais, ou seja "não fique preso em ter que postar em horários estipulados por e-books ou publicações e estude o seu público-alvo", disse Amanda, sobre o fato de muitos social medias ou produtores de conteúdo ficarem presos às regras e se esquecerem de quem consome, de verdade, o que é produzido.

Várias dúvidas surgiram sobre impulsionamento de publicações, a utilização do humor para a produção do conteúdo, monitoramento e, até mesmo, como cobrar pelo serviço. A questão dos impulsionamentos foi abordada com uma dica que vai de encontro ao monitoramento do comportamento das pessoas em relação ao conteúdo - se o conteúdo obteve bom engajamento, sem um investimento, talvez valha a pena investir neste conteúdo para aumentar, ainda mais, o engajamento e o retorno da ação. A cobrança do serviço é algo ainda muito dolorido para o comunicador e isso ficou muito claro na exposição da Amanda e do Floris. "Algumas pessoas cobram pelas horas trabalhadas, outras, querem participar dos lucros das ações", disse Amanda.

Floris é exemplo de humor nas redes sociais. Ele atua de maneira super criativa à frente da fanpage RP Depressão. Ele explicou que o humor é uma estratégia valiosa e que já vem sendo utilizada com maestria por algumas páginas, como: Prefeitura de Curitiba, Giraffas, Esporte Interativo, entre outras. Ser criativo é uma somatória de fatores que passa pelo fato da pessoa ser curiosa, observadora, que opte pelos caminhos incomuns, que se inspiram nos acontecimentos atuais para fazer conteúdos sensacionais e, acima de tudo, de que façam das suas ideias uma realidade!

O conteúdo em redes sociais é algo maior do que só informar. É uma forma de fazer relacionamento e criar relevância. Ficou claro no workshop que a personalização dos conteúdos, de acordo com personas, que a constância e que a criatividade fazem parte das boas práticas de Relações Públicas Digitais. Floris e Amanda são exemplos vivos do sucesso de ações digitais e passaram, sem medo, conhecimentos e atalhos para quem participou da atividade.

Florilson Santana e Amanda Takassiki no Workshop "Relações Públicas Digitais"

No fim, a mão na massa!

Grupos foram montados para pensarem em ações de lançamento para a segunda temporada de Narcos. Muitas ideias loucas (no bom sentido) apareceram e, de uma vez por todas, confirmamos que o profissional de Relações Públicas é extremamente criativo. 

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Entenda como um RP atua nas agências de marketing

Os profissionais de Relações Públicas, assim como de outras áreas da comunicação, estão cada vez mais presentes nas áreas de marketing digital, com funções mais variadas e que auxiliam no desenvolvimento de áreas como SEO e mídias sociais. Já se tornou indispensável a presença desses profissionais em consultorias em SEO e as possibilidades de atuação são diversas.


O profissional de relações públicas é indicado pela sua capacidade de transpor para o universo digital diversas características necessárias para o desenvolvimento das empresas, como visão de futuro, alinhamento de estratégias, branding e conhecimento do universo do cliente. Esses elementos fazem com que os profissionais de RP se destaquem na área de marketing digital e sejam cada vez mais promissores dentro das consultorias em SEO.

Para quem deseja ingressar na área de marketing digital, algumas características profissionais são essenciais para fazer com que o profissional se destaque e tenha mais oportunidades de crescer, entre elas estão:

· Adaptação constante;

· Remodelagem;

· Inovação;

· Atualização;

· Comunicação.


RP e Marketing

Os profissionais de relações públicas atuam em diversas funções dentro do marketing digital, o que permite que eles apliquem o know-how da área para propor mudanças e reformulações nas empresas em que atuam. Algumas áreas onde esses profissionais atuam são:

· Planejamento de mensagens e posicionamento;

· Estabelecimento de metas e indicadores de desempenho;

· Pesquisa de audiência;

· Criação de conteúdo;

· Execução de campanhas em mídias diversas;

· Pesquisa de canais;

· Medição dos resultados.


Mas como essas áreas são importantes para o desenvolvimento de campanhas de marketing digital? O RP pode participar de todas as fases de uma campanha, desde a pesquisa que antecede a estratégia, o desenvolvimento das ações visando atingir o público-alvo, a divulgação e posteriormente as métricas para avaliação dos resultados. O envolvimento do profissional em todas essas etapas do marketing faz com que ele esteja mais completo e tenha mais possibilidades de desenvolver-se profissionalmente, além de somar mais conhecimento para aplicar nesta e em futuras experiências.

