Seu blog de Relações Públicas e Propaganda

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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Afinal, qual o "job to be done" das Relações Públicas?

Convivendo o dia todo rodeado de empreendedores, começo a trazer muitas ferramentas de inovação e empreendedorismo para o campo das Relações Públicas. E vendo as movimentações da RP Week, o maior evento de Relações Públicas do Brasil, uma coisa me veio à cabeça: O Job To Be Done das Relações Públicas! Esse post é um 2 em 1. Minha intenção é compartilhar ferramentas que utilizo no meu dia a dia e que venho fazendo "tradução" para a linguagem de RP. Então, vamos abordar Job To Be Done e RP Week (Tema 2017: Habilidades que Transformam). Você vai entender o motivo!

Job To Be Done!

Job To Be Done é mais que uma ferramenta de inovação. É um movimento de busca de informações que dão base para o empreendedor encontrar a inovação da vez, ou seja, a ferramenta ajuda o empreendedor a encontrar soluções para públicos que precisam resolver problemas ou completar tarefas do dia a dia (te lembra alguma coisa, RP?). Algumas perguntas-chave são importantes para encontrar "qual é o job", como: O que o produto ou serviço realmente resolve? Pra quem eu vou fazer isso? Quem tem esse problema? Quais soluções o cliente já utiliza para resolver o que precisa? Então, descobrir o que essas perguntas podem trazer de respostas, ao meu ver é Relações Públicas e isso é Job To Be Done!!

O Relações Públicas

O RP é o cara que vai ligar pontos entre toda comunicação que existe nas organizações, seja ela administrativa, mercadológica, interna ou institucional, ou ainda, seja ela feita ou distribuída por jornalistas ou por publicitários. Relações Públicas é o grande embalador de causas e o grande catalisador  de engajamento e relacionamento, mas, ele precisa saber algumas coisas para atingir esse objetivo, certo? Sim ou claro?

RP Week

Fazendo um paralelo entre a JTBD e a RP Week, que tem a temática: "Habilidades que Transformam", temos uma ligação real com a forma de resolver problemas e entregar experiências positivas. Um RP só vai conseguir transpor barreiras se as habilidades transformadoras estiverem em dia, afinal de contas, Relações Públicas não é um meio de se fazer comunicação, RP é o que provocamos nas pessoas, então, RP é fim! Planejamento de comunicação é meio e o RP precisa ser craque nisso, além de precisar ser craque em execução ;) .

Imagem: RP Week Divulgação

Ontem, na live que rolou sobre a RP Week, na Fanpage Todo Mudo RP, em uma parte do bate papo foi levantada uma questão corriqueira que é sobre o que o profissional de RP deveria focar. Hugo Godinho, Diretor Executivo da In Press e Pedro Prochno, um dos fundadores da Todo Mundo Precisa de Um RP, frisaram que é muito importante ter essa polivalência e treinar habilidades, trabalhando com diferentes assuntos, clientes diferentes, aumentando repertório e sendo multitarefas. Ficou também a velha discussão sobre o papel do jornalista, do RP e do PP e como eles podem encontrar sinergia e, por fim, qual a diferença entre as três disciplinas, já que tudo é comunicação, mas, as áreas e os conhecimentos/focos são diferentes.

Redescobrir!

Hoje, participando de uma reunião da APP Uberlândia (Associação dos Profissionais de Propaganda) mais dessas questões ficaram no ar, como: o papel do formador de opinião, sua diferença ou sua semelhança com o trabalho do jornalista e toda a dicotomia que rola no mundo da comunicação, que só cresce quando a gente olha para as tendências de tecnologia (ligadas ou não à comunicação). E, mais uma vez, vejo que o grande Job do Relações Públicas (ou de qualquer comunicador) é desaprender um pouco os dogmas e vícios aprendidos na faculdade ou no mercado e partir para a redescoberta do mundo novo, mas, sem esquecer a essência de tudo: Fazer com que pessoas se engajem em torno das causas e das marcas que defendemos.

Espero que você tenha gostado do conteúdo e que a discussão tenha te provocado de alguma forma. Deixe um comentário pra gente discutir e tentar encontrar alguma resposta no meio desse turbilhão de coisas! #Abraço.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Como fazer uma nota de repúdio?

Nada mais oportuno do que falar sobre esse assunto, porém, completo dizendo: infelizmente. Uma das regras de alavancagem de conteúdo é aproveitar a agenda settings, escrever e publicar sobre. Escrevo incentivado por um acontecimento, no mínimo, infeliz e contraditório, que é o fato de um relações-públicas cercear o direito de mães poderem amamentar seus filhos onde quiserem, enquanto o próprio Papa convida as mães a amamentarem seus filhos durante um batismo (Veja aqui). 

