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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

7 coisas que aprendi sobre empreendedorismo? A 3 vai te surpreender!

Estou sem tempo. Estou com medo. Tenho prioridades. Preciso vender. Muita coisa pra estudar. Lista de livros e artigos pra ler. Pessoas para atender. Qual é o meu propósito? Bateram no meu carro. Contas para pagar. Faturamento. Lucro. Despesa! Bom, se a gente for fazer a verdadeira nuvem de tags do empreendedorismo, teríamos mais problemas do que glamour. E eu não falo isso só sobre o empreendedor que possui o seu próprio negócio, mas sim, aquele que se comporta como empreendedor na sua CLT.

Sou um Relações Públicas que atua com projetos de inovação, jornada do usuário, experiência do cliente, consultorias e comunicação para empresas que querem ser vistas e reconhecidas. Faço relacionamento, alguns colocam no cartão de visita que isso se chama "Rain Maker" ou "Faz Chover", mas, eu sou mesmo, empreendedor.

Rain Maker. Ah Tá!

Ao longo da minha jornada, que está completando 7 anos aprendi muitas coisas de duas formas muito simples: A certa e a errada. Quando você consegue colocar no espectro o que é certo e o que é errado, a lógica do "depende" se torna impossível, até para os marketeiros mais experientes. Ou seja, ou você faz, ou você não faz!

Primeira coisa que aprendi: Faturamento não é pró-labore

"Cerbasimente" falando, o dinheiro possui sempre dois caminhos: ida e volta. Não tem outro jeito! Faturamento é aquilo que sua empresa recebe e dele é retirado impostos, custos fixos, possíveis investimentos e isso é ida. O que você vai retirar é uma parcela do seu faturamento que deixe a possibilidade da sua empresa sempre ter uma reserva para possíveis imprevistos e isso é volta. O caixa da empresa não é o seu parque de diversões, resumindo.

Segunda coisa que aprendi: Confie no seu sócio, sempre desconfiando

Busque sempre ter momentos em que você e seu (s) sócio (s) possam contar ideias e falar sobre dificuldades. A parte de desconfiar é importante para gerar cobrança. A cobrança entre sócios deve existir sempre. Quando um puxa o outro a coisa anda e o resultado fica com mais chances de ser positivo. 

Terceira coisa que aprendi: Sua família e seus amigos não vão comprar de você

É ilusão. Nunca faça pesquisa para abrir um novo negócio tendo como público de pesquisa a sua família e os seus amigos. Eles sempre "esquecem a carteira em casa". Em 3 anos que tenho o meu escritório, nunca fiz um serviço sequer para um parente ou amigo. E o pior... eles fazem sozinhos, fazem sem qualidade, se ferram e depois querem a sua opinião. Liberdade é uma m#%$¨#.

Quarta coisa que aprendi: Você sempre tem tempo, pare com essa desculpa!

Estou no sal! Não tenho tempo pra nada! Muita correria... ok! Tudo bem! Isso é sinal de prosperidade, certo? Não! A gestão do tempo é tão importante que já se tornou clichê falar desse negócio. Tem gente que se envolve em tanta coisa que não consegue fazer o que dá lucro ou o que dá mais prazer. Conheço gente que faz storyes o tempo todo, inclusive aos domingos e feriados com a hashtag "#HojeTambémÉDia" achando que isso é lindo, maravilhoso. Se toca! Lindo é ter tempo e qualidade de vida. _ "Mas eu preciso aproveitar enquanto estou novo pra trabalhar pra caramba". Muito legal! E quando ficar mais velho você vai precisar de quê? 

Isso não foi num domingo: Desenvolvimento de Jornada de Experiência do Cliente

Quinta coisa que aprendi: Fuja dos gurus. Procure pessoas!

Existe um boom gigantesco de gurus na internet. Contei na semana passada 30 perfis novos começaram a me seguir no Instagram com o título de Coach. Juro que nunca vi na vida tanta gente falando sobre desenvolvimento pessoal com tão pouco conteúdo. Pessoas que dão Control C + Control V em perfis de auto-ajuda não merecem o seu respeito. Eles não produzem nada, não criam nada e querem ajudar você a alcançar o sucesso que nunca tiveram. Procure por pessoas de verdade que produzam coisas originais. 

Sexta coisa que aprendi: Não deixe ninguém colocar preço no seu serviço

Tá caro! Você já ouviu isso sobre o seu trabalho? Ou pior... Eu vi com outra pessoa e ele faz pela metade do preço. Sinceramente, quero que essas pessoas sejam felizes cobrando R$300,00 (sim, isso é real) por um planejamento de comunicação. Isso não paga nem a gasolina. Veja bem... não estou dizendo pra você não negociar. Negociar é muito normal. Anormal é vender a alma para o diabo e fazer do seu preço uma parcela da Casas Bahia.

