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quarta-feira, 13 de julho de 2016

Mais Content! O que é Branded Content? #RPWeek

Em meio a um bombardeio de informações, siglas, americanizações de termos e atualizações constantes de metodologias, Daniel Rimoli, responsável pela Área Digital e de Criação na Edelman Significa, conduziu o Workshop da tarde do terceiro dia de RP Week na Faculdade Cásper Líbero em São Paulo. Entre as principais discussões da tarde ficaram os ensinamentos sobre o conceito central de Branded Content, a necessidade de se ter profissionais engajados e experientes para a condução do trabalho e, acima de tudo, ter na mão uma boa história.

De acordo com Rimoli Branded Content é qualquer conteúdo que pode ser associado a uma marca sob a ótica de um espectador, explicando, é conteúdo orgânico patrocinado por marcas. É um conceito diferente de Inbound Marketing, tendo como foco o investimento financeiro em ações de conteúdo (mídia paga). Porém, deve-se tomar muito cuidado com este tipo de ação, uma vez que a publicidade intrusiva não é bem vista pelo consumidor. A comunicação intrusiva não tem mais espaço.

Daniel Rimoli, Workshop "Os desafios do Branded Content" - foto RP e PP

Rimoli citou Walter Longo em uma frase que resume muito bem o que é geração de conteúdo para as empresas - "Ninguém é melhor para explicar um conceito e/ou metodologia que a própria marca inventou". Por fim, Daniel explicou a importância de se ter um profissional de mídia paga na equipe em ações de Branded Content: "Nem sempre o RP vai saber entrar em todas as etapas - Negociação - segmentação - otimização - pagamentos - exposição - análise. O RP entende de algumas partes, mas, o profissional de mídia paga é o responsável por grande parte da cadeia.

Em resumo, as pessoas querem receber comunicação das marcas, mas, não de maneira intrusiva. As pessoas querem construir histórias junto com as marcas. mas, para isso, a marca precisa entregar um conceito! Cada vez mais o profissional de Relações Públicas deve ser capaz de "Atuar - Dialogar - Converter" e, além disso, o poder de síntese do comunicador deve estar em dia, para tornar a comunicação fácil e com bom nível de engajamento. 


sexta-feira, 11 de março de 2016

Queria contar histórias como as de Renato Cabral

Definitivamente eu ainda não sei como eu não escrevi nada sobre Renato Cabral aqui no blog RP e PP. Pois bem! Muita gente sabe que sou mineiro, de Uberlândia e algumas outras sabem do potencial que essa cidade tem quando o assunto é comunicação. Minha cidade movimenta um mercado interessantíssimo, que é o de propaganda, principalmente com as produtoras, estúdios e agências de comunicação locais, com materiais premiados no Brasil todo. 

Um dos caras que levam Uberlândia na case é o Renato Cabral, especialista em direção de branded content, ações web, clipes e documentários e premiado em vários festivais. Conheci seu trabalho quando eu ainda era estagiário (não faz muito tempo - uns 5 anos atrás). Me lembro de ler muitos textos dele e, naquela época, eu o via como redator, dos melhores!   

Deixando o lado técnico de lado, hoje, me redimindo do erro de nunca ter escrito uma linha sobre o trabalho do Cabral, quero falar sobre a vontade que tenho de contar histórias como as que ele conta. São inúmeras! Não sou amigo do Cabral, nunca fui a nenhum churrasco ou participei de nada que ele estivesse presente, mas, sou seguidor assíduo das coisas que ele produz, seja escrevendo nas revistas da cidade, no seu perfil pessoal do Facebook ou nos seus vídeos que são verdadeiras obras primas. Storytelling puro e verdadeiro!

Depois de assistir: A Vida Que Você Escolheu, um curta sobre motivação; Entre Gigantes, uma história de superação com uma narrativa de tirar o fôlego; Uma Prece Para o Céu, uma história sobre vida, amor e milagres, entre outros, a gota d'água que me fez escrever o post de hoje e falar um pouco sobre a minha admiração foi o seu último filme "A Menina da Gaiola". 

Frame retirado do Filme: A Menina da Gaiola - Renato Cabral

Trata-se de uma história de vida linda, narrada por uma menina de 15 anos, a Ana Clara, que foi diagnosticada, ainda pequena, com amiotrofia muscular esquelética e teve, pelos médicos, a expectativa de vida estimada para os 2 anos de idade. O filme é dedicado aos pais e mães que lutam pela cura dos seus filhos e conta com imagens, trilha sonora, closes, texto e emoções que nos fazem sentir a verdade, o sofrimento, os medos e, acima de tudo, a vontade de Ana Clara em continuar buscando o próximo dia. Assista e veja o que eu estou falando!


Informações

Roteiro, montagem, fotografia e direção: Renato Cabral
Texto e atuação: Ana Clara Moniz
Trilha sonora: Caíque Silveira
Assistência, câmera 2 e áudio direto: João Mota
Desenho de som, tratamento final e locução: A Voz da América

Onde encontro os outros filmes do Cabral?

Renato Cabral - Foto - www.oruminante.com.br

Canal no Youtube: Oruminante Renato Cabral
Canal no Vímeo: Oruminante

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

RP e PP News


Chaves estará de volta com elenco do SBT!
Para os amantes do "Chavo del ocho", um especial para os 30 anos da emissora.

Um cenário perfeito, criado para um remake daquele que já foi e ainda é o maior sucesso no SBT, uma homenagem merecida para quem participou da história de uma das maiores emissoras brasileiras, quebrando paradigmas de que toda novela mexicana não vinga em terras brasileiras. Prova disso, é o sucesso desse seriado que já foi visto na maioria dos países de língua latina e nos Estados Unidos, de quebra, completou neste ano, 40 anos de exibição ininterrupta na TV mundial e no SBT é exibida desde 1984.  