No dia 06/01 o Presidente do Conrerp 2ª Região, Cláudio Andrade, fez comentários em suas redes sociais utilizando algumas palavras de baixo calão, sendo contra o ato de amamentar em público e sua atitude se espalhou pelos grupos de discussão de Relações Públicas do país inteiro, deixando profissionais e estudantes da área assustados e indignados com a situação.

Como forma de cobrar do Conrerp uma posição, os principais movimentos de Relações Públicas do Brasil se organizaram e redigiram uma nota de repúdio: 


"No dia 6 de janeiro de 2017, Cláudio Andrade desferiu comentários sobre o ato de amamentar em suas redes sociais, utilizando-se de argumentos rasos, palavras inadequadas e comparações menos adequadas ainda. Repudiamos as declarações e respostas ofensivas do atual presidente do CONRERP2 e reiteramos que as mesmas ferem o Código de Ética da Profissão - Frisamos que as Relações Públicas são instrumento de união e respeito pelas opiniões e, acima de tudo, se guia pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. Por fim, pedimos ao Conrerp 2ª Região e ao CONFERP para que avaliem a situação da melhor maneira possível, resguardando os seus Princípios Fundamentais previstos em seu Código de Ética.


Após a repercussão negativa, Andrade pediu desculpas (em três notas com teor diferente, em suas redes sociais).

Afinal de contas, o que é e como fazer uma nota de repúdio?

O repúdio pode expressar-se de diversas maneiras. Pode ser desde o ato espontâneo de vaiar em coro num estádio de futebol, durante um jogo, ou em pleno discurso público. No caso das notas de repúdio, sua serventia é mais que exercer o direito de se posicionar contra a algum ato, mas, tem o papel de documentar um posicionamento. 


Fazer uma nota com esse teor envolve conhecer a causa pela qual está lutando/contexto inserido, escrever com clareza os pedidos e/ou reclamações, sempre descrevendo o acontecimento com citação da cronologia dos fatos, dando nome aos responsáveis e embasamento, seja em leis, normativas, códigos de ética ou em preceitos ligados à situação/instituição (em casos de algo ou alguém ligado à instituições religiosas, preceitos religiosos podem ser utilizados ou, em caso de ser um advogado, normativas da OAB, por exemplo) e, o mais importante, não cabe em uma nota de repúdio a utilização de linguajar chulo ou ofensas aos que se endereçam a nota.

Há dois dias, a ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu) repudiaram o enredo de uma escola de samba do Rio de Janeiro (Imperatriz Leopoldinense). Veja esse outro exemplo de nota de repúdio na íntegra aqui

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Relações Públicas e a necessidade de ser autodidata

Olá! Se você chegou até aqui eu prevejo que seja por dois motivos básicos. O primeiro deles é que você é relações-públicas (estudante ou profissional, não importa!). O segundo é que você ficou curioso com o título do artigo que escrevi. A grande verdade é que ser autodidata, ou melhor, o autodidatismo não serve só para Relações Públicas, mas, serve para qualquer área de trabalho. No artigo de hoje quero passar pra você algumas premissas que venho estudando e que estão valendo a pena ser seguidas, então, não saia daí.

Primeiro de tudo, o aprendizado!

Não é segredo pra ninguém que muitas pessoas buscam aprendizado por meio do convívio, seja nas faculdades, na família, com os amigos ou no mercado de trabalho. A mudança ou a necessidade de se buscar aprendizado específico (como RP) chega quando somos desafiados, muitas vezes, a fazermos coisas que não temos tanto conhecimento ou para realizarmos projetos que contam com ferramentas que já ouvimos falar na faculdade, porém, nunca nos aprofundamos.


Em Relações Públicas o contexto pode ser ainda mais duro pelo simples fato de estarmos ligados à área de administração e comunicação, com o desafio de estamos ligados a um fim quase que incerto, que é provocar relações públicas (sempre acreditei que RP não é um meio e sim, um fim. Mas, isso vamos debater em outro artigo). Com toda essa necessidade de diminuir as incertezas, nos resta fazer uma coisa. Estudar!

Aí você me pergunta? Quais os melhores cursos do país na área de Relações Públicas? Quais os melhores livros de RP? Quais os melhores autores da área ou pessoas que posso seguir no LinkedIn/Facebook/Twitter? A resposta é: Calma!

Primeiro de tudo, nas minhas descobertas, enxerguei a necessidade de procurar desenvolvimento dentro da bibliografia de Relações Públicas, mas fora dela também. Existe muita coisa boa que pode ser usada! Com uma boa experiência que tenho em projetos, vi a importância de fazer correlações com outras áreas: design, engenharia, direito, marketing e administração, por exemplo

Estilo de vida autodidata!