Sétima coisa que aprendi, mas não é a última: Pare de usar tanto termo em inglês

Empreendendo com startups, inovação, projetos de comunicação, o mais comum é você conviver com gente que sempre manda aquele vocábulo americanizado pra mostrar que sabe das coisas. O marketing é cheio dessas coisas e com o advento da tecnologia e das mídias digitais, os Xoxial Mídias, os Startapeiros, os aprendizes de publicitários, ou melhor, todo mundo que anda envolvido com business (perdão, com esse mercado!) adoram terminologias gringas. 

É muito comum aqueles cartões de visita com gente que nunca faturou uma nota fiscal, abriu um CNPJ e nunca soube o que é pagar aquele imposto docinho no início de cada mês com cargos escalafobéticos e super imponentes. É muito CEO pra pouca ação. Ficar rico na planilha sobe na cabeça de muita gente, mas, pra transferir o dinheiro das células do Excel para uma conta bancária temos um caminho longo. Mas, lembre-se: sua família não vai comprar! 

Também aprendi que as pessoas confiam em quem está com o microfone na mão (não seja enganado... a internet aceita tudo)

Compartilhe comigo!

Pessoal, logicamente que aprendi muito mais que sete coisas. Fiz essa lista pois aprendi que na internet o público ama listas e é um gatilho mental maravilhoso, porém, também sei que é muito bom para organizar ideias e tornar o texto menos chato. Espero que tenha gostado e, acima de tudo que você coloque algum aprendizado seu aqui nos comentários. Abraço e até a próxima!

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Growth Hacking é o novo marketing, eles disseram

Impulsionar/potencializar resultados com o mínimo possível de gastos e esforços. O profissional que trabalha com estratégias de growth hacking seria o super-herói das empresas? Por que se relaciona tanto o termo growth hacking com o mundo das startups? Quais as principais ferramentas que esse profissional utiliza? É mesmo o tal novo marketing? Kotler morreu?

Kotler não morreu!

Olá pessoal, mais um artigo do RP e PP com uma ferramenta nova e que venho utilizando no atendimento de algumas startups. O Growth Hacking! Nesse texto quero passar minhas percepções sobre o tema em diversos aspetos: financeiro, competitivo, inovação e se é, realmente, o novo marketing. Vamos lá?

Ações de Growth Hacking para startups é o supra sumo, porém, algumas coisas precisam ser levantadas! Quando falo que é uma metodologia ótima para startups, quero dizer que, em um mundo, onde essas empresas não contam com os grandes capitais para realizarem a tração/alavancagem dos seus negócios, utilizar estratégias de GH é uma forma de ganhar crescimento com um investimento, cerca de 60% menor (por isso está tão ligada ao mundo das startups). Falar que o GH é o super-herói das empresas pode soar como exagero, uma vez que, aqueles cuidados que citei estão ligados aos próprios produtos e serviços oferecidos, ou seja, de nada adianta ter uma belíssima estratégia de crescimento e o produto não fazer sentido para o público-alvo.

Growth Hacking é uma metodologia que se sustenta nos pilares de engajamento e viralização de ideias, sempre com o objetivo de tornar algo mais acessado, compartilhado, baixado, comentado, por fim, comprado! Usamos uma ferramenta chamada Bulls Eye (Olho de Touro - uma analogia com a mira do touro em uma tourada, onde o objetivo é acertar um alvo, no caso, o toureiro). Essa ferramenta permite que o profissional de GH mapeie as principais canais de comunicação e engajamento, tornando possível o mapeamento dos principais pontos de contato dos clientes de determinada empresa, logo, um planejamento nunca será igual ao outro tendo em vista o tipo de mercado/setor de atuação. (anexei o bulls eye pra você ilustrar). Outras ferramentas estão ligadas às mídias utilizadas, o respeito aos cronogramas e, principalmente, ao conhecimento profundo dos mecanismos de busca. 