Confira o vídeo dos bastidores dessa homenagem ao Chavinho e seus vizinhos!



Mais uma novidade sobre o Chavez é o requerimento do SBT junto a Televisa para a obtenção dos "episódios perdidos", aqueles que nunca foram exibidos na TV brasileira por motivos de erros técnicos nas fitas. A emissora de Silvio Santos conseguiu a liberação desse material e os episódios seriam exibidos a partir deste mês (Agosto). Vamos esperar!

Não podemos deixar de assistir essa homenagem, ainda mais quem é fã de Chaves não pode perder, dia 19/08! Confira o elenco dirigido pelo diretor Marcelo de Nóbrega, filho de Carlos Alberto de Nóbrega.

Elenco:
Chaves - Renê Loureiro
Chiquinha - Marlei Cevada
Kiko - Zé Américo
Dona Florinda - Lívia Andrade
Dona Clotilde - Christina Rocha
Professor Girafales - Carlos Alberto de Nóbrega
Seu Madruga - Felipe Levoto
Senhor Barriga - Ratinho
DIREÇÃO: 
Marcelo de Nóbrega
Créditos Vídeo: TV Caras

Eu ainda fico pensando... se o Golias estivesse vivo e a Hebe no SBT... isso ficaria ainda mais engraçado!

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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Videozinho da semana


Johnnie Walker
Storytelling na Propaganda


Esse vídeo foi escolhido inspirado na palestra do Rodrigo Cogo no Congresso Mega Brasil. 
A história dessa marca é contada pelo personagem utilizando de elementos que fizeram parte da trajetória da empresa, sem deixar de lado o discurso com apelo emocional. Esse tipo de storytelling, na propaganda, fica cada vez mais comum, pois mostra um lado diferente do promocional, que pode ser muito mais atrativo.




sábado, 28 de maio de 2011

Storytelling



Mais uma palestra que passou pelo Congresso Mega Brasil de Comunicação foi a do Rodrigo Cogo (Foto, Agência Imagem), ele que é Gerenciador do Portal Mundo RP, Consultor de Diagnósticos de Comunicação e Relacionamento da Ideafix - Estudos Institucionais e Professor da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).



A tarde foi guardada para falarmos de Storytelling, um tema que é relativamente novo aqui no Brasil e por isso, ainda é pouco comentado.


O que vem a ser Storytelling afinal?
Storytelling na tradução pura e simples do Inglês para o Português significa Contação de História, uma tradução que não soa muito bem para os ouvidos brasileiros, por isso o palestrante, outros profissionais e materiais de comunicação trazem o nome em inglês.
Contar uma grande história foi o tema secundário da apresentação que na opinião de Rodrigo Cogo é a única forma de reter a atenção do público com tantas mídias existentes, e por causa dessa cultura que traz consigo a necessidade de se compartilhar tantas coisas ao mesmo tempo, que aparece a figura do "multivíduo" ou do "multitasking" que é exatamente essa mudança, onde as pessoas são sujeito de várias histórias e fazem várias coisas ao mesmo tempo.


Cenários:


A guerra nas narrativas.
Diversidade de mídias.
Concomitância difusiva - Todos falam ao mesmo tempo.
Atenção difusiva - Atenção voltada à variadas coisas.
Concorrência retórica - Um querendo convencer o outro sobre determinado tema.
Com esse cenário aparece o que chamamos de Multiprotagonismo e assim como na postagem anterior, com Paulo Nassar, temos a perda da centralidade da organização, onde a mesma não controla o conteúdo gerado sobre ela como antes, e com isso, ocorre o que chamamos de falência nos 4P's, mas não aqueles do marketing: Produto, Preço, Promoção e Praça. Mas sim: 


Pai, Professor, Padre e Patrão 


Isso quer dizer que antes, se existia uma coersão, uma obrigação com essas "entidades" representativas, agora o que temos é uma falência, pela perda nessa centralização, ou poder da informação concentrada.



Nos encontramos em um cenário de complexidade, onde a sociedade está toda em rede, as influências são multilaterais, a mudança de poder acontece naturalmente e junto com ela, a mudança de confiança (fontes). A necessidade de âncoras, o enraizamento, traz consigo o que foi mostrado na palestra, como a moda da memória, que nada mais é do que a volta ao passado por meio de representações, seja no design de um carro novo, seja na embalagem do novo leite moça, em qualquer coisa...

Mini-Cooper, o novo e o antigo (moda da memória)

Embalagem retrô Leite Moça (moda da memória)

Storytelling Organizacional
Existe uma necessidade muito grande de se conseguir atenção dos públicos, por isso contar uma grande história é tão importante. O storytelling vem com um formato discursivo diferenciado, a história com sua mostra na oralidade, retratos de vida, o detalhe sendo o verdadeiro protagonista, junto com os trabalhadores de nível hierárquico mais baixo.
Essa ferramenta busca entrelaçar a história da organização com a as vidas dos colaboradores mostrando não só as vitórias, mas também os detalhes de uma lágrima, uma vulnerabilidade, detalhes pessoais, falas emotivas, o discurso em primeira pessoa (eu vim, eu vivi, eu estive lá...). As histórias mostradas geralmente tem um estilo mítico (mostra e citação de mitos) e nada é posado, editado, para que o sentido aberto/livre prevaleça.

Lógicamente que essa postagem não contempla 100% do tema, mas já levanta a bola para as próximas discussões, então...
Ouça a entrevista feita com Rodrigo Cogo por Maurity Cazarotti na Rádio Mega Brasil Online, clicando no link abaixo.






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