Quando falo de ser autodidata, estou falando de um estilo de vida. Estou falando de muita leitura? Sim! Mas, acima de tudo de anotações em papel e tentativas incansáveis de colocar conhecimento em prática. Will Durant, historiador, parafraseou Aristóteles, dizendo: “nós somos o que fazemos repetidamente. A excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito”. Isso também quer dizer que esse caminho não é fácil, porém, é um caminho sem volta para a melhoria contínua!

Não adianta ler os melhores autores de RP, somente. Se a sua atividade como RP está ligada com outra área, você precisa buscar mais. Como assim? Muitos RP’s atuam no mercado financeiro, moda, esportes, business, startups ou, até mesmo, na área acadêmica, para outros cursos: Publicidade, Moda, Jornalismo, entre outros. Isso força a atitude autodidata, que é a busca por conhecimento por conta própria, ou melhor, por necessidade própria.

Em uma das palestras que ministrei no ano passado, ouvi de uma pessoa que a culpa de muitos alunos não aprenderem preceitos de Relações Pública é da faculdade, e isso é uma grande mentira! 
Uma dica pra você que está na faculdade: não espere as aulas das faculdades para aprender, não espere aquele curso sair ou, não ache que você não tem capacidade de aprender sozinho. Tem sim! 

Quando você começa a estudar uma área, parece que precisa memorizar um zilhão de coisas. Não é verdade! O que você precisa é identificar os princípios essenciais – geralmente de três a doze deles – da área. Os milhões de coisas que achou que precisaria memorizar são simplesmente várias combinações de princípios essenciais, John T. Reed, autor do livro Succeeding.

Por fim, estudar por conta própria pode ser um meio de vencer em 2017. Um ano novo cheio de possibilidades. Você pode escolher ficar na zona de conforto ou então se preparar com afinco na área que você escolheu. Ou melhor, como um bom RP você pode montar um grupo de estudos ou chamar aquele seu amigo que topa qualquer parada pra ficar fo%#$ em 2017!

Nas próximas postagens, vou indicar alguns livros, esquemas, dar dicas de estudo e planejamento do tempo. Eu estou animado e creio que também posso melhorar meu desempenho. E você? Vem junto comigo?

*artigo incentivado pela leitura do livro Manual do CEO: Um verdadeiro MBA para o gestor do século XXI, de Josh Kaufman. Ainda teremos muito aprendizado acerca de várias publicações aqui no Blog RP e PP.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Versátil RP e FAPCOM promovem atividades gratuitas em setembro

Nos dias 26 e 27 de setembro, das 08h às 12h e das 19h às 22h, o Versátil RP realizará, sob coordenação de Tico Marcondes, em parceria com a FAPCOM – Faculdade Paulus de Comunicação, atividades gratuitas sobre Relações Públicas no Fórum de Comunicação FAPCOM.

Palestras e Bate-Papos:

No dia 26 de setembro, acontecerá a “Mesa RP – RP e o movimentos que fortalecem a profissão” nos períodos manhã e noite, com a presença dos coletivos Versátil RP, Todo Mundo Precisa de um RP, Fantástico Mundo de RP, Relacione-se, RP e PP, RP Manaus, RP Depressão, RP Salvadore e Observatório da Comunicação Institucional com a mediação do Presidente do CONRERP 2ª Região, Claudio Andrade.

Foto Reprodução FAPCOM

Nesse dia, também serão realizadas as palestras “Empregabilidade em RP” com Pedro Prochno (Uber/Todo Mundo Precisa de um RP), “Tô na facul, mas tô perdido. Me ajuda?” com Taís Oliveira (co-fundadora VRP) e “Empreendedorismo em RP” com Juliana Motta (VRP).

No dia 27 de setembro, também nos dois períodos, acontecerá a “Mesa RP – Comunicação no Terceiro Setor”, com Instituto da Oportunidade Social, Hospital Albert Einsten, Escoteiros do Brasil, Federação de Bandeirantes, Usina dos Atos, TETO Brasil e Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo com a mediação do Presidente do CONRERP 2ª Região, Claudio Andrade.

As palestras “Conteúdo para Blog Institucional” com Lais Rodrigues (VRP), “RP no processo de Branding” com Tânia D’Ávila (VRP) e “Comunicação de Causa: estratégias da campanha de doação de órgãos” com Mirtes Bogéa (Hosp. Albert Einstein) e Tiago Lara (Leo Burnett Brasil).

Serviço

Datas: 26 e 27 de setembro de 2016
Horário: das 08h às 12h e das 19h às 22h
Local: FAPCOM – Faculdade Paulus de Comunicação
Rua Major Maragliano, 191 - Vila Mariana – SP.
Inscrições: goo.gl/PSu7Fz
Entrada franca!

segunda-feira, 18 de julho de 2016

O que a RP Week nos ensinou? Uma heresia não aplicar!