O profissional de relações públicas é, atualmente, fundamental para as consultorias em SEO devido seu dinamismo e conhecimento em processos de comunicação, pesquisa e relacionamento, elementos todos fundamentais para a área de marketing e para as empresas em geral.



Post Colaborativo por WSI Marketing na Internet.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Para entender o Snapchat. Não! Esse post não vai sumir em 10 segundos. Entrevista com a RP e Social Media Amanda Oliveira

De tempos em tempos, uma rede social surge para modificar o jeito de comunicar, seja entre pessoas, entre empresas ou entre empresas e pessoas. Esse movimento faz com que pessoas e marcas estejam em mais de um lugar ao mesmo tempo, sem fazer mágica! A grande magia, neste caso, é saber como tratar o público, entender as ferramentas e os seus propósitos e, acima de tudo, conseguir se sobressair em meio a tanta opção, em meio a tanta funcionalidade!

Hoje, vamos falar do Snapchat, uma rede social, no mínimo, diferente e, pra ajudar nessa missão, convidamos a Amanda Oliveira que é formada em Relações Públicas pela ECA-USP e pós-graduada em Teorias e Práticas da Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero. Atua na área de comunicação desde 2005, tendo passado pelas áreas de assessoria de imprensa, comunicação interna e comunicação institucional, em agências e empresas. Desde 2010, tem atuado com foco em comunicação digital. Hoje, é coordenadora de social media na VML Brasil e ministra treinamentos in-company para agências e empresas que estão em busca de melhorar suas estratégias de redes sociais.

Vamos para o nosso bate-papo!?

RP e PP - Amanda, pra você, qual a utilidade do Snapchat para pessoas comuns e qual a maior utilidade da rede para as empresas?

Amanda -  Para a população em geral, o Snapchat é uma ferramenta de comunicação com amigos, que une as funcionalidades de um aplicativo de mensagens instantâneas com as funções de uma rede social. Com ele, é possível compartilhar fotos e vídeos curtos, tanto de forma privada quanto de forma pública. 

O principal diferencial desta nova rede é seu caráter instantâneo: tudo o que é compartilhado é gravado ou fotografado diretamente no app. Ela foi pensada para que pudéssemos compartilhar a vida ao vivo e para que nada ficasse registrado. O importante no Snapchat é o momento e nada mais. Para as empresas, essa característica abre algumas possibilidades para trabalhar a comunicação de forma mais transparente. Por meio do recurso "Histórias", é possível mostrar ao público, por exemplo, os bastidores de um evento, o processo de fabricação de um produto, o dia a dia de seus executivos etc. 

Além disso, o caráter efêmero das publicações faz com que o Snapchat seja uma boa ferramenta para conceder descontos, por meio de cupons que expiram após 24h de seu lançamento ou comunicar promoções e outras ações especiais. Além disso, é possível propor aos seguidores tarefas e desafios, que farão com que a empresa receba deste público "snaps" e tenha uma visão mais humana e verdadeira sobre o tema proposto. Estas são apenas algumas entre as inúmeras possibilidades que estão se abrindo com a adoção desta nova ferramenta.


RP e PP - O Snapchat é uma rede rotulada pela seu uso ser maior entre os jovens/adolescentes. Isso é verdade? Qual o verdadeiro público do Snapchat?

Amanda - As pesquisas confirmam que o Snapchat é usado, em sua maioria, por jovens de 18 a 24 anos. Mas, acredito que a adoção por outras faixas etárias é uma questão de tempo. Afinal, o aplicativo está sendo melhor compreendido agora. Até pouco tempo atrás, ele era visto apenas como uma forma de trocar fotos comprometedoras com seus amigos e isso acabou afastando potenciais usuários que hoje já estão entendendo melhor suas reais possibilidades.


RP e PP -  O Snapchat deu certo no Brasil? Existe espaço para a rede crescer em termos de conquista de usuários e, consequentemente, ser uma boa opção de mídia, como acontece com o Facebook, por exemplo?

Amanda - Acredito que, no Brasil, o Snapchat está em uma fase de pleno crescimento. Vejo que muitos profissionais que trabalham com conteúdo na internet, como blogueiros por exemplo, estão aderindo à rede e isso com certeza fará com que cada vez mais usuários se interessem por ela. Ainda há muito para crescer sim. Sobre a questão de investimentos em mídia, sinto que a ferramenta ainda tem muito a se desenvolver nesse sentido. Hoje, as métricas disponíveis sobre o consumo dos "snaps" são muito restritas, o que dificulta o convencimento na hora de propor e decidir em quais meios é mais recomendável fazer investimentos em ações especiais e anúncios. 