Framework Bullseye: copy Ferreira Studios e Inspire Diálogos

O profissional que trabalha com GH precisa ter total balanço entre criatividade e potencial analítico. Quem não estiver preparado para analisar gráficos e tornar todos os dados em inteligência, não pode considerar-se um "Growth Hacker". A busca por profissionais que atuam nesse campo está crescendo, mas, também vejo muitas ações isoladas em várias ações de comunicação e lançamento de produtos que utilizam alguns preceitos de GH, o que é muito bom! Hoje, o carinha da TI, sozinho, não conseguiria ser um GH. Um carinha de comunicação não conseguiria, sozinho, ser um GH. Um carinha de marketing, sozinho, não conseguiria ser um GH, ou um carinha de mídia, Relações Públicas, um engenheiro... mas sim, todos esses caras juntos, com todos os conhecimentos voltados à tecnologia, comunicação e, principalmente, conhecimento pesado em pessoas! É preciso ter equipe sincronizada.

Sobre ferramental, o GH trabalha com várias ferramentas ligadas ao Digital, uma delas, o próprio Facebook, para citar algo mais simples. Muitas métricas são dadas em analytics como, por exemplo: Número de pessoas que visitaram o site, baixaram o aplicativo, quantas pessoas abriram e-mails e quantas clicaram na promoção, ou ainda, falando em ações off-line (GH é All Line - veja nesse artigo o que é e como fazer), quantas pessoas participaram de uma palestra sobre Google AdWords e assinaram um formulário de LEAD e estão dispostas a investir em Ads nos próximos meses. O importante aqui é traçar as estratégias, partir para a ação, mas, ter sempre em mente, o que se quer como resultado e construir os meios para coletar estes resultados.

Vejo muitos artigos citando GH como o Novo Marketing, mas, é pura conversa de vendedor de e-book. Se esse profissional precisa estar ligado com o desenvolvimento do produto e os seus diferenciais, nós estamos falando de 4Ps e isso não é nada novo. Se o profissional de Growth precisa traçar estratégias que atinjam seu público-alvo, nós estamos falando de dimensionamento de demanda, segmentação de públicos-alvo, target e, por fim, se estamos falando de grana curta, também estamos falando de budget e análise de preço do produto (alguns chamam essa relação de CAC - Custo de Aquisição de Clientes). 

Customers Users Color Wheel

Pra finalizar, ainda vejo uma discussão grande entre marketing e desenvolvimento. Muitas vezes os prazos não batem. O marketing quer lançar, os DEVs se desdobram e a queda de braço começa. 

Growth Hacking está ligado com aquele velho composto de marketing, os 4P's. Sim! O desenvolvimento das estratégias precisam acontecer sincronizadas com o desenvolvimento do produto! Preço é algo que chama a atenção do público e é um "P" que as pessoas fazem juízo de valor - "se é mais caro deve ser melhor" - e nós precisamos ter a área de marketing e produtos alinhadas com as estratégias de GH. Praça/Mercado, esse "P", nem se fala! Entender o mercado é o mínimo para iniciar estratégias de GH, sem isso, nada feito! Por último, o "P" de Promoção, que é onde está a "ponta do iceberg" quando falamos de Growth Hacking. Logo, as áreas de produção, desenvolvimento e marketing devem estar alinhadas para o sucesso das estratégias!

Espero ter ajudado você com esse artigo. Dúvidas, por favor, vamos conversar! Deixe seu comentário e vamos trocar aquela ideia sobre novas ferramentas!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Papo furado? O que a comunicação tem a ver com a inovação?


Inovação, Desing Thinking, UX, Canvas, Persona, Doble Diamond, Startup, etc. Você já deve ter ouvido algumas dessas palavras ou expressões dessa onda de ferramentas e dos novos jeitos de se resolver problemas/criar soluções. Se não ouviu, por favor, pesquise! Bom... resolvi escrever este artigo pelo turbilhão de experiências que venho vivendo nesses últimos anos da minha vida, pra ser mais exato, nesses últimos quatro anos que estão sendo a base para um crescimento pessoal incrível!

Experiência

Após estes anos participando de semanas de empreendedorismo, eventos de inovação, weekends e até um programa de aceleração (Lemonade), resolvi, junto aos meus sócios, montar a nossa própria startup, iniciando uma nova empreitada, rumo ao caminho, sem volta, da incerteza. "Uma startup é uma instituição humana designada a entregar um produto ou serviço sob condições de extrema incerteza”. Essa é a definição de Eric Ries, autor do livro “Lean Startup”, não sou eu quem está falando.

Meus sócios: Felipe Malta e Cleiton Campano (startup Prove Tools)... após um momento de grande felicidade no Lemonade 3TM... perdoe a pose!

Em momentos de completa incerteza onde o empreendedor é o agente principal e o mercado é uma floresta negra a ser desbravada, a grande sacada é saber planejar. Mas, planejar na incerteza? Como? O primeiro passo é deixar claro que a sua ideia resolve uma dor de mercado. Valide e tente saber do seu público-alvo se o que você oferece é uma dor real. Se não for, pivote, ou melhor, realinhe a sua ideia.