Após ter sido chamado para a cobertura da maior semana de Relações Públicas do Brasil, a RP Week, eu fiz questão de anotar partes importantes do meu aprendizado, em relação ao evento, mas, mais do que isso, resolvi compartilhar tudo com você, que lê o RP e PP! 

Foi uma semana repleta de conteúdo relevante. Pronto! Aprendi que, mais do que passar algo, precisamos ter "Relevância". Não é o mais curtido ou o mais bonito que vence, mas, aquele que dá o melhor que tem para o seu público e, acima de tudo, mostra resultado efetivo.

Uma coisa que é muito importante em eventos é o networking. Cara!!! Meu filho, se você vai para um evento e não faz nenhum amigo ou, não sai de lá com contatos novos, infelizmente você jogou tudo no lixo. Essa de ficar andando em panela e não se aproximar de pessoas diferentes é uma burrada sem tamanho. E, vamo ser sincero... ir em um puta evento de Relações Públicas e não praticar Relações Públicas é um tiro de garrucha no dedão do pé! #FicaADica.

 Alegria moçada!!!

Estamos todos no mesmo barco. Exatamente! Quando falo que nós, enquanto Relações Públicas, estamos todos no mesmo barco, quero dizer que somos uma família, ou, temos muitas dúvidas parecidas, não importa a geografia ou a área que atuamos em RP. Ainda não somos vendedores o suficiente, ainda não somos executores o suficiente e ainda não sabemos como demonstrar o retorno das nossas ações o suficiente, mas, a RP Week e os movimentos de RP estão nos ajudando com esses tópicos. Vamos dominar o mundo!

É possível transformarmos conteúdos de outras disciplinas e profissões para melhorarmos a nossa vida! Então... fica tão claro, quando você assiste um Workshop da Ariane Feijó, que é totalmente possível beber de várias fontes para tornar a vida dos profissionais, uma vida melhor! Falar de Inbound Marketing, que é algo novo e muito bom, porém, possui suas camadas de gesso e falar de Inbound PR, que é algo mais novo e tão bom quanto, mas que tem em sua essência a flexibilidade e a inteligência de olhar para as pessoas como público e não como target, que tem como base as personas e as suas jornadas de compra. Não tem como não pensar em aplicar o que foi visto. É quase uma heresia!

Workshop com Ariane Feijó: Pare de falar com público-alvo e fale com Personas

Outra coisa que aprendi e que é tão simples, foi o fato de ter em mãos os velhos cartões de visita. Mas, Maurity, o mundo é digital! Não, meu filho, o mundo é Wow Line! Surpreender as pessoas com cartões e projetos legais faz uma diferença danada. Pensar no que você vai oferecer para quem está a sua volta é algo, no mínimo, humano. E ser mais humano é ser um bom Relações Públicas.

Várias mesas redondas com temas escolhidos a dedo

Ouça sempre os projetos das pessoas! Meu Deus!!! É uma heresia tamanha você ficar tentando vender o que você faz 100% do tempo e não receber nada em troca. Bicho, vou te falar uma coisa: se você vai a um evento de Relações Públicas e volta com a bagagem vazia de informações sobre as pessoas, vou te falar uma coisa: Você está fazendo isto errado! Fale sobre você, mostre o que você tem de melhor, mas, devolva a fala e torne tudo uma via de mão dupla. Não construa pontes! Elas são duras demais e podem não ter volta (só ida). Faça elos! Estes não se desfazem, são duradouros e dão uma ideia muito maior de comunidade.

Por último... 

Não se pode existir rixa entre RPs e PPs! Meu amigo... Publicidade é você escovar os dentes. Relações Públicas é você passar o fio dental. Se você não faz os dois, você pode ter graves problemas de saúde (bucal e de comunicação!). Aprenda a compartilhar, acima de tudo! Faça o bem. Seja solícito na fila do pão. Se encha de orgulho pelo que faz, mas, não seja inconveniente ao se vangloriar. Tenha em mãos o melhor que possa oferecer, assim, a RP Week se tornará RP Year, sendo fonte de inspiração para um ano todo de comunicação.

Desejo isso pra você, de coração!

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Live Marketing é foco no terceiro dia de RP Week!

A vida é algo de grande movimentação e cor. As pessoas são agentes da história, seja esta história um sucesso ou um fracasso. Essa foi a temática principal do Workshop de Live Marketing do publicitário Alexandre Godoy, que foi enfático ao explicar conceitos, práticas, ações e, algo que chamou muito a atenção: a relação entre Live Marketing e Relações Públicas.