Mas, tenho certeza de que isso já está sendo analisado, pois com o lançamento da ferramenta Discovery, o Snapchat mostrou que não é avesso ao uso da rede por empresas. Quando esse amadurecimento acontecer, sem dúvida o Sanpchat será uma ótima opção de mídia para quem quer atingir o público jovem. E o Facebook sabe disso, tanto que já tentou comprar a rede no passado.


RP e PP - Aproveitando o gancho da pergunta anterior. Como as empresas podem aproveitar a rede para realizar negócios?

Amanda - No momento em que um usuário adiciona o perfil de sua empresa, você o adiciona de volta para que a comunicação aconteça. Isso abre um canal direto entre a empresa e seus públicos que pode ser usado para construir relacionamentos, prestar atendimento etc. Com uma comunicação planejada, contemplando ações de marketing direto, SAC 2.0, community management etc., é possível realizar negócios dentro da própria rede.

RP e PP - Sobre ações! Se você pudesse apontar um caso de sucesso, qual você apontaria?

Amanda -  Um case que ficou famoso foi o da WWF Dinamarca, que aproveitou o gancho da efemeridade das fotos da plataforma em prol de uma causa ambiental. A ação se chamava #LastSelfie e mostrava imagens de animais ameaçados de extinção, com a frase: "não deixe que esta seja minha última selfie". A história trazia também as informações para que os usuários pudessem fazer suas doações. A ação gerou um grande buzz fora do Snapchat, com cerca de 40 mil tweets em uma única semana. E a meta de doações foi batida também em sete dias. Uma combinação perfeita de: bom uso da plataforma, storytelling, conexão emocional e boa execução. (vídeo abaixo)


Informação!

Segundo o último relatório da comScore, o Instagram é a segunda rede social mais usada por pessoas entre 18 a 34 anos, com 43,1%, enquanto que o Snapchat vem em terceiro, com 32,9%, e esse número só cresce, devido ao desejo de compartilhar, de maneira rápida e simples, vídeos e fotos. A diferença é que, no Snapchat, a intenção é fazer isso com privacidade e de maneira direcionada. 

Nosso agradecimento à Amanda, que foi ligeira ao responder nossa entrevista e deu uma bela explicação sobre a rede. Desejamos muito sucesso pra você, Amanda! 

Gostou do post de hoje? Que tal contribuir com a gente e deixar seu comentário? Fale um pouco sobre a sua experiência com o Snapchat, o que acha dele... Espero que tenha gostado!

domingo, 31 de julho de 2011

Inteligência de Mercado Aplicada a Social Media



A palestra do Alfredo Passos da ESPM no #expon, sobre Inteligência de mercado aplicada a social media, clareou várias questões para quem se interessa pelo assunto. Alfredo nos disse que antes que uma empresa pense no que vai fazer nas redes, ela deve trabalhar as estratégias que irão utilizar. 


Por que inteligência? Temos muitas perguntas e poucas respostas, pois hoje, tudo está englobado nas competições, concorrência, mudanças dos clientes e consumidores, etc. 
O IC (inteligência competitiva) é um componente crucial e emergente na economia do conhecimento. Ao analisar os passos de seus concorrentes, as empresas vão conseguir antecipar futuras direções e tendências do mercado, ao invés de só produzirem para o presente.


A Inteligência de Mercado é conseguir coletar, tratar, analisar e apresentar informações sobre os concorrentes, clientes, consumidores e tendências de mercado. Quando a empresa decide entrar nas redes sociais, ela precisa fazer uma análise do que vai ser importante pra empresa nessa rede social. Não existe a necessidade de se entrar em todas as mídias digitais se em algumas ela não vai conseguir nenhum feedback. 

Ela tem que levar para o ambiente interno o que está acontecendo no ambiente externo, as novas tecnologias, onde elas podem ajudar e onde a empresa poderá desenvolver seus negócios. Por isso, na sociedade em que vivemos, não existe mais lugar para empresas que privam seus funcionários de estarem conectados às redes sociais. É praticamente perder dinheiro e limitar o capital intelectual.




Post da leitora Ana Leite, @anaceliamilk, que é Social Media da banda gospel de Miami Revelation S.E.E.D. (Seperate Entities Eternally Delivered) e faz Relações Públicas na UFMA, Universidade Federal do Maranhão.





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