Percepções

Após entender mais sobre o cenário das startups e de como a inovação pode ser trabalhada no dia a dia das pessoas, eu consegui coletar algumas percepções, mas, como sou um cara de comunicação, não vi nada mais forte do que isto que vou lhe contar! 

Sou relações-públicas e atuo em uma agência de comunicação, a Inspire, que possui dois anos de mercado e, nesses dois anos, sempre atendeu startups de segmentos diversos: de educação, telecomunicações à games. A partir dessas experiências, aprendi, junto aos meus amigos, sócios e companheiros de trabalho que muitas startups possuem algumas deficiências, como toda empresa comum, mas, que na ânsia de deixarem os seus produtos 100% alinhados com o que o consumidor espera, se esquecem de um detalhe importante: A Comunicação!

Sabendo dessas deficiências, busquei um depoimento de um cara que admiro muito e que trabalha com uma causa muito bacana. Veja o depoimento do Gabriel Ferreira, sobre a importância da comunicação no mercado das startups.

"Inovação e Tecnologia são as temáticas que dominam o universo das startups. A preocupação inicial dos empreendedores é o desenvolvimento das soluções e o modelo de negócios. Mas eu pessoalmente, até por vir de uma formação de administração e marketing, sempre dei uma importância fundamental ao Posicionamento Estratégico. De nada adianta um bom produto com um modelo eficaz se você não se posiciona no mercado. Quantas soluções tecnológicas melhores ficaram para trás devido ao posicionamento anterior de um concorrente direto. Comunicação é fundamental para o posicionamento, para a criação de uma identidade, para a construção da confiança, que é força motriz da ação dos consumidores em relação às suas compras". Gabriel Ferreira, da startup focada em doação de sangue, Salve Mais Um, classificada para a próxima fase do concurso BeDream da Bel Pesce.

Outro grande insight sobre a comunicação e os modismos que ela traz para este mundo de inovação (que já está cheio de modismos). É um tal de ficar gerando conteúdo a torto e a direita, sem um estudo prévio, ou pior, sem um objetivo claro que esteja ligado à uma estratégia/propósito. Veja neste depoimento abaixo do Jayr Motta. 

"Muito mais que só escrever em um blog, a comunicação deve ter face estratégica, funcionar para se relacionar com clientes, através de diálogos. Muitas vezes, a comunicação é usada como ferramenta genérica, mas, o ideal é ser estratégico e entregar valor para o usuário. Outro ponto importante e decisivo é pensar na perpetuidade dos nossos negócios, e isso passa pelo simples ato de fazer follow-ups pra saber se a solução está sendo utilizada e, mais do que isso, se o cliente está atingindo os seus objetivos com o que pensamos para ele (o popular Customer Success). A comunicação, no final das contas, é a cola de tudo!". Jayr Motta, co-fundador da YouExpert, startup do setor de educação.

Papo furado?

Outra coisa que consegui coletar em conversas informais, que sempre tenho com amigos empreendedores (os de verdade, não de palco) é que, internamente, não pode existir falhas e, para isso é importante ter um propósito e compartilhar este propósito com as demais pessoas da equipe, tornando os processos, uma cultura. Uma verdade que precisa ser disseminada é que, não existe mundo externo feliz, sem que, internamente, as coisas não estejam alinhadas. 

Então, mais do que produto, features, tecnologia e desenvolvimento, precisamos pensar na continuidade do que está sendo feito, já que é difícil captar, manter e fidelizar. Papo furado? Definitivamente, não!



terça-feira, 1 de outubro de 2013

RP e PP News

Amanhã, dia 02/10, na ESAMC Uberlândia, o evento Papo com o Mercado, que já é tradição na instituição, acontece às 19hs com o tema Empreendedorismo e Startup, com o palestrante Roberto da Costa Viana - Analista de Negócios e Líder do Comitê de Inovação da Algar Mídia, empresa do Grupo Algar. O RP e PP fará a cobertura pelo Twitter @blogrpepp.

Estudo da Endeavor em parceria com o IBOPE revela:

Ter o próprio negócio é o sonho de três a cada quatro brasileiros, de acordo com pesquisa realizada pela Endeavor em parceria com o IBOPE, o estudo apontou também que o Brasil perde apenas para a Turquia quando o assunto é o desejo de empreender.

                                            Gráfico - Povos X Preferência pelo próprio negócio




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