Segundo Godoy, Live Marketing é a saída de um local comum e totalmente controlável e a entrada em um cenário onde tudo pode acontecer. "No mundo da propaganda, o cenário é totalmente controlável. O ator decora falas de um roteiro, a filmagem acontece, se existir erro existe a possibilidade de voltar atrás, no LM não". Alexandre disse ainda que o mercado de promo é impiedoso, detalhista, extremamente técnico e difícil de administrar financeiramente, com o agravante de que, nem toda ideia possui um fornecedor - Alexandre citou uma ação feita com a Coca-Cola, onde o principal insumo era um copo feito de gelo. "Não existem fornecedores de copos feitos de gelo" - e as ações, geralmente, precisam ser executadas pela própria agência com remuneração justa.

Alexandre Godoy é sócio do Vallen Bar e sócio-fundador da Mazah Live Marketing

Após as explicações sobre o tema, apresentações de cases e até mesmo a apresentação de um briefing para os participantes, para o desenvolvimento de uma ação de lançamento de um condomínio, onde os grupos puderam sugerir ações de Live Marketing, perguntei ao Alexandre sobre a relação entre RP e LM e a resposta foi muito boa!

RP e PP: O que você acha que o Live Marketing pode contribuir para as ações de RP?

Alexandre: Fundamentalmente as ações de LM podem contribuir para o mindset de criação para os RPs. Grande parte das ações de Live que acontecem no mercado são ações de RP, que não estão sendo feitas, em sua maioria por RPs. O que diferencia um profissional que cria ações de LM para um profissional que cria ações de RP é a ciência e a consciência de que o RP pode criar também. Já o publicitário ou o "promocitário" que trabalha com Live Marketing já entendeu isso.

RP e PP: O Live Marketing acontece em um cenário totalmente incerto, onde tudo pode acontecer. Como o RP pode fazer parte desse cenário?

Alexandre: Isso influencia muito a vinda ou não de um RP para a área de Live. Essa mudança de mindset é difícil por conta do medo, ou melhor, toda mudança é precedida de medos! Nessa mudança o profissional de RP tradicional precisa entender que nesse mercado ele não vai ter controle dos cenários e que algumas coisas podem dar errado. Para isso, é importante criar parâmetros, pois, nem tudo que dá errado influencia no resultado final. Às vezes uma parte deu errado, mas, o todo foi ótimo! É preciso perder esse perfeccionismo e adotar métricas para saber até onde os erros modificaram ou fizeram com que o resultado ficasse negativo.

A RP Week vai até sábado e você acompanha as nossas atualizações do evento pelos nossos canais! 
@blogrpepp, no Twitter!

segunda-feira, 11 de julho de 2016

RP Week 2016: A semana mais RP do Brasil começou!

A RP Week começou! Esse grande evento que completa a sua terceira edição e é um sucesso desde a primeira.

Organizado pelo coletivo Todo Mundo Precisa de um RP será uma semana inteira de atividades como workshops, palestras, visitas a agências e mesas redondas com grandes nomes do mercado, visando acelerar o mercado de RP no Brasil.

Como criar engajamento e reputação para marcas, causas e projetos em um mundo amplamente conectado e com inúmeras informações? O que esperar para o futuro da comunicação? Esses são alguns pontos que serão discutidos durante a RP Week – maior evento de Relações Públicas do país – que acontece de 11 a 16 de julho, na Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo. O tema do evento é Integre-se ou Desintegre, fazendo menção ao momento atual da comunicação, onde a integração de disciplinas e estratégias é fundamental para profissionais e empresas se manterem e crescerem no mercado.



Nomes como Lilian Pacce, jornalista de moda e apresentadora e coordenadora do GNT Fashion, Fernando Scheller, subeditor de negócios do Estadão, Marcio Callage, publicitário da LDC, são alguns dos palestrantes confirmados.

“Com a RP Week nós buscamos promover uma semana de muita troca de ideias, reflexões sobre o mercado, expor cases, promover debates e trazer grandes nomes e referências da profissão com o objetivo de oferecer muito conteúdo de qualidades para àqueles que buscam entender com mais detalhes o mundo das Relações Públicas” diz Guilherme Alf, co-fundador da Todo Mundo Precisa de um RP (TMPRP).

O evento, que tem atividades pagas e gratuitas, já tem mais de 1.500 inscrições confirmadas de todas as regiões do Brasil e de outros países. Os workshops terão como temas centrais: empreendedorismo, processo criativo, brand content, live marketing, criação e organização de eventos, marketing social, comunicação interna, jornalismo e moda, entre outros.

A RP Week contará também com uma botecada sobre Design Thinking, com o professor e mestre em design Gustavo Reis, e a RP Talk (dia inteiro de palestras com ícones do mercado) para inspirar os participantes. O jornalista e humorista, Felipe Andreoli, é um dos nomes confirmados no sábado.

“A comunicação não é mais on ou offline, ela precisa ser all line para atingir os públicos onde eles estiverem. E, além disso, precisa proporcionar mais do que informação, mas experiências - ou seja, ser uauline. Isso para nós é comunicação integrada e foi pensando em proporcionar essa experiência UAU para o nosso mercado que criamos a programação da RP Week deste ano”, afirma Pedro Prochno, co-fundador do coletivo.

Confira os destaques da programação:

● Workshops com profissionais de renome no mercado como a jornalista Lilian Pacce (GNT) e o publicitário Marcio Callage (LDC). A Endeavor também participará de um workshop de empreendedorismo, comandando por Guilherme Alf, co-fundador do coletivo.

● Visitas às agências Edelman, RMA e Imagem Corporativa (RP), W3 Haus (digital), Aktuellmix (Live marketing) e à redação do Estadão.

● Mesas redondas sobre eventos digitais, eventos de comunicação como Cannes e marketing social.

● RP Talk, um dia inteiro de palestras de até 40 minutos, com a participação de profissionais de todas as áreas da comunicação, como Daniela Diniz (Você SA), Felipe Andreoli (TV Globo), Eco Moliterno (Africa) e Ron Mincheff (Talquimy).

Veja como foi a RP Week em 2015.


Na edição 2016 o RP e PP é um dos parceiros de conteúdo do evento. Cobriremos as atividades que acontecerão nos dias 13, 14 e 15 (quarta, quinta e sexta-feira). Vamos trazer detalhes do evento nesses dias e vamos compartilhar conhecimentos e insights dos workshops e mesas redondas que acontecerão nesses dias.

Desde já agradecemos o convite da galera do coletivo "Todo Mundo Precisa de Um RP" e também da galera da Pipah Comunicação que vai dar todo suporte pra que o conteúdo chegue até você com qualidade e correção.

RP Week, estamos chegando!

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Relações Públicas! Entenda os verdadeiros motivos de você precisar de RP (Parte 2)

Hoje, vamos continuar a série: Entenda os verdadeiros motivos de você precisar de RP e o assunto vai girar em torno dos diferenciais, a importância da comunicação (RP, pra ser mais específico) e os motivos dessa comunicação estar ligada à estratégia da sua empresa. Outros questionamentos que deixamos para este artigo foram: Será que a comunicação é mesmo um investimento? Como tornar a comunicação um investimento e não um custo?

Falando em Relações Públicas, temos que levar em consideração o planejamento. Sim! RP não é comunicação de curto prazo ou passe de mágica e um dos diferenciais de Relações Públicas é justamente a base sólida de construção de marca/reputação de uma corporação, para isso, o tempo e o planejamento precisam ser repeitados. 

O profissional de comunicação precisa ser preparado para planejar e seguir com os combinados para que tudo saia em perfeita harmonia. "Está aí uma palavra que cabe muito bem em qualquer ocasião que inclua comunicação: Harmonia!"

Foto: ISOC (International School of Comunication)

Cenário!

Ainda está longe de ser uma realidade absoluta, mas, muitos gestores começam a abrir os olhos para o planejamento da comunicação e enxergam também que este planejamento precisa estar alinhado com os objetivos estratégicos das organizações, pois, só assim se consegue um resultado alinhado com as metas, sejam elas financeiras ou de imagem. Por outro lado, muitos outros ficam para trás por não acreditarem que comunicação seja algo vantajoso (visão de curto prazo) ou quando acreditam, fazem isso esporadicamente, com intenções de obter "vantagem", ou seja, destinando verbas que não condizem com um objetivo e cortando essas verbas nos momentos de maior necessidade - sim, no momento de crise! 

Comunicação é investimento, sim!

Comprovamos que a comunicação é um investimento e não um gasto quando demonstramos o retorno que os clientes terão com estas ações e somos bem sucedidos quando sabemos vender e manter bons relacionamentos, traduzindo os objetivos e a essência dos clientes em algo de valor para os seus públicos. Comunicação é gasto quando não existe alinhamento ou, trocando em miúdos, quando ligamos o piloto automático e fazemos por fazer, achando que comunicando, está comunicado! (Não! Comunicou, não está comunicado. O buraco é mais em baixo e se chama: relacionamento, manutenção, continuidade).

RP. Você precisa de um!

Você precisa de um relações-públicas para planejar e executar ações de comunicação que estejam ligadas ao objetivo e à essência da sua empresa. Precisa de um profissional que demonstre diariamente que é possível obter relevância e entregar valor para as pessoas por meio da comunicação. Sempre digo para as pessoas que nós costumamos a ter vínculos como: visitar, conviver, brincar, namorar e comprar de pessoas ou marcas simpáticas, positivas, antenadas, que entregam valor além dos produtos e serviços. Não compramos de gente arrogante, com cara fechada e que não faça por merecer (sejamos exigente aqui, por favor!) e é exatamente por isso que o RP é a bola da vez, para tornar marcas relevantes, simpáticas e "compráveis". 

Na próxima postagem falaremos sobre comunicação interna e a sua importância pra que todo o planejamento de comunicação dê certo. O público interno é um termômetro e um catalisador de todas as ações de comunicação e são os que, antes de qualquer público, precisam ser informados e engajados. 

terça-feira, 5 de abril de 2016

Relações Públicas! Entenda os verdadeiros motivos de você precisar de RP (Parte 1)

Dizer que vivemos em uma geração totalmente digital e interligada por laços afetivos (ou não) e informações não é o suficiente para dizer que o seu negócio precisa de Relações Públicas. No post de hoje queremos passar informações, principalmente, para não RPs (então, mostre para aquele amigo que não é!) Quero apontar os verdadeiros motivos para que você pense no seu negócio como se ele fosse uma pessoa. Creio que assim fica mais fácil pensar em comunicação e Relações Públicas.

Em 1914, Eduardo Pinheiro Lobo foi o primeiro RP a atuar no Brasil, por uma grande empresa na cidade de São Paulo. Naquela época não existia internet ou redes sociais digitais, ou seja, a importância desse profissional já era reconhecida desde aquela época – e antes mesmo nos Estados Unidos com Ivy Lee que atuava como um agente de comunicação com o objetivo de mudar a opinião pública. 

Bom, história a parte, falar em Relações Públicas e tocar no assunto da integração da comunicação e relacionamento com públicos essenciais. Ter RP em empresas, de qualquer porte, é ter o fio condutor para o conhecimento da sua marca, o entendimento da sua missão, visão e valores, a  venda (Why Not?!) e a fidelização de clientes! O que isso quer dizer? Como buscar essa integração? Como conquistar o público?

Sua empresa como pessoa! Um exercício para você entender melhor.

Pense que sua empresa é gente, igualzinho a você.

As outras pessoas precisam conhecer você, certo? Os públicos precisam saber quem sua empresa é e o que sua marca faz no mundo. Depois disso, todos precisam entender o que você entrega! Entendimento é a fase em que todos precisam ter em mente os seus diferenciais, o que será entregue e o que pode ser exigido. 

Então, vamos vamos vender? Mas, com RP? Sim! Muita gente diz que RP é comunicação institucional, mas, comunicação de marca faz com que os clientes cultivem simpatia. Eu sei que você compra mais de quem é simpático, certo? Por fim, depois da venda entra a fidelização! Grande parte das ações de RP estão concentradas em fidelização de clientes, seja com promoção de eventos, brindes, ações feitas em datas comemorativas, entre muitas outras. Tudo para ter o cliente de volta em novas compras.


Ter Relações Públicas na sua empresa é ter a comunicação da sua marca sempre em dia, em todas essas etapas. Ter um profissional de comunicação como um RP é ter a possibilidade de contar com um planejamento de comunicação integrado com a comunicação interna e administrativa, em conjunto com RH e com a velha e boa publicidade.

Por último, não poderia deixar o lado digital de lado! Produzir conteúdo e ser referência no setor que você atua, alimentando-o com informações relevantes, fazendo mais do que a velha publicidade, ou seja, entregar os seus diferenciais com um toque de relacionamento diário é sair na frente. Ainda vamos falar aqui, com mais profundidade sobre inbound, as melhores práticas para um relacionamento sadio com públicos em rede e muitos outros assuntos que vão envolver comunicação, ferramentas, ou seja, você não pode deixar de acompanhar o RP e PP!

Na próxima postagem, vamos contar pra você os diferenciais de Relações Públicas e a importância da comunicação estar ligada à estratégia da sua empresa. Será que a comunicação é mesmo um investimento? Bom, uma coisa podemos afirmar: Sim! O que vamos contar pra você na próxima parte é: como tornar a comunicação um investimento e não um custo?

Fique ligado!

quinta-feira, 10 de março de 2016

Teste de DNA Relações Públicas: Quem é o Pai?

Olá leitor do Blog RP e PP! Como vão as coisas? Parece estranho fazer esta pergunta no começo de um post, mas, como a questão é delicada, eu não quis ir tão direto ao assunto, como em outros textos.
Hoje, me lembrei de uma história e eu gostaria de compartilhar e, ao mesmo tempo, falar sobre o sentimento que envolve essa história. Nada mais é que a paternidade das Relações Públicas. Quem é o pai?


Antes de dizer quem é o pai eu gostaria de perguntar pra você: quem é a mãe? Ficou confuso pra você? Bom, a intenção é, realmente, deixar você com a pulga atrás da orelha. Por quê não ser uma mãe? A discussão pode ir longe!

Bom, falando de história, em 1906 o jornalista e publicitário Ivy Lee visualizou uma grande oportunidade de trabalhar com comunicação, vendo os erros do empresariado americano. A necessidade era a de se comunicar com a imprensa e mudar a imagem dos seus clientes frente a opinião pública. Na época, o primeiro cliente de Ivy Lee foi Jhon Rockefeller, que até então era conhecido por ser sanguinário, sem escrúpulos e por não estar nem aí com os direitos dos trabalhadores (como muitos outros empresários da época que faziam seus funcionários trabalharem mais de 12... 14h por dia).

Pouco depois surge o sobrinho de ninguém menos que Sigmund Freud (Fróid para os íntimos). Edward Bernays, começa a despontar como referencial teórico e lança, o que foi considerado como o primeiro livro de Relações Públicas, chamado de "Cristalização da Opinião Pública". A paternidade das RP passa muito pelo duelo entre Lee e Bernays, como figuras importantes no exterior, mas, também temos outros "pais" da profissão no Brasil, como o primeiro RP, Eduardo Pinheiro Lobo, engenheiro que ficou encarregado da área de Relações Públicas da Light, em São Paulo e muito sincronizado com o movimento que acontecera no exterior, surge Cândido Teobaldo de Souza Andrade, pioneiro na área de pesquisas em Relações Públicas, inclusive sendo o primeiro a escrever sobre a área no Brasil.

A grande verdade é que seria injusto também, nos perguntarmos, somente, quem é o pai. Você entenderá nas próximas linhas!

Já parou pra pensar que filho bonito tem sempre dois, ou mais, pais ou mães? Relações Públicas é esse filho bonito, pois é muito importante para o desenvolvimento de negócios e sociedades, pois tem papel mercadológico e uma veia humana fortíssima em sua essência. 

Afinal de contas: Quem é o pai?


Meu caro, a resposta é muito simples! Apesar de ter sido visualizada como uma necessidade real por um americano, no século passado, Ivy Lee não pode ser o pai, nem Bernays, tampouco Lobo ou Andrade. Pai e mãe são aqueles que criam! Você é o pai! Você é a mãe! Nós que estamos com a responsabilidade de continuar o que esses e essas grandes profissionais iniciaram lá atrás, logo, se não assumirmos a "paternidade" do que estamos fazendo, não teremos evoluções significativas, como as que Margarida Kunsch fez ao apresentar o composto de Relações Públicas e o seu planejamento, como fez Fábio França com o estudo sobre públicos, o que vem fazendo a Carol Terra na área de Mídias Digitais, os garotos e garotas do RP Manaus, Todo Mundo Precisa de um RP, RP Brasil, Versátil RP, RP Depressão. Não me canso de citar esses caras e creio que todo RP precisa conhecer, ou melhor, todo pai e toda mãe das Relações Públicas precisa conhecer!

Gostou de saber que você é pai? E você, gostou de saber que é mãe? Agora, cuide, esse filho é seu, parabéns!


sexta-feira, 6 de novembro de 2015

RP e PP Estará na Jornada de Relações Públicas 2015 da Faculdade Sul-Americana (FASAM)!

Com uma alegria muito grande que eu escrevo o post de hoje do RP e PP! No próximo dia 10, terça-feira, farei uma palestra para os estudantes do curso de Relações Públicas da Faculdade Sul-Americana, a FASAM, de Goiânia. A Jornada de Relações Públicas 2015 da FASAM acontece nos dias 10 e 11 de novembro e terá palestras com temas atuais e palestrantes genuinamente RPs!

No dia 10, Roberta Beatriz e Taís Oliveira, do mega blog Versátil RP vão apresentar o tema: "O Fantástico Mundo das Relações Públicas". No mesmo dia, eu, Maurity Cazarotti, vou falar sobre Empreendedorismo e Relações Públicas na palestra "Empreender é Coisa de RP!". No segundo dia, Amanda Takassiki do RP Brasil e Todo Mundo Precisa de Um RP vai falar sobre os caminhos que os RPs podem seguir, na palestra "E Agora RP, Qual Caminho Seguir?" e a Ana Clarissa Cavalcante do RP Manaus vai desvendar o que há de oculto no mundo dos Social Medias na palestra "O Lado Oculto de Um Social Media".


É uma alegria imensa participar de um evento verdadeiramente feito para futuros RPs! Vamos compartilhar muitas ideias boas, com certeza!

Serviço:

O evento será realizado no auditório da Faculdade FASAM, das 18h às 21h30. Os interessados já podem se inscrever no site da instituição, na aba “Cursos de Extensão”